{"id":1720,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/terroristas-a-solta-nas-estradas\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"terroristas-a-solta-nas-estradas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/terroristas-a-solta-nas-estradas\/","title":{"rendered":"Terroristas \u00e0 solta&#8230; nas estradas"},"content":{"rendered":"<p>Em Portugal morreu nas estradas s\u00f3 depois da entrada na Uni\u00e3o Europeia, o triplo das pessoas que foram vitimadas na \u2018guerra colonial\u2019 em \u00c1frica. Traduzindo em n\u00fameros: em dezassete anos, desde 1986, morreram 34 mil pessoas em acidentes de via\u00e7\u00e3o. Este tr\u00e1gico recorde tem associadas causas muitos diversificadas: falta de civismo, excesso de velocidade, consumo de \u00e1lcool, desrespeito pelas regras de tr\u00e2nsito. Segundo dados de um estudo publicado em finais de Julho \u2013 intitulado \u201cPorque nos matamos nas estradas&#8230; e como o evitar\u201d \u2013 um em cada cinco motociclistas, controlados pela pol\u00edcia, est\u00e1 b\u00eabado. S\u00f3 na A1 (auto-estrada entre Lisboa e Porto) houve, em quatro anos, 179 v\u00edtimas!&#8230; Tem havido campanhas e mais campanhas \u2013 seja da preven\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria, seja da associa\u00e7\u00e3o de cidad\u00e3os auto-mobilizados, tanto em \u00e9pocas mais vulner\u00e1veis, como Natal e fim d\u2019Ano ou no tempo de ver\u00e3o\/f\u00e9rias \u2013 e o drama continua a colocar o nosso pa\u00eds nos lugares cimeiros da Europa e mesmo do mundo. \u00c0s vezes parece que as iniciativas s\u00e3o para os outros e, com alguma dificuldade, cada um de n\u00f3s se rev\u00ea com necessidade de ser alertado, tanto pela educa\u00e7\u00e3o como at\u00e9 pela coac\u00e7\u00e3o. A curto prazo ser\u00e1 implementado um novo projecto de informa\u00e7\u00e3o\/propaganda de choque, subordinado a tr\u00eas palavras estrat\u00e9gicas: convencer, constranger, controlar. O p\u00fablico alvo destas ideias de combate \u00e0 sinistralidade envolve os pe\u00f5es, os motociclistas e as crian\u00e7as.  . Urge consciencializar quem anda na estrada, ostentando a arma-autom\u00f3vel apontada ao descuido de tantos de forma passiva. . \u00c9 imperioso responsabilizar quem conduz, sendo mais exigente na obten\u00e7\u00e3o da autoriza\u00e7\u00e3o para o fazer.  . \u00c9 premente tornar mais c\u00e9lere a aplica\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a nos casos de acidentes que envolvam a perda de vidas humanas, tanto de forma directa como atingindo terceiros. Como est\u00e1 o nosso civismo na estrada? De que forma consciencializamos a velocidade na condu\u00e7\u00e3o? Qual o grau de lucidez nas manobras? Somos crist\u00e3os no cumprimento das regras de tr\u00e2nsito, seja qual for o estatuto em causa? Valer\u00e1 a pena recordar o mandamento da Lei de Deus: \u201cN\u00e3o matar nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si esmo ou ao pr\u00f3ximo\u201d. Vivemos isto na estrada?  A. S\u00edlvio Couto <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em Portugal morreu nas estradas s\u00f3 depois da entrada na Uni\u00e3o Europeia, o triplo das pessoas que foram vitimadas na \u2018guerra colonial\u2019 em \u00c1frica. Traduzindo em n\u00fameros: em dezassete anos, desde 1986, morreram 34 mil pessoas em acidentes de via\u00e7\u00e3o. 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