{"id":16184,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/da-alegria-de-ser-chamado-a-coragem-de-chamar\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"da-alegria-de-ser-chamado-a-coragem-de-chamar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/da-alegria-de-ser-chamado-a-coragem-de-chamar\/","title":{"rendered":"\u201cDa alegria de ser chamado \u00e0 coragem de chamar\u201d"},"content":{"rendered":"<p>Bispo de Viseu pronucia-se sobre pastoral vocacional e pedagogia vocacional <!--more--> \u201cDa alegria de ser chamado \u00e0 coragem de chamar\u201d \u00e9 o lema do plano diocesano de pastoral vocacional que coloca a tem\u00e1tica dentro do lema para o ano pastoral: \u201cServidores da alegria do Evangelho\u201d. Na carta pastoral referi-me \u00e0 necessidade de \u201cuma verdadeira e pr\u00f3pria pedagogia vocacional\u201d. Hoje quero explicitar esta pedagogia, o seu alcance e as suas exig\u00eancias para a comunidade crist\u00e3 e para os animadores vocacionais, tendo presente uma quest\u00e3o fundamental: o que \u00e9 que se deve por no centro da pastoral vocacional para abrir a mente e o cora\u00e7\u00e3o dos mais jovens a um apelo de Deus, que os atraia de modo a coloc\u00e1-lo no horizonte das suas op\u00e7\u00f5es?    1. Novo contexto vocacional A crise das voca\u00e7\u00f5es ao sacerd\u00f3cio ou \u00e0 vida religiosa n\u00e3o pode ser compreendida de um modo isolado do contexto cultural da nossa \u00e9poca nem do contexto da viv\u00eancia da f\u00e9 nas nossas comunidades. \u00c9 antes de mais uma crise cultural. Hoje sente-se a falta de uma \u201ccultura vocacional\u201d que se reflecte em v\u00e1rios \u00e2mbitos: crise da voca\u00e7\u00e3o ao matrim\u00f3nio, \u00e0 vida pol\u00edtica, \u00e0 vida sindical, \u00e0 vida associativa. Isto \u00e9 derivado da cultura reinante da incerteza e da confus\u00e3o, causada pelo relativismo e pelo vazio de ideais, de valores, de refer\u00eancias e modelos fortes, que desemboca por sua vez na cultura da indecis\u00e3o. Os jovens t\u00eam temor, receio e medo de tomar op\u00e7\u00f5es e assumir compromissos fortes, exigentes e duradoiros. Esta crise cultural repercute-se tamb\u00e9m na Igreja.  Em tempos de cristandade, a voca\u00e7\u00e3o, tal como a f\u00e9, despertava e transmitia-se como que por osmose ou cont\u00e1gio do ambiente crist\u00e3o das fam\u00edlias e da figura e do estatuto social do padre. Hoje, num mundo em constante mudan\u00e7a e pluralista, a voca\u00e7\u00e3o, tal como a f\u00e9, requer interpela\u00e7\u00e3o clara por parte da comunidade crist\u00e3 e escolha, op\u00e7\u00e3o consciente dos destinat\u00e1rios. Acontece por\u00e9m que nas nossas comunidades crist\u00e3s reina uma amn\u00e9sia vocacional. A maior parte dos nossos crist\u00e3os pensa que isso da voca\u00e7\u00e3o \u00e9 assunto do bispo e dos padres.  A crise vocacional \u00e9, em \u00faltima an\u00e1lise, crise de interpreta\u00e7\u00e3o banal da f\u00e9, privada de toda a beleza, frescura, encanto, paix\u00e3o, alegria e entusiasmo por Cristo e pelo evangelho, privada do sentido de responsabilidade e de doa\u00e7\u00e3o a Deus e aos outros. Entre os crist\u00e3os h\u00e1 a tend\u00eancia a ser mais fruidores e consumidores de servi\u00e7os religiosos do que a ser chamados e enviados por Jesus Cristo. Ora o crente n\u00e3o compreende nada da f\u00e9, se n\u00e3o a percebe e vive como apelo, chamamento constante ao qual d\u00e1 resposta. Cada um \u00e9 chamado a viver a f\u00e9 como voca\u00e7\u00e3o segundo os dons, qualidades, capacidades e carismas com que Deus o agraciou e os minist\u00e9rios a que o chama. Isto diz respeito a todos os crist\u00e3os. Daqui resulta que a pastoral vocacional n\u00e3o \u00e9 um aspecto isolado, sectorial. Est\u00e1 vinculada \u00e0 pastoral global da comunidade crist\u00e3 e, particularmente, \u00e0 pastoral juvenil e familiar. Trata-se de uma pastoral transversal e refere-se a todas as voca\u00e7\u00f5es.   2. Pedagogia vocacional Esta pastoral requer uma pedagogia pr\u00f3pria, isto \u00e9, linhas pedag\u00f3gicas em ordem \u00e1 anima\u00e7\u00e3o vocacional.   