{"id":19680,"date":"2006-08-16T11:35:12","date_gmt":"2006-08-16T11:35:12","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/08\/16\/monte-siao-em-setubal-reza-pela-paz\/"},"modified":"2006-08-16T11:35:12","modified_gmt":"2006-08-16T11:35:12","slug":"monte-siao-em-setubal-reza-pela-paz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/monte-siao-em-setubal-reza-pela-paz\/","title":{"rendered":"Monte Si\u00e3o, em Set\u00fabal, reza pela paz"},"content":{"rendered":"<p>\u00c9 na diocese de Set\u00fabal, mais precisamente na par\u00f3quia de Amora que se encontra a \u00fanica igreja no pa\u00eds com o orago de N. Sra. do Monte Si\u00e3o. Foi no s\u00e9culo XVI por vontade das suas gentes.  Ontem &#8211; solenidade da Assun\u00e7\u00e3o da Virgem Maria \u2013 atingiram o seu ponto mais alto, as festas c\u00edvico-religiosas em honra da padroeira desta cidade banhada pelo Tejo. Com cerca de 60.000 habitantes, na sua maioria migrantes internos e imigrantes, a par\u00f3quia viveu ontem a sua festa-m\u00e3e. A mais antiga: aquela que faz mem\u00f3ria das suas origens e religiosidade. Outras festas acontecem, mas mais ligadas a bairros particulares (Foros de Amora e Quinta da Princesa) ou a comunidades imigrantes (caboverdianos, mo\u00e7ambicanos e goeses, brasileiros, s\u00e3otomenses). A padroeira reuniu portugueses residentes e emigrantes num abra\u00e7o p\u00e1trio, forasteiros e estrangeiros na mesma prociss\u00e3o, no \u00fanico cortejo de fraternidade reconciliada, numa mesma comunidade que quer assumir as v\u00e1rias perten\u00e7as culturais na f\u00e9 em Jesus Cristo.   A par\u00f3quia, animada por uma equipa de mission\u00e1rios, procura consolidar a sua identidade crist\u00e3 atrav\u00e9s da valoriza\u00e7\u00e3o da religiosidade popular das suas gentes, mantendo e renovando as tradi\u00e7\u00f5es da origem e assumindo outras ra\u00edzes trazidas por crist\u00e3os de outras origens que se est\u00e3o a fixar no territ\u00f3rio, fruto da mobilidade que marca esta regi\u00e3o. A renova\u00e7\u00e3o acontece gra\u00e7as \u00e0 tens\u00e3o criada pelo di\u00e1logo entre tradi\u00e7\u00f5es religiosas diversas.  Uma festa com origem na devo\u00e7\u00e3o dos Cruzados para matar as \u201csaudades de Si\u00e3o\u201d e que, mais tarde, pela m\u00e3o do beato Nuno de Santa Maria &#8211; senhor das terras e moinhos de mar\u00e9 da margem sul \u2013 surge uma pequena igreja no alto do monte, acima do aldeamento de pescadores, mareantes, construtores navais e oper\u00e1rios fabris que caracterizou Amora at\u00e9 h\u00e1 50 anos atr\u00e1s.  Como acontece todos os anos, o adro encheu-se de povo para celebrar as suas ra\u00edzes crist\u00e3s numa terra profundamente marcada pela diversidade das suas gentes, causada pelo forte urbanismo em expans\u00e3o que atrai muitas fam\u00edlias de fora e que faz desta par\u00f3quia um dos grandes dormit\u00f3rios de Lisboa, facilitado pela crescente facilidade nos acessos \u00e0 capital.  Celebrar a Solenidade lit\u00fargica da Assun\u00e7\u00e3o no Monte Si\u00e3o de Amora significou para aquela assembleia um forte momento de uni\u00e3o com o Monte Si\u00e3o de Jerusal\u00e9m onde Maria \u201cadormeceu\u201d na gl\u00f3ria do seu Filho\u201d. Significou ainda a insistente invoca\u00e7\u00e3o de paz para a Terra Santa onde for\u00e7as pol\u00edticas se digladiam e matam inocentes, sobretudo, mulheres e crian\u00e7as. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 na diocese de Set\u00fabal, mais precisamente na par\u00f3quia de Amora que se encontra a \u00fanica igreja no pa\u00eds com o orago de N. Sra. do Monte Si\u00e3o. Foi no s\u00e9culo XVI por vontade das suas gentes. 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