{"id":17474,"date":"2006-04-13T14:40:56","date_gmt":"2006-04-13T14:40:56","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/13\/paixao-de-jesus-e-os-evangelhos\/"},"modified":"2006-04-13T14:40:56","modified_gmt":"2006-04-13T14:40:56","slug":"paixao-de-jesus-e-os-evangelhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/paixao-de-jesus-e-os-evangelhos\/","title":{"rendered":"Paix\u00e3o de Jesus e os Evangelhos"},"content":{"rendered":"<p>Os Evangelhos, reflectindo tradi\u00e7\u00f5es orais de diversas comunidades crist\u00e3s dos tempos apost\u00f3licos, d\u00e3o-nos quatro vers\u00f5es da Paix\u00e3o de Jesus Cristo da agonia \u00e0 sepultura, caracterizadas pela mesma estrutura basilar e contributos pr\u00f3prios de cada uma. Sem preju\u00edzo para o seu valor hist\u00f3rico, elas, mais que um relato objectivo dos factos, d\u00e3o-nos a sua interpreta\u00e7\u00e3o \u00e0 luz da f\u00e9 crist\u00e3.  A Igreja sempre viu na Paix\u00e3o de Jesus Cristo o momento culminante da sua obra redentora, pelo que nos l\u00ea, de forma solene, os quatro relatos nas celebra\u00e7\u00f5es da Semana Santa: no Domingo de Ramos, a Paix\u00e3o segundo os sin\u00f3pticos Mateus, Marcos e Lucas (respectivamente nos Anos A, B e C); e, na celebra\u00e7\u00e3o da Paix\u00e3o em Sexta-Feira Santa, a vers\u00e3o de Jo\u00e3o. As narrativas da Paix\u00e3o de Jesus orientam-nos para a sua Ressurrei\u00e7\u00e3o gloriosa, sinal da aceita\u00e7\u00e3o por Deus do sacrif\u00edcio redentor do Calv\u00e1rio. O especialista portugu\u00eas Pe. Joaquim Carreira das Neves, explica que cada evangelista apresenta a paix\u00e3o do Messias \u00e0 sua maneira, mas tendo sempre em conta as duas realidades hist\u00f3ricas: Jesus como blasfemo perigoso, pela parte dos judeus, e Jesus como poss\u00edvel perigo para a \u201cpax romana\u201d, pela parte de Pilatos. A partir destes dados, as personagens que aparecem na paix\u00e3o do Messias \u2013 sumos sacerdotes, Pilatos, soldados romanos, Pedro, mulheres junto \u00e0 Cruz, mulheres que acompanham Jesus (s\u00f3 em Lucas 23, 27-31), Barrab\u00e1s, cireneu, os dois malfeitores \u2013 s\u00e3o ao mesmo tempo hist\u00f3ricas e funcionais.  Os Evangelhos, quando foram escritos, s\u00e3o, ao mesmo tempo, hist\u00f3ria e catequese crist\u00e3. Assim se explica que os enunciados, no tribunal romano com Pilatos, divirjam tanto entre os sin\u00f3pticos e o quarto Evangelho. Assim se explica que as palavras de Jesus na Cruz divirjam, igualmente, nos quatro evangelistas. Finalmente, tamb\u00e9m se explica, desta forma, que os evangelhos apresentem a figura de Pilatos a tentar livrar-se desta condena\u00e7\u00e3o e o centuri\u00e3o \u201cromano\u201d a confessar Jesus como Filho de Deus (Lucas 23, 47 e paralelos).  <b>Paix\u00e3o segundo S\u00e3o Jo\u00e3o<\/b> Jo 18, 1-19.42 Naquele tempo, Jesus saiu com os seus disc\u00edpulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia l\u00e1 um jardim, onde Ele entrou com os seus disc\u00edpulos. Judas, que O ia entregar, conhecia tamb\u00e9m o local, porque Jesus Se reunira l\u00e1 muitas vezes com os disc\u00edpulos. Tomando consigo uma companhia de soldados e alguns guardas, enviados pelos pr\u00edncipes dos sacerdotes e pelos fariseus, Judas chegou ali, com archotes, lanternas e armas. Sabendo Jesus tudo o que Lhe ia acontecer, adiantou-Se e perguntou-lhes: A quem buscais?\u00bb. Eles responderam-Lhe: \u00abA Jesus, o Nazareno\u00bb. Jesus disse-lhes: \u00abSou Eu\u00bb. Judas, que O ia entregar, tamb\u00e9m estava com eles. Quando Jesus lhes disse: \u00abSou Eu\u00bb, recuaram e ca\u00edram por terra. Jesus perguntou-lhes novamente:  \u00abA quem buscais?