2.1.O \u00e2mbito existencial: a comunidade crist\u00e3 normal deve ser por natureza, \u201ccasa e escola vocacional\u201d que faz despertar e crescer, de modo normal, as voca\u00e7\u00f5es normais a partir da f\u00e9 vivida e testemunhada como apelo! A voca\u00e7\u00e3o h\u00e1-de ser apresentada n\u00e3o como um facto extraordin\u00e1rio, mas como o desabrochar normal de um caminho de f\u00e9: Que procuras? O que te move? Que anseios est\u00e3o no interior do teu cora\u00e7\u00e3o? Que sentido e que projecto queres dar \u00e1 tua vida? Que esperas da vida? Voca\u00e7\u00f5es normais: a vida matrimonial, profiss\u00e3o, sacerd\u00f3cio, minist\u00e9rios, vida consagrada, voluntariado, empenho no social ou politico etc. A pastoral passa atrav\u00e9s de uma proposta vocacional comunit\u00e1ria e popular, n\u00e3o elitista. Cada um na comunidade (fam\u00edlia, catequistas, padres\u2026) tem um talento pr\u00f3prio a fazer frutificar na ac\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria, para a prepara\u00e7\u00e3o do terreno e para a sementeira de todas as voca\u00e7\u00f5es. Assim todos se sentem e mostram respons\u00e1veis pelo futuro da Igreja.  2.2 Os protagonistas: todo o adulto na f\u00e9 sentir\u00e1 a alegria de ser chamado e por sua vez de \u201cchamar\u201d tamb\u00e9m: com o testemunho de vida, a palavra, o acompanhamento, a interpela\u00e7\u00e3o directa&#8230; Mas, como num jogo em equipa, h\u00e1 que ter animadores vocacionais nas comunidades e na diocese.  2.3 O objectivo: formar, educar o sujeito vocacional para que viva conscientemente o chamamento pessoal como parte da sua f\u00e9, da sua rela\u00e7\u00e3o com Deus, com o povo de Deus e com o mundo. A voca\u00e7\u00e3o de cada um \u00e9 sempre voca\u00e7\u00e3o situada num contexto familiar, religioso, comunit\u00e1rio e social, como se pode ver no exemplo t\u00edpico da voca\u00e7\u00e3o de Samuel.  2.4 Estrat\u00e9gia vocacional: os caminhos da pastoral vocacional s\u00e3o, antes de mais, os do crescimento da f\u00e9 e dos seus dinamismos. Em concreto, requer-se:  \t&#8211; a articula\u00e7\u00e3o dos dinamismos da f\u00e9;  \t&#8211; propostas de itiner\u00e1rios vocacionais, ou seja, de media\u00e7\u00f5es para a op\u00e7\u00e3o vocacional.  3. O animador vocacional Naturalmente, n\u00e3o esquecemos que a anima\u00e7\u00e3o vocacional \u00e9, antes de mais, obra de Deus que trabalha o cora\u00e7\u00e3o humano pela ac\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo. Mas Deus trabalha com a nossa colabora\u00e7\u00e3o, em equipa connosco. O ser animador vocacional requer uma pedagogia pr\u00f3pria. A pedagogia \u00e9 antes de mais a pr\u00f3pria pessoa que a p\u00f5e em pr\u00e1tica. N\u00e3o bastam os princ\u00edpios te\u00f3ricos. O m\u00e9todo \u00e9 sobretudo a qualidade da sua vida. A pedagogia vocacional \u00e9 pois, antes de mais, o n\u00edvel da maturidade vocacional do animador. Nesta perspectiva propomos algumas qualidades ou caracter\u00edsticas do animador vocacional.  3.1 Educador e formador  H\u00e1 hoje uma \u201corfandade educativa\u201d que vai mais para al\u00e9m dos pais que se demitem da sua fun\u00e7\u00e3o educativa, das fam\u00edlias desfeitas e dos pais separados. A crise vocacional \u00e9 tamb\u00e9m crise de educadores. H\u00e1 de facto muito mais instru\u00e7\u00e3o, mas menos educa\u00e7\u00e3o. A educa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma arte. Em s\u00edntese: \t\u2013 a arte de ajudar o jovem a trazer ao de cima, a tomar consci\u00eancia da verdade de si mesmo: a conhecer-se e a conhecer as suas aspira\u00e7\u00f5es, os seus ideais, os seus medos e as suas resist\u00eancias, as suas fragilidades e depend\u00eancias;  \t&#8211; a arte de propor um ideal de vida que a desenvolve e a torna digna de ser vivida. \tEste empenho deveria ser vis\u00edvel: &#8211; no tempo e nas energias dedicadas a este servi\u00e7o; &#8211; na disponibilidade \u00e0 escuta; &#8211; no acompanhamento espiritual compreensivo e tamb\u00e9m exigente; &#8211; na aten\u00e7\u00e3o particular a cada pessoa e n\u00e3o s\u00f3 ao grupo.  