{"id":21936,"date":"2007-01-01T12:08:26","date_gmt":"2007-01-01T12:08:26","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/01\/01\/paz-mais-belo-nome-de-deus-grande-desejo-do-coracao-humano\/"},"modified":"2007-01-01T12:08:26","modified_gmt":"2007-01-01T12:08:26","slug":"paz-mais-belo-nome-de-deus-grande-desejo-do-coracao-humano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/paz-mais-belo-nome-de-deus-grande-desejo-do-coracao-humano\/","title":{"rendered":"Paz: mais belo nome de Deus; grande desejo do cora\u00e7\u00e3o humano"},"content":{"rendered":"<p>Dia Mundial da Paz S\u00e9 do Porto 2007.01.01  1 \u2013 Solenidade de Santa Maria, M\u00e3e de Deus. Dia Mundial da Paz. Primeiro de um novo ano que, como sempre, iniciamos envolvidos em votos de paz que ouvimos dos mais diversos quadrantes e nos formulamos. \u00c9 o mais belo nome de Deus[1], a paz,  a meta da humanidade, o grande desejo do cora\u00e7\u00e3o humano, o maior. Colocamos Maria no centro destas ocorr\u00eancias.. M\u00e3e de Deus, Mulher de paz. Rainha e a M\u00e3e da Paz, ela \u00e9, tamb\u00e9m e por isso, sua grande promotora. Pedimos-lhe que nos ensine e ajude a viv\u00ea-la e a construi-la.  Foi, de facto, aceitando-se e assumindo-se na verdade de si mesma, (a verdade \u00e9 geradora  de paz) de criatura diante do seu Criador e Senhor, colocando-se nas suas m\u00e3os, confiante e segura (&#8230;fa\u00e7a-se), que Maria se constituiu em espa\u00e7o aberto e prop\u00edcio \u00e0 incarna\u00e7\u00e3o do Filho de Deus, daquele que, \u201cPr\u00edncipe da Paz\u201d (Is 9,5), \u00e9 \u201ca nossa Paz\u201d (Ef 2,14) Paz que \u00e9 a s\u00famula de todos os bens \u2013 shalom \u2013 que Deus prometera ao seu povo na demanda da Terra Prometida, terra de liberdade e bem estar, terra onde corre leite e mel, terra da paz (Nm 6,22- 27)  2 \u2013 Mas Maria \u00e9 ainda, e como dissemos, promotora da conc\u00f3rdia entre os homens. Ela indica o caminho para uma vida harm\u00f3nica perfeitamente integrada na teia das diversificadas rela\u00e7\u00f5es humanas. Primeiro passo desse caminho \u00e9 entregar-se a Deus. Confiar-lhe a vida. As necessidades, os problemas e as dificuldades. Os sonhos e os projectos. Entregar-se \u00e0 sua miseric\u00f3rdia e ao seu perd\u00e3o. Ela mesma, colocando-se a nosso lado, sentindo-nos, leva tudo isto a Seu Divino Filho. Entrega-o \u00e0 efic\u00e1cia do seu amor. \u201cEles n\u00e3o t\u00eam vinho&#8230;\u201d (Jo 2,3) O segundo passo, simult\u00e2neo com o primeiro, \u00e9 ouvir e conformar a vida com a Palavra. Responder, vivendo, \u00e0s exig\u00eancias e interpela\u00e7\u00f5es dessa Palavra que se fez carne, Jesus Cristo. \u201cFazei o que Ele vos disser&#8230;\u201d (Jo 2,5) \u00c9 este o caminho da paz que ela nos apresenta e quer percorrer connosco. Paz que \u00e9 portanto , e ao mesmo tempo, dom de Deus que nos ouve, e conquista do homem fiel a Jesus, que \u00e9 a sua verdade.  3 \u2013 \u201cA Pessoa Humana, Cora\u00e7\u00e3o da Paz\u201d (PHCP) \u00e9 o tema que o Santo Padre escolheu para a sua mensagem neste primeiro dia de 2007, inspirado, como ele diz, nas crian\u00e7as \u201cque, na sua inoc\u00eancia enriquecem a humanidade de bondade e beleza e com o seu sofrimento a todos nos animam a sermos obreiros da justi\u00e7a e da paz\u201d (PHCP n\u00ba1)   \u201cCora\u00e7\u00e3o da paz\u201d a pessoa humana h\u00e1-de entender-se, pois, como  inst\u00e2ncia ou refer\u00eancia de dinamismos de s\u00e3 conviv\u00eancia, de fraternidade, de di\u00e1logo, de paz. Inst\u00e2ncia ou refer\u00eancia capaz de transformar e purificar  as rela\u00e7\u00f5es entre os homens, tantas vezes viciadas. Cora\u00e7\u00e3o da paz, tamb\u00e9m ela, a pessoa humana,  necessitada de paz para ser e se desenvolver, para crescer na resposta \u00e0 verdade de si mesma, na resposta \u00e0 Palavra Criadora e Redentora.   