{"id":20642,"date":"2006-10-13T10:08:25","date_gmt":"2006-10-13T10:08:25","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/10\/13\/exposicao-de-arte-sacra-no-paco-episcopal-dotou-diocese-algarvia-de-espaco-para-iniciativas-semelhantes\/"},"modified":"2006-10-13T10:08:25","modified_gmt":"2006-10-13T10:08:25","slug":"exposicao-de-arte-sacra-no-paco-episcopal-dotou-diocese-algarvia-de-espaco-para-iniciativas-semelhantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/exposicao-de-arte-sacra-no-paco-episcopal-dotou-diocese-algarvia-de-espaco-para-iniciativas-semelhantes\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00e3o de arte sacra no Pa\u00e7o Episcopal dotou diocese algarvia de espa\u00e7o para iniciativas semelhantes"},"content":{"rendered":"<p>Terminou no passado dia 30 de Setembro a exposi\u00e7\u00e3o de arte sacra da diocese de Beja, intitulada \u201cA Inven\u00e7\u00e3o do Mundo\u201d, patente ao p\u00fablico no Pa\u00e7o Episcopal de Faro desde o dia 27 de Dezembro de 2005. Integrada no projecto \u201cFaro \u2013 Capital Nacional da Cultura 2005\u201d, e organizada em colabora\u00e7\u00e3o pelo Departamento do Patrim\u00f3nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico da diocese de Beja e pela diocese do Algarve, a mostra exp\u00f4s centena e meia de pe\u00e7as, objectos datados do s\u00e9culo VII aos dias de hoje. Para Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Falc\u00e3o, comiss\u00e1rio da exposi\u00e7\u00e3o e director do Departamento do Patrim\u00f3nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico da diocese de Beja, o balan\u00e7o \u201c\u00e9 francamente positivo a v\u00e1rios n\u00edveis\u201d. \u201cPelo n\u00famero de visitantes, pela possibilidade que deu de conhecer a um p\u00fablico alargado parte dos tesouros art\u00edsticos do Baixo Alentejo e, de um modo mais gen\u00e9rico, do pr\u00f3prio Sul do Pa\u00eds e, al\u00e9m disso, tamb\u00e9m pela possibilidade de colabora\u00e7\u00e3o entre as duas dioceses de Beja e do Algarve que se esbo\u00e7a agora, neste campo do patrim\u00f3nio cultural, com uma intensidade crescente\u201d, concretiza aquele respons\u00e1vel, acrescentando a inten\u00e7\u00e3o \u201cde, no futuro, dar a conhecer tamb\u00e9m as riquezas art\u00edsticas e culturais da diocese de Faro em Beja\u201d. Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Falc\u00e3o considera ainda que \u201ca exposi\u00e7\u00e3o representou um desafio por ser uma iniciativa cuja prepara\u00e7\u00e3o exigiu um esfor\u00e7o muito grande\u201d \u00e0 equipa que dirige. J\u00e1 D. Ant\u00f3nio Vitalino \u00e9 mais contido na an\u00e1lise \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o. O Bispo de Beja reconhece que \u201c\u00e9 sempre importante que se d\u00ea a conhecer aquilo que h\u00e1 de bom e belo nas nossas igrejas\u201d. \u201cNesse sentido, acho que a Igreja deve divulgar-se sempre que tem possibilidade de dar a conhecer aos outros aquilo que tem de valioso\u201d, justifica. Para o Bispo diocesano de Beja, a maior import\u00e2ncia da exposi\u00e7\u00e3o prende-se com o facto de ter constituido uma oportunidade para que algumas pe\u00e7as fossem restauradas.  D. Manuel Quintas, Bispo do Algarve, entende que a iniciativa foi importante por ter mobilizado a diocese algarvia para a recupera\u00e7\u00e3o da capela do Pa\u00e7o Episcopal de Faro e por permitir que a Igreja algarvia fique agora com um espa\u00e7o para futuras exposi\u00e7\u00f5es. \u201cPermitiu-nos abrir o Pa\u00e7o aos diocesanos para que as pessoas possam conhecer este patrim\u00f3nio e foi uma maneira da Igreja participar e se inserir na \u2018Faro \u2013 Capital Nacional da Cultura 2005\u2019\u201d, reconhece ainda o Bispo diocesano, salientando ainda ter sido positivo \u201cdar a conhecer o patrim\u00f3nio art\u00edstico da diocese de Beja com marcas das escolas de entalhadores do Sul do Pa\u00eds\u201d. D. Manuel Quintas entende ainda que estas exposi\u00e7\u00f5es t\u00eam \u201ca vantagem de evangelizar atrav\u00e9s da arte sacra, sobretudo quando s\u00e3o verdadeiramente interpretadas e analisadas por quem as visita\u201d. \u201c\u00c9 um verdadeiro meio de evangeliza\u00e7\u00e3o e de liga\u00e7\u00e3o ao passado para conhecimento daqueles que nos precederam ao n\u00edvel da viv\u00eancia da f\u00e9\u201d, sublinha, destacando ainda outro aspecto positivo da mostra. \u201cEsta exposi\u00e7\u00e3o teve tamb\u00e9m o contributo de nos despertar mais para a inventaria\u00e7\u00e3o do nosso patrim\u00f3nio que j\u00e1 vem sendo feita nas par\u00f3quias e ao mesmo tempo valorizarmos aquilo que temos e de nos dispormos tamb\u00e9m a organizar exposi\u00e7\u00f5es deste g\u00e9nero\u201d, refere, acrescentando pretender \u201cque o espa\u00e7o possa ser desfrutado para futuras exposi\u00e7\u00f5es\u201d. No entanto, segundo o Prelado, existem algumas dificuldades. \u201cEra preciso uma equipa que tratasse dessa organiza\u00e7\u00e3o, mas vejo os p\u00e1rocos bastante sobrecarregados\u201d, confessa. O Bispo do Algarve considera ainda que para a diocese algarvia \u201ca exposi\u00e7\u00e3o foi negativa, do ponto de vista econ\u00f3mico\u201d e entende que ter sido visitada em 9 meses por 6500 visitantes \u201cn\u00e3o foi muito para uma iniciativa deste g\u00e9nero\u201d, descartando ainda a posibilidade de uma exposi\u00e7\u00e3o do patrim\u00f3nio art\u00edstico do Algarve em Beja a curto prazo.   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Terminou no passado dia 30 de Setembro a exposi\u00e7\u00e3o de arte sacra da diocese de Beja, intitulada \u201cA Inven\u00e7\u00e3o do Mundo\u201d, patente ao p\u00fablico no Pa\u00e7o Episcopal de Faro desde o dia 27 de Dezembro de 2005. 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