{"id":17435,"date":"2006-04-12T11:22:40","date_gmt":"2006-04-12T11:22:40","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/12\/d-januario-torgal-ferreira-destaca-importancia-dos-capelaes-militares\/"},"modified":"2006-04-12T11:22:40","modified_gmt":"2006-04-12T11:22:40","slug":"d-januario-torgal-ferreira-destaca-importancia-dos-capelaes-militares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/d-januario-torgal-ferreira-destaca-importancia-dos-capelaes-militares\/","title":{"rendered":"D. Janu\u00e1rio Torgal Ferreira destaca import\u00e2ncia dos capel\u00e3es militares"},"content":{"rendered":"<p>Missa Crismal das For\u00e7as Armadas <!--more--> 1. \u00c9 a n\u00f3s, padres, que a liturgia desta manh\u00e3 \u00e9 dedicada. Toca-nos o convite do Senhor Jesus Cristo a reeditarmos a miss\u00e3o da Sua Pessoa na liberta\u00e7\u00e3o dos pobres e oprimidos (Lc 4, 16-21; Isa\u00edas, 61, 1-3 a. 6\u00aa. 8b-9) Mas se a realidade do sacerd\u00f3cio n\u00e3o vive para si mas para os outros, os leigos que se associam a este mist\u00e9rio de ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as, s\u00e3o a raz\u00e3o do que somos. \u00c9 por v\u00f3s e para v\u00f3s que existimos, irm\u00e3os das For\u00e7as Armadas e de Seguran\u00e7a, a quem sa\u00fado e agrade\u00e7o a fraternidade da presen\u00e7a. N\u00e3o vos escolhemos, de forma expl\u00edcita, no dia da nossa ordena\u00e7\u00e3o. Mas, \u00e0 luz do Esp\u00edrito de Deus, destinamo-nos a quem o bispo decidisse no seu envio. N\u00e3o nos pode dominar a vontade de impor ou os objectivos do poder. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 nosso lema o lucro da vontade pessoal ou de benesses particulares. Os v\u00e1rios e enriquecedores aspectos que qualificam a identidade do ser padre, concorrem para robustecer a entrega aos irm\u00e3os. A comunh\u00e3o e o servi\u00e7o s\u00e3o mais decisivos quando os outros questionam, de forma verdadeira, a marcha das nossas atitudes e dos planos de vida. A voca\u00e7\u00e3o sacerdotal \u00e9 sempre uma exist\u00eancia feliz quando, no di\u00e1logo com a comunidade, no respeito dado e recebido, na inten\u00e7\u00e3o dos objectivos pastorais, porventura, na discord\u00e2ncia alheia, prosseguimos o risco da doa\u00e7\u00e3o, onde a alegria sepulta todos os infort\u00fanios. Precisamos uns dos outros. Seria impens\u00e1vel, at\u00e9 por motiva\u00e7\u00f5es de uma sociedade coesa a construir, que nos dispens\u00e1ssemos das car\u00eancias alheias ou que os alheios se alimentassem da sua auto-sufici\u00eancia. Estou convicto de que esta \u00e9 a mundivid\u00eancia espiritual dos actuais 47 capel\u00e3es militares, evocando particularmente tr\u00eas dentre n\u00f3s que, na B\u00f3snia-Herzegovina, no Kosovo e no Afeganist\u00e3o se encontram ao servi\u00e7o de Opera\u00e7\u00f5es Nacionais Destacadas.  2. O Senhor nos enviou a \u201cconsolar todos os aflitos, a levar o \u00f3leo da alegria em vez do traje de luto, c\u00e2nticos de louvar em vez de um esp\u00edrito abatido\u201d, conforme preanunciava o Profeta Isa\u00edas. Numa comunica\u00e7\u00e3o recente a capel\u00e3es militares do seu pa\u00eds, um General europeu exortava-os nestes termos: \u201cO General tem tanta necessidade do capel\u00e3o como o soldado. O militar precisa da vossa linha de conduta. As pessoas carecem do vosso apoio, embora n\u00e3o ousem muitas vezes exprimi-lo\u201d. Se mergulh\u00e1ssemos na realidade hist\u00f3rica de haver e de ter havido sacerdotes ao servi\u00e7o de For\u00e7as Armadas e de Seguran\u00e7a, deparar\u00edamos logo com a mobilidade e o deslocamento de for\u00e7as, por ocasi\u00e3o de conflitos, como motivo de corresponder a crentes cat\u00f3licos deslocados.  