{"id":167895,"date":"2020-03-29T14:06:47","date_gmt":"2020-03-29T13:06:47","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=167895"},"modified":"2020-03-31T11:51:25","modified_gmt":"2020-03-31T10:51:25","slug":"igreja-mensagens-que-chegam-aos-altares-de-cada-casa-no-v-domingo-da-quaresma-e-ii-da-quarentena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/igreja-mensagens-que-chegam-aos-altares-de-cada-casa-no-v-domingo-da-quaresma-e-ii-da-quarentena\/","title":{"rendered":"Igreja: Mensagens transmitidas no V Domingo da Quaresma (e II da quarentena)"},"content":{"rendered":"<p><i>Eucaristias celebradas em \u00abisolamento pastoral\u00bb nas v\u00e1rias dioceses refletiram sobre\u00a0o sentido do sofrimento e da morte<\/i><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Missa_calice_missal.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-167896 size-full\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Missa_calice_missal.jpg\" alt=\"\" width=\"1500\" height=\"1000\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Missa_calice_missal.jpg 1500w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Missa_calice_missal-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Missa_calice_missal-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Missa_calice_missal-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Missa_calice_missal-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Missa_calice_missal-1280x853.jpg 1280w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Missa_calice_missal-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Missa_calice_missal-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Lisboa, 29 mar 2020 (Ecclesia) \u2013 A Igreja Cat\u00f3lica vive o domingo como o Dia do Senhor, da celebra\u00e7\u00e3o da P\u00e1scoa de Jesus, da Sua ressurrei\u00e7\u00e3o, vivida no memorial da Eucaristia, que acontece, no contexto de pandemia, em liturgias restritas a poucas pessoas.<\/p>\n<p>Na <a href=\"http:\/\/liturgia.pt\/files\/epidemia\/CelebFamilDiaSenhor5DomQua.pdf\">liturgia deste domingo<\/a>, o V da Quaresma e o II da quarentena, em Portugal, o tema central das homilias das Missas foi o coment\u00e1rio ao epis\u00f3dio do Evangelho que narra o encontro de Jesus em Bet\u00e2nia (cap\u00edtulo 11 do evangelista Jo\u00e3o), com as irm\u00e3s de L\u00e1zaro, que reclamam a hora tardia da sua chegada, encontrando o seu amigo L\u00e1zaro no t\u00famulo.<\/p>\n<p>No Casa Episcopal da Diocese do <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/folhadodomingo\/videos\/1094667380896982\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Algarve<\/strong><\/a>, D. Manuel Quintas disse que \u00e9 necess\u00e1rio \u201csair do t\u00famulo\u201d que cada um fabrica \u00e0 sua medida, feito de \u201cdesilus\u00f5es, desconfian\u00e7as&#8221; e do &#8220;medo que paralisa e atrofia o discernimento e conduz \u00e0 resigna\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Para o bispo do Algarve, \u00e9 necess\u00e1rio abandonar \u201csentimentos derrotistas\u201d e seguir o desafio de Cristo que continua a dizer, como a L\u00e1zaro, \u201cvem para fora, regressa \u00e0 vida, liberta-te das pris\u00f5es interiores\u201d, \u201cdesata amarras, sulcando o mar da vida, mesmo em tempo de grande perturba\u00e7\u00e3o\u201d, como a atual.<\/p>\n<p>Na S\u00e9 de <strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/dioceseaveiro\/videos\/3166707003366282\/\">Aveiro<\/a><\/strong>, o bispo diocesano alertou para o \u201cmedo que paralisa o homem\u201d e pode conduzir \u00e0 \u201cresigna\u00e7\u00e3o\u201d ou ao \u201cabandono\u201d e falou de muitas comunidades que apenas s\u00e3o merecedoras de \u201clamentos e de prantos\u201d, referindo que \u00e9 necess\u00e1rio \u201cdesatar as ligaduras, desvendar os olhos, desatar as m\u00e3os e os p\u00e9s, p\u00f4r-se a caminho, sem medo\u201d.