{"id":19135,"date":"2006-07-14T17:24:26","date_gmt":"2006-07-14T17:24:26","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/07\/14\/paroquias-sentinelas-de-toda-a-realidade-social\/"},"modified":"2006-07-14T17:24:26","modified_gmt":"2006-07-14T17:24:26","slug":"paroquias-sentinelas-de-toda-a-realidade-social","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/paroquias-sentinelas-de-toda-a-realidade-social\/","title":{"rendered":"Par\u00f3quias: sentinelas de toda a realidade social"},"content":{"rendered":"<p>Encontro anual do Conselho de Arciprestes da arquidiocese de Braga <!--more--> Reuniu, de 10 a 14 de Julho, na Quinta de S. Jo\u00e3o, em Elvas, o Conselho de Arciprestes da Arquidiocese de Braga, sob a presid\u00eancia do Arcebispo Primaz, com a presen\u00e7a dos Bispos Auxiliares, e estando presentes todos os Arciprestados. Da reflex\u00e3o, da partilha de ideias e dos trabalhos realizados destacamos, em jeito de propostas e sugest\u00f5es, os seguintes aspectos:  <b>1 &#8211; Vida do Presbit\u00e9rio<\/b> Urge imprimir um novo ardor e um novo dinamismo de esperan\u00e7a na vida do nosso presbit\u00e9rio, que ajude a todos os sacerdotes a ultrapassar poss\u00edveis pessimismo e a anunciar a alegria de ser padre hoje, conscientes de que, como dizia Ghandi: \u201ca minha mensagem \u00e9 a minha vida\u201d. Importa acreditar na par\u00f3quia como \u201cfam\u00edlia de fam\u00edlias\u201d, dando espa\u00e7o \u00e0 ousadia de uma pastoral familiar, que ofere\u00e7a respostas adequadas e orienta\u00e7\u00f5es concretas. A vida do presbit\u00e9rio deve ser entendida como fam\u00edlia particularmente no exerc\u00edcio do minist\u00e9rio presbiteral a que somos chamados. Certos de que o imobilismo nunca \u00e9 solu\u00e7\u00e3o, pertence-nos a todos viver e agir de forma persistente, radicados num optimismo consciente e convencidos que o valor e o testemunho da santidade s\u00e3o a \u00fanica aposta poss\u00edvel para construirmos em cada dia a Igreja de Jesus Cristo.  <b>2 &#8211; Ano Pastoral em avalia\u00e7\u00e3o e perspectiva<\/b> Ajudados por um esquema previamente elaborado de questionamentos e sublinhados da ac\u00e7\u00e3o pastoral desenvolvida ao longo do ano, destacamos alguns elementos que nos parecem mais pertinentes:  2.1- \u00c9 necess\u00e1rio garantir sustentabilidade, articula\u00e7\u00e3o e sequ\u00eancia aos v\u00e1rios temas propostos para cada plano pastoral ao longo dos anos. Fazendo refer\u00eancia apenas aos \u00faltimos temas escolhidos, cumpre-nos lembrar que o plano pastoral deste tri\u00e9nio surge numa linha de continuidade com os anos dedicados \u00e0 Juventude, \u00e0s Voca\u00e7\u00f5es e \u00e0 Eucaristia, para que n\u00e3o surjam nem esquecimentos nem rupturas, num trabalho pastoral que se quer cont\u00ednuo, persistente e enquadrado. Por outro lado, temos consci\u00eancia que toda a actividade pastoral deve integrar os diversos secretariados e departamentos arquidiocesanos, para que haja conson\u00e2ncia, unidade e comunh\u00e3o nos objectivos, nas propostas e nas actividades de cada um deles.  Destacou-se, tamb\u00e9m, a import\u00e2ncia de uma rela\u00e7\u00e3o permanente entre os arciprestados e a pastoral diocesana, integrando par\u00f3quias, movimentos e iniciativas que devem expressar e espelhar esta comunh\u00e3o e unidade. 2.2- Sendo um dos objectivos do primeiro ano do presente tri\u00e9nio pastoral, a cria\u00e7\u00e3o de equipas arciprestais e paroquiais de pastoral familiar, o Conselho analisou a realidade existente e afirmou a necessidade de continuar a intensificar esfor\u00e7os nesse sentido.  