{"id":2187,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/jovens-sem-fronteiras-20-anos\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"jovens-sem-fronteiras-20-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/jovens-sem-fronteiras-20-anos\/","title":{"rendered":"Jovens Sem Fronteiras, 20 anos"},"content":{"rendered":"<p>Solid\u00e1rios na Miss\u00e3o Jovens Sem Fronteiras, 20 anos  A Foz do Arelho (Caldas da Rainha) deu \u00e0 luz, em 1982, o primeiro grupo paroquial de Jovens Sem Fronteiras. Foi o come\u00e7o de um sonho que, vinte anos depois, se tornou j\u00e1 realidade do Minho ao Algarve, de Angola a Cabo Verde, de Fran\u00e7a a S. Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe. Foi na Foz do Arelho que as \u2018jovens sem fronteiras\u2019 de h\u00e1 20 anos contaram aos actuais a Miss\u00e3o que lhes corre ainda nas veias. Foi na manh\u00e3 do dia 5 de Setembro, durante a Eucaristia de Ac\u00e7\u00e3o de Gra\u00e7as que encheu de festa a Igreja Paroquial. Este momento celebrativo foi apenas um de muitos que se realizaram ao longo de 2003, com relevo particular para o \u2018Especial JSF \u2013 20 anos\u2019 que decorreu de 31 de Agosto a 7 de Setembro.  O testemunho dos \u2018anci\u00e3os\u2019 O dia 31 de Agosto, no Semin\u00e1rio da Torre d\u2019Aguilha (Cascais) foi ponto de encontro para seis centenas de \u2018antigos\u2019 Jovens Sem Fronteiras. A presen\u00e7a do fundador, o P. Firmino Cachada, actualmente a trabalhar em Bruxelas, foi um bom pretexto para um encontro com a hist\u00f3ria, um regresso \u00e1s ra\u00edzes, um s\u00e3 confraterniza\u00e7\u00e3o. A partilha feita pelo Paulo Vaz, primeiro Presidente Nacional, questionou o caminho feito e abriu um debate sobre caminhos a abrir e a palmilhar, rasgando novos compromissos de Miss\u00e3o sem fronteiras. A boa not\u00edcia que todos receberam estava impressa: os Estatutos dos JSF foiram aprovados pela Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa a 24 de Junho de 2003.  Miss\u00e3o nas fronteiras \u2018Estar perto dos que est\u00e3o longe sem estar longe dos que est\u00e3o perto\u2019 \u00e9 uma frase que tem norteado os JSF. Para dar corpo a este ideal, um grupo esteve em Kalandula (Angola) e dois outros estiveram em Alvalade do Sado e Baleiz\u00e3o (Beja) durante o m\u00eas de Agosto.  Durante o \u2018Especial JSF 20 anos\u2019, Braga apostou na casa de S. Jo\u00e3o de Deus (Barcelos), o Porto apostou nos idosos das Irm\u00e3zinhas dos Pobres e nas crian\u00e7as da Obra do P. Gil (Feira). Lisboa foi at\u00e9 Ermidas do Sado (Beja) ao encontro dos idosos e das crian\u00e7as.  Na quinta-feira, dia 5, todos os caminhos foram dar \u00e0 Ribeira do F\u00e1rrio (Our\u00e9m) onde teve lugar o I Encontro Nacional em contexto paroquial. Depois da celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia, o grupo rumou at\u00e9 ao Caneiro (Our\u00e9m) onde a comunidade local os esperava. Ali almo\u00e7aram e dali foram enviados em peregrina\u00e7\u00e3o a p\u00e9 at\u00e9 F\u00e1tima. A presid\u00eancia do Ter\u00e7o das 21h30 marcou este dia. De F\u00e1tima, os JSF partiram para o Semin\u00e1rio da Torre d\u2019Aguilha, em Cascais, passando pela Foz do Arelho.  201 JSF no Nacional 2003 Foi um record, ultrapassou-se a barreira dos 200! O Semin\u00e1rio da Torre d\u2019Aguilha conseguiu \u2018acantonar\u2019 esta multid\u00e3o que partilhou experi\u00eancias, rezou, reflectiu, escutou e divertiu-se muito.  