<\/p>\n<p>\u201cL\u00e1zaro representa Jesus na sua vit\u00f3ria sobre a morte. E representa-nos a todos n\u00f3s que queremos deixar o nosso t\u00famulo e viver. Queremos sair da putrefa\u00e7\u00e3o dos nossos ego\u00edsmos e do isolamento do nosso t\u00famulo. E isto \u00e9 obra do Esp\u00edrito em n\u00f3s\u201d, afirmou D. Ant\u00f3nio Moiteiro<\/p>\n<p>Em <strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=mv-NNHCKdcs\">Braga<\/a><\/strong>, D. Jorge Ortiga, convidou os que o seguiam\u00a0\u00a0a pensar no amor de Jesus por L\u00e1zaro, por Marta e Maria, que fez com que Jesus chorasse \u201cintensamente\u201d por um amigo e revela que Cristo \u00e9 tamb\u00e9m \u201co amigo por excel\u00eancia\u201d de cada pessoa.<\/p>\n<p>Depois, o arcebispo de Braga prop\u00f4s uma reflex\u00e3o sobre \u201cquatro significados principais do Dia do Domingo\u201d, nomeadamente como \u201co dia da Eucaristia\u201d, o \u201cdia da fam\u00edlia\u201d, o \u201cdia da natureza\u201d e o \u201cdia do descanso\u201d.<\/p>\n<p>Em <strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/Diocese.de.Coimbra\/videos\/2667127846732805\/\">Coimbra<\/a><\/strong>, D. Virg\u00edlio Antunes referiu-se ao \u201cmedo da morte\u201d em que todas as pessoas est\u00e3o envolvidas, sentindo que \u201cningu\u00e9m fica de fora\u201d de uma pandemia como a atual, como lembrou o Papa na ora\u00e7\u00e3o e b\u00ean\u00e7\u00e3o \u201cUrbi et Orbi\u201d da \u00faltima sexta-feira, na Pra\u00e7a de S\u00e3o Pedro.<\/p>\n<p>Para o bispo de Coimbra, a globaliza\u00e7\u00e3o do sofrimento globalizou tamb\u00e9m a solidariedade, o \u201csentido da ora\u00e7\u00e3o\u201d e a humanidade aproximou-se \u201cpor uma causa comum\u201d.<\/p>\n<p>No Pa\u00e7o Episcopal de <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/287158024672744\/videos\/599980180599548\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>\u00c9vora<\/strong><\/a>, D. Francisco Senra Coelho, lembrou a ordem de Jesus \u2013 \u201csai para fora\u201d \u2013 e disse que esse \u00e9 o prop\u00f3sito para este \u201cmomento t\u00e3o estranho\u201d, permitindo ultrapassar \u201cmedos\u201d, \u201cang\u00fastias\u201d, \u201ccircunst\u00e2ncias dif\u00edceis\u201d e sendo ocasi\u00e3o de renova\u00e7\u00e3o para a Igreja<\/p>\n<p>\u201cQue esta prova\u00e7\u00e3o seja tamb\u00e9m purifica\u00e7\u00e3o, renova\u00e7\u00e3o. Que este momento de prova fa\u00e7a a Igreja amadurecer com Maria junto \u00e0 Cruz para estar apta para o Pentecostes, para o dom do Esp\u00edrito Santo, e se tornar assim mission\u00e1ria da esperan\u00e7a\u201d, afirmou o arcebispo de \u00c9vora<\/p>\n<p>No <strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/rtpmadeira\/videos\/214980579569178\/\">Funchal<\/a><\/strong>, na Missa transmitida pela RTP Madeira a partir da Igreja da Boa Nova, D. Nuno Br\u00e1s lembrou uma Quaresma onde prociss\u00f5es e vias-sacras s\u00e3o feitas da necessidade de \u201cestar em casa\u201d, do \u201csofrimento de n\u00e3o estar com os amigos\u201d, da \u201ccaridade redobrada\u201d de estar atento aos vizinhos para que n\u00e3o \u201cfiquem sem alimento e sem assist\u00eancia\u201d, e que prepara a celebra\u00e7\u00e3o da \u201ccerteza da ressurrei\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u201cComo O vamos acolher? Como vamos permitir que passe por cada um de n\u00f3s e nos d\u00ea a vida eterna? Pe\u00e7amos que passe por n\u00f3s, pelo nosso cora\u00e7\u00e3o, pelas nossas fam\u00edlias, pela nossa Ilha e nos encontre preparados para celebrar com Ele a P\u00e1scoa, o mundo novo que Ele nos traz e que Ele nos prop\u00f5e\u201d, afirmou o bispo do Funchal.<\/p>\n<p>Na Diocese de <strong>Guarda<\/strong>, D. Manuel Fel\u00edcio lembrou que a P\u00e1scoa \u00e9 a afirma\u00e7\u00e3o de que a morte \u201cdeixa de ser a \u00faltima palavra\u201d, que passa \u201ca pertencer \u00e0 vida\u201d, e manifestou a sua proximidade a quem est\u00e1 a cuidar de quem sofre por causa da pandemia, lembrando tamb\u00e9m quem \u201cde forma an\u00f3nima, garante que \u201ca vida n\u00e3o pare e a luta conta o inimigo comum e invis\u00edvel se mantenha firme\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAtrav\u00e9s dos muitos meios poss\u00edveis quere\u00admos estar pr\u00f3ximos de todos os que se encontram na linha mais da frente, a prestar cuidados aos que mais sofrem, quer nos hospitais, quer nas casas onde se encontram os mais vulner\u00e1veis, como s\u00e3o os lares; \u00a0Mas tamb\u00e9m nos servi\u00e7os essenciais, sobretudo farm\u00e1cias e lugares de abastecimento ou mesmo quem se ocupa nos servi\u00e7os de limpeza\u201d, afirmou o bispo de Guarda.