4 \u2013 O homem n\u00e3o foi criado para viver sozinho. \u201cN\u00e3o \u00e9 bom que o homem esteja s\u00f3\u201d (Gn 2,18) Porque s\u00f3, n\u00e3o \u00e9. N\u00e3o se encontra. N\u00e3o toma consci\u00eancia de si mesmo. Criado \u00e0 semelhan\u00e7a de Deus, o homem, a pessoa humana \u00e9 com. \u00c9 na pluralidade. \u00c9 na pluralidade que se constr\u00f3i, que se desenvolve, que actualiza as suas potencialidades. N\u00e3o se dilui, a pessoa, antes \u00e9 com os outros que conquista a sua singularidade, a sua identidade. Que conquista, diria mesmo, a sua autonomia. E vive a sua dignidade. O ser do homem \u00e9 um ser de-com-para. Vive com os outros dos outros e para os outros. Em termos mais concretos dir\u00edamos que o homem vive dando e recebendo, ensinando e aprendendo, perdoando e aceitando o perd\u00e3o, servindo e aceitando ser servido, mandando e obedecendo. De maneira abrangente dir\u00edamos, vive no, do e para o Amor[2]. O amor ao outro e o amor do outro. Em Deus.[3] Respeitar-se nesta verdade \u00e9 entrar a percorrer os caminhos da paz.  5 \u2013 Chamado a viv\u00ea-lo, na natural depend\u00eancia do seu Criador, o homem n\u00e3o foi capaz. Quis ser igual \u00c0quele de quem era imagem e semelhan\u00e7a. Quis ser igual a Deus \u2013 um deus, falso, de resto, um \u00eddolo \u2013 porque tamb\u00e9m Deus, o verdadeiro,  \u00e9 para (o Pai) de (o Filho) e com (o Esp\u00edrito Santo), rela\u00e7\u00e3o pura, na insondabilidade do seu Mist\u00e9rio. Falseou a ideia de Deus, adulterou-se ou adulterou a sua verdade de criatura, perturbou a ordem c\u00f3smica. Tamb\u00e9m a cria\u00e7\u00e3o ficou \u00e0 espera da sua liberta\u00e7\u00e3o (cf Rm 8,22). A terra produzir\u00e1, mas com suor e dor. Perturbou a ordem entre os humanos. A solidariedade conjugal feriu-se \u2013 \u201cfoi ela\u201d. A bom entendimento entre os irm\u00e3os e as classes (lavradores e pastores) \u2013 Abel e Caim \u2013 deu lugar \u00e0 luta e \u00e0 viol\u00eancia. O  pr\u00f3prio homem desequilibrou-se interiormente. Se antes n\u00e3o havia problema, depois teve de se cobrir (cf Gn 3). Foi-se a ordem. A tranquilidade. A paz.  6 \u2013 Obra de um Deus que \u00e9 paz, e tem a paz como caracter\u00edstica do seu agir (cf PHCP n.\u00ba 3), a cria\u00e7\u00e3o foi pois profundamente perturbada na sua harmonia. O homem pode perturbar e perturbou, e perturba, muitas vezes o projecto do criador, mas n\u00e3o o anula.  E Deus n\u00e3o o abandonou ao seu devaneio. Prometeu a paz. E ela veio. E ela nasceu. Jesus de Nazar\u00e9. N\u2019Ele Deus d\u00e1-se todo at\u00e9 \u00e0 morte, para conquistar o homem que Lhe fugiu, para o seu amor e para o amor dos irm\u00e3os (cf Jo 12,32). Redimiu o homem, o tempo e o universo. Restaurou o homem reconduzindo-o a verdade de si mesmo. \u00c0 possibilidade de si. \u00c0 possibilidade da paz. Deu ao tempo dimens\u00e3o eterna. E fez da hist\u00f3ria, da vida do homem nas suas rela\u00e7\u00f5es, teatro e caminho para o encontro com Ele. Ficou aberto o caminho da paz.    7 \u2013 Compete ao homem percorr\u00ea-lo. A\u00ed est\u00e1 o dom. Ao homem o conquist\u00e1-lo. E o homem, se podemos dizer assim, est\u00e1 apetrechado para isso. Tem inscrita no mais profundo de si, \u201cuma gram\u00e1tica\u201d transcendente de paz, \u201cisto \u00e9, um conjunto de regras de ac\u00e7\u00e3o individual e de rec\u00edproco relacionamento entre pessoas de acordo com a justi\u00e7a e a solidariedade\u201d (PHCP n.