{"id":22073,"date":"2007-01-08T12:25:37","date_gmt":"2007-01-08T12:25:37","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/01\/08\/plataforma-nao-obrigada-na-madeira\/"},"modified":"2007-01-08T12:25:37","modified_gmt":"2007-01-08T12:25:37","slug":"plataforma-nao-obrigada-na-madeira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/plataforma-nao-obrigada-na-madeira\/","title":{"rendered":"Plataforma \u00abN\u00e3o Obrigada\u00bb na Madeira"},"content":{"rendered":"<p>A plataforma \u00abN\u00e3o Obrigada -Madeira\u00bb foi lan\u00e7ada no Funchal, na passada quinta-feira. O seu manifesto come\u00e7a por analisar a pergunta do referendo, que induz a resposta que os seus promotores pretendem.  \u00abO que verdadeiramente est\u00e1 em causa no dia 11 de Fevereiro, \u00e9 saber se concordamos que uma nova vida humana seja eliminada a pedido da m\u00e3e sem motivo justificativo\u00bb, referem. Acrescenta o referido manifesto: \u00abO referendo a que os portugueses foram chamados n\u00e3o se justifica. O aborto encontra-se despenalizado em Portugal desde 1984, sendo a sua pr\u00e1tica legal enquadrada por uma lei revista em 1997. Esta lei prev\u00ea os casos em que a gr\u00e1vida pode recorrer ao aborto com apoio do servi\u00e7o p\u00fablico de sa\u00fade. O que se quer agora n\u00e3o \u00e9 despenalizar, mas liberalizar, ou seja, tornar legal e universal o aborto a pedido, sem condicionantes de ordem biol\u00f3gica ou moral, a expensas do Estado, ou seja, com o dinheiro dos nossos impostos. Isto n\u00e3o pode ser aceit\u00e1vel. Por isso, \u00ab\u00c9 preciso dizer N\u00c3O no referendo\u00bb.  O movimento explica que \u00abo feto com semanas de gesta\u00e7\u00e3o no ventre da m\u00e3e \u00e9 claramente uma vida humana: n\u00e3o \u00e9 uma planta, nem um animal. O feto \u00e9 um ser humano, vivo e observ\u00e1vel, em permanente crescimento at\u00e9 \u00e0 matura\u00e7\u00e3o que leva ao seu nascimento. O aborto a pedido fala em 10 semanas, um prazo totalmente arbitr\u00e1rio para eliminar a vida nascente, como se at\u00e9 essa data houvesse uma coisa no \u00fatero materno, e depois, algo que talvez pudessem considerar humano. \u00c9 preciso dizer que a vida humana existe por inteiro desde a sua concep\u00e7\u00e3o e que a protec\u00e7\u00e3o desta vida fr\u00e1gil e inocente \u00e9 o dever primeiro dos pais, da sociedade e do Estado. Nem a futura m\u00e3e, nem o Estado t\u00eam qualquer direito de posse ou de objec\u00e7\u00e3o face \u00e0 vida nova que est\u00e1 para nascer. O primeiro direito do feto \u00e9 que a sua vida seja acolhida e se afirme, nascendo.  N\u00e3o queremos um Estado que, em vez de proteger, legaliza a morte da vida nascente.  Por isso, \u00abVamos votar N\u00c3O no referendo\u00bb.  \u00abA pretendida liberaliza\u00e7\u00e3o do aborto \u2013 l\u00ea-se ainda no manifesto &#8211; cria um quadro legal que ignora por completo o papel do homem, excluindo-o de qualquer decis\u00e3o sobre a continua\u00e7\u00e3o da gravidez\u00bb.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A plataforma \u00abN\u00e3o Obrigada -Madeira\u00bb foi lan\u00e7ada no Funchal, na passada quinta-feira. 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