{"id":198727,"date":"2021-02-08T12:12:12","date_gmt":"2021-02-08T12:12:12","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=198727"},"modified":"2021-02-08T12:26:05","modified_gmt":"2021-02-08T12:26:05","slug":"cuidar-o-amor-em-tempos-de-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/cuidar-o-amor-em-tempos-de-pandemia\/","title":{"rendered":"Cuidar o Amor em tempos de pandemia"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Mensagem da Comiss\u00e3o Episcopal do Laicado e Fam\u00edlia para o dia dos namorados \u2013 14 de fevereiro de 2021<\/strong><\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/namorados-flores.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-198741 size-medium\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/namorados-flores-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/namorados-flores-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/namorados-flores-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/namorados-flores-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/namorados-flores-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/namorados-flores-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/namorados-flores-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/namorados-flores.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a>Mesmo em tempos de confinamento motivado pela pandemia, o Dia de S. Valentim, conhecido como \u201cDia dos Namorados\u201d, n\u00e3o passar\u00e1 despercebido. Ajudar\u00e3o os contributos do consumismo, da publicidade e da pr\u00f3pria moda que dele se apoderaram. Ter\u00e1, em tempo de pandemia, originalidade e essencialidade?<\/p>\n<p>Falar de namoro \u00e9 t\u00e3o vago quanto dif\u00edcil e corre-se o risco de palavras sem destinat\u00e1rio. Nada como deixar falar cora\u00e7\u00f5es jovens, convictos de que o amor tudo vence e supera. Deixar que nos digam se h\u00e1 espa\u00e7o para o namoro em tempo de afastamento social, ou se tamb\u00e9m ele ficou confinado.<\/p>\n<p>\u201cAinda me lembro como se o estivesse a viver agora: um aperto e uma ansiedade enormes devido a dois fatores que implicavam a nossa vida, enquanto casal de namorados: um deles era o facto de o contacto f\u00edsico ficar reduzido a ocasi\u00f5es muito espor\u00e1dicas, o outro fator era o adiamento do dia mais importante das nossas vidas, o nosso casamento! Os amigos e familiares foram a voz de Deus que nos ajudou e tranquilizou. Agora, mais preparados, Deus d\u00e1-nos o mesmo desafio: organizar o grande dia do nosso casamento no meio da pandemia, o que ainda \u00e9 mais dif\u00edcil do que adiar. Temos sentido, naqueles dias em que parece que tudo corre mal, que h\u00e1, ali, Algu\u00e9m que nos melhora o dia. H\u00e1 sempre um pedacinho de Deus em todo o lado. Ele tem estado sempre connosco! \u00c9 uma m\u00e3o que nos puxa, um olhar que nos observa, um ouvido que nos escuta\u2026 \u00c9 um amigo que nos ajuda a unir ainda mais\u201d, conta o casal \u201cT&amp;N\u201d.<\/p>\n<p>Outro casal de namorados, \u201cM&amp;H\u201d, olha o momento presente e diz: \u201cSabemos que esta pandemia n\u00e3o ser\u00e1 certamente a maior adversidade que teremos de enfrentar juntos. Pensando nas palavras de S. Francisco de Assis: \u201cSenhor, dai-me for\u00e7a para mudar o que pode ser mudado&#8230; resigna\u00e7\u00e3o para aceitar o que n\u00e3o pode ser mudado&#8230; e sabedoria para distinguir uma coisa da outra\u201d, procuramos entender e aceitar o que Deus nos pede agora. Enquanto namorados &#8211; com um projeto de futuro &#8211; procuramos permanecer centrados em Deus, que nos leva a descobrir facetas sempre novas do Amor\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>\u201cAmo-te, at\u00e9 \u00e0 dist\u00e2ncia!&#8221; <\/strong><\/h4>\n<p>\u201cNamorar \u00e0 dist\u00e2ncia pode ser dif\u00edcil, por\u00e9m, sabemos que o mais importante \u00e9 o Amor um pelo outro. N\u00e3o podemos alterar a realidade, mas podemos escolher o modo como a vivemos. Juntos decidimos que quer\u00edamos tentar viver cada momento de forma a sermos Amor um para o outro. Para isso, procur\u00e1mos ser criativos: trocar uma ida ao cinema por um epis\u00f3dio de uma s\u00e9rie visto ao mesmo tempo, trocar cartas, poemas, uma fotografia com um sorriso logo pela manh\u00e3. Tudo o que gostar\u00edamos de fazer juntos, tentar recri\u00e1-lo, sobretudo os momentos de maior valor para cada um: assistir \u00e0 mesma Eucaristia online, estar presente no almo\u00e7o de fam\u00edlia ao domingo por zoom\u2026 Acima de tudo, procurar fazer o outro feliz. Sempre. Ouvirmo-nos, partilharmos as alegrias e as dores de cada dia. Acreditar que viver este Amor a dois \u00e9 amar a Deus e ser imensamente amado por Ele. Porque um s\u00f3 \u00e9 o Amor\u201d, conta ainda \u201cM&amp;H\u201d.<\/p>\n<p>Embora o namoro n\u00e3o seja toda a vida, ele pode e deve ser iluminador da vida toda. Precisa, para tal, de tempo suficiente para desenvolver uma linguagem que, progressivamente, saiba caldear o afeto com o respeito e os gestos de carinho com o necess\u00e1rio conhecimento do mundo do outro. Precisa de tempo para descobrir o tesouro por Deus escondido na pessoa que se ama e que precisa de se manifestar em toda a sua beleza. Precisa de tempo para aprender a descodificar palavras e sil\u00eancios, presen\u00e7as e aus\u00eancias que podem doer, para a escuta ativa e o di\u00e1logo construtivo, para a leitura, a forma\u00e7\u00e3o e a ora\u00e7\u00e3o. Precisa de tempo para saber pedir desculpa, perdoar e recome\u00e7ar sempre&#8230; Precisa de tempo para a poesia!<\/p>\n<p>Em pandemia, os desafios s\u00e3o enormes para todos, tamb\u00e9m para os namorados que n\u00e3o vivem numa bolha, mas rodeados de novidades, algumas perigosas, que podem colocar em risco o amor, a pr\u00f3pria vida e a daqueles que amam. Nas dificuldades podem cuidar do outro como nunca fizeram, cimentar la\u00e7os e fortalecer valores antes desconhecidos, ou, simplesmente, matar o amor, sempre fr\u00e1gil e a exigir cuidados. Oxal\u00e1 consigam ter a certeza de que a pandemia \u00e9 tamb\u00e9m oportunidade e consigam reencontrar o equil\u00edbrio e a estabilidade necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>Que Maria, a \u201cM\u00e3e do Belo Amor\u201d, proteja todos os namorados, os aconchegue com carinho no seu rega\u00e7o e os fa\u00e7a especialistas na criatividade do amor. Para seu bem e bem da fam\u00edlia, a presente e a futura!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mensagem da Comiss\u00e3o Episcopal do Laicado e Fam\u00edlia para o dia dos namorados \u2013 14 de fevereiro de 2021<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":198741,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[206],"class_list":["post-198727","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-familia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/198727","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=198727"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/198727\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/198741"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=198727"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=198727"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=198727"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}