{"id":22383,"date":"2007-01-19T15:44:10","date_gmt":"2007-01-19T15:44:10","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/01\/19\/em-permanente-recomeco-2\/"},"modified":"2007-01-19T15:44:10","modified_gmt":"2007-01-19T15:44:10","slug":"em-permanente-recomeco-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/em-permanente-recomeco-2\/","title":{"rendered":"Em permanente recome\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p>  N\u00e3o \u00e9 virtude. \u00c9 feitio. Nunca me agarrei muito ao passado. Ao longo do meu sacerd\u00f3cio os projectos foram chegando e partindo consoante a Igreja me pedia e a minha aptid\u00e3o os concretizava. Desde o in\u00edcio fui enviado para a comunica\u00e7\u00e3o. Nunca, enquanto me preparava para ser padre, pensei dedicar-me \u00e0 pastoral das comunica\u00e7\u00f5es sociais. Sempre me imaginei num recanto escondido, a dizer, na pequena aldeia, o que aprendi, sobretudo a partir do Conc\u00edlio Vaticano II. Vim parar \u00e0 aldeia global. Primeiro a n\u00edvel diocesano e depois a n\u00edvel nacional, fui lan\u00e7ado na cova dos le\u00f5es ou na cratera onde explodem todos os vulc\u00f5es &#8211; imprensa, r\u00e1dio, televis\u00e3o e anexos, com cr\u00edtica de cinema \u00e0 mistura. E por a\u00ed tenho andado. Sempre perguntei a Deus o que queria Ele de mim. Ele sempre responde. Mas a resposta n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o \u00f3bvia quanto desejar\u00edamos.  Ao celebrar-se os vinte e cinco anos do \u201cSetenta Vezes Sete\u201d (e os vinte e seis do \u201cToda a Gente \u00e9 pessoa\u201d) \u2013 sou naturalmente questionado sobre a hist\u00f3ria e hist\u00f3rias destes dois trabalhos que ainda se mant\u00eam no ar, ao Domingo, na RTP e na RDP.  O Setenta Vezes Sete teve v\u00e1rias fases. At\u00e9 1989 com o Manuel Villas Boas e comigo; em 1992 com a responsabilidade do Ant\u00f3nio Estanqueiro e, numa \u00faltima etapa integrado no estatuto da Ecclesia. Ao longo dos seus vinte e cinco anos foi sempre editado pelo Secretariado Nacional das Comunica\u00e7\u00f5es Sociais.  Antes do Setenta Vezes Sete tinha realizado um programa semanal de televis\u00e3o que muito me ajudou a conjugar as linguagens da f\u00e9 e do audiovisual. Pertenci a um Grupo de Pesquisa Audiovisual (Carlos Paes, Lopes Morgado, Carlos Capucho e Manual Villas Boas) que nos ajudou a aprofundar as correla\u00e7\u00f5es simb\u00f3licas entre a pastoral catequ\u00e9tica e as potencialidades do audiovisual. N\u00e3o podemos esquecer Mestre Pierre Babin que a todos nos ajudou a visitar este universo com um outro olhar, sem medo do \u201cespect\u00e1culo de Deus\u201d. A Lyon &#8211; Fran\u00e7a \u2013 desloquei-me durante mais de seis anos como aluno e como professor, para aprofundar esta saud\u00e1vel tens\u00e3o e harmonia entre a intelig\u00eancia e a emo\u00e7\u00e3o, teologia e vida, a ritualidade televisiva e an\u00fancio da Boa Nova.   Continuamos num permanente recome\u00e7o e no ensaio incessante de dizer Deus ao homem do nosso tempo. Foi isso o \u201cSetenta Vezes Sete\u201d. Nada est\u00e1 encontrado em definitivo.  Sa\u00fado as novas gera\u00e7\u00f5es que mantiveram e recriaram esta aventura evangelizadora.  Ant\u00f3nio Rego Ex-Realizador do 70&#215;7 Dir. Secretariado Nacional das Comunica\u00e7\u00f5es Sociais  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 virtude. \u00c9 feitio. Nunca me agarrei muito ao passado. Ao longo do meu sacerd\u00f3cio os projectos foram chegando e partindo consoante a Igreja me pedia e a minha aptid\u00e3o os concretizava. Desde o in\u00edcio fui enviado para a comunica\u00e7\u00e3o. Nunca, enquanto me preparava para ser padre, pensei dedicar-me \u00e0 pastoral das comunica\u00e7\u00f5es sociais. 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