\u00ba 3). Como recordava j\u00e1 Jo\u00e3o Paulo II, n\u00f3s n\u00e3o podemos esquecer ou \u201cperder a convic\u00e7\u00e3o que os dinamismos constitutivos do homem, o reconhecimento da sua verdadeira natureza, levam o homem ao encontro, ao respeito m\u00fatuo, \u00e0 fraternidade com os outros, \u00e0 paz\u201d .[4]  8 \u2013 A partir daqui, na fidelidade a si mesmo,  est\u00e1 o homem preparado para uma \u201cecologia de paz\u201d que resultar\u00e1, como diz Sua Santidade, da harmonia e correla\u00e7\u00e3o entre uma \u201cecologia natural\u201d e uma \u201cecologia humana, social\u201d (PHCP n.\u00ba8). De facto, ainda segundo o pensamento de Bento XVI, se o mundo foi doado ao homem para que ele o domine e o coloque ao servi\u00e7o de si mesmo de acordo com o projecto do criador, tamb\u00e9m o homem \u00e9 doa\u00e7\u00e3o de Deus ao mesmo homem. Tamb\u00e9m, por isso,  merece e exige o cuidado do homem. Respeit\u00e1-lo na sua vida, criar-lhe condi\u00e7\u00f5es de desenvolvimento, abrir-lhe caminhos de realiza\u00e7\u00e3o equilibrada nos diversos \u00e2mbitos, nomeadamente, da educa\u00e7\u00e3o, da sa\u00fade e do trabalho, \u00e9 pois tarefa, obriga\u00e7\u00e3o e dever do homem. E seu direito.  9 \u2013 Mas nem aqui o homem est\u00e1 entregue a si mesmo. Ele \u00e9 fraco[5]. \u00c9 d\u00e9bil. \u00c9 capaz de se desviar dos caminhos que lhe est\u00e3o inscritos no cora\u00e7\u00e3o. Deus, vem em sua ajuda. Enviou-lhe o Seu Esp\u00edrito, Esp\u00edrito que Jesus lhe mereceu. Esp\u00edrito que \u00e9 luz. Que \u00e9 intelig\u00eancia. Que \u00e9 for\u00e7a. Que \u00e9 Amor derramado nos nossos cora\u00e7\u00f5es (cf Rm 5.5). Que \u00e9 fonte de paz e de liberdade (cf Rm 8,15; Gl 4,6).  10 \u2013 Quer dizer, o homem \u00e9 capaz de paz. A paz \u00e9 poss\u00edvel. E temos muitos sinais, neste nosso mundo e nesta nossa hist\u00f3ria.  11 \u2013 Quantos mission\u00e1rios e mission\u00e1rias v\u00e3o por esse mundo fora, at\u00e9 ao dom total de si mesmos, no servi\u00e7o daqueles a quem o Senhor os chama. Quantos homens e mulheres, adultos e jovens, deixam os seu lares as suas fam\u00edlias para irem por a\u00ed fora p\u00f4r as suas capacidades e habilita\u00e7\u00f5es ao servi\u00e7o dos mais desprotegidos. Quantos pais e m\u00e3es se entregam  at\u00e9 ao fim  pela vida de seus filhos, desde a sua gera\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 isto levar a s\u00e9rio o ser e viver com, o ser e viver para? N\u00e3o h\u00e1 tanta solidariedade entre povos e na\u00e7\u00f5es? N\u00e3o h\u00e1 tantas tentativas de di\u00e1logo? N\u00e3o h\u00e1 tanto amor nas nossas fam\u00edlias. Em tantas casas onde crian\u00e7as e idosos se recolhem ao cuidado de volunt\u00e1rios e volunt\u00e1rias que por eles d\u00e3o o seu tempo, o seu saber e o seu carinho? N\u00e3o \u00e9 isto levar a s\u00e9rio o ser e viver de, o ser e viver com, o ser e viver  para? N\u00e3o \u00e9 isto corresponder \u00e0 verdade da pessoa humana, cora\u00e7\u00e3o da paz. E mais&#8230;e mais&#8230; H\u00e1 tanto amor! \u00c9 a grande experi\u00eancia de paz, o amor. Que nos torna  \u00e1vidos dela, que nos faz seus promotores.  