{"id":215811,"date":"2021-08-30T11:04:58","date_gmt":"2021-08-30T10:04:58","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=215811"},"modified":"2021-08-30T11:04:58","modified_gmt":"2021-08-30T10:04:58","slug":"a-renovacao-dos-marianos-da-imaculada-conceicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/a-renovacao-dos-marianos-da-imaculada-conceicao\/","title":{"rendered":"A renova\u00e7\u00e3o dos Marianos da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><em>Padre Jo\u00e3o Carlos Roma Leite Rodrigues, MIC<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<h4><strong><em><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/pe-joao-carlos-mic-braganca.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-200609 size-medium\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/pe-joao-carlos-mic-braganca-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/pe-joao-carlos-mic-braganca-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/pe-joao-carlos-mic-braganca-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/pe-joao-carlos-mic-braganca-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/pe-joao-carlos-mic-braganca.jpg 900w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a>Uma experi\u00eancia de Miseric\u00f3rdia e uma confirma\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>A Renova\u00e7\u00e3o do Instituto dos Padres Marianos, ocorrida a 29 de agosto de 1909, foi <em>a mais forte experi\u00eancia da Miseric\u00f3rdia de Deus<\/em> na hist\u00f3ria dos Padres Marianos, bem como uma <em>importante confirma\u00e7\u00e3o<\/em> de que o seu carisma \u00e9 necess\u00e1rio \u00e0 Igreja. De facto, o acontecimento propriamente dito da Renova\u00e7\u00e3o da Ordem que Santo Estanislau Papczy\u0144ski (1631-1701) fundou na Pol\u00f3nia em 1670 n\u00e3o foi uma mera iniciativa humana de reformar as estruturas desatualizadas de uma Ordem religiosa obsoleta, mas antes uma interven\u00e7\u00e3o misericordiosa de Deus, que enviou o seu Esp\u00edrito Santo para regenerar e revitalizar um carisma de vida religiosa que, na l\u00f3gica da mentalidade mundana, estava condenado \u00e0 extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong><em>A Renova\u00e7\u00e3o dos Marianos: uma experi\u00eancia de Miseric\u00f3rdia<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>Quando no dia 8 de novembro de 1864, o governo do Imp\u00e9rio Russo editou o decreto de reorganiza\u00e7\u00e3o da vida religiosa em seu territ\u00f3rio, os Marianos come\u00e7aram a vivenciar uma s\u00e9ria amea\u00e7a de extin\u00e7\u00e3o. Naquela altura, a Ordem dos Marianos encontrava-se j\u00e1 num per\u00edodo de crise profunda, possuindo aproximadamente 80 membros espalhados por apenas 8 conventos. Em 1865 existiam apenas 32 religiosos Marianos, e residiam todos num \u00fanico convento, em Marijampol\u0117, na Litu\u00e2nia. O n\u00famero de religiosos Marianos foi diminuindo subitamente ou porque alguns iam falecendo, ou porque outros iam saindo para a vida secular. E eis que em 1897 ficaram apenas tr\u00eas vulner\u00e1veis anci\u00e3os. A extin\u00e7\u00e3o da Ordem dos Marianos parecia ser um facto inevit\u00e1vel e mais fatal se tornou ainda, quando a 11 de agosto de 1908 faleceu o Pe. Andr\u00e9 Juraitis e tr\u00eas dias depois o Pe. Matias Gilis. Ficou s\u00f3 o Superior Geral, Pe. Vicente Senkus (1840-1911), de 68 anos de idade, o qual, apesar de todas as adversidades, continuou a acreditar que Deus, rico em sua miseric\u00f3rdia, n\u00e3o iria permitir que a chama l\u00fagubre do carisma dos Marianos se apagasse na Igreja e no mundo. E Deus parece ter ouvido as suas fervorosas ora\u00e7\u00f5es, porque em setembro desse mesmo ano, recebeu uma carta de um tal Pe. Jorge Matulaitis-Matulewicz (1871-1927), professor de sociologia da Academia Espiritual Cat\u00f3lica de S\u00e3o Petersburgo, na qual, este manifestava o seu desejo de ingressar na Ordem dos Marianos, juntamente com um seu colega de universidade, o Pe. Francisco Bu\u010dys (1872-1951), professor de teologia fundamental na mesma Academia. Esta carta foi para o Pe. Vicente um sinal claro de que os Marianos eram queridos aos olhos de Deus e uma experi\u00eancia profunda de alegria pascal.<\/p>\n<p>O Pe. Jorge Matulewicz e o Pe. Francisco Bu\u010dys, enquanto adolescentes, haviam sido alunos do Col\u00e9gio dos Marianos, em Marijampol\u0117 e, mais tarde, j\u00e1 como padres, juntos fizeram o doutoramento em teologia, na Universidade de Friburgo, na Su\u00ed\u00e7a, nos anos 1899-1902. E foi ali que pela primeira vez foram movidos pelo desejo de ingressar na vida religiosa, e s\u00f3 n\u00e3o o fizeram no estrangeiro, porque tinham consci\u00eancia da enorme necessidade de mission\u00e1rios que se fazia sentir no territ\u00f3rio do Imp\u00e9rio Russo. E assim movidos por este desejo de levar uma vida mais perfeita, os padres Jorge Matulewicz e Francisco Bu\u010dys foram passar as f\u00e9rias do ver\u00e3o de 1908 a Marijampol\u0117 e ali depararam-se com a necessidade urgente de fazerem dilig\u00eancias concretas para que os Marianos n\u00e3o desaparecessem de uma vez por todas. Perante a impossibilidade de restaurar legalmente a vida religiosa no convento de Marijampol\u0117, o Pe. Vicente S\u0119kowski perguntou com inquieta\u00e7\u00e3o ao Pe. Jorge Matulewicz, no dia 24 de abril de 1909: \u201c<em>Ser\u00e1 que existe ao menos uma fagulha de esperan\u00e7a, ou temos de desistir e preparar dois caix\u00f5es: um para mim mesmo e outro para a Congrega\u00e7\u00e3o?<\/em>\u201d. Era necess\u00e1rio renovar a Congrega\u00e7\u00e3o de uma forma clandestina. Com efeito, o Pe. Jorge deslocou-se a Vars\u00f3via no dia 12 de julho de 1909 e teve uma decisiva conversa com o bispo Casimiro Ruszkiewicz, legado da Santa S\u00e9 para as causas dos religiosos no territ\u00f3rio do Imp\u00e9rio Russo, que o recebeu com muita cordialidade e compreens\u00e3o e que o aconselhou a viajar at\u00e9 Roma para expor a quest\u00e3o da renova\u00e7\u00e3o dos Marianos diante das autoridades m\u00e1ximas da Santa S\u00e9. Uma semana depois desta conversa, o Pe. Jorge Matulewicz escreveu uma carta ao seu amigo, o Pe. Francisco Bu\u010dys, onde anotou com alguma excita\u00e7\u00e3o: \u201c<em>Vamos saber qual \u00e9 a vontade da Igreja!<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong><em>A Renova\u00e7\u00e3o dos Marianos: uma confirma\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>O Pe. Jorge chegou a Roma no dia 18 de julho de 1909 e alguns dias depois foi recebido pelo cardeal espanhol da Ordem dos Capuchinhos, Jos\u00e9 Vives y Tuto, Prefeito da Congrega\u00e7\u00e3o para os Religiosos, numa audi\u00eancia que teve um papel crucial na defini\u00e7\u00e3o do rumo a seguir para a realiza\u00e7\u00e3o da reforma da Ordem dos Marianos. Foi o cardeal Jos\u00e9 Vives y Tuto que encorajou o Pe. Jorge para que os Marianos resignassem do h\u00e1bito e se vestissem como os outros padres; foi tamb\u00e9m ele que garantiu ao Pe. Jorge que o autorizaria a fazer a profiss\u00e3o religiosa, dispensando-o do noviciado; e foi ele que deu orienta\u00e7\u00f5es concretas para que a legisla\u00e7\u00e3o dos Marianos fosse adaptada \u00e0s necessidades da Igreja daquele tempo. Com base nas sugest\u00f5es do cardeal, o Pe. Jorge Matulewicz repensou os postulados da renova\u00e7\u00e3o dos Marianos e escreveu uma carta ao papa Pio X que o recebeu numa audi\u00eancia privada, tecendo-lhe numerosos elogios e manifestando a sua aprova\u00e7\u00e3o relativamente \u00e0 ideia da renova\u00e7\u00e3o dos Padres Marianos. O aval pessoal do papa foi uma importante confirma\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo de que o carisma dos Marianos continuava a ser necess\u00e1rio \u00e0 miss\u00e3o salv\u00edfica da Igreja.