\u00bb. Eles responderam: \u00abA Jesus, o Nazareno\u00bb. Disse-lhes Jesus: \u00abJ\u00e1 vos disse que sou Eu. Por isso, se \u00e9 a Mim que buscais, deixai que estes se retirem\u00bb. Assim se cumpriam as palavras que Ele tinha dito: \u00abDaqueles que Me deste, n\u00e3o perdi nenhum\u00bb.  Ent\u00e3o, Sim\u00e3o Pedro, que tinha uma espada, desembainhou-a e feriu um servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O servo chamava-se Malco. Mas Jesus disse a Pedro: \u00abMete a tua espada na bainha. N\u00e3o hei-de beber o c\u00e1lice que meu Pai Me deu?\u00bb. Ent\u00e3o, a companhia de soldados, o oficial e os guardas dos judeus apoderaram-se de Jesus e manietaram-n\u2019O. Levaram-n\u2019O primeiro a An\u00e1s, por ser sogro de Caif\u00e1s, que era o sumo sacerdote nesse ano. Caif\u00e1s \u00e9 que tinha dado o seguinte conselho aos judeus: \u00abConv\u00e9m que morra um s\u00f3 homem pelo povo\u00bb.  Entretanto, Sim\u00e3o Pedro seguia Jesus com outro disc\u00edpulo. Esse disc\u00edpulo era conhecido do sumo sacerdote e entrou com Jesus no p\u00e1tio do sumo sacerdote, enquanto Pedro ficava \u00e0 porta, do lado de fora. Ent\u00e3o o outro disc\u00edpulo, conhecido do sumo sacerdote, falou \u00e0 porteira e levou Pedro para dentro.  A porteira disse a Pedro: \u00abTu n\u00e3o \u00e9s dos disc\u00edpulos desse homem?\u00bb. Ele respondeu: \u00abN\u00e3o sou\u00bb. Estavam ali presentes os servos e os guardas, que, por causa do frio, tinham acendido um braseiro e se aqueciam. Pedro tamb\u00e9m se encontrava com eles a aquecer-se. Entretanto, o sumo sacerdote interrogou Jesus acerca dos seus disc\u00edpulos e da sua doutrina.  Jesus respondeu-lhe: \u00abFalei abertamente ao mundo. Sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se re\u00fanem, e n\u00e3o disse nada em segredo. Porque Me interrogas? Pergunta aos que Me ouviram o que lhes disse: eles bem sabem aquilo de que lhes falei\u00bb. A estas palavras, um dos guardas que estava ali presente deu uma bofetada a Jesus e disse-Lhe: \u00ab\u00c9 assim que respondes ao sumo sacerdote?\u00bb. Jesus respondeu-lhe: \u00abSe falei mal, mostra-Me em qu\u00ea. Mas, se falei bem, porque Me bates?\u00bb.  Ent\u00e3o An\u00e1s mandou Jesus manietado ao sumo sacerdote Caif\u00e1s.  Sim\u00e3o Pedro continuava ali a aquecer-se. Disseram-lhe ent\u00e3o: R \u00abTu n\u00e3o \u00e9s tamb\u00e9m um dos seus disc\u00edpulos?\u00bb.  Ele negou, dizendo: \u00abN\u00e3o sou\u00bb. Replicou um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha: \u00abEnt\u00e3o eu n\u00e3o te vi com Ele no jardim?\u00bb.  Pedro negou novamente, e logo um galo cantou.  Depois, levaram Jesus da resid\u00eancia de Caif\u00e1s ao Pret\u00f3rio. Era de manh\u00e3 cedo. Eles n\u00e3o entraram no pret\u00f3rio, para n\u00e3o se contaminarem e assim poderem comer a P\u00e1scoa.  Pilatos veio c\u00e1 fora ter com eles e perguntou-lhes: \u00abQue acusa\u00e7\u00e3o trazeis contra este homem?\u00bb. Eles responderam-lhe: \u00abSe n\u00e3o fosse malfeitor, n\u00e3o t\u2019O entreg\u00e1vamos\u00bb. Disse-lhes Pilatos: \u00abTomai-O v\u00f3s pr\u00f3prios, e julgai-O segundo a vossa lei\u00bb. Os judeus responderam: N\u00e3o nos \u00e9 permitido dar a morte a ningu\u00e9m\u00bb. Assim se cumpriam as palavras que Jesus tinha dito, ao indicar de que morte ia morrer. Entretanto, Pilatos entrou novamente no pret\u00f3rio, chamou Jesus e perguntou-Lhe: \u00abTu \u00e9s o Rei dos judeus?\u00bb. Jesus respondeu-lhe: \u00ab\u00c9 por ti que o dizes, ou foram outros que to disseram de Mim?\u00bb. Disse-Lhe Pilatos: \u00abPorventura sou eu judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes \u00e9 que Te entregaram a Mim. Que fizeste?\u00bb. Jesus respondeu: \u00abO meu reino n\u00e3o \u00e9 deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que Eu n\u00e3o fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino n\u00e3o \u00e9 daqui\u00bb. Disse-Lhe Pilatos: \u00abEnt\u00e3o, Tu \u00e9s Rei?