{"id":168736,"date":"2020-04-03T10:21:52","date_gmt":"2020-04-03T09:21:52","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=168736"},"modified":"2020-04-03T10:21:52","modified_gmt":"2020-04-03T09:21:52","slug":"mensagem-pascal-do-bispo-das-forcas-armadas-e-de-seguranca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mensagem-pascal-do-bispo-das-forcas-armadas-e-de-seguranca\/","title":{"rendered":"Mensagem Pascal do Bispo das For\u00e7as Armadas e de Seguran\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<p><strong><em><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-118075 alignleft\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Rui_Valerio_Foto-Patriarcado-de-Lisboa-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Rui_Valerio_Foto-Patriarcado-de-Lisboa-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Rui_Valerio_Foto-Patriarcado-de-Lisboa-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Rui_Valerio_Foto-Patriarcado-de-Lisboa-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Rui_Valerio_Foto-Patriarcado-de-Lisboa-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/Rui_Valerio_Foto-Patriarcado-de-Lisboa.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/>OBRIGADO, FOR\u00c7AS ARMADAS E FOR\u00c7AS DE SEGURAN\u00c7A<\/em><\/strong><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>A todas e todos os elementos das For\u00e7as Armadas, For\u00e7as de Seguran\u00e7a, Familiares, Civis<\/em><\/p>\n<p>Estamos a viver horas singulares provocadas por essa pandemia que, sem nossa permiss\u00e3o, se veio estabelecer no mundo, entrou na vida de cada um de n\u00f3s e tomou conta de todas as nossas preocupa\u00e7\u00f5es.\u00a0De facto, tudo quanto se decide, tudo quanto se faz ou se deixa de fazer tem em vista a conten\u00e7\u00e3o dos seus devastadores efeitos. Este coronav\u00edrus n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o tem concorrente \u00e0 altura, como parece ter-se constitu\u00eddo como absoluto, condicionando e determinando o andamento e funcionamento do mundo.<\/p>\n<p>Desde os h\u00e1bitos e rotinas pessoais, \u00e0 atividade econ\u00f3mica ou \u00e0 escola, em todos os aspetos da vida comunit\u00e1ria e pessoal, esta pandemia tem um impacto sem precedentes. Por isso, \u00e9 compreens\u00edvel que, face a algo t\u00e3o poderoso, os nossos sentimentos se embrenhem em misteriosas contradi\u00e7\u00f5es, dif\u00edceis de entender e, mais ainda, de explicar.<\/p>\n<p>Verificamos tamb\u00e9m que a alma humana se deixa tomar por atitudes d\u00edspares, por vezes at\u00e9 opostas, onde se nota a coexist\u00eancia da desconfian\u00e7a e da resili\u00eancia; do temor e da confian\u00e7a; do des\u00e2nimo e da coragem. Por vezes, uma lancinante e perturbadora preocupa\u00e7\u00e3o, motivada pela incapacidade pessoal de controlar o futuro, coabita com o ardor da esperan\u00e7a que nos apazigua a alma, na certeza de que tudo ir\u00e1 correr bem e que, desta guerra, sairemos vencedores. E damos gra\u00e7as a Deus que assim seja! Os nossos cidad\u00e3os revelam uma impressionante capacidade de n\u00e3o capitularem, nem baixarem os bra\u00e7os. H\u00e1 esperan\u00e7a em Portugal e nos portugueses, traduzida numa abertura e disponibilidade face ao presente e ao futuro.<\/p>\n<p>Podemos dar gra\u00e7as a Deus por se manifestar, neste momento dif\u00edcil, algo de verdadeiramente impressionante: apesar das contrariedades do momento, nota-se uma resili\u00eancia sem tr\u00e9guas, n\u00e3o cedendo os portugueses \u00e0 ang\u00fastia e ao desespero. Em suma: existe confian\u00e7a.