{"id":22367,"date":"2007-01-19T12:23:04","date_gmt":"2007-01-19T12:23:04","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/01\/19\/algarve-com-solucoes-pela-vida\/"},"modified":"2007-01-19T12:23:04","modified_gmt":"2007-01-19T12:23:04","slug":"algarve-com-solucoes-pela-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/algarve-com-solucoes-pela-vida\/","title":{"rendered":"Algarve com solu\u00e7\u00f5es pela vida"},"content":{"rendered":"<p>O movimento &#8216;Algarve pela Vida&#8217; foi oficialmente apresentado no passado dia 9 de Janeiro em Faro, um dia antes da entrega das 7.578 assinaturas na Comiss\u00e3o Nacional de Elei\u00e7\u00f5es (CNE) para sua constitui\u00e7\u00e3o legal ao abrigo da Lei Org\u00e2nica do Regime do Referendo, que lhe permitir\u00e1 fazer campanha pelo &#8216;n\u00e3o&#8217; ao aborto. Na confer\u00eancia de imprensa de apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica, introduzida por Francisco Paulino, que contou com a presen\u00e7a de Lu\u00eds Villas-Boas, mandat\u00e1rio do &#8216;Algarve pela Vida&#8217;, Isilda Pegado, presidente da Fede-ra\u00e7\u00e3o Portuguesa pela Vida (FPV), Helena Boavida, m\u00e9dica de fam\u00edlia e de Miguel Reis Cunha, membro da Comiss\u00e3o Executiva do movimento, foram defendidas as raz\u00f5es pelas quais os algarvios devem votar &#8216;n\u00e3o&#8217; no pr\u00f3ximo dia 11 de Fevereiro. O fundador da Emerg\u00eancia Infantil real\u00e7ou na sua interven\u00e7\u00e3o que &#8220;todos temos uma miss\u00e3o a cumprir: apoiar a m\u00e3e&#8221;. &#8220;E h\u00e1 quem o fa\u00e7a em Portugal e ter\u00e1 de haver muito mais interven\u00e7\u00e3o do Estado, das institui\u00e7\u00f5es e dos cidad\u00e3os. Antes da gravidez, durante a gravidez e ap\u00f3s o parto&#8221;, afirmou, considerando que &#8220;em Portugal h\u00e1 solu\u00e7\u00f5es que podem e devem ser adoptadas porque s\u00e3o inovadoras, respeitam os direitos da m\u00e3e, ajudam a realizar o direito \u00e0 fam\u00edlia&#8221;. &#8220;Temos solu\u00e7\u00f5es que v\u00e3o ao encontro do t\u00e3o propalado e t\u00e3o aviltado superior interesse da crian\u00e7a. Ao direito \u00e0 Vida, deve seguir-se o incontorn\u00e1vel direito \u00e0 fam\u00edlia&#8221;, complementou, lembrando que &#8220;h\u00e1 milhares de portugueses que querem e n\u00e3o podem ter um filho&#8221;. &#8220;Que direito tem algu\u00e9m de negar um nascimento que iria configurar o direito dessa crian\u00e7a, como de todas, a uma fam\u00edlia e a felicidade extrema de quem vive de bra\u00e7os abertos \u00e0 espera de um filho de cora\u00e7\u00e3o?&#8221;, interrogou.   <b>O trauma do aborto<\/b> Villas-Boas, que come\u00e7ou por deixar claro a sua presen\u00e7a no movimento pela &#8216;Algarve pela Vida&#8217; na &#8220;condi\u00e7\u00e3o de cidad\u00e3o&#8221; e que as suas ideias &#8220;n\u00e3o vinculam qualquer outro cidad\u00e3o ou institui\u00e7\u00e3o&#8221;, lembrou que &#8220;s\u00f3 cada mulher sabe em si mesma, o rasto que um aborto, ou mais, nela deixou&#8221;. &#8220;A depress\u00e3o, a iria\u00e7\u00e3o suicid\u00e1ria, o sentimento de culpa, a vontade interior de