\u00bb. Jesus respondeu-lhe: \u00ab\u00c9 como dizes: sou Rei. Para isso nasci e vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que \u00e9 da verdade escuta a minha voz\u00bb. Disse-Lhe Pilatos: \u00abQue \u00e9 a verdade?\u00bb. Dito isto, saiu novamente para fora e declarou aos judeus: \u00abN\u00e3o encontro neste homem culpa nenhuma. Mas v\u00f3s estais habituados a que eu vos solte algu\u00e9m pela P\u00e1scoa. Quereis que vos solte o Rei dos judeus?\u00bb. Eles gritaram de novo: \u00abEsse n\u00e3o. Antes Barrab\u00e1s\u00bb. Barrab\u00e1s era um salteador. Ent\u00e3o Pilatos mandou que levassem Jesus e O a\u00e7oitassem. Os soldados teceram uma coroa de espinhos, colocaram-Lha na cabe\u00e7a e envolveram Jesus num manto de p\u00farpura. Depois aproximavam-se d\u2019Ele e diziam: \u00abSalve, Rei dos judeus\u00bb. E davam-Lhe bofetadas. Pilatos saiu novamente para fora e disse: \u00abEu vo-l\u2019O trago aqui fora, para saberdes que n\u00e3o encontro n\u2019Ele culpa nenhuma\u00bb. Jesus saiu, trazendo a coroa de espinhos e o manto de p\u00farpura. Pilatos disse-lhes: \u00abEis o homem\u00bb. Quando viram Jesus, os pr\u00edncipes dos sacerdotes e os guardas gritaram: Crucifica-O! Crucifica-O!\u00bb. Disse-lhes Pilatos: \u00abTomai-O v\u00f3s mesmos e crucificai-O, que eu n\u00e3o encontro n\u2019Ele culpa alguma\u00bb. Responderam-lhe os judeus: R \u00abN\u00f3s temos uma lei e, segundo a nossa lei, deve morrer, porque Se fez Filho de Deus\u00bb. Quando Pilatos ouviu estas palavras, ficou assustado.  Voltou a entrar no pret\u00f3rio e perguntou a Jesus: \u00abDonde \u00e9s Tu?\u00bb.  Mas Jesus n\u00e3o lhe deu resposta. Disse-Lhe ent\u00e3o Pilatos: \u00abN\u00e3o me falas? N\u00e3o sabes que tenho poder para Te soltar e para Te crucificar?\u00bb. Jesus respondeu-lhe: \u00abNenhum poder terias sobre Mim, se n\u00e3o te fosse dado do alto. Por isso, quem Me entregou a ti tem maior pecado\u00bb. A partir de ent\u00e3o, Pilatos procurava libertar Jesus. Mas os judeus gritavam: \u00abSe O libertares, n\u00e3o \u00e9s amigo de C\u00e9sar: todo aquele que se faz rei \u00e9 contra C\u00e9sar\u00bb. Ao ouvir estas palavras, Pilatos trouxe Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado \u00abLagedo\u00bb, em hebraico \u00abGabat\u00e1\u00bb. Era a Prepara\u00e7\u00e3o da P\u00e1scoa, por volta do meio-dia. Disse ent\u00e3o aos judeus: \u00abEis o vosso Rei!\u00bb.  Mas eles gritaram: \u00ab\u00c0 morte, \u00e0 morte! Crucifica-O!\u00bb. Disse-lhes Pilatos: \u00abHei-de crucificar o vosso Rei?\u00bb.  Replicaram-lhe os pr\u00edncipes dos sacerdotes: \u00abN\u00e3o temos outro rei sen\u00e3o C\u00e9sar\u00bb. Entregou-lhes ent\u00e3o Jesus, para ser crucificado. E eles apoderaram-se de Jesus.  Levando a cruz, Jesus saiu para o chamado Lugar do Calv\u00e1rio, que em hebraico se diz G\u00f3lgota. Ali O crucificaram, e com Ele mais dois:um de cada lado e Jesus no meio. Pilatos escreveu ainda um letreiro e colocou-o no alto da cruz; nele estava escrito: \u00abJesus, o Nazareno, Rei dos judeus\u00bb. Muitos judeus leram esse letreiro, porque o lugar onde Jesus tinha sido crucificado era perto da cidade. Estava escrito em hebraico, grego e latim. Diziam ent\u00e3o a Pilatos os pr\u00edncipes dos sacerdotes dos judeus:\u00abN\u00e3o escrevas: \u2018Rei dos judeus\u2019, mas que Ele afirmou: \u2018Eu sou o Rei dos judeus\u2019\u00bb. Pilatos retorquiu: \u00abO que escrevi est\u00e1 escrito\u00bb. Quando crucificaram Jesus, os soldados tomaram as suas vestes, das quais fizeram quatro lotes, um para cada soldado, e ficaram tamb\u00e9m com a t\u00fanica. A t\u00fanica n\u00e3o tinha costura: era tecida de alto a baixo como um todo. Disseram uns aos outros: \u00abN\u00e3o a rasguemos, mas lancemos sortes, para ver de quem ser\u00e1\u00bb. Assim se cumpria a Escritura: \u00abRepartiram entre si as minhas vestes e deitaram sortes sobre a minha t\u00fanica\u00bb. Foi o que fizeram os soldados.  