<\/p>\n<p>Caros Militares e For\u00e7as de Seguran\u00e7a, \u00e9 tamb\u00e9m a este n\u00edvel que o vosso contributo \u00e9 realmente decisivo. Reconhecendo isso mesmo, gostaria de expressar o meu profundo agradecimento e a minha sentida gratid\u00e3o. Portugal, pelo que foi e pelo que \u00e9, pelo que fez e pelo que faz, pela sua identidade e hist\u00f3ria, tem em v\u00f3s um dos pilares mais permanentes de abnega\u00e7\u00e3o e esperan\u00e7a. Para al\u00e9m de todas as provas dadas ao longo de s\u00e9culos de exist\u00eancia da nossa na\u00e7\u00e3o, continuais a agir em prol do bem de todos os portugueses. Sabei que vos estamos gratos pela disponibilidade, pelo vosso esp\u00edrito de servi\u00e7o, pela vossa abnegada dedica\u00e7\u00e3o, iluminando, assim, os caminhos escuros, onde a doen\u00e7a nos quer encerrar, com o fulgurante brilho de esperan\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>1.<\/strong>Por isso, a primeira palavra \u00e9 de\u00a0<strong>agradecimento<\/strong>. O brado de Portugal inteiro eleva-se para o Alto, em a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as pelas suas For\u00e7as Armadas e For\u00e7as de Seguran\u00e7a. Comove-nos o altru\u00edsmo com que vos colocais na primeira linha para defender e proteger os portugueses. A v\u00f3s se aplicam as palavras do Ap\u00f3stolo \u201cfazei-vos tudo a todos\u201d, para salvar Portugal. Na verdade, para os doentes, fazeis-vos bons samaritanos (Lc 10, 25-37), aumentando a probabilidade de se curarem. Para os que correm perigo, encarnais o rosto do Bom Pastor (Lc 15, 3-6) que vai \u00e0 procura de quem estava perdido, por se encontrar numa institui\u00e7\u00e3o que j\u00e1 lhe n\u00e3o pode valer. Sois hoje o bom pastor (Jo, 11-18) que pela defesa e prote\u00e7\u00e3o das suas ovelhas n\u00e3o deserta, mas enfrenta e corre todos os riscos para que ningu\u00e9m sucumba ao perigo. Para os sem-abrigo, sois hoje como o Pai Misericordioso da par\u00e1bola (Lc 15, 11-32), que acolhe, conforta e restabelece os \u201cpr\u00f3digos\u201d desta vida que necessitam de p\u00e3o, de um sorriso fraterno e de um rosto amig\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>2<\/strong>.Em segundo lugar, declaro a minha\u00a0<strong>solidariedade<\/strong>\u00a0e a da Igreja para convosco, Militares e mulheres e homens das For\u00e7as de Seguran\u00e7a. Como de forma linear t\u00eam ensinado os Papas, a solidariedade \u00e9 um corpo composto por dois membros. Por um lado, o sentimento interior de partilha da situa\u00e7\u00e3o do outro, como se fosse nossa. Por outro lado, a forte motiva\u00e7\u00e3o para a a\u00e7\u00e3o, levando-nos a uma operosidade cujo fim \u00e9 alcan\u00e7ar a solu\u00e7\u00e3o para os problemas que atormentam o outro ou a comunidade. O prot\u00f3tipo da solidariedade \u00e9, certamente, Jesus Cristo, que assumiu a nossa condi\u00e7\u00e3o e realizou a obra da nossa salva\u00e7\u00e3o, oferecendo a Sua vida em benef\u00edcio de todos. Eis a beleza do Mist\u00e9rio Pascal que hoje v\u00f3s testemunhais com a disponibilidade da vossa entrega ao servi\u00e7o de todos.<\/p>\n<p>Pois bem, caros Militares e For\u00e7as de Seguran\u00e7a, hoje toda a sociedade comunga da vossa situa\u00e7\u00e3o, f\u00e1-la pr\u00f3pria. Oxal\u00e1 chegue a v\u00f3s o quanto \u00e9 forte a comunh\u00e3o dos portugueses para convosco.<\/p>\n<p>Mas tamb\u00e9m queremos dedicar-nos a uma obra efetiva de solidariedade que se revela, antes de mais, no facto de os cidad\u00e3os, na sua grande maioria, acatarem as vossas recomenda\u00e7\u00f5es e ordens. Os portugueses hoje vivem a quarentena com o mesmo esp\u00edrito de miss\u00e3o com que, ao longo da hist\u00f3ria, responderam \u00e0 chamada para combaterem pelo seu pa\u00eds e pela sua P\u00e1tria. N\u00e3o duvido que, se os nossos cidad\u00e3os fossem novamente chamados para se apresentarem na linha da frente, Portugal inteiro se levantaria e apresentar-se-ia para servir a P\u00e1tria e o bem comum.