{"id":21998,"date":"2007-01-03T14:59:43","date_gmt":"2007-01-03T14:59:43","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/01\/03\/casa-de-saude-bento-menni-da-guarda-com-nova-superiora\/"},"modified":"2007-01-03T14:59:43","modified_gmt":"2007-01-03T14:59:43","slug":"casa-de-saude-bento-menni-da-guarda-com-nova-superiora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/casa-de-saude-bento-menni-da-guarda-com-nova-superiora\/","title":{"rendered":"Casa de Saude Bento Menni da Guarda com nova Superiora"},"content":{"rendered":"<p>A Irm\u00e3 Alice da Concei\u00e7\u00e3o Pires Roseiro, das Irm\u00e3s Hospitaleiras do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, deixa, no dia 4 de Janeiro, a Guarda, depois de seis anos \u00e0 frente da Casa de Sa\u00fade Bento Menni. A mudan\u00e7a para Casa de Sa\u00fade Rainha Santa Isabel em Condeixa-a-Nova, \u00e9 encarada de forma natural, e at\u00e9 j\u00e1 podia ter acontecido antes. \u201cDe tr\u00eas em tr\u00eas anos \u00e9 normal, ali\u00e1s faz parte da estrutura da Congrega\u00e7\u00e3o, mudan\u00e7as das animadoras das comunidades, podendo alguma permanecer por mais tr\u00eas anos. Foi o caso\u201d explica a Irm\u00e3 Alice Roseiro. Nascida a 9 de Fevereiro de 1943, em Luanda-Angola, a Irm\u00e3 Alice Roseiro entrou na Congrega\u00e7\u00e3o a 24 de Abril de 1965. Desde esa altura, e antes de chegar \u00e0 Guarda passou pela Casa de Sa\u00fade Nossa Senhora do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus em Idanha-Belas (de 1965 a 1968); Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica de S. Jos\u00e9 em Lisboa (de 1968 a 1973); Casa de Sa\u00fade Rainha Santa Isabel em Condeixa (de 1973 a 1974); Casa de Sa\u00fade de Vila Lu\u00edsa-Marraquene-Mo\u00e7ambique (de 1974 a 1976); Casa de Sa\u00fade de Benfica \u2013 Maputo \u2013 Mo\u00e7ambique (de 1976 a 1978); Casa de Sa\u00fade da Idanha.de 1978 a 2000). Questionada sobre o que mais a marcou na passagem pela Guarda refere: \u201cgostei e gosto de muitas coisas na Guarda, mas como me pergunta o \u201cmais\u201d direi que a forma admir\u00e1vel como as gentes desta regi\u00e3o vivem a liga\u00e7\u00e3o ao que nos transcende\u2026 est\u00e3o sempre voltados para horizontes mais al\u00e9m, n\u00e3o sei se pela for\u00e7a da altitude purificadora, pela fidelidade que lhes est\u00e1 na ess\u00eancia ou se, por raz\u00f5es de constitui\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria natureza que de simples e agreste se torna formosa, lhes \u00e9 f\u00e1cil sentirem a presen\u00e7a de Deus que gosta de habitar na montanha\u201d. Sempre bem disposta e com um sorriso impar torna-se humilde ao fazer o balan\u00e7o do trabalho realizado na Guarda, ao dizer que \u201cn\u00e3o deixo \u00abobra\u00bb. O que fizemos n\u00e3o o fizemos s\u00f3s, ou seja, tudo o que foi feito na Casa de Sa\u00fade durante os seis anos, todas as din\u00e2micas especialmente as que v\u00e3o de encontro \u00e0 nova vis\u00e3o do mundo da sa\u00fade mental, foram projectadas e assumidas pela equipa multidisciplinar que, sem sombra de d\u00favida, continuar\u00e1 a operacionalizar todos os dias a Hospitalidade. Temos um modelo de cuidados de sa\u00fade pelo qual todos nos regemos em qualquer parte do mundo onde existam centros da Congrega\u00e7\u00e3o e que passa por uma filosofia apoiada em valores bem definidos que nos levam a gerar uma cultura de amoriza\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os por onde andamos\u201d. Sobre o que gostaria de ter feito e n\u00e3o fez na Guarda, a Irm\u00e3 Alice Roseiro explica: \u201cNem sei bem\u2026 se n\u00e3o foi feito, algu\u00e9m o far\u00e1, os sonhos foram depositados no cora\u00e7\u00e3o e na mente dos que percorreram comigo estes seis anos\u2026 n\u00e3o posso, n\u00e3o quero e n\u00e3o devo pensar outra coisa. H\u00e1 objectivos a cumprir que n\u00e3o se alteram: a defesa dos direitos das pessoas em sofrimento, o respeito absoluto pela sua dignidade, a aceita\u00e7\u00e3o incondicional das suas diferen\u00e7as que bem acolhidas podem ser de grande riqueza no campo da humaniza\u00e7\u00e3o pessoal, das comunidades e at\u00e9 das sociedades. Tudo vai continuar porque pobres sempre os teremos connosco e n\u00f3s estamos para os mais pobres dos pobres aqueles nem a si se pertencem\u201d.  Quando questionada sobre a import\u00e2ncia actual do trabalho desenvolvido pelas Irm\u00e3s Hospitaleiras, a Irm\u00e3 Alice Roseira esclarece: \u201cN\u00e3o devo ser eu a responder a esta quest\u00e3o. Na resposta anterior j\u00e1 tem alguns dados para chegar a alguma conclus\u00e3o, mas seria interessante auscultar outras pessoas, talvez os familiares das pessoas a quem cuidamos. Devo recordar que hoje, quando se fala do trabalho desenvolvido pela Irm\u00e3s Hospitaleiras, se est\u00e1 a falar do trabalho desenvolvidos por umas poucas religiosas que formam as comunidades ligadas aos centros e por dezenas de outras pessoas, colaboradores de diferentes \u00e1reas profissionais, volunt\u00e1rios, benfeitores, fornecedores de servi\u00e7os de apoio, enfim uma grande comunidade hospitaleira a que gostamos de chamar Fam\u00edlia\u201d. A nova Superiora da Casa de Sa\u00fade Bento Menni \u00e9 a Irm\u00e3 L\u00facia Reduto, natural do concelho do Sabugal, que chega \u00e0 Guarda no dia 9 de Janeiro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Irm\u00e3 Alice da Concei\u00e7\u00e3o Pires Roseiro, das Irm\u00e3s Hospitaleiras do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, deixa, no dia 4 de Janeiro, a Guarda, depois de seis anos \u00e0 frente da Casa de Sa\u00fade Bento Menni. 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