Os JSF foram confrontados com onze workshops sobre a Miss\u00e3o ( no masculino e no feminino), a imigra\u00e7\u00e3o, a solidariedade e o desenvolvimento, o voluntariado, a pastoral prisional, a ajuda humanit\u00e1ria e os direitos humanos, as anima\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria da Igreja em Portugal, o trabalho com deficientes de foro psiqui\u00e1trico. Momento alto foi a partilha da jornalista Laurinda Alves, directora da Revista XIS e comentadora na R\u00e1dio Renascen\u00e7a. Apelou \u00e0 confian\u00e7a em Deus e em si pr\u00f3prios. Referiu o \u2018mais e melhor\u2019 como objectivo de convers\u00e3o, apostando nos prop\u00f3sitos de vida: poucos, pequenos e poss\u00edveis\u2019 contra os grandes pecados: des\u00e2nimo, desalento e desespero\u2019. Elogiou o papel das minorias, dos remadores contra a mar\u00e9 porque as massas s\u00e3o sempre acr\u00edticas.  No manh\u00e3 de domingo, o P. Jos\u00e9 Manuel Saben\u00e7a, Superior Provincial dos Espiritanos, apontou alguns caminhos de futuro aos JSF. Ligado ao Movimento desde a primeira hora, o P. Jos\u00e9 Manuel apresentou 20 raz\u00f5es (todas com esquema de email!)&#8230; para olhar com confian\u00e7a o futuro.  Festival da Can\u00e7\u00e3o Sem Fronteiras O momento com mais vibra\u00e7\u00e3o foi o I Festival da Can\u00e7\u00e3o Sem Fronteiras realizado no sal\u00e3o Paroquial de S. Domingos de Rana (Cascais). Foram nove as can\u00e7\u00f5es concorrentes. A apresenta\u00e7\u00e3o, sempre muito animada, esteve a cargo da Marta Ventura e do Carlos Duarte Bastos, da R\u00e1dio Renascen\u00e7a, e o j\u00fari foi presidido pelo P. Manuel Dur\u00e3es Barbosa, director da Obras Mission\u00e1rias Pontif\u00edcias. A Can\u00e7\u00e3o vencedora foi \u2018Servir \u00e9 viver\u2019 dos JSF de Braga que tamb\u00e9m ganharam o pr\u00e9mio da melhor interpreta\u00e7\u00e3o. O 2\u00ba lugar foi para os JSF de Benfica com a can\u00e7\u00e3o \u2018Sol na Miss\u00e3o\u2019 e o 3\u00ba coube aos JSF de Tires que cantaram: \u2018Brilha o Sol&#8230;\u2019. A melhor letra foi para a can\u00e7\u00e3o \u2018Miss\u00e3o \u00e9 Festa\u2019 dos JSF de Benfica. No intervalo, houve um espa\u00e7o de dan\u00e7a que galvanizou a sala cheia, proporcionado pelos JSF que fizeram a Ponte em Angola e as semanas mission\u00e1rias no Alentejo.  O envio em Miss\u00e3o A Eucaristia de encerramento foi uma Festa da Miss\u00e3o. Ali se juntaram aos 200 JSF muitos dos \u2018antigos\u2019 que participaram no encontro do domingo passado. No ofert\u00f3rio, cada grupo de campo entregou um s\u00edmbolo de compromisso. Na ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as, coube aos mais velhos agradecer estes vinte anos de Miss\u00e3o sem fronteiras. Na hora de partir, lia-se nos rostos a alegria de regressar \u00e0s suas terras de origem onde a Miss\u00e3o continua como urg\u00eancia. Como dizia o P. Jos\u00e9 Manuel Saben\u00e7a: \u2018 Por mil e uma raz\u00f5es, creio poder dizer que JSF n\u00e3o \u00e9 nem nunca ser\u00e1 Jovens Sem Futuro, mas sim Jovem Sempre Forte, porque animado e fortalecido pela luz de Cristo\u2019.  Tony Neves Coordenador Nacional dos JSF <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Solid\u00e1rios na Miss\u00e3o Jovens Sem Fronteiras, 20 anos A Foz do Arelho (Caldas da Rainha) deu \u00e0 luz, em 1982, o primeiro grupo paroquial de Jovens Sem Fronteiras. Foi o come\u00e7o de um sonho que, vinte anos depois, se tornou j\u00e1 realidade do Minho ao Algarve, de Angola a Cabo Verde, de Fran\u00e7a a S. 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