<\/p>\n<p>Fortalecido com esta convic\u00e7\u00e3o, o Pe. Jorge regressou \u00e0 Pol\u00f3nia, no dia 5 de agosto de 1909, e logo mandou uma carta ao Pe. Vicente Senkus, dando-lhe as boas not\u00edcias da aprova\u00e7\u00e3o papal da Renova\u00e7\u00e3o dos Marianos, e convidando-o a deslocar-se para Vars\u00f3via para que ele pr\u00f3prio e o Pe. Bu\u010dys pudessem ser admitidos na Congrega\u00e7\u00e3o dos Marianos, antes que come\u00e7assem as aulas na Universidade de S\u00e3o Petersburgo. Com efeito, no dia 29 de agosto de 1909, o Pe. Jorge Matulewicz emitiu a sua profiss\u00e3o religiosa nas m\u00e3os do Pe. Vicente Senkus, e o Pe. Francisco Bu\u010dys foi admitido para iniciar o seu noviciado em S\u00e3o Petersburgo, sob a orienta\u00e7\u00e3o do Pe. Jorge. Tudo isto foi feito sob a autoridade eclesi\u00e1stica do bispo Casimiro Ruszkiewicz, legado da Santa S\u00e9 para as causas dos religiosos no territ\u00f3rio do Imp\u00e9rio Russo, o qual emitiu um documento oficial para atestar a veracidade daquele acontecimento salv\u00edfico para a hist\u00f3ria dos Marianos. Mais tarde, com a perspetiva do tempo, o dia 29 de agosto de 1909 foi considerado como o \u201c<em>dia da ressurrei\u00e7\u00e3o dos Marianos<\/em>\u201d, porque foi nesse dia que a Congrega\u00e7\u00e3o dos Padres Marianos foi insuflada pelo Esp\u00edrito Santo de um novo vigor, quando tudo parecia indicar que houvera chegado o seu fim. Desde aquele dia, os Marianos come\u00e7aram a respirar com um novo f\u00f4lego e as estruturas estagnadas do Instituto come\u00e7aram a regenerar-se e a revitalizar-se de tal maneira, que o \u00faltimo Mariano branco p\u00f4de expirar em paz com a certeza de que o Esp\u00edrito Santo sopra onde quer e quando quer.<\/p>\n<p>O facto de a Ordem dos Marianos ter sido salva da extin\u00e7\u00e3o foi sem d\u00favida uma a\u00e7\u00e3o regeneradora do Esp\u00edrito Santo, pois a Renova\u00e7\u00e3o dos Marianos s\u00f3 foi poss\u00edvel, porque primeiramente houve algumas pessoas concretas que se deixaram reformar pelo Esp\u00edrito Santo. E, por isso mesmo, \u00e9 que se pode afirmar que a Reforma dos Marianos ocorrida sob o impulso apost\u00f3lico do beato Jorge Matulaitis-Matulewicz foi <em>a mais forte experi\u00eancia da Miseric\u00f3rdia de Deus<\/em> na hist\u00f3ria dos Marianos e uma <em>importante confirma\u00e7\u00e3o<\/em> <em>do Esp\u00edrito Santo<\/em> de que o carisma dos Marianos \u00e9 precioso para a Igreja, porque foi precisamente no per\u00edodo mais \u201cmiser\u00e1vel\u201d da sua hist\u00f3ria que Deus enviou o seu Esp\u00edrito que renova todas as coisas para suscitar no cora\u00e7\u00e3o do Pe. Jorge Matulewicz o carisma de Renovador e para iluminar o cora\u00e7\u00e3o do \u00faltimo Mariano branco para que ele pudesse acolher com serenidade a reforma das \u201ccoisas velhas\u201d e aceitar com alegria as surpresas da novidade. Trinta anos ap\u00f3s a Renova\u00e7\u00e3o, faziam-se as primeiras dilig\u00eancias para o regresso dos Marianos a Portugal, junto do Bispo de Bragan\u00e7a, D. Ab\u00edlio Vaz das Neves, para guardar a mem\u00f3ria do Vener\u00e1vel Frei Casimiro Wyszy\u0144ski (1700-1755), que implantou a Ordem dos Marianos em Portugal, tendo falecido com fama de santidade no Convento de Balsam\u00e3o.<\/p>\n<p><em>Padre Jo\u00e3o Carlos Roma Leite Rodrigues, MIC<br \/>\n<\/em><em>Superior do Vicariato Portugu\u00eas dos Marianos da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Padre Jo\u00e3o Carlos Roma Leite Rodrigues, MIC<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":215812,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-215811","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/215811","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=215811"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/215811\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/215812"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=215811"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=215811"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=215811"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}