<\/p>\n<p>Os portugueses amam Portugal. Essa dedica\u00e7\u00e3o manifesta-se no cumprimento das nossas obriga\u00e7\u00f5es, de acordo com o que nos \u00e9 solicitado. Estamos todos a travar o mesmo combate e, por isso, estamos convosco. Mas h\u00e1 ainda algo mais. Rezamos por v\u00f3s, caros Militares e For\u00e7as de Seguran\u00e7a. Estais presentes nas ora\u00e7\u00f5es que o povo crente eleva para Deus. Por v\u00f3s, pedimos aux\u00edlio e prote\u00e7\u00e3o. E como tamb\u00e9m estamos em per\u00edodo de Quaresma, \u00e9 redobrada a forma como elevamos aos c\u00e9us as nossas preces pelo bem e pelo sucesso da miss\u00e3o das For\u00e7as Armadas e For\u00e7as de Seguran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>3<\/strong>.Em terceiro lugar, gostaria de sublinhar a relev\u00e2ncia do sentimento de\u00a0<strong>esperan\u00e7a<\/strong>. Como j\u00e1 referi, hoje v\u00f3s alimentais em Portugal essa luz divina que n\u00e3o nos deixa resvalar para o des\u00e2nimo. S\u00e3o Paulo diz-nos que \u201cFoi na esperan\u00e7a que fomos salvos\u201d (Rm 8, 24) e o Papa Bento XVI comenta: \u00abA \u201creden\u00e7\u00e3o\u201d, a salva\u00e7\u00e3o, \u00e9-nos oferecida no sentido que nos foi dada a esperan\u00e7a, uma esperan\u00e7a fidedigna, gra\u00e7as \u00e0 qual podemos enfrentar o nosso tempo presente: o presente, ainda que custoso, pode ser vivido e aceite, se levar a uma meta e se pudermos estar seguros desta meta, se esta meta for t\u00e3o grande que justifique a canseira do caminho\u201d\u00a0<em>(Spe Salvi, 1)<\/em>. Portanto, a vit\u00f3ria sobre esta pandemia consegue-se quando, pelo heroico trabalho dos cientistas, dos profissionais de sa\u00fade, dos militares e agentes de seguran\u00e7a e de todos aqueles que continuam a garantir o sustento da vida, se mant\u00e9m viva, presente e operacional a esperan\u00e7a. Esta \u00e9 mais do que um sinal de salva\u00e7\u00e3o. Vai muito al\u00e9m de um mero ind\u00edcio de vit\u00f3ria sobre a amea\u00e7a. \u00c9 parte integrante dessa salva\u00e7\u00e3o e \u00e9 por ela que a salva\u00e7\u00e3o se realiza. Sem esperan\u00e7a n\u00e3o h\u00e1 cura, porque a cura \u00e9 constitu\u00edda precisamente pela esperan\u00e7a; integra a sua identidade. Assim, onde quer que a esperan\u00e7a se revele viva e atuante j\u00e1 se manifesta a salva\u00e7\u00e3o e a liberta\u00e7\u00e3o de tudo quanto nos oprime e diminui. E v\u00f3s atuais essa esperan\u00e7a e logo nos garantis que venceremos, pela gra\u00e7a de Deus.<\/p>\n<p>Por isso, a dedica\u00e7\u00e3o com que pautais o vosso dia a dia, a total disponibilidade para servir onde e como \u00e9 necess\u00e1rio, o esp\u00edrito de sacrif\u00edcio que demonstrais d\u00e3o raz\u00f5es ao nosso sentimento patri\u00f3tico, justificam e d\u00e3o sentido \u00e0 quarentena que estamos a observar e, fundamentalmente, alimentam-nos na confian\u00e7a, ajudando-nos a cultivar a vida, com a luz do vosso exemplo e com a for\u00e7a da vossa total abnega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Este ano, a P\u00e1scoa de Jesus, a passagem da morte para a vida, a Ressurrei\u00e7\u00e3o, est\u00e1 a acontecer e a celebrar-se em tantos lugares do mundo e em tantas hist\u00f3rias de vida, como na vossa, caros Militares e For\u00e7as de Seguran\u00e7a em que ofereceis a vossa vida pela vida dos outros. A\u00ed a for\u00e7a do vosso esp\u00edrito de sacrif\u00edcio suplanta os poderes da morte. A\u00ed o brilho da luz vence as trevas.<\/p>\n<p>Obrigado, boa Miss\u00e3o, uma Santa P\u00e1scoa, bem hajam.<\/p>\n<p>+ Rui Val\u00e9rio, Bispo das For\u00e7as Armadas e For\u00e7as de Seguran\u00e7a<\/p>\n<p>02 de abril de 2020<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":9,"featured_media":118075,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[271],"class_list":["post-168736","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-ordinariato-castrense"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/168736","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=168736"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/168736\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/118075"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=168736"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=168736"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=168736"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}