12 \u2013 Mas h\u00e1 tamb\u00e9m sombras. O homem \u00e9 pobre. \u00c9 pecador. Referindo de modo particular os direitos \u00e0 vida e \u00e0 liberdade religiosa, tantas vezes desrespeitados e esquecidos, o Santo Padre lembra as \u201cv\u00edtimas de conflitos armados, do terrorismo, e das mais diversas formas de viol\u00eancia, das mortes silenciosas provocadas pela fome, pelo aborto, pelas investiga\u00e7\u00f5es sobre os embri\u00f5es e pela eutan\u00e1sia. Como n\u00e3o ver nisto tudo um atentado \u00e0 paz? \u2013 Interroga-se Bento XVI \u2013. O aborto e as pesquisas sobre embri\u00f5es, continua, constituem a nega\u00e7\u00e3o directa da atitude de acolhimento do outro que \u00e9 indispens\u00e1vel para se estabelecerem rela\u00e7\u00f5es de paz est\u00e1veis\u201d (PHCP n.\u00ba 5) Tamb\u00e9m a\u00ed o homem se nega a ser de com e para. Se nega na sua verdade, para ser s\u00f3. \u00c9 o desrespeito por si mesmo. O negar-se. \u00c9 a viol\u00eancia.  13 \u2013 Depois vamos assistindo neste nosso mundo, a uma tentativa mais ou menos generalizada de esconder Cristo. De o retirar da visibilidade dos homens. Ser\u00e1 que Ele mete medo a algu\u00e9m? Ser\u00e1 que h\u00e1 homens que t\u00eam medo dele? Desse homem que passou pela terra a fazer o bem? Que nasceu na categoria dos exclu\u00eddos \u2013 n\u00e3o havia lugar para ele (Lc 2,7) \u2013 e morreu naquela cruz, sem oferecer qualquer esp\u00e9cie de resist\u00eancia!? Nessa cruz que querem esconder. N\u00e3o \u00e9 nova a tentativa. Mas, como ent\u00e3o, n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel, nem agora. Acreditamos. Acreditamos mas sofremos  com isto. E sofremos por e com aqueles que o pretendem. Quiseram cal\u00e1-lo. Reduzi-lo ao sil\u00eancio. Teceram-lhe toda a esp\u00e9cie de ratoeiras. Resistiu. Mataram-no. Era a solu\u00e7\u00e3o. Enterrou-se. Acabou. N\u00e3o incomoda mais.  Foi. Mas ele ressuscitou. Est\u00e1 vivo e para sempre. Est\u00e1 entre n\u00f3s como prometeu, de muitas e variadas maneiras. E continua a incomodar, \u00e9 claro. Porque Ele \u00e9 a voz da fidelidade inteira \u00e0 verdade de si mesmo, \u00e0 miss\u00e3o que assumiu na sociedade do tempo. Porque Ele \u00e9 a voz da verdade. Porque Ele \u00e9 a voz do amor. Porque Ele \u00e9 a voz da liberdade. E perturba, naturalmente. Porque nos acusa a n\u00f3s mesmos. D\u00f3i mas \u00e9 para curar. \u00c9 para salvar. \u00c9 porque nos quer bem. Por amor. Porque nos quer todos na paz para que fomos criados. \u00c0 volta do Pai comum. \u201cEle \u00e9 a nossa paz\u201d, N\u00e3o temos que ter medo de Jesus.  14 \u2013 \u00c9 este o nosso mundo. \u00c9 neste mundo que vivemos. \u00c9 aqui que havemos de ser construtores da Paz. Bem-aventurados os pac\u00edficos. Na resposta a este compromisso, a esta tarefa e miss\u00e3o, que \u00e9 de todos,  o homem, o homem de paz, sabe e aprende de Cristo que n\u00e3o deve calar os seus atropelos e desvios, que deve chamar-lhes pelo nome, denunci\u00e1-los, lutar pela sua remo\u00e7\u00e3o. Mas sabe, e tamb\u00e9m de seu Mestre, que n\u00e3o \u00e9 com viol\u00eancias ou sentimentos de vingan\u00e7a que o consegue. Antes com mansid\u00e3o e humildade, \u00e0 imagem do seu Jesus (cf  Mt 11,29), com sentimentos de miseric\u00f3rdia.   