<\/p>\n<p>O bispo de <a href=\"https:\/\/mesadepalavras.wordpress.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Lamego<\/strong><\/a> publicou uma reflex\u00e3o sobre a liturgia deste \u201cDomingo da d\u00e1diva da Ressurrei\u00e7\u00e3o\u201d no blog \u2018Mesa de palavras\u2019, afirmando que a morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de L\u00e1zaro \u201cremete de forma clara\u201d para a morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus.<\/p>\n<p>\u201cEm boa verdade, o epis\u00f3dio da morte \/ ressurrei\u00e7\u00e3o de L\u00e1zaro remete de forma clara para a Morte \/ Ressurrei\u00e7\u00e3o do Senhor. O tempo que marca a narrativa n\u00e3o \u00e9 o tempo de L\u00e1zaro (da sua doen\u00e7a, da sua morte, do seu sepultamento), mas \u00e9 o tempo (a hora) de Jesus, o Filho de Deus, Aquele-que-Vem sempre, passageiro total, pascal\u201d, escreve D. Ant\u00f3nio Couto.<\/p>\n<p>Na Casa Episcopal da Diocese de <strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=NIMzyidg2H8&amp;feature=youtu.be&amp;fbclid=IwAR0NrbARr0bAFjIlSt5OqxwSBUpaZqLVcAMdgrUtfKmmeV5Y98vtcK20PDE\">Leiria-F\u00e1tima<\/a><\/strong>, o cardeal D. Ant\u00f3nio Marto lembrou que este dia seria de peregrina\u00e7\u00e3o diocesana ao Santu\u00e1rio de F\u00e1tima e convidou todos a viver o domingo em \u201cesp\u00edrito de peregrina\u00e7\u00e3o\u201d e na \u201ccompaix\u00e3o\u201d por quem sofre, \u00e0 semelhan\u00e7a de Jesus na fam\u00edlia de Bet\u00e2nia.<\/p>\n<p>\u201cAs l\u00e1grimas de Cristo s\u00e3o as nossas l\u00e1grimas, as l\u00e1grimas da humanidade face ao mist\u00e9rio do sofrimento e da morte, s\u00e3o l\u00e1grimas de ora\u00e7\u00e3o que nos ensinam a rezar a partir da dor e do amor\u201d, afirmou D. Ant\u00f3nio Marto, manifestando proximidade\u00a0 a quem sofre &#8211; \u00a0os enfermos, os que est\u00e3o internados, em quarentena, em confinamento, os idosos, os s\u00f3s, os que morreram e os seus familiares em luto &#8211;\u00a0 e lembrando que a ordem dada a L\u00e1zaro \u201csai para fora\u201d \u00e9 repetida a cada um nos dias de hoje.<\/p>\n<p>Em <strong>Lisboa<\/strong>, na Missa transmitida pela RTP a partir da Igreja de Cristo Rei da Portela, o cardeal-patriarca de Lisboa referiu-se \u00e0 situa\u00e7\u00e3o atual de \u201cdist\u00e2ncia que \u00e9 necess\u00e1rio manter\u201d, onde todos parecem estar \u201cseparados de todos\u201d, como estava L\u00e1zaro, no t\u00famulo, de uma forma que \u201cparecia definitiva\u201d e que veio a revelar-se transit\u00f3ria.<\/p>\n<p>D. Manuel Clemente disse que, como Jesus diante de L\u00e1zaro, as atitudes que \u00e9 necess\u00e1rio manter \u201cdiante de tanto sofrimento, tanta consterna\u00e7\u00e3o e trabalhos na presente pandemia\u201d s\u00e3o: condoer-se diante do sofrimento e com as manifesta\u00e7\u00f5es \u201ctocantes\u201d da sociedade portuguesa de reconhecimento a todos os que cuidam dos outros, rezar em \u201cigrejas dom\u00e9sticas\u201d e libertar-se, permitindo que a liberta\u00e7\u00e3o de Deus passe por quem cr\u00ea.<\/p>\n<p>Na Diocese de <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=WdOBGGBtwm4&amp;feature=youtu.be&amp;fbclid=IwAR37dBjyWQcBs5e0rUVLLNvLKFfmVQsPlPbLHA1XDoCMYOwVxQEKTCHc-MA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Santar\u00e9m<\/strong><\/a>, D. Jos\u00e9 Traquina publicou uma mensagem v\u00eddeo sobre a liturgia do V Domingo da Quaresma, questionando sobre o sepulcro em que cada um est\u00e1 inserido, que pode n\u00e3o ser a casa em que cada um est\u00e1 \u201cfechado por raz\u00f5es da epidemia\u201d, mas pode ser o cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cQuando o cora\u00e7\u00e3o \u00e9 um cofre fechado, que n\u00e3o permite a vida, \u00e9 para esse cora\u00e7\u00e3o que a Palavra faz falta: sai desse cora\u00e7\u00e3o, abre-te \u00e0 gra\u00e7a, abre-te ao amor, deixa que a luz entre e assim acontece vida nova\u201d, afirmou o bispo de Santar\u00e9m.