Ao mesmo tempo as orienta\u00e7\u00f5es do Magist\u00e9rio chamam a aten\u00e7\u00e3o para a responsabilidade da Igreja se tornar actuante em dom\u00ednios donde deve sempre brotar a clarivid\u00eancia da Paz, em detrimento dos impulsos b\u00e9licos. S\u00f3 ap\u00f3s esgotados todos os recursos e observadas condi\u00e7\u00f5es estritas, deve ser exercitado a ofensiva da defesa, em ordem a salvar os oprimidos e a restabelecer a justi\u00e7a, base primacial de estabilidade. Nessas situa\u00e7\u00f5es de adversidade foi elaborada, pouco a pouco, uma pr\u00e1tica pastoral, de que foram tamb\u00e9m benefici\u00e1rias as popula\u00e7\u00f5es civis, como ocorre ainda hoje nas denominadas \u201cMiss\u00f5es de Paz\u201d. Foi poss\u00edvel, nos condicionalismos do tempo, respeitar as precis\u00f5es dos militares cat\u00f3licos no sentido de lhes ser garantida a celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica e demais sacramentos, ao mesmo tempo que lhes eram ofertadas modalidades de forma\u00e7\u00e3o c\u00edvica e crist\u00e3. A passagem de um per\u00edodo de guerra a um per\u00edodo de acalmia enaltece-se com a conquista de justi\u00e7a e da paz e o consequente desfazer das escaramu\u00e7as. A Igreja sa\u00fada e rejubila com esse acontecimento. Mas, do ponto de vista de acompanhamento das For\u00e7as Armadas e de Seguran\u00e7a, a constru\u00e7\u00e3o de uma linha pastoral tem sido muito mais \u00e1rdua, dadas as condi\u00e7\u00f5es sociol\u00f3gicas em que nos encontramos. Refiro dois aspectos. No tocante ao culto eucar\u00edstico releve-se que os militares, na sua quase totalidade, n\u00e3o se encontram, aos domingos, na sua unidade, tomando parte na celebra\u00e7\u00e3o da sua comunidade paroquial. Observe-se, de passagem, que as poucas mas belas comunidades lit\u00fargicas, de que dispomos, aos fins-de-semana, merc\u00ea de haver capelas de unidades militares, abertas ao exterior, n\u00e3o acolhem, na sua maioria, um n\u00famero significativo de militares. O segundo aspecto prende-se com o facto das palestras de forma\u00e7\u00e3o c\u00edvica terem desaparecido praticamente. Dada a diminui\u00e7\u00e3o de efectivos e do hor\u00e1rio laboral, torna-se mais dif\u00edcil encontrar um espa\u00e7o de tempo para objectivos que implicam perspectivas de cultura religiosa, sejam, por exemplo, cursos de prepara\u00e7\u00e3o para os sacramentos da inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3, sejam comunica\u00e7\u00f5es respeitantes a outras dimens\u00f5es do saber. No entanto, no decurso das \u201cMiss\u00f5es de Paz\u201d, onde os militares beneficiam de muito mais tempo, essas experi\u00eancias tornam-se mais f\u00e1ceis de conseguir.  3. Que prioridades hoje para o nosso envio sacerdotal?  a) Que a Eucaristia seja o princ\u00edpio e o fim da miss\u00e3o porque uma comunidade de f\u00e9 nasce e desenvolve-se com a Morte e a Ressurrei\u00e7\u00e3o do Senhor. \u00c9 necess\u00e1rio convocar os crentes para, sempre em liberdade, constitu\u00edrem uma comunidade orante. Quando nos referimos \u00e0s Celebra\u00e7\u00f5es, nos tempos fortes de liturgia, temos a certeza de que h\u00e1 aderentes. b) Que a imagina\u00e7\u00e3o criadora, ap\u00f3s ter despertado experi\u00eancias pastorais nunca antes conseguidas (por exemplo, a organiza\u00e7\u00e3o de um Acampamento Militar ou a viv\u00eancia de uma \u201cVia-Sacra\u201d, no per\u00edodo da Quaresma, ou a partilha para os mais pobres ou uma inst\u00e2ncia de acolhimento aos novos cadetes ou a exist\u00eancia de uma Peregrina\u00e7\u00e3o a p\u00e9 a F\u00e1tima, etc, etc), se exercite no descobrir e no implementar de m\u00f3dulos formativos. Estas express\u00f5es j\u00e1 se traduzem em cursos de forma\u00e7\u00e3o humano-religiosa. Mas carece-se de, no pr\u00f3prio clima da unidade, mormente em sectores de cariz acad\u00e9mico, se conquistar a legitimidade de um tempo formativo, supondo e exigindo-se sempre a compet\u00eancia cultural e pedag\u00f3gica de quem o ministra, e a aten\u00e7\u00e3o, por parte do capel\u00e3o, em ordem \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o de uma forma\u00e7\u00e3o em terrenos de saber, espec\u00edficos, complexos e tantos deles, inovadores. A Igreja, pela sua capelania militar, \u00e9 s\u00f3 normativa para os que a aceitam, pela f\u00e9. Mesmo no tocante aos cat\u00f3licos, e a tantos outros, que nos traduzem o seu esp\u00edrito solid\u00e1rio, fazemo-nos porta-vozes das nossas propostas, todas elas portadoras de efeitos humanizadores. A fun\u00e7\u00e3o evangelizadora \u00e9 um desempenho cultural de maior responsabilidade com consequ\u00eancias na instaura\u00e7\u00e3o de novas mentalidades e comportamentos, sem receio da an\u00e1lise de qualquer quest\u00e3o e sem preconceitos