2.3- Convictos que a pastoral da fam\u00edlia \u00e9 cada vez mais uma pastoral de educa\u00e7\u00e3o da juventude, sentimos que importa dar maior aten\u00e7\u00e3o aos cursos e itiner\u00e1rios de prepara\u00e7\u00e3o para o matrim\u00f3nio, (v.g. CPM), e p\u00f4r em relevo a pastoral dos jovens, de forma a que inclua uma prepara\u00e7\u00e3o remota para o matrim\u00f3nio e para o amor. 2.4- Todos reconhecem a urg\u00eancia e a oportunidade de valorizarmos o matrim\u00f3nio crist\u00e3o, no apurar das motiva\u00e7\u00f5es, na avalia\u00e7\u00e3o da autenticidade da decis\u00e3o, na prepara\u00e7\u00e3o dos noivos para a celebra\u00e7\u00e3o, na celebra\u00e7\u00e3o do sacramento e no acompanhamento dos casais e fam\u00edlias jovens.  2.5- Persuadidos que o amor e a fam\u00edlia se devem renovar em cada dia que passa, importa que a Igreja continue atenta \u00e0 forma\u00e7\u00e3o dos esposos e dos pais. N\u00e3o basta uma forma\u00e7\u00e3o pr\u00e9via para o matrim\u00f3nio; \u00e9 necess\u00e1rio lan\u00e7ar m\u00e3o de formas e m\u00e9todos de forma\u00e7\u00e3o permanente, como sejam: escola de pais, integra\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias em movimentos da pastoral familiar e nas actividades da comunidade crist\u00e3, onde aquelas sejam reconhecidas e consideradas como um valor para a vida pastoral.  2.6- Em fam\u00edlias cada vez mais reduzias, os av\u00f3s ocupam um lugar imprescind\u00edvel na estrutura familiar, sobretudo no acolhimento dado aos netos e no contributo oferecido para o despertar religioso das crian\u00e7as e para a vida crist\u00e3 da fam\u00edlia. Reveste-se igualmente de grande import\u00e2ncia a prepara\u00e7\u00e3o do Baptismo dos filhos, vivido como momento de consolida\u00e7\u00e3o da f\u00e9 e do compromisso crist\u00e3o da fam\u00edlia. Devem por isso retomarem-se os itiner\u00e1rios de prepara\u00e7\u00e3o para o Baptismo (v.g. CPB) numa aten\u00e7\u00e3o permanente \u00e0 urg\u00eancia de integrar os casais novos na vida da comunidade crist\u00e3. Neste esfor\u00e7o pastoral de prepara\u00e7\u00e3o do Baptismo est\u00e3o naturalmente integrados e implicados os padrinhos do Baptismo como correspons\u00e1veis, atrav\u00e9s do testemunho de vida crist\u00e3, na educa\u00e7\u00e3o da f\u00e9 dos seus afilhados. 2.7- Um dos aspectos que mereceu particular relevo foi o da espiritualidade conjugal e familiar, como proposta que a pastoral diocesana deve contemplar, certos de que nesta dimens\u00e3o se alicer\u00e7a a solidez da estrutura de uma verdadeira fam\u00edlia crist\u00e3.  2.8- Em ordem \u00e0 continuidade sustentada de uma pastoral familiar que permane\u00e7a no futuro, torna-se imperiosa a forma\u00e7\u00e3o de animadores de pastoral familiar, urgindo, nesse sentido, um trabalho intenso de aten\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o de pessoas e fam\u00edlias das nossas comunidades que possuam prepara\u00e7\u00e3o espec\u00edfica e disponibilidade necess\u00e1ria para esta miss\u00e3o pastoral.  2.9- Dando sequ\u00eancia ao tema desenvolvido na Semana Social Nacional, realizada em Braga, e no contexto do Plano Diocesano de Pastoral para este tri\u00e9nio, afirmamos o dever da Igreja, no quadro da sua miss\u00e3o especifica, de propor \u00e0 sociedade a fam\u00edlia crist\u00e3 como verdadeira \u201cfam\u00edlia solid\u00e1ria\u201d.  A gest\u00e3o financeira das fam\u00edlias, a sua vida econ\u00f3mica, as situa\u00e7\u00f5es de pobreza e de car\u00eancia em que muitas vivem endividamento progressivo de um cada vez maior n\u00famero, o aumento do desemprego que aflige sobretudo fam\u00edlias jovens s\u00e3o algumas das m\u00faltiplas quest\u00f5es que exigem uma aten\u00e7\u00e3o acrescida de toda a Igreja e da nossa Arquidiocese. 