<\/p>\n<p>Na Igreja de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, em <strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/diocesesetubal\/videos\/636467453805403\/\">Set\u00fabal<\/a><\/strong>, o coment\u00e1rio de D. Jos\u00e9 Ornelas ao di\u00e1logo entre as irm\u00e3s de L\u00e1zaro e Jesus, foi o pretexto para lembrar as perguntas da humanidade envolvida numa pandemia, que questiona as raz\u00f5es do sofrimento e da morte.<\/p>\n<p>Para o bispo de Set\u00fabal, \u201cisto n\u00e3o se resolve com discursos\u201d e, \u00e0 semelhan\u00e7a da narrativa do Evangelho onde Jesus n\u00e3o prop\u00f5e \u00e0 fam\u00edlia de Bet\u00e2nia um \u201cprinc\u00edpio te\u00f3rico\u201d ou uma \u201crevivifica\u00e7\u00e3o de L\u00e1zaro por uns dias\u201d mas \u201cliberta\u00e7\u00e3o da morte\u201d, tamb\u00e9m hoje desafia a descobrir os muitos gestos de liberta\u00e7\u00e3o da morte e de quem n\u00e3o desiste de \u201clevantar os olhos para o c\u00e9u\u201d.<\/p>\n<blockquote><p>Talvez ouv\u00edssemos Jesus dizer: \u2018Procura-me nas urg\u00eancias dos hospitais, cansado, de m\u00e1scara, com equipamento protetor, arriscando a vida para que muitos possam viver; procura-me nos lares, acompanhando os mais fr\u00e1geis, nos servi\u00e7os mais elementares e indispens\u00e1veis, resistindo ao medo que seria pior que o pr\u00f3prio v\u00edrus; ando pelos laborat\u00f3rios procurando solu\u00e7\u00f5es novas para esta crise nova; vou lavando estradas, juntando lixo, levando produtos para todos; podes ver-me tamb\u00e9m num padre anci\u00e3o destes dias que ofereceu o seu ventilador a um jovem para que pudesse viver. J\u00e1 tive a alegria de o abra\u00e7ar, como a todos os que semearam na terra a semente da vida e do amor pelos outros. Eles parecem-se bem comigo porque Eu continuo presente neles e hoje eles est\u00e3o comigo. E estou contigo e com voc\u00eas todos que ficam em casa quando vos apetecia sair&#8217;.<\/p><\/blockquote>\n<p>Na S\u00e9 de <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/diocesevilareal\/videos\/639193293309071\/\">Vila Real<\/a>, D. Ant\u00f3nio Augusto lembrou \u201cnot\u00edcias perturbadoras\u201d que se multiplicam na atualidade no contexto da pandemia que atinge familiares e conhecidos e, como no epis\u00f3dio do Evangelho, o desafio \u00e0 confian\u00e7a que Jesus dirigiu \u00e0s irm\u00e3s de L\u00e1zaro \u00e9 o que coloca nos dias de hoje, destacando o \u201cesfor\u00e7o heroico\u201d de quem cuida.<\/p>\n<p>\u201cImporta destacar o esfor\u00e7o heroico dos profissionais de sa\u00fade e dos cuidadores em geral que, com escassez de meios e risco de vida, s\u00e3o incans\u00e1veis a cuidar dos doentes. S\u00e3o testemunhos de vida que constituem hinos \u00e0 gloria de Deus porque ilustram o melhor da humanidade\u201d, afirmou o bispo de Vila Real.<\/p>\n<p>(Em atualiza\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p><em>PR<\/em><\/p>\n<p>https:\/\/www.facebook.com\/diocesesetubal\/videos\/636467453805403\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eucaristias celebradas em \u00abisolamento pastoral\u00bb nas v\u00e1rias dioceses refletiram sobre\u00a0o sentido do sofrimento e da morte<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":167896,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[89,3],"tags":[147,698],"class_list":["post-167895","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque2","category-nacional","tag-conferencia-episcopal-portuguesa","tag-covid-19"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/167895","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=167895"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/167895\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/167896"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=167895"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=167895"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=167895"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}