{"id":22208,"date":"2007-01-12T12:27:58","date_gmt":"2007-01-12T12:27:58","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/01\/12\/conhecer-o-algarve-para-anunciar\/"},"modified":"2007-01-12T12:27:58","modified_gmt":"2007-01-12T12:27:58","slug":"conhecer-o-algarve-para-anunciar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/conhecer-o-algarve-para-anunciar\/","title":{"rendered":"Conhecer o Algarve para anunciar"},"content":{"rendered":"<p>D. Manuel Quintas sublinha a import\u00e2ncia de uma renova\u00e7\u00e3o da Igreja, para que \u00abcontinue fiel a Cristo e \u00e0 pessoa humana\u00bb <!--more--> \u201cFazei o que ELE vos disser\u201d constitui o lema inspirador do Programa Pastoral da diocese do Algarve at\u00e9 2012. D. Manuel Quintas, em Nota Pastoral publicada h\u00e1 uns meses quis reafirmar a centralidade do an\u00fancio e do testemunho de Cristo, como fundamento e conte\u00fado essencial de toda a ac\u00e7\u00e3o pastoral. Mas sublinhou que toda a ac\u00e7\u00e3o que daqui possa advir precede da escuta e da ora\u00e7\u00e3o pessoal e comunit\u00e1ria, sendo estes elementos qualificativos de toda a programa\u00e7\u00e3o pastoral e condi\u00e7\u00e3o de toda a vida pastoral aut\u00eantica &#8211; o verdadeiro agir parte da refer\u00eancia permanente a Cristo.  Algum tempo depois do lan\u00e7amento da nota pastoral, D. Manuel Quintas sublinha a import\u00e2ncia de uma forma\u00e7\u00e3o cont\u00ednua para todas as idades e agentes da pastoral, com vista a \u201cuma renova\u00e7\u00e3o da Igreja, para que continue fiel a Cristo e \u00e0 pessoa humana\u201d. Em declara\u00e7\u00f5es ao Programa ECCLESIA, o bispo do Algarve afirma que \u201cno nosso tempo, as interpela\u00e7\u00f5es que se colocam e a forma\u00e7\u00e3o s\u00e3o meios imprescind\u00edveis\u201d, mas aponta a necessidade de cada pessoa escutar o apelo que lhe \u00e9 dirigido, pois \u201csem esse apelo a escuta n\u00e3o foi bem realizada\u201d.  Os presb\u00edteros e di\u00e1conos, os agentes da pastoral s\u00e3o leigos empenhados \u201cna catequese, no minist\u00e9rio da comunh\u00e3o\u201d, considera D. Manuel Quintas, mas a Palavra \u00e9 essencial nestes servi\u00e7os. Reunirem-se para reflectir \u00e9 \u201cpor si s\u00f3 um desafio e daqui sair\u00e3o alguns apelos\u201d que permitam fazer chegar a mensagem de uma forma mais directa. \u201cAqueles que est\u00e3o \u00e0 frente dos grupos s\u00e3o os primeiros destinat\u00e1rios das jornadas\u201d.   J\u00e1 em Nota Pastoral, o bispo do Algarve advertia para a necessidade de \u201cpassar de uma atitude de espera e de acolhimento, a uma pastoral da proposta directa, do convite e do chamamento pessoal, com uma pastoral corajosa e franca, mais incisiva e concreta, mais dirigida \u00e0 pessoa e n\u00e3o apenas ao grupo, mais feita de envolvimento e n\u00e3o apenas de apelos vagos, mais provocadora do que conformada com a dificuldade actual em fazer e acolher propostas que conduzam a uma op\u00e7\u00e3o definitiva da vida\u201d.   Neste sentido as \u00faltimas Jornadas Pastorais da Liturgia pretendiam ser esse espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o e conhecimento. N\u00e3o \u00e9 um caminho f\u00e1cil, como aponta D. Manuel Quintas. \u201cNormalmente quer os p\u00e1rocos quer os que com eles colaboram nas comunidades pensam que j\u00e1 sabem tudo das comunidades crist\u00e3s\u201d, mas a sociedade pede uma constante actualiza\u00e7\u00e3o e uma escuta \u00e0s interpela\u00e7\u00f5es que deixa. Tendo em conta tamb\u00e9m \u201ca grande mobilidade no Algarve, h\u00e1 sempre aspectos novos que surgem para os que anunciam\u201d.  \u201cN\u00e3o tem sido f\u00e1cil para algumas comunidades paroquiais desenvolver este trabalho, mas n\u00e3o ser\u00e1 por causa disso que vamos deixar de insistir e gostar\u00edamos que no fim do ano em todas as comunidades houvesse uma ideia o mais clara poss\u00edvel de quem s\u00e3o os destinat\u00e1rios e aqueles que constituem a nossa comunidade crist\u00e3, a n\u00edvel de idades, de necessidades, de proveni\u00eancia\u201d, sublinha o prelado, pois tudo \u00e9 caminho e o importante \u00e9 \u201cmesmo que n\u00e3o consigamos chegar ao objectivo que nos propomos, o programa pastoral est\u00e1 \u00e0 frente de n\u00f3s, puxa, dinamiza e impele a caminhar  em sintonia, e s\u00f3 isso \u00e9 muito positivo e ajuda-nos a crescer como Igreja\u201d.   A diocese est\u00e1 atenta \u00e0s mudan\u00e7as sazonais que o Algarve \u00e9 alvo. \u201cSabemos que muitos nos procuram no Ver\u00e3o, mesmo que s\u00f3 para a eucaristia, nessa \u00e9poca s\u00e3o multiplicadas e por isso temos de ir ao encontro do que nos pedem\u201d, afirma disponibilizando-se inclusivamente para celebrar eucaristias \u00e0 noite. Com esta atitude D. Manuel Quintas pretende cada vez mais conhecer a sua diocese, pois o conhecimento pede posteriormente a resposta adequada. E com entusiasmo afirma que \u201ca igreja \u00e9 feita desses desafios, sempre com muita esperan\u00e7a e dinamismo do Esp\u00edrito e se tivermos abertos \u00e0 sua ac\u00e7\u00e3o, encontraremos formas de resposta\u201d, sublinha.   Tamb\u00e9m o Esp\u00edrito alimenta os dons de cada um. Assim cr\u00ea o bispo do Algarve ao confrontar-se com os agentes da pastoral. \u201cQuem somos n\u00f3s para nos medir quantitativamente, pois \u00e9 Deus que nos mede e Ele \u00e9 que actua\u201d. De qualquer forma \u00e9 com alegria que v\u00ea a caminhada de alguns seminaristas da diocese, que conta com alguns a concluir os seus estudos e a iniciar o processo para a ordena\u00e7\u00e3o. \u201cSe chegam para as necessidades? Se calhar n\u00e3o\u201d, tendo em conta os padres mais idosos que est\u00e3o \u00e0 frente das comunidades e que esperam, alguns h\u00e1 mais de um ano ser substitu\u00eddos ou aliviados no seu servi\u00e7o pastoral. \u201cMas \u00e9 com muita esperan\u00e7a que olhamos para estes que agora v\u00e3o receber o minist\u00e9rio de leitores ou outros que venham\u201d, aponta.   As visitas pastorais s\u00e3o uma forma de o bispo estar algum tempo em cada realidade, junto dos p\u00e1rocos e mais pr\u00f3ximo das pessoas, visitando o que faz parte da vida da par\u00f3quia e estando atendo ao que \u00e9 externo \u00e0 Igreja, a n\u00edvel de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas, os doentes as crian\u00e7as, os jovens. \u201cTudo isso d\u00e1 de facto um conhecimento muito pr\u00f3ximo da realidade. Mesmo os pr\u00f3prios padres me alertam para realidades e comunidades que eu n\u00e3o conheci\u201d reconhece, afirmando que \u00e9 com alegria que visita esses locais novos. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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