3.2 Propositivo e corajoso Quer dizer, o animador dever\u00e1 ter consci\u00eancia de que tem algo de belo e importante a comunicar e partilhar com os jovens. O que \u00e9 verdadeiro, bom e belo deve ser testemunhado e narrado n\u00e3o s\u00f3 respeitando mas tamb\u00e9m \u201cpro-vocando\u201d a liberdade de quem escuta para que reconhe\u00e7a algo que pode tornar verdadeira, boa e bela a sua vida. Neste aspecto \u00e9 priorit\u00e1rio o recurso a testemunhos significativos e belos. O primeiro testemunho dos padres e religiosos \u00e9 pois a beleza do sacerd\u00f3cio, da miss\u00e3o, da vida consagrada, da vida em comunidade, em tudo o que se vive, diz e faz&#8230; O animador deve ter consci\u00eancia de possuir este tesouro. Daqui deriva a coragem e a criatividade de dar o primeiro passo, de passar \u00e0 pedagogia da proposta, de chamar pelo nome como fazia Jesus, de experimentar estrat\u00e9gias educativas, mesmo quando n\u00e3o parecem dar resultados imediatos. N\u00e3o desiste ap\u00f3s a primeira recusa. Por vezes h\u00e1 timidez porque n\u00e3o se acredita no tesouro que se possui. E n\u00e3o \u00e9 com certas manias juvenilistas que se provoca a liberdade dos jovens. Querem-nos ver pr\u00f3ximos, mas diferentes!  3.3 Coerente e essencial A coer\u00eancia \u00e9 a fidelidade a si mesmo, \u00e0 sua voca\u00e7\u00e3o, \u00e0s convic\u00e7\u00f5es e aos valores, a Jesus Cristo e ao projecto de Deus que \u00e9 o essencial. Por vezes entretemos os jovens com o secund\u00e1rio e o perif\u00e9rico que s\u00f3 serve para confundir. Hoje um jovem vive na confus\u00e3o mais desorientadora e em contacto com a incoer\u00eancia mais dissonante, a v\u00e1rios n\u00edveis e em muitas pessoas, a come\u00e7ar na pr\u00f3pria fam\u00edlia. Tem necessidade de coer\u00eancia e de exemplos vivos desta virtude que deixam transparecer o essencial da vida e o que \u00e9 fundamental para a sua vida e a sua felicidade. Isto implica passar da pedagogia dos valores \u00e0 pedagogia dos modelos de vida.  3.4 Alegre, contente e cred\u00edvel O animador h\u00e1-de ser testemunha de uma serenidade e alegria interiores que tornam cred\u00edvel aquele que chama e o chamamento que faz. A autenticidade do testemunho vive-se na frescura de motiva\u00e7\u00f5es, no gosto de redescobrir, cada dia, motivos e sabores novos do pr\u00f3prio minist\u00e9rio ou da consagra\u00e7\u00e3o. Li uma vez esta frase: \u201cO padre deve ser como o peixe, isto \u00e9, fresco; quando n\u00e3o \u00e9 fresco come\u00e7a a cheirar mal\u201d\u2026 Trata-se, naturalmente, da frescura espiritual!  Esta autenticidade transparece e manifesta-se na capacidade de rela\u00e7\u00e3o, na maturidade relacional: &#8211; a capacidade de estar no meio da gente; &#8211; de querer bem a todos e n\u00e3o s\u00f3 aos simp\u00e1ticos; &#8211; de viver rela\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis, livres e libertadoras; &#8211; de estar contente com a sua escolha ou com o seu ser celibat\u00e1rio como dom total de si mesmo. O melhor modo de mostrar as pr\u00f3prias convic\u00e7\u00f5es \u00e9 mostrar-se contente, alegre, sereno; s\u00f3 assim, o que foi chamado se torna tamb\u00e9m naquele que chama!  4. Estrat\u00e9gia vocacional  4.1 Articula\u00e7\u00e3o dos dinamismos da f\u00e9 Se o modo normal do desabrochar e crescer da voca\u00e7\u00e3o \u00e9 a partir da f\u00e9, h\u00e1 que articular todos os dinamismos que lhe s\u00e3o pr\u00f3prios: f\u00e9 recebida, personalizada, professada, celebrada, rezada, estudada, partilhada, anunciada, provada na e pela vida. A op\u00e7\u00e3o vocacional \u00e9 consequ\u00eancia da vitalidade destes dinamismos. E dentro destes dinamismos h\u00e1 que propor claramente a f\u00e9 como coragem de escolher e aliment\u00e1-la com a vida sacramental.   