{"id":16354,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/lagos-e-vila-nova-da-barquinha-autarquias-amigas-da-familia\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"lagos-e-vila-nova-da-barquinha-autarquias-amigas-da-familia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/lagos-e-vila-nova-da-barquinha-autarquias-amigas-da-familia\/","title":{"rendered":"Lagos e Vila Nova da Barquinha: Autarquias Amigas da Fam\u00edlia"},"content":{"rendered":"<p>A APFN comunica que os Munic\u00edpios de Lagos e Vila Nova da Barquinha aprovaram recentemente altera\u00e7\u00f5es ao tarif\u00e1rio da \u00e1gua para fam\u00edlias numerosas, na linha do que a APFN tem vindo a reclamar. Embora, em Lagos, o modelo aprovado n\u00e3o seja o defendido pela APFN (http:\/\/www.apfn.com.pt\/Cadernos\/caderno%207a4.PDF) por ser apenas um desconto, em vez de fixa\u00e7\u00e3o do custo em fun\u00e7\u00e3o do consumo per capita , congratulamo-nos com a manifesta sensibilidade para a flagrante injusti\u00e7a no tarif\u00e1rio que cada vez menos autarquias insistem em continuar a aplicar e que penaliza os casais que, contra tudo e contra todos, sobretudo o pr\u00f3prio Estado, continuam a ir al\u00e9m de um ou dois filhos. A APFN espera que, em breve, o Munic\u00edpio de Lagos adira em pleno \u00e0 Tarifa Familiar da \u00c1gua, assim como \u00e0s restantes medidas preconizadas por n\u00f3s (http:\/\/www.apfn.com.pt\/Noticias\/Jul2005\/apfn.htm ). Lagos e Vila Nova da Barquinha v\u00eam, assim, acrescentar o seu nome \u00e0s Autarquias Amigas da Fam\u00edlia que foram sens\u00edveis ao defendido pela APFN (por ordem de ades\u00e3o): Sintra, Coimbra, Lisboa, Porto, Ribeira Grande, Condeixa, Aveiro, Portim\u00e3o, \u00c9vora, Vila Real, Ponta Delgada, Viseu, C\u00e2mara de Lobos, Odemira, Famalic\u00e3o, Gaia, Leiria e Torres Vedras A APFN espera que este exemplo seja seguido pela Assembleia da Rep\u00fablica e pelo Governo central, que continuam indiferentes ao gigantesco d\u00e9fice demogr\u00e1fico (para al\u00e9m da anunciada inevit\u00e1vel e consequente altera\u00e7\u00e3o ao regime das reformas, designadamente idade m\u00ednima e valor) e a alimentarem uma cultura infat\u00f3foba, com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade em sublime destaque, em vez de uma cada vez mais necess\u00e1ria cultura de Fam\u00edlia, promotora de estabilidade conjugal e de natalidade. Recorde-se que, desde 1982, Portugal tem vindo a apresentar um crescente d\u00e9fice de nascimentos, actualmente de mais de 55.000 por ano, o que eleva este d\u00e9fice a mais de 870.000 crian\u00e7as e jovens (http:\/\/www.apfn.com.pt\/Noticias\/Set2005\/apfn1.htm), motivo pelo qual t\u00eam vindo a ser anunciadas inevit\u00e1veis altera\u00e7\u00f5es ao sistema de reformas, mas sem que, inexplicavelmente, sejam adoptadas medidas de apoio aos casais com filhos, para que possam ter os filhos que desejem sem serem penalizados por isso, a n\u00e3o ser que se divorciem ou se separem, conforme queixa j\u00e1 apresentada ao Provedor de Justi\u00e7a. A APFN apela ao Governo e \u00e0 Assembleia da Rep\u00fablica que acordem do seu sono longo e profundo e adoptem, com urg\u00eancia, medidas \u00e0 semelhan\u00e7a do j\u00e1 adoptado, com sucesso, h\u00e1 v\u00e1rios anos pela esmagadora maioria dos pa\u00edses europeus, e na linha do recentemente defendido pelo Presidente da Rep\u00fablilca (http:\/\/semanal.expresso.clix.pt\/1caderno\/pais.asp?edition=1726&#038;articleid=ES200894), embora s\u00f3 o tenha descoberto ao fim de dez anos de mandato. A APFN espera que este seja um dos &#8220;dossiers&#8221; a ser passado ao novo Presidente da Rep\u00fablica e que este se preocupe, desde j\u00e1, com o assunto, uma vez que vai ser testemunha previlegiada do colapso do &#8220;Estado Social&#8221; tal qual existiu at\u00e9 agora.  A APFN apela, ainda, ao Governo que passe a falar verdade, seguindo o exemplo do Ministro das Finan\u00e7as, em vez de se refugiar em estudos propositadamente falseados para justificarem a sua inac\u00e7\u00e3o e  prossecu\u00e7\u00e3o e intensifica\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica infat\u00f3fobaque Portugal tem seguido nos \u00faltimos 30 anos, com os resultados cada vez mais dificilmente disfar\u00e7\u00e1veis . Finalmente, a APFN apela a toda a sociedade portuguesa para n\u00e3o ficar, inutilmente, \u00e0 espera das indispens\u00e1veis e inevit\u00e1veis medidas do Poder Central, uma vez que, todos podemos fazer algo, como \u00e9 o caso dos Munic\u00edpios Amigos da Fam\u00edlia acima enumerados e das mais de 600 empresas que j\u00e1 d\u00e3o facilidades a fam\u00edlias numerosas, por saberem que o problema da insustentabilidade da Seguran\u00e7a Social s\u00f3 poder\u00e1 ser enfrentado com o aumento do n\u00famero de fam\u00edlias numerosas. \u00c9 uma tristeza e um desastre assistirmos \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero m\u00e9dio de crian\u00e7as por fam\u00edlia, em contraste com o aumento do n\u00famero m\u00e9dio de autom\u00f3veis e de animais de estima\u00e7\u00e3o.  10 de Fevereiro de 2006 <i>APFN &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Fam\u00edlias Numerosas<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A APFN comunica que os Munic\u00edpios de Lagos e Vila Nova da Barquinha aprovaram recentemente altera\u00e7\u00f5es ao tarif\u00e1rio da \u00e1gua para fam\u00edlias numerosas, na linha do que a APFN tem vindo a reclamar. 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