2.10- Tendo sempre presente as quatro dimens\u00f5es elencadas no Plano Pastoral para o tri\u00e9nio de 2005-2008: evangelizar a fam\u00edlia, celebrar em fam\u00edlia, suscitar comunh\u00e3o em fam\u00edlia e agir pelas fam\u00edlias, optou-se e assumiu-se como prioridade dar aten\u00e7\u00e3o \u00e0 ac\u00e7\u00e3o social em favor das fam\u00edlias. Espera-se que as par\u00f3quias sejam sentinelas de toda a realidade social das fam\u00edlias, inst\u00e2ncia denunciadora da vida indigna de certos agregados familiares e compromisso correspons\u00e1vel na concretiza\u00e7\u00e3o de respostas adequadas aos problemas que afectam o hodierno tecido das fam\u00edlias da Arquidiocese.   <b>3 &#8211; IDAC e Casa Sacerdotal<\/b> Sendo o Col\u00e9gio de Arciprestes simultaneamente Conselho de Fundadores do IDAC, um dos temas analisados nesta reuni\u00e3o anual consistiu no compromisso renovado de todos em refor\u00e7ar a aten\u00e7\u00e3o, o apoio e o empenhamento ao servi\u00e7o do presbit\u00e9rio em todas as suas dimens\u00f5es. O IDAC continuar\u00e1  a garantir a sua miss\u00e3o de solidariedade fraterna e de comunh\u00e3o permanente com todos os presb\u00edteros da Arquidiocese. A Casa Sacerdotal assume-se, assim, como uma institui\u00e7\u00e3o que manifesta este modo solid\u00e1rio e fraterno de acolher, cuidar e desenvolver todos os esfor\u00e7os ao servi\u00e7o dos sacerdotes e seus familiares, em ordem a que nela se possa encontrar um verdadeiro \u201csantu\u00e1rio de gratid\u00e3o\u201d, \u201ccasa de fam\u00edlia\u201d e \u201cescola de voca\u00e7\u00f5es\u201d.   <b>4 &#8211; Encontro Mundial das Fam\u00edlias<\/b> A proximidade do V Encontro Mundial das Fam\u00edlias mereceu do Conselho de Arciprestes, um tempo de reflex\u00e3o sobre quanto se viveu e realizou em Val\u00eancia, Espanha, de 2 a 9 de Julho, tendo estado presente nos dois \u00faltimos dias o Santo Padre Bento XVI. Em nome da Igreja portuguesa participou a Comiss\u00e3o Episcopal Laicado e Fam\u00edlia. A representar a nossa Arquidiocese esteve um significativo grupo de fam\u00edlias.  Destaque-se o testemunho positivo e marcado pela esperan\u00e7a dado por fam\u00edlias ou associa\u00e7\u00f5es de fam\u00edlias provenientes de todo mundo, que nos ajudam a olhar a fam\u00edlia como uma \u201cBoa Not\u00edcia para o Terceiro Mil\u00e9nio\u201d. Tamb\u00e9m aqui se configura o esp\u00edrito de comunh\u00e3o e de actualidade pastoral do Plano da nossa Arquidiocese com quanto se realizou nesse V Encontro Mundial das Fam\u00edlias, e com a mensagem que a partir de Val\u00eancia, o Santo Padre Bento XVI, comunicou ao mundo.  <b>5 &#8211; Confrarias e Santu\u00e1rios<\/b> As Confrarias, t\u00e3o numerosas na nossa Arquidiocese e t\u00e3o importantes ao longo dos s\u00e9culos na vida da Igreja, s\u00e3o Associa\u00e7\u00f5es P\u00fablicas de Fi\u00e9is que se devem assumir, na fidelidade aos princ\u00edpios fundadores e \u00e0s orienta\u00e7\u00f5es estatut\u00e1rias, como espa\u00e7os de fraternidade e como centros evangelizadores entre os irm\u00e3os e de comunh\u00e3o eclesial na comunidade. Deve, por isso, dar-se prioridade \u00e0 forma\u00e7\u00e3o dos seus membros e \u00e0 revitaliza\u00e7\u00e3o espiritual das comunidades em que se inserem. Algumas das Confrarias possuem Santu\u00e1rios onde afluem ao longo do ano milhares de fi\u00e9is, sobretudo nos dias das peregrina\u00e7\u00f5es. Os Santu\u00e1rios s\u00e3o lugares sagrados de vida crist\u00e3, cada vez mais procurados, a que a Arquidiocese deve oferecer uma privilegiada, acrescida