a)A f\u00e9 como coragem de escolher, optar e decidir Trata-se de uma educa\u00e7\u00e3o da pessoa na e para a f\u00e9 que se traduz quotidianamente em op\u00e7\u00f5es de vida e de estilo de vida. A f\u00e9 \u00e9 geradora duma coragem capaz de fazer frente \u00e1 cultura da incerteza e da indecis\u00e3o. Para isso h\u00e1 que ir treinando os jovens, progressivamente, no seu itiner\u00e1rio de f\u00e9, com etapas ou momentos em que se tomam pequenas ou grandes decis\u00f5es (v.g. profiss\u00e3o de f\u00e9, compromissos  na vida pessoal ou familiar (estudo, hor\u00e1rios, uso do tempo livre), na comunidade ou no voluntariado, boa ac\u00e7\u00e3o do dia, ora\u00e7\u00e3o etc).  b)A vida sacramental \u201cSe o Senhor n\u00e3o constr\u00f3i a casa, em v\u00e3o se afadigam os que nela trabalham\u201d, diz o salmista. Os sacramentos s\u00e3o momentos fortes e cont\u00ednuos em que o pr\u00f3prio Deus com a sua gra\u00e7a vai modelando o cora\u00e7\u00e3o de cada um; em que se vai formando a consci\u00eancia que torna o jovem capaz de sentir na sua consci\u00eancia o Deus que chama; e em que tamb\u00e9m se v\u00e3o tomando decis\u00f5es. Na perspectiva vocacional h\u00e1 tr\u00eas sacramentos a valorizar: a confirma\u00e7\u00e3o, a eucaristia e a reconcilia\u00e7\u00e3o.  c)Os retiros S\u00e3o aut\u00eanticos \u201ckairoi\u201d, momentos especiais de gra\u00e7a para que a f\u00e9 seja personalizada, interiorizada e vivida como apelo, chamamento de Deus.  4.2 Itiner\u00e1rios vocacionais espec\u00edficos Antes de mais, \u00e9 necess\u00e1rio imprimir uma perspectiva vocacional aos demais itiner\u00e1rios de f\u00e9 que existem nas comunidades como a catequese ou grupos de jovens. N\u00e3o podemos esquecer que, de qualquer itiner\u00e1rio de f\u00e9, fazem parte os elementos essenciais da f\u00e9 vivida: escuta da Palavra, celebra\u00e7\u00e3o e ora\u00e7\u00e3o, fraternidade e testemunho. Mas, para al\u00e9m disso, dever\u00e3o ser oferecidos itiner\u00e1rios especificamente vocacionais que podem ser organizados de v\u00e1rios modos, embora com um ritmo regular. Sonho com um em particular, para jovens com preocupa\u00e7\u00e3o de discernir a sua voca\u00e7\u00e3o. Teria a dura\u00e7\u00e3o de um ano e um encontro de uma tarde uma vez por m\u00eas. Constaria de ora\u00e7\u00e3o inicial, medita\u00e7\u00e3o vocacional segundo o m\u00e9todo da lectio divina, uma hora de sil\u00eancio para interiorizar, trabalho de grupo em g\u00e9nero de partilha e um trabalho para casa. Cada participante deveria ter um director espiritual com quem se encontraria uma vez por m\u00eas. Poderia funcionar a n\u00edvel diocesano. Ser\u00e1 vi\u00e1vel? A isto acrescem as iniciativas extra-ordin\u00e1rias como as vig\u00edlias vocacionais ou a semana das voca\u00e7\u00f5es etc.  4.3 Servi\u00e7os de apoio e dinamiza\u00e7\u00e3o Sendo a pastoral vocacional algo que diz respeito a todo o povo de Deus, \u00e1s comunidades crist\u00e3s, todavia s\u00e3o necess\u00e1rios servi\u00e7os de apoio e anima\u00e7\u00e3o como o Secretariado Diocesano da Pastoral Vocacional. A sua fun\u00e7\u00e3o principal ser\u00e1 a de ser animador dos animadores vocacionais com tudo o que isso implica, para criar uma cultura vocacional nas comunidades paroquiais.  <i>+Ant\u00f3nio Marto, Bispo de Viseu<\/i> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bispo de Viseu pronucia-se sobre pastoral vocacional e pedagogia vocacional<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[127,184,193,206,280,294,326,329],"class_list":["post-16184","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-catequese","tag-diocese-de-viseu","tag-educacao","tag-familia","tag-pastoral-juvenil","tag-sacramentos","tag-vida-consagrada","tag-voluntariado"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16184","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16184"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16184\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16184"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16184"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16184"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}