Estavam junto \u00e0 cruz de Jesus sua M\u00e3e, a irm\u00e3 de sua M\u00e3e, Maria, mulher de Cl\u00e9ofas, e Maria Madalena. Ao ver sua M\u00e3e e o disc\u00edpulo predilecto, Jesus disse a sua M\u00e3e: \u00abMulher, eis o teu filho\u00bb. Depois disse ao disc\u00edpulo: \u00abEis a tua M\u00e3e\u00bb.  E a partir daquela hora, o disc\u00edpulo recebeu-a em sua casa. Depois, sabendo que tudo estava consumado e para que se cumprisse a Escritura, Jesus disse: \u00abTenho sede\u00bb. Estava ali um vaso cheio de vinagre. Prenderam a uma vara uma esponja embebida em vinagre e levaram-Lha \u00e0 boca. Quando Jesus tomou o vinagre, exclamou: \u00abTudo est\u00e1 consumado\u00bb. E, inclinando a cabe\u00e7a, expirou.  Por ser a Prepara\u00e7\u00e3o, e para que os corpos n\u00e3o ficassem na cruz durante o s\u00e1bado, \u2013 era um grande dia aquele s\u00e1bado \u2013 os judeus pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados. Os soldados vieram e quebraram as pernas ao primeiro, depois ao outro que tinha sido crucificado com ele. Ao chegarem a Jesus, vendo-O j\u00e1 morto, n\u00e3o Lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados trespassou-Lhe o lado com uma lan\u00e7a, e logo saiu sangue e \u00e1gua. Aquele que viu \u00e9 que d\u00e1 testemunho e o seu testemunho \u00e9 verdadeiro. Ele sabe que diz a verdade,  para que tamb\u00e9m v\u00f3s acrediteis. Assim aconteceu para se cumprir a Escritura, que diz: \u00abNenhum osso Lhe ser\u00e1 quebrado\u00bb.  Diz ainda outra passagem da Escritura: \u00abH\u00e3o-de olhar para Aquele que trespassaram\u00bb. Depois disto, Jos\u00e9 de Arimateia, que era disc\u00edpulo de Jesus,embora oculto por medo dos judeus, pediu licen\u00e7a a Pilatos para levar o corpo de Jesus. Pilatos permitiu-lho. Jos\u00e9 veio ent\u00e3o tirar o corpo de Jesus. Veio tamb\u00e9m Nicodemos, aquele que, antes, tinha ido de noite ao encontro de Jesus. Trazia uma mistura de quase cem libras de mirra e alo\u00e9s.  Tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no em ligaduras juntamente com os perfumes, como \u00e9 costume sepultar entre os judeus. No local em que Jesus tinha sido crucificado, havia um jardim e, no jardim, um sepulcro novo, no qual ainda ningu\u00e9m fora sepultado. Foi a\u00ed que, por causa da Prepara\u00e7\u00e3o dos judeus, porque o sepulcro ficava perto, depositaram Jesus.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os Evangelhos, reflectindo tradi\u00e7\u00f5es orais de diversas comunidades crist\u00e3s dos tempos apost\u00f3licos, d\u00e3o-nos quatro vers\u00f5es da Paix\u00e3o de Jesus Cristo da agonia \u00e0 sepultura, caracterizadas pela mesma estrutura basilar e contributos pr\u00f3prios de cada uma. Sem preju\u00edzo para o seu valor hist\u00f3rico, elas, mais que um relato objectivo dos factos, d\u00e3o-nos a sua interpreta\u00e7\u00e3o \u00e0 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[127,168,275,308],"class_list":["post-17474","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-vaticano","tag-catequese","tag-diocese-da-guarda","tag-pascoa","tag-semana-santa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17474","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17474"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17474\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17474"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17474"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17474"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}