e organizada aten\u00e7\u00e3o pastoral. S\u00e3o muitas as expectativas dos crentes e mesmo dos n\u00e3o crentes em rela\u00e7\u00e3o aos Santu\u00e1rios e muito diversificadas as raz\u00f5es por que os procuram: como lugar de sil\u00eancio, de beleza, de arte, de repouso, de contempla\u00e7\u00e3o, de acolhimento da Palavra da Sagrada Escritura, da viv\u00eancia da Liturgia, de aprofundamento da vida espiritual e de encontro com Deus. As festas promovidas pelas confrarias ou par\u00f3quias ter\u00e3o de aceitar a orienta\u00e7\u00e3o diocesana e assumir a responsabilidade de as tornar verdadeiramente crist\u00e3s, libertas e purificadas de elementos n\u00e3o condizentes com a dignidade que devem ter.   <b>6 \u2013 Voca\u00e7\u00f5es<\/b> A Igreja vive hoje a prem\u00eancia de um olhar novo e de um optimismo realista e consciente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pastoral das voca\u00e7\u00f5es. Reconhecendo que \u00e9 menor o n\u00famero de voca\u00e7\u00f5es, pertence-nos a todos imprimir novo dinamismo na pastoral vocacional, dando continuidade \u00e0s iniciativas e propostas vividas e acolhidas por toda a Arquidiocese ao longo do Ano Vocacional.  Os grandes animadores e mediadores vocacionais s\u00e3o sempre os sacerdotes, os religiosos e os consagrados. Devem, em perman\u00eancia, viver e testemunhar a alegria e a fidelidade de serem chamados e o encanto e a coragem de chamar. De todos se espera um compromisso constante na aten\u00e7\u00e3o aos sinais de voca\u00e7\u00e3o em ordem a um acompanhamento correspons\u00e1vel dos jovens que nas suas comunidades sentem o chamamento de Deus.  As fam\u00edlias, as par\u00f3quias, os semin\u00e1rios, as escolas e os movimentos apost\u00f3licos devem sentir as suas responsabilidades espec\u00edficas neste sector e integrar esta din\u00e2mica de uma cont\u00ednua valoriza\u00e7\u00e3o da pastoral vocacional na nossa Arquidiocese, conscientes que n\u00e3o h\u00e1 nenhum sector da pastoral que n\u00e3o integre esta vertente da vida da Igreja.  <b>7 &#8211; Momento cultural<\/b> Em todas as reuni\u00f5es anuais do Conselho de Arciprestes, sempre se tem procurado conjugar os momentos de ora\u00e7\u00e3o, de reflex\u00e3o, de conv\u00edvio, de partilha e de valoriza\u00e7\u00e3o cultural. Pensamos que uma das visitas culturais a realizar seria \u00e0 Bas\u00edlica de Santa Eul\u00e1lia, edificada no lugar onde ela foi martirizada no ano 304 d.C., ao centro hist\u00f3rico da cidade de M\u00e9rida, com as suas c\u00e9lebres ru\u00ednas romanas.  M\u00e9rida \u00e9 uma das mais antigas Dioceses, criada no ano 256 d.C., e sede Metropolitana na antiga Hisp\u00e2nia, sendo, por sua vez, Santa Eul\u00e1lia padroeira de 24 par\u00f3quias da nossa Arquidiocese.   Elvas, 14 de Julho de 2006  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Encontro anual do Conselho de Arciprestes da arquidiocese de Braga<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,295,154,172,193,199,206,246,303,309,314],"class_list":["post-19135","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-biblia","tag-crianca","tag-diocese-de-braga","tag-educacao","tag-espiritualidade","tag-familia","tag-liturgia","tag-santuarios","tag-semana-social","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19135","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19135"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19135\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19135"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19135"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19135"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}