{"id":22251,"date":"2007-01-15T13:07:00","date_gmt":"2007-01-15T13:07:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/01\/15\/ritmo-e-animacao-marcaram-encontro-da-comunidade-africana\/"},"modified":"2007-01-15T13:07:00","modified_gmt":"2007-01-15T13:07:00","slug":"ritmo-e-animacao-marcaram-encontro-da-comunidade-africana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/ritmo-e-animacao-marcaram-encontro-da-comunidade-africana\/","title":{"rendered":"Ritmo e anima\u00e7\u00e3o marcaram encontro da comunidade africana"},"content":{"rendered":"<p>Cantares e m\u00fasicas africanas deram o mote para o que seria um dia de festa. A comunidade africana, atrav\u00e9s do Departamento da Mobilidade do Patriarcado de Lisboa e da Capelania Africana em Portugal, promoveu um encontro no passado Domingo, com o objectivo de celebrar a f\u00e9 e a cultura que n\u00e3o esquecem no agora pa\u00eds de acolhimento.  \u201c\u00c9ramos mais de mil\u201d, relembra o Padre Gaud\u00eancio Sangando, da Comunidade dos Pa\u00edses Africanos de l\u00edngua oficial portuguesa. Na comunidade do Cac\u00e9m quiseram festejar a cultura numa comunidade que se tem mostrado muito aberta ao acolhimento, sublinha o Pe. Gaud\u00eancio. \u201cEles aceitam-nos tal e qual somos e permitem que n\u00f3s vivamos a nossa f\u00e9 com o que nos \u00e9 caracter\u00edstico\u201d. Sentimento este extens\u00edvel a todas as comunidades com que contactam. \u201cOs p\u00e1rocos s\u00e3o muito abertos \u00e0s nossas celebra\u00e7\u00f5es e \u00e0 forma como vivemos a nossa f\u00e9 e cultura\u201d, aponta o respons\u00e1vel pela Capelania Africana.   Foi um encontro de culturas \u201cporque na Capelania tentamos mobilizar e acolhemos todos que quiram juntar-se a n\u00f3s\u201d. Estes encontros s\u00e3o vistos como uma mais valia, pois \u201cestando num pa\u00eds diferente \u00e9 muito importante n\u00e3o esquecer a cultura de raiz\u201d, afirma o Padre que acompanha a comunidade africana em Portugal. \u201cAfinal todos fazemos parte de uma Igreja universal e \u00e9 bom caminharmos juntos\u201d, sublinha.  O dia come\u00e7ou com uma animada eucaristia \u201cao nosso jeito africano\u201d, onde estiveram presentes os animados batuques, chocalhos e outros instrumentos pr\u00f3prios da comunidade com toda a alegria dos c\u00e2nticos e dan\u00e7as numa celebra\u00e7\u00e3o marcada pelo ritmo da cultura africana. A cultura estendeu-se tamb\u00e9m \u00e0 parte da tarde, onde 11 grupos fizeram a anima\u00e7\u00e3o com c\u00e2nticos e dan\u00e7as provenientes das terras quentes de \u00c1frica.   Procuraram mostrar que o encontro de culturas, a africana e portuguesa, \u00e9 uma mais valia \u201cat\u00e9 para o aprofundamento da identidade crist\u00e3\u201d, explica o Pe. Gaud\u00eancio, pois gera um grande enriquecimento.   O respons\u00e1vel pela Capelania africana manifesta o quanto a fam\u00edlia \u00e9 importante para os africanos. \u201cQuando chega um africano a Portugal tem necessidade de trazer tamb\u00e9m a sua fam\u00edlia, n\u00e3o s\u00f3 a nuclear mas no seu sentido mais abrangente\u201d, explica referindo-se ao reagrupamento familiar, quest\u00e3o em destaque no VII Encontro de Animadores S\u00f3cio-Pastorais das Migra\u00e7\u00f5es. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cantares e m\u00fasicas africanas deram o mote para o que seria um dia de festa. 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