liberta\u00e7\u00e3o da ideia que n\u00e3o deixou nascer um filho, a d\u00favida eterna de quem viria a ser aquele seu filho, o que pensa ou sente o pai presente ou ausente, c\u00famplice ou apoiante, indiferente ou acusador&#8221; foram alguns dos aspectos sublinhados pelo psic\u00f3logo cl\u00ednico. &#8220;Portugal, que tanto fala no exemplo da Finl\u00e2ndia como pa\u00eds de sucesso &#8211; que o \u00e9 de facto noutras \u00e1reas &#8211; porque n\u00e3o medita nos n\u00fameros inquietantes de mulheres com perturba\u00e7\u00f5es afectivas de humor, graves e p\u00f3s-traum\u00e1ticas ao aborto?&#8221;, interrogou, certo de que &#8220;a Vida come\u00e7a com a fecunda\u00e7\u00e3o do \u00f3vulo e da\u00ed at\u00e9 ao nascimento h\u00e1 uma criatura humana com dignidade e com direitos&#8221;. &#8220;E n\u00e3o \u00e9 \u00e0s 9 semanas que tem mais dignidade ou direitos do que \u00e0s 18, \u00e0s 30 ou quando nasce&#8221;, acrescentou o mandat\u00e1rio. O psic\u00f3logo cl\u00ednico considerou ainda que &#8220;legalizar o aborto \u00e9 fazer disparar como na Su\u00e9cia 1100 por cento a sua ocorr\u00eancia; no Reino Unido, 730 por cento; em Espanha 370 por cento; e na Gr\u00e9cia, 200 por cento&#8221;.  <b>A preven\u00e7\u00e3o, a informa\u00e7\u00e3o e o apoio contra o crime<\/b> &#8220;Entendo que nenhuma mulher deve ser julgada e muito menos presa por aborto. \u00c0 mulher que acaba com a sua gravidez bastar-lhe-\u00e1 para sempre o sofrimento atroz que vai ter dentro dela&#8221;, defendeu Villas-Boas, frisando, por\u00e9m, que \u00e9 necess\u00e1rio &#8220;encontrar formas de lidar, sem estigmatizar a mulher que abortou como uma criminosa e, ao mesmo tempo, criar mecanismos ajustados para defender a Vida e que assenta no conceito de que o aborto antes das 10 semanas pode e deve ser evitado&#8221;. &#8220;\u00c9 precisa uma nova pedagogia da maternidade, a par do efectivo apoio durante a situa\u00e7\u00e3o de risco aband\u00f3nico. N\u00e3o ao aborto e ao recurso aos tribunais! Sim \u00e0 preven\u00e7\u00e3o, informa\u00e7\u00e3o e apoio total \u00e0 gr\u00e1vida!&#8221;, concluiu, indo ao  encontro dos 75,6 por cento de mulheres que respondeu que &#8220;desejaria ser ajudada e apoiada a manter a gravidez e poder ter o beb\u00e9&#8221;, num estudo encomendado ao Centro de Sondagens da Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa, em detrimento das outras duas op\u00e7\u00f5es que eram &#8220;que o aborto fosse livre para poder abortar sem ser crime&#8221; (13,5%) e &#8220;ser encaminhada para uma cl\u00ednica onde fizesse o aborto de imediato e sem risco para a sa\u00fade p\u00fablica&#8221; (10,2%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O movimento &#8216;Algarve pela Vida&#8217; foi oficialmente apresentado no passado dia 9 de Janeiro em Faro, um dia antes da entrega das 7.578 assinaturas na Comiss\u00e3o Nacional de Elei\u00e7\u00f5es (CNE) para sua constitui\u00e7\u00e3o legal ao abrigo da Lei Org\u00e2nica do Regime do Referendo, que lhe permitir\u00e1 fazer campanha pelo &#8216;n\u00e3o&#8217; ao aborto. 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