{"id":15997,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/jornal-reconquista-tem-novo-director\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"jornal-reconquista-tem-novo-director","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/jornal-reconquista-tem-novo-director\/","title":{"rendered":"Jornal \u00abReconquista\u00bb tem novo Director"},"content":{"rendered":"<p>Agostinho Gon\u00e7alves Dias \u00e9 o novo Director do Reconquista. A sua hist\u00f3ria mistura- se com a do jornal em diversas ocasi\u00f5es e, nesse sentido, \u00e9 um homem da casa que assume o leme deste seman\u00e1rio de inspira\u00e7\u00e3o crist\u00e3. Agostinho Gon\u00e7alves Dias \u00e9, desde a edi\u00e7\u00e3o desta semana, o novo Director do seman\u00e1rio Reconquista. Tem 61 anos (praticamente os mesmos do jornal que cumpre essa idade no pr\u00f3ximo m\u00eas de Maio), nasceu no concelho de Castelo Branco, mais precisamente em Juncal do Campo, e a sua hist\u00f3ria cruza-se com a deste seman\u00e1rio em diversas ocasi\u00f5es ao longo dos anos. Desde logo quando ainda crian\u00e7a, como lembra, \u201ca primeira coisa que comecei a ler fora dos livros da escola foi o jornal Reconquista\u201d. O pai tinha uma barbearia em Juncal e, aos s\u00e1bados, depois da escola, o jovem Agostinho \u00eda para l\u00e1 \u201cler o Reconquista em voz alta para que os velhotes daquela zona, que n\u00e3o sabiam ler, pudessem saber as not\u00edcias\u201d. Agostinho Dias \u00e9 sacerdote desde 9 de Julho de 1967, tendo estudado nos semin\u00e1rios da Diocese, em Gavi\u00e3o, Alcains e Portