{"id":215506,"date":"2021-08-27T17:00:41","date_gmt":"2021-08-27T16:00:41","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=215506"},"modified":"2021-08-27T11:52:44","modified_gmt":"2021-08-27T10:52:44","slug":"215506-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/215506-2\/","title":{"rendered":"\u00abZoom in\u00bb: Patrim\u00f3nio religioso a visitar em Vila Real (c\/v\u00eddeo)"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_95667\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/V-uP-G6UDB8?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<h4>Igreja de Santa Eul\u00e1lia da Cumieira<\/h4>\n<p>Plantada numa cumeada de montanhas, entre as encostas frias e h\u00famidas do Mar\u00e3o e as encostas quentes e ardentes, generosas em vinho, do Douro, encontra-se a vila da Cumieira, a meio caminho entre Vila Real e Santa Marta de Penagui\u00e3o, concelho de que faz parte.<\/p>\n<p>A\u00ed encontramos a bel\u00edssima e harmoniosa de propor\u00e7\u00f5es igreja de Santa Eul\u00e1lia, templo do s\u00e9culo XVIII. Na frontaria, sobre o portal principal, ostenta a data de 1729, que aponta, certamente, a data da edifica\u00e7\u00e3o do templo com tra\u00e7os evidentes da arquitectura barroca: grandes janel\u00f5es, pin\u00e1culos, profus\u00e3o de ornamentos gran\u00edticos.<\/p>\n<p>Entrando, deparamos com um dos mais impressionantes conjuntos de talha dourada setecentista de todo o Douro e Tr\u00e1s-os-Montes. \u00c0 excep\u00e7\u00e3o de dois pequenos ret\u00e1bulos logo \u00e0 entrada \u2013e de produ\u00e7\u00e3o anterior-, todo o conjunto retabular da igreja (composto pelo ret\u00e1bulo-mor, dois ret\u00e1bulos laterais e dois ret\u00e1bulos colaterais integrados na talha do arco cruzeiro), o conjunto impressiona, n\u00e3o s\u00f3 pelas propor\u00e7\u00f5es grandiosas como, sobretudo, pela qualidade do trabalho executado no estilo barroco joanino (ou portugu\u00eas), j\u00e1 com alguma tend\u00eancia para o rococ\u00f3, o que leva a concluir ter sido produzido j\u00e1 na segunda metade do s\u00e9culo XVIII. S\u00e3o as colunas espiraladas, enriquecidas com fest\u00f5es, as figuras de anjos (algumas de grandes propor\u00e7\u00f5es), os bala\u00fastres dourados, as sanefas (numerosas e grandiosas), os p\u00falpitos recobertos a ouro, as grinaldas\u2026<\/p>\n<p>Tudo num efeito not\u00e1vel de harmonia e de composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os dois primeiros ret\u00e1bulos, junto \u00e0 porta principal (mais modestos nas propor\u00e7\u00f5es e de produ\u00e7\u00e3o pr\u00e9via aos outros), apresentam duas imagens da Paix\u00e3o: o Senhor da Cana Verde e o Senhor com a cruz \u00e0s costas, ou Senhor dos Passos, imagens de grande devo\u00e7\u00e3o em toda a regi\u00e3o duriense.<\/p>\n<p>Em seguida surgem os confession\u00e1rios (um de cada lado), cujas portas s\u00e3o j\u00e1 coroadas por sanefas barrocas. Depois das portas laterais, logo se destacam os dois p\u00falpitos, bem proporcionados e s\u00f3lidos, tamb\u00e9m eles cobertos de talha dourada.<\/p>\n<p>V\u00eam depois os grandes altares laterais. Embutidos na parede, revestidos a talha dourada e \u201ccoroados\u201d por duas impressionantes sanefas (tipo dossel) tamb\u00e9m douradas. A\u00ed se ostentam boas imagens de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o, Nossa Senhora de F\u00e1tima, S\u00e3o Jos\u00e9 e de Nossa Senhora da Breia (nome da fam\u00edlia de cuja capela \u00e9 proveniente a imagem).<\/p>\n<p>Nos altares colaterais, que fazem elegante e grandioso conjunto com a talha que envolve o arco cruzeiro, de enormes propor\u00e7\u00f5es, as imagens do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, de Cristo Crucificado e de Nossa Senhora das Dores (de novo a Paix\u00e3o).<\/p>\n<p>A capela-mor \u00e9 elegante e bem proporcionada, destacando- se a\u00ed o grande ret\u00e1bulo-mor. Quatro enormes colunas espiraladas (t\u00edpicas do barroco joanino) envolvem o trono do Sant\u00edssimo Sacramento que produz riqu\u00edssima impress\u00e3o. Tamb\u00e9m a\u00ed encontramos fest\u00f5es, grinaldas, palmas, alguns concheados, produzindo um cen\u00e1rio impressionante. Ostenta as imagens, tamb\u00e9m setecentistas, de Santa Eul\u00e1lia (padroeira) e de Santo Ant\u00f3nio, harmoniosas e bem proporcionadas.<\/p>\n<p>Na cornija interior, bem como no aro da porta principal, notam-se restos de pinturas decorativas. \u00c9 aqui que chegamos \u00e0 figura do pintor e arquitecto italiano Nicolau Nasoni. H\u00e1 todas as evid\u00eancias e raz\u00f5es para acreditarmos que Nasoni trabalhou nesta igreja, sobretudo ao n\u00edvel da pintura decorativa interior, nos tectos e nas molduras das janelas e portas. Os tectos foram, por\u00e9m, criminosamente destru\u00eddos h\u00e1 algumas d\u00e9cadas. Foi para a fogueira o trabalho de meses de Nasoni. O que resta s\u00e3o os poucos vest\u00edgios desse trabalho de pintura fingida em perspectiva e uma inscri\u00e7\u00e3o sobre a porta principal que refere o nome do pintor e arquitecto italiano Nicolau Nasoni e a era de 1739.<\/p>\n<p>[foogallery id=&#8221;215509&#8243;]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>O Rom\u00e2nico (frescos): igreja de Santa Leoc\u00e1dia<\/h4>\n<p>A meia encosta entre o alto da serra do Brunheiro ou o Montenegro, prolongamento da serra da Padrela, e o vale mais ameno de Loivos e Vidago, toda voltada a sul e poente, encontramos a aldeia de Santa Leoc\u00e1dia, j\u00e1 no concelho de Chaves. \u00c9 cabe\u00e7a duma freguesia outrora povoad\u00edssima e hoje despovoada, embora composta por v\u00e1rias aldeias em redor. Sensivelmente ao centro geogr\u00e1fico do territ\u00f3rio da freguesia e par\u00f3quia encontra-se a vetusta igreja paroquial, templo de fei\u00e7\u00e3o original rom\u00e2nica, mas, como tantos outros, alvo de diversas altera\u00e7\u00f5es ao longo dos s\u00e9culos. A sua origem deve remontar ao s\u00e9culo XII, sendo, portanto, t\u00e3o velho como Portugal. Sofreu diversas aktera\u00e7\u00f5es ao longo dos s\u00e9culos, sendo que as mais evidentes foram realizadas no s\u00e9culo XVI (pinturas murais e poss\u00edvel amplia\u00e7\u00e3o da capela-mor), e no s\u00e9culo XVIII (remodela\u00e7\u00e3o da fachada, arranjo exterior e constru\u00e7\u00e3o de ret\u00e1bulos em madeira).<\/p>\n<p>Do conjunto de pinturas (frescos), mandado executar por um antigo p\u00e1roco dali e que foi depois bispo de Lamego e de Lisboa e que certamente cobriam grande extens\u00e3o das paredes da igreja e que, h\u00e1 poucas d\u00e9cadas, foi poss\u00edvel recuperar, destacam-se, na capela-mor, as representa\u00e7\u00f5es dos Ap\u00f3stolos S. Pedro e S. Paulo, um de cada lado do Altar. Depois h\u00e1 um conjunto de seis pinturas que completam totalmente o espa\u00e7o, a que poder\u00edamos chamar o ciclo da Natividade ou Evangelho da Inf\u00e2ncia: Visita\u00e7\u00e3o a Santa Isabel; Jesus entre os doutores; a matan\u00e7a dos inocentes, o an\u00fancio aos pastores; apresenta\u00e7\u00e3o no Templo; fuga para o Egipto. Nas laterais do arco cruzeiro (cuja parte superior ogival \u00a0\u00e9 obra de fino entalhe gran\u00edtico policromado) observam-se representa\u00e7\u00f5es do mart\u00edrio de S. Sebasti\u00e3o (alguns elementos), do mart\u00edrio de Santa Catarina e do Calv\u00e1rio. Nas paredes da Nave ou corpo da igreja, um conjunto de pinturas avulsas: representa\u00e7\u00e3o do Arcanjo S. Miguel; a Descida da Cruz e a Piet\u00e1; Santa Marta; a Missa de S. Greg\u00f3rio (alguns elementos); uma representa\u00e7\u00e3o enorme do <em>gigante <\/em>S. Crist\u00f3v\u00e3o; e talvez uma esp\u00e9cie de ex-voto, representando no mar uma nau como as dos descobrimentos, onde se encontra um homem em ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Todas as pinturas se encontravam, at\u00e9 aos finais do s\u00e9culo passado, revestidas de cal e cobertas pelos ret\u00e1bulos laterais da igreja constru\u00eddos e instalados ali no s\u00e9culo XVIII. Tendo sido estes retirados e deslocados para outra parte da igreja, foi poss\u00edvel trazer de novo os frescos \u00e0 luz do dia.