ao n\u00e3o aceitar solu\u00e7\u00f5es que chegam at\u00e9 n\u00f3s com a aur\u00e9ola de conquistas de progresso. Estamos dispon\u00edveis para n\u00e3o fugir a quest\u00f5es e sempre abertos \u00e0s verdadeiras raz\u00f5es do saber. Uma \u00e9tica formativa, independentemente de ser imposta por crit\u00e9rios religiosos, n\u00e3o pode calar-se diante da tortura e de outras barbaridades contra prisioneiros, nem de pelot\u00f5es de execu\u00e7\u00e3o sum\u00e1ria, nem de pena de morte, nem da purga \u00e9tnica de advers\u00e1rios, mediante sistemas de invas\u00e3o, nem da purifica\u00e7\u00e3o e venda de armamento ou de outras esp\u00e9cies de aniquilamento. A cultura da morte alimenta-se destes cataclismos, n\u00e3o se podendo olvidar que, ap\u00f3s os Goulag e a multid\u00e3o de v\u00edtimas e desaparecidos, no Chile, na Argentina, em Cuba, no Iraque, e em tantos outros pa\u00edses, Guantanamo, nos dias que passam, toma parte na mesma indignidade, de que \u00e9 arguido o terrorismo internacional. Hoje a \u201ccultura de vida\u201d chama a aten\u00e7\u00e3o para uma reflex\u00e3o calma, e com fundamento cient\u00edfico, quer se trate dos actos de aborto ou de eutan\u00e1sia, do desacompanhamento de crian\u00e7as e idosos, das tens\u00f5es aflitivas de fam\u00edlias portuguesas sem condi\u00e7\u00f5es sociais e econ\u00f3micas ou da procria\u00e7\u00e3o medicamente assistida, dando-nos todos n\u00f3s conta do desconhecimento geral nestas e noutras mat\u00e9rias. Se h\u00e1 realiza\u00e7\u00f5es a sublinhar hoje em Portugal, no sentido de serem fundamentais, s\u00e3o com certeza as da cultura da intelig\u00eancia e da solidariedade. Todos lamentamos o vazio da informa\u00e7\u00e3o e da forma\u00e7\u00e3o em mat\u00e9rias da mais primordial relev\u00e2ncia. Como \u00e9 poss\u00edvel discutir, nos dias que passam, o sentido e as propostas da reprodu\u00e7\u00e3o artificial e todas as outras quest\u00f5es que se prendem \u00e0 quest\u00e3o da vida, se a maioria esmagadora das pessoas n\u00e3o domina tais mat\u00e9rias nem parece estar interessada! Os grandes temas da forma\u00e7\u00e3o c\u00edvica, da leitura de um texto, da aten\u00e7\u00e3o cr\u00edtica ao mundo da comunica\u00e7\u00e3o social, do desinteresse pela aprendizagem e pela constru\u00e7\u00e3o da personalidade, pela viv\u00eancia s\u00e3 da fam\u00edlia, pelo estudo e suas condi\u00e7\u00f5es de investiga\u00e7\u00e3o, pela exig\u00eancia do bom gosto, quaisquer que sejam as car\u00eancias em que laboramos, pelo cuidado por tudo o que nos rodeia, etc, etc, s\u00e3o quest\u00f5es abertas e humanizadoras. Humanizar institui\u00e7\u00f5es e inst\u00e2ncias de viver em Portugal, n\u00e3o se compadece com emocionalismos nem discursos de circunst\u00e2ncia. \u00c9 preciso criar espa\u00e7o de escuta das pessoas e de tudo o que lhes d\u00f3i e que lhes interessa. Este di\u00e1logo, se n\u00e3o existir, dispensar-nos-\u00e1 de exercer miss\u00f5es que n\u00e3o t\u00eam significado.  O Senhor nos envia, hoje, a sermos testemunhas e irm\u00e3os. Prosseguiremos no servi\u00e7o. Manifestaremos as vias da Felicidade. Proporemos metas e ideias. A defesa da liberdade e de condi\u00e7\u00f5es civilizadas de viver e de amar s\u00e3o a bagagem do Evangelho. A Pessoa de Jesus Cristo \u00e9 uma vida a actualizar! Lisboa, Igreja da Mem\u00f3ria, 12 de Abril de 2006 <i>Janu\u00e1rio Torgal Mendes Ferreira, Bispo das For\u00e7as Armadas e de Seguran\u00e7a<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Missa Crismal das For\u00e7as Armadas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[93,154,206,207,246,261,91,294,314],"class_list":["post-17435","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-aborto","tag-crianca","tag-familia","tag-fatima","tag-liturgia","tag-missoes","tag-quaresma","tag-sacramentos","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17435","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17435"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17435\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17435"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17435"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17435"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}