De facto n\u00e3o \u00e9 com viol\u00eancia, seja de que natureza for, que se combate a viol\u00eancia. \u00c9 em paz \u00e9 com gestos de paz, que havemos de construir a paz.   15 \u2013 Que a todos v\u00f3s o Senhor Jesus vos conceda um Ano Novo feliz e santo, na sua Paz.   16 \u2013 Termino com a ora\u00e7\u00e3o de Sua Santidade \u201cSeja Maria, M\u00e3e de Deus, a mostrar-nos no seu Filho o caminho da paz, e ilumine os nossos olhos para que saibamos reconhecer o seu Rosto, no rosto de cada pessoa humana, cora\u00e7\u00e3o da paz\u201d (PHCP n.\u00ba 17)  Janeiro, 01.2007. + Ant\u00f3nio Taipa  Bispo Auxiliar do Potro  Bibliografia IGREJA  CAT\u00d3LICA.    Papa, 2005-&#8230;(Bento XVI) \u2013 A Pessoa Humana Cora\u00e7\u00e3o da Paz  (Mensagem para o Dia  Mundial da Paz, 22007)  IGREJA CAT\u00d3LICA. Papa,1958-1963 (Jo\u00e3o XXIII) \u2013  Pacem in terris (Enc\u00edclica 11.4.1963)  IGREJA CAT\u00d3LICA. Papa, 1978-2005 (Jo\u00e3o Paulo II) \u2013 A verdade, for\u00e7a da paz (Mensagem para o dia Mundial da Paz, 1980)  IGREJA CAT\u00d3LICA. Papa, 1978-2005 (Jo\u00e3o Paulo II) \u2013  A F\u00e9 e a Raz\u00e3o (Enc\u00edclica 14.09.1998)  IGREJA CAT\u00d3LICA. Papa, 1978-2005 (Jo\u00e3o Paulo II ) \u2013 O Esplendor da Verdade (Enc\u00edclica, 6.8.1993)  RATZINGER, Joseph, Deus e o Mundo, a F\u00e9 crist\u00e3 explicada por Bento XVI. Entrevista com Peter Seewold, Coimbra, Tenacitas , 2006  RATZINGER, Joseph, F\u00e9 Verdade Toler\u00e2ncia, O Cristianismo e as grandes religi\u00f5es do mundo, Lisboa, Universidade Cat\u00f3lica Editora, 2006  IGREJA CAT\u00d3LICA, Concilio Vaticano II. 1962-1965, Const. Pas, Gaudium et Spes   [1] IGREJA CAT\u00d3LICA. Papa, 2005-.. (Bento XVI), Homilia I V\u00e9speras, 1\u00ba Dom. do Advento. 2006  [2] IGREJA CAT\u00d3LICA. Papa, 1978-2005 (Jo\u00e3o Paulo II) \u2013 F\u00e9 e Raz\u00e3o (Enc\u00edclica 14.09.1998) n.\u00ba 32  [3] RATZINGER, Joseph, F\u00e9 Verdade Toler\u00e2ncia, O cristianismo e as grandes religi\u00f5es do mundo, Lisboa, Universidade Cat\u00f3lica Editora, 2006, p. 2009 ss  [4] IGREJA CAT\u00d3LICA, Papa. 1958-2005 (Jo\u00e3o Paulo II), A Verdade for\u00e7a da Paz, (Mensagem para o Dia Mundial da Paz 1980 ) n.\u00ba4  [5] IGREJA CAT\u00d3LICA, Conc\u00edlio Vaticano II, 1962-1965 \u2013 Const. Past. Gaudium et Spes, n.\u00ba 78 <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dia Mundial da Paz S\u00e9 do Porto 2007.01.01 1 \u2013 Solenidade de Santa Maria, M\u00e3e de Deus. Dia Mundial da Paz. Primeiro de um novo ano que, como sempre, iniciamos envolvidos em votos de paz que ouvimos dos mais diversos quadrantes e nos formulamos. \u00c9 o mais belo nome de Deus[1], a paz, a meta [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[93,100,120,144,154,165,174,187,193,206,237,238,272,314],"class_list":["post-21936","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-aborto","tag-advento","tag-bento-xvi","tag-concilio-vaticano-ii","tag-crianca","tag-dia-mundial-da-paz","tag-diocese-de-coimbra","tag-diocese-do-porto","tag-educacao","tag-familia","tag-joao-paulo-ii","tag-joao-xxiii","tag-pacem-in-terris","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21936","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21936"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21936\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21936"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21936"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21936"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}