{"id":2200,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/ultrapassar-as-fronteiras-dos-jsf\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"ultrapassar-as-fronteiras-dos-jsf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/ultrapassar-as-fronteiras-dos-jsf\/","title":{"rendered":"Ultrapassar as fronteiras dos JSF"},"content":{"rendered":"<p>\u201cEstar perto dos que est\u00e3o longe sem estar longe dos que est\u00e3o perto\u201d \u00e9 a frase que tem norteado os Jovens Sem Fronteiras (JSF), que comemoram, este ano, 20 anos de miss\u00e3o. Tudo come\u00e7ou na Foz do Arelho (Caldas da Rainha), com o primeiro grupo paroquial de JSF. O come\u00e7o de um sonho que passou as fronteiras para levar a \u00abBoa Nova\u00bb. Para celebrar este data, os JSF estiveram reunidos de 31 de Agosto a 7 de Setembro para reflectirem sobre \u201cum regresso \u00e0s ra\u00edzes\u201d e \u201cos caminhos a palmilhar\u201d \u2013 referiu o Pe. Tony Neves, coordenador Nacional do JSF. Um encontro, no Semin\u00e1rio da Torre d\u00b4 Aguilha, que contou com a presen\u00e7a do fundador, Pe. Firmino Cachada, e com o primeiro presidente nacional, Paulo Vaz. No dia 4 de Setembro, todos os caminhos foram dar \u00e0 Ribeira do F\u00e1rrio (Our\u00e9m) onde teve lugar o I Encontro Nacional dos JSF em contexto paroquial. De tarde foram enviados em peregrina\u00e7\u00e3o a p\u00e9 at\u00e9 ao Santu\u00e1rio de F\u00e1tima. Deste local Mariano, os JSF partiram para o Semin\u00e1rio da Torre d\u2019Aguilha, que \u201cconseguiu acantonar\u201d um n\u00famero record de participantes, 201. A\u00ed, foram confrontados com onze workshops sobre a Miss\u00e3o, a imigra\u00e7\u00e3o, a solidariedade e o desenvolvimento, o voluntariado, a pastoral prisional, a ajuda humanit\u00e1ria e os direitos humanos, as anima\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria da Igreja em Portugal, o trabalho com deficientes de foro psiqui\u00e1trico. Um trabalho que teve a colabora\u00e7\u00e3o de Laurinda Alves que elogiou o papel das minorias, dos remadores contra a mar\u00e9 porque as massas s\u00e3o sempre acr\u00edticas.  O momento alto deste iniciativa foi o I Festival da Can\u00e7\u00e3o Sem Fronteiras realizado no sal\u00e3o Paroquial de S. Domingos de Rana (Cascais). Foram nove as can\u00e7\u00f5es concorrentes, que teve como vencedor \u2018Servir \u00e9 viver\u2019 dos JSF de Braga que tamb\u00e9m ganharam o pr\u00e9mio da melhor interpreta\u00e7\u00e3o. O 2\u00ba lugar foi para os JSF de Benfica com a can\u00e7\u00e3o \u2018Sol na Miss\u00e3o\u2019 e o 3\u00ba coube aos JSF de Tires que cantaram: \u2018Brilha o Sol&#8230;\u2019.  Na hora de partir, lia-se nos rostos a alegria de regressar \u00e0s suas terras de origem onde a Miss\u00e3o continua como urg\u00eancia. Como dizia o P. Jos\u00e9 Manuel Saben\u00e7a: \u201cPor mil e uma raz\u00f5es, creio poder dizer que JSF n\u00e3o \u00e9 nem nunca ser\u00e1 Jovens Sem Futuro, mas sim Jovem Sempre Forte, porque animado e fortalecido pela luz de Cristo\u201d.   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cEstar perto dos que est\u00e3o longe sem estar longe dos que est\u00e3o perto\u201d \u00e9 a frase que tem norteado os Jovens Sem Fronteiras (JSF), que comemoram, este ano, 20 anos de miss\u00e3o. Tudo come\u00e7ou na Foz do Arelho (Caldas da Rainha), com o primeiro grupo paroquial de JSF. 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