<\/p>\n<p>Quanto aos ret\u00e1bulos da igreja, em n\u00famero de quatro, s\u00e3o todos de boa fei\u00e7\u00e3o \u2013embora a reclamar aten\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o e at\u00e9 a merecer restauro-\u00a0 podendo classificar-se dois deles ainda dentro do estilo maneirista e dois deles (entre eles o ret\u00e1bulo-mor) no estilo barroco joanino.<\/p>\n<p>Todo o templo \u00e9 admir\u00e1vel pelos muitos elementos rom\u00e2nicos (frestas, janelas, portas em arco, cornija exterior com sua profusa decora\u00e7\u00e3o), quer pela quantidade e qualidade das pinturas murais referidas. De referir tamb\u00e9m a sua localiza\u00e7\u00e3o numa suave encosta de vistas desafogadas, de onde se pode apreciar, numa tarde calma de Ver\u00e3o ou de Outono, um bel\u00edssimo arrebol em ambiente totalmente rural.<\/p>\n<p>[foogallery id=&#8221;215516&#8243;]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Os santu\u00e1rios miradouros: Santa Comba<\/h4>\n<p>Edificado sobre uma povoa\u00e7\u00e3o castreja de que ainda h\u00e1 muitos vest\u00edgios (e certamente sobre um antigo santu\u00e1rio rupestre), o Santu\u00e1rio de Santa Comba situa-se numa curiosa eleva\u00e7\u00e3o na ponta sul do concelho de Valpa\u00e7os, a cerca de mil metros de altitude. Ter\u00e1 sido cristianizado, sen\u00e3o antes, pela presen\u00e7a duma comunidade religiosa ainda antes do s\u00e9culo XII. No in\u00edcio da nossa nacionalidade (em 1135) j\u00e1 D. Afonso Henriques doa os territ\u00f3rios em volta como couto aos frades de Santa Comba.<\/p>\n<p>Destaca-se pela abrang\u00eancia dos seus horizontes, abarcando dali a vista os territ\u00f3rios desde os p\u00edncaros do Ger\u00eas \u00e0s serras espanholas da San\u00e1bria, passando pelo Larouco. Desde o Mar\u00e3o, que se vislumbra com esplendor em frente, \u00e0s terras do Vale do Douro e de Riba Douro, a todo o vale do Tua, terras de Al\u00e9m-Sabor e da Beira Alta, e ainda grande parte do territ\u00f3rio do distrito de Bragan\u00e7a, Serra da Nogueira, do Montesinho, de Bornes.<\/p>\n<p>Todo o territ\u00f3rio da serra de Santa Comba \u00e9 povoado por densas florestas de pinheiro, carvalho, sobreiro e azinho, bem como pelas mais diversas esp\u00e9cies da fauna selvagem das terras de Tr\u00e1s-os-Montes.<\/p>\n<p>\u00c9 lugar muito procurado para passeios de bicicleta e todo-o-terreno pela floresta e montanha, bem como para longas caminhadas a p\u00e9. Muito usado tamb\u00e9m para descolagens de parapente.<\/p>\n<p>A romaria de Santa Comba realiza-se a 8 de Agosto de cada ano e a ela afluem gentes de v\u00e1rios concelhos (Valpa\u00e7os, Mur\u00e7a, Mirandela, Chaves, Carrazeda de Ansi\u00e3es, Vila Flor, etc), muitas em peregrina\u00e7\u00e3o a p\u00e9.<\/p>\n<p>Ultimamente tem sido frequentemente caracterizado por muitos como o melhor miradouro de Tr\u00e1s-os-Montes.<\/p>\n<p>[foogallery id=&#8221;215531&#8243;]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":215519,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[58,3],"tags":[],"class_list":["post-215506","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-caixa1","category-nacional"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/215506","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=215506"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/215506\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/215519"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=215506"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=215506"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=215506"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}