{"id":18087,"date":"2006-05-19T17:18:45","date_gmt":"2006-05-19T17:18:45","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/05\/19\/santo-cristo-nos-acores\/"},"modified":"2006-05-19T17:18:45","modified_gmt":"2006-05-19T17:18:45","slug":"santo-cristo-nos-acores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/santo-cristo-nos-acores\/","title":{"rendered":"Santo Cristo nos A\u00e7ores"},"content":{"rendered":"<p>Durante este fim de semana, a Imagem de Santo Cristo percorre as ruas da cidade de Ponta Delgada <!--more--> A Ilha de S. Miguel (A\u00e7ores) j\u00e1 \u00abferve\u00bb com a proximidade das festas do Senhor Santo Cristo. Vindos do exterior e tamb\u00e9m das outras ilhas que constituem o arquip\u00e9lago, os peregrinos deslocam-se \u00e0quele santu\u00e1rio e, no pr\u00f3ximo Domingo (27 de Abril), a imagem do Santo Cristo  volta a percorrer as ruas da cidade de Ponta Delgada (Ilha de S. Miguel). Para al\u00e9m das festividades religiosas existem tamb\u00e9m \u201cas manifesta\u00e7\u00f5es culturais de raiz a\u00e7oriana\u201d. Com uma dimens\u00e3o religiosa e outra profana, D. Ant\u00f3nio Sousa Braga, bispo de Angra, disse \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA que as festas populares \u201ct\u00eam sempre a dimens\u00e3o religiosa e profana\u201d mas \u201cn\u00e3o tem sido dif\u00edcil harmonizar as duas vertentes\u201d. Este ano, a festa ser\u00e1 presidida pelo bispo do Funchal, D. Ant\u00f3nio Carrilho.  A devo\u00e7\u00e3o ao Senhor Santo Cristo est\u00e1 sob a orienta\u00e7\u00e3o da reitoria do santu\u00e1rio e a parte profana est\u00e1 sob a orienta\u00e7\u00e3o da irmandade do Senhor Santo Cristo que \u201c\u00e9 tamb\u00e9m aquela que organiza a prociss\u00e3o\u201d. Esta assume um caracter de \u201cgrande cortejo\u201d onde est\u00e3o presentes as for\u00e7as vivas da sociedade. Uma ocasi\u00e3o para celebrarem a sua f\u00e9. Com o aproximar do dia \u00abgrande\u00bb, os hot\u00e9is est\u00e3o lotados mas muitos ficam \u201cem casas das suas fam\u00edlias\u201d \u2013 real\u00e7a D. Ant\u00f3nio Sousa Braga. Esta festa religiosa \u00e9 uma ocasi\u00e3o \u201cdas pessoas se encontrarem\u201d. E adianta: \u201cnesse fim de semana, a vida em S. Miguel p\u00e1ra\u201d. No s\u00e1bado, haver\u00e1 uma missa no santu\u00e1rio e uma pequena prociss\u00e3o no Campo de S. Francisco. Durante a noite haver\u00e1 \u201cuma vig\u00edlia de ora\u00e7\u00e3o\u201d porque \u201ch\u00e1 muitas pessoas  que prometem estar com o Santo Cristo\u201d. Nessa noite a imagem sai do santu\u00e1rio e vai para a Igreja de S. Jos\u00e9 (Campo de S. Francisco) devido \u00e0s dimens\u00f5es do templo. As promessas s\u00e3o \u201cmuito variadas\u201d. Umas, como express\u00e3o de ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as e, outras, para \u201cpedir ajuda de situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis\u201d \u2013 salienta o bispo de Angra. H\u00e1 um sentido de alian\u00e7a e \u201ccumplicidade com Jesus\u201d.  A evangeliza\u00e7\u00e3o nos A\u00e7ores foi feita, essencialmente, pelos Franciscanos que desenvolveram \u201cessa devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Paix\u00e3o\u201d \u2013 real\u00e7a o prelado. Actualmente, procura-se desenvolver o \u201coutro lado da medalha \u2013 Mist\u00e9rio Pascal \u2013 que \u00e9 a Ressurrei\u00e7\u00e3o\u201d.   Devido \u00e0 aflu\u00eancia de pessoas ser\u00e1 que se pode comparar estas festas com as celebra\u00e7\u00f5es do 13 de Maio em F\u00e1tima? \u201cComo mobiliza\u00e7\u00e3o da sociedade e envolv\u00eancia  das pessoas para n\u00f3s, nos A\u00e7ores, \u00e9 um 13 de Maio\u201d \u2013 apurou o bispo de Angra. A piedade mariana e as festas do Divino Esp\u00edrito Santo s\u00e3o not\u00f3rias mas esta \u00e9 aquela que \u201cjunta mais gente\u201d, tal como acontece \u201cna Cova da Iria\u201d.  <b>Origem da Festa do Senhor Santo Cristo<\/b> No Convento da Caloura, em \u00c1gua de Pau, come\u00e7a a hist\u00f3ria do culto do Senhor Santo Cristo dos Milagres, em S. Miguel. Reza a tradi\u00e7\u00e3o que foi neste lugar que se erigiu o primeiro Convento de Religiosas nesta Ilha, convento cuja funda\u00e7\u00e3o se deveu, principalmente, \u00e0 piedade das filhas de Jorge da Mota, de Vila Franca do Campo. Mas para que tal comunidade fosse estabelecida como devia, foi necess\u00e1rio que algu\u00e9m fosse a Roma impetrar a respectiva Bula Apost\u00f3lica. Largaram, por isso, de S. Miguel a caminho da Cidade Eterna, duas religiosas. A\u00ed solicitaram ao Papa o desejado documento. T\u00e3o bem se desempenharam dessa miss\u00e3o que o Sumo Pont\u00edfice n\u00e3o s\u00f3 lhes passou a ambicionada Bula como ainda lhes ofereceu uma Imagem do Ecce Homo. De regresso a Vale de Caba\u00e7os, a singular imagem foi posta num nicho onde se conservou por poucos anos.  Porque o lugar era ermo e muito exposto \u00e0s incurs\u00f5es dos piratas, o pequeno Mosteiro ficou, certo dia, deserto, pois parte das religiosas seguiu para Santo Andr\u00e9, de Vila Franca do Campo, e a outra parte se encaminhou para Ponta Delgada, para o Mosteiro da Esperan\u00e7a, acabado de fundar pela vi\u00fava do Capit\u00e3o Donat\u00e1rio, Rui Gon\u00e7alves da C\u00e2mara. Mas a Imagem do Senhor Santo Cristo n\u00e3o ficou esquecida em Vale de Caba\u00e7os, porque a religiosa galega Madre In\u00eas de Santa Iria a quis trazer para Ponta Delgada.  <b>A Primeira Prociss\u00e3o<\/b> No ano de 1700, a Ilha de S. Miguel foi abalada por fortes e repetidos tremores de terra. Duravam estes j\u00e1 v\u00e1rios dias quando a Mesa da Miseric\u00f3rdia e grande parte da nobreza da cidade, vendo que os terramotos n\u00e3o cessavam, resolveram ir \u00e0 portaria do Mosteiro da Esperan\u00e7a para levarem em prociss\u00e3o a Imagem do Santo Cristo. Ao princ\u00edpio da tarde desse dia 13 de Abril de 1700, juntaram-se as confrarias e comunidades religiosas. Concorreu igualmente toda a nobreza e inumer\u00e1vel multid\u00e3o que, com viva f\u00e9, confiava se aplacaria a indigna\u00e7\u00e3o divina com vista da santa Imagem. Caminhava j\u00e1 a prociss\u00e3o em que todos iam descal\u00e7os; e logo que a veneranda Imagem se deixou ver na portaria, foi t\u00e3o grande a como\u00e7\u00e3o em todos que a traduziram em l\u00e1grimas e suspiros, testemunhos irrefrag\u00e1veis da contri\u00e7\u00e3o dos cora\u00e7\u00f5es. Levaram o andor do Santo Cristo as pessoas mais qualificadas em nobreza. Andando a prociss\u00e3o, ia a veneranda Imagem entrando em todas as igrejas onde, em bem concertados coros, Lhe cantavam os salmos &#8220;Miserere mei Deus&#8221;. Saindo da Igreja dos Jesu\u00edtas, e caminhando para a das Religiosas de Santo Andr\u00e9, n\u00e3o obstante toda a boa seguran\u00e7a e a cautela com que levavam a santa Imagem, com assombro e admira\u00e7\u00e3o de todos, caiu esta fora do andor e deu em terra. Foi esta queda misteriosa, porque n\u00e3o caiu a Imagem por algum dos lados do andor, como era natural, sen\u00e3o pela parte superior do docel. O povo ficou aflito com sucesso t\u00e3o estranho. Uns feriam os peitos com as pedras; outros, pondo a boca em terra, que julgavam santificada com o contacto da santa Imagem, pediam a Deus miseric\u00f3rdia; estes, tomando os instrumentos de penit\u00eancia, davam sobre si rijos e desapiedados golpes, regando a terra com o sangue das veias; aqueles publicavam em alta voz as suas culpas, como causas da indigna\u00e7\u00e3o do Senhor; e todos, com clamores e enternecidos suspiros, pediam a Deus que suspendesse as demonstra\u00e7\u00f5es da sua justa vingan\u00e7a. Verificaram, ent\u00e3o, que a santa Imagem n\u00e3o experimentara com a queda dano consider\u00e1vel, pois somente se observou no bra\u00e7o direito uma contus\u00e3o. A Imagem foi lavada e limpa no Convento de Santo Andr\u00e9 e, colocada outra vez no andor com a maior seguran\u00e7a, continuou a prociss\u00e3o, na qual as l\u00e1grimas e solu\u00e7os do povo aflito embargavam as preces, at\u00e9 que, bem de noite, se recolheu no Mosteiro da Esperan\u00e7a.  <b>Culto do Senhor Santo Cristo dos Milagres<\/b> Numa ilha de vulc\u00f5es em actividade constante e de sismos frequentes, a devo\u00e7\u00e3o era o \u00fanico ref\u00fagio do povo, atrav\u00e9s do culto do Divino Esp\u00edrito Santo e ao Senhor Santo Cristo dos Milagres. A devo\u00e7\u00e3o que Teresa da Anunciada, vener\u00e1vel religiosa do convento de Nossa Senhora da Esperan\u00e7a, t\u00e3o intensamente sentiu por Cristo, marcou profundamente a alma do povo, de tal modo que o culto ao Senhor, atrav\u00e9s da prociss\u00e3o com a imagem, se expandiu e fortaleceu ao longo dos s\u00e9culos. \u00c9, hoje em dia, a maior prociss\u00e3o, a mais grandiosa e a de maior devo\u00e7\u00e3o que se realiza em terras portuguesas. No cora\u00e7\u00e3o de cada a\u00e7oriano, disperso pelo mundo, h\u00e1 um altar de culto eterno ao Senhor Santo Cristo, onde as suas preces mant\u00eam permanentemente acesas m\u00edsticas velas de imperec\u00edvel devo\u00e7\u00e3o e saudade. Da\u00ed a presen\u00e7a de milhares de a\u00e7orianos que v\u00eam participar, todos os anos, de Portugal, dos Estados Unidos da Am\u00e9rica, do Canad\u00e1 e, naturalmente, das outras ilhas, nas grandes festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, numa aut\u00eantica e profunda manifesta\u00e7\u00e3o de f\u00e9 e devo\u00e7\u00e3o. Semanas antes da prociss\u00e3o, o mosteiro da Esperan\u00e7a e a pra\u00e7a 5 de Outubro s\u00e3o preparados e enfeitados festivamente com milhares de l\u00e2mpadas multicores, mastros e bandeiras, flores de todas as esp\u00e9cies e cores que conferem ao recinto um deslumbrante ar de festa. As festas duram v\u00e1rios dias. Sucedem-se os servi\u00e7os religiosos e os concertos. Na tarde de s\u00e1bado, h\u00e1 pessoas que andam \u00e0 volta da pra\u00e7a de joelhos sobre as pedras do pavimento ou, ent\u00e3o, carregadas de c\u00edrios de cera, num agradecimento pela gra\u00e7a recebida do Senhor numa hora de afli\u00e7\u00e3o e sofrimento. Depois, no domingo, milhares de pessoas incorporam-se na prociss\u00e3o. A abrir, o gui\u00e3o, com a coroa de espinhos dourada, depois duas longas filas de homens com opas, muitos com grossos c\u00edrios votivos, outros descal\u00e7os, no cumprimento de promessas, interrompidos por grupos de filarm\u00f3nicas. Seguem-se associa\u00e7\u00f5es juvenis transportando gui\u00f5es de cores garridas, crian\u00e7as vestidas de anjos, alunos do semin\u00e1rio, o clero Micaelense e alguns sacerdotes convidados, todos eles a precederem a venerando imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres, transportada sob um docel de veludo e ouro, num trono de lind\u00edssimas flores de seda e pano, tecidas no s\u00e9culo XVIII. Ap\u00f3s a venerando imagem, seguem-se os dignat\u00e1rios da Igreja Cat\u00f3lica, representantes das congrega\u00e7\u00f5es religiosas sediadas em S. Miguel e muitos milhares de senhoras, no cumprimento de promessas. A fechar o extenso cortejo, seguem-se as mais altas autoridades militares e civis, representa\u00e7\u00f5es e associa\u00e7\u00f5es sociais e desportivas. A grande prociss\u00e3o recolhe, j\u00e1 quase noite, ap\u00f3s cinco horas de circula\u00e7\u00e3o pelas principais ruas de Ponta Delgada. O corpo principal do tesouro do Senhor Santo Cristo dos Milagres \u00e9 constitu\u00eddo pelas seguintes j\u00f3ias: o Resplendor, a Coroa, o Relic\u00e1rio, o Ceptro e as Cordas.  <b>Informa\u00e7\u00f5es complementares<\/b> Frutos dos mist\u00e9rios da F\u00e9, sinais da gratid\u00e3o dos mortais pelos milagres que os ajudam a caminhar pela vida, o Ex-Libris do Tesouro, o RESPLENDOR \u00e9 a pe\u00e7a mais rica do esp\u00f3lio. Fotografado e documentado por especialistas internacionais em arte, foi recentemente considerado, num congresso em Valladolid, Espanha, a pe\u00e7a mais valiosa do seu g\u00e9nero em toda a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica.  O RESPLENDOR, em platina cromada de ouro, pesa 4,850 gramas e est\u00e1 incrustado de 6.842 pedras preciosas de todas as qualidades: top\u00e1zios, rubis, ametistas, safiras, etc. Al\u00e9m do valor art\u00edstico, esta j\u00f3ia est\u00e1 carregada de elementos simb\u00f3licos ligados \u00e0 teologia. O primeiro \u00e9 a da Sant\u00edssima Trindade, representada por um tri\u00e2ngulo no centro que cont\u00e9m tr\u00eas caracteres com o seguinte significado: &#8220;Sou o que Sou&#8221; e tamb\u00e9m &#8220;Pai, Filho e Esp\u00edrito Santo&#8221;.  Deste tri\u00e2ngulo irradiam os resplendores para as extremidades da pe\u00e7a. O segundo elemento \u00e9 a Reden\u00e7\u00e3o de Cristo, representada pelo cordeiro sobre a cruz e pelo livro dos Sete Selos do Apocalipse. Um terceiro \u00e9 a Eucaristia, simbolizada por uma ave, o pelicano, pelo c\u00e1lice e pelo cib\u00f3rio. O \u00faltimo elemento simb\u00f3lico do RESPLENDOR \u00e9 a Paix\u00e3o de Cristo passando pela coroa representada em pormenor: desde a t\u00fanica ao galo da Paix\u00e3o, passando pela coroa de espinhos integralmente feita de esmeraldas.  Se o Resplendor \u00e9 a j\u00f3ia mais rica do Tesouro, a COROA \u00e9 a sua pe\u00e7a mais delicada. Em ouro, pesando apenas 800 gramas, possui 1.082 pedras preciosas, todas elas trabalhadas com min\u00facia, onde os pr\u00f3prios espinhos s\u00e3o pequen\u00edssimas pedras que diminuem de tamanho nas extremidades.  O RELIC\u00c1RIO \u00e9, por outro lado, a pe\u00e7a mais enigm\u00e1tica do Tesouro. \u00c9 a \u00fanica que est\u00e1 permanentemente colocada no peito da imagem e serve para guardar o Santo Lenho, que se cr\u00ea ser uma farpa da verdadeira cruz em que Jesus foi crucificado.  O CEPTRO, a quarta pe\u00e7a do Tesouro, \u00e9 constitu\u00edda por 2.000 p\u00e9rolas que formam uma ma\u00e7aroca de cana, 993 pedras preciosas ao longo do tronco e no conjunto de brilhantes com renda de ouro na base, onde est\u00e1 colocada a Cruz de Cristo.  Finalmente, as CORDAS, com 5,20 metros de comprimento, constituem a quinta pe\u00e7a do corpo principal do Tesouro. S\u00e3o duas voltas de p\u00e9rolas e pedras preciosas enroladas em fio de ouro. Estas j\u00f3ias possuem um valor incalcul\u00e1vel, que ainda n\u00e3o est\u00e1 devidamente avaliado. As J\u00f3ias do Senhor Santo Cristo dos Milagres, como tamb\u00e9m a colec\u00e7\u00e3o de capas usadas pela imagem, podem ser admiradas no Convento de Nossa Senhora da Esperan\u00e7a. <i>Fonte: http:\/\/www.acores.net\/santocristo\/<\/i> <B>Not\u00edcias relacionadas<\/B> <a href=\"noticia_all.asp?noticiaid=46160&#038;seccaoid=3&#038;tipoid=6\">\u2022O 13 de Maio na ilha de S. Miguel<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante este fim de semana, a Imagem de Santo Cristo percorre as ruas da cidade de Ponta Delgada<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[102,104,154,168,169,172,186,206,207,213,236],"class_list":["post-18087","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-agua","tag-america","tag-crianca","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-angra","tag-diocese-de-braga","tag-diocese-do-funchal","tag-familia","tag-fatima","tag-franciscanos","tag-jesuitas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18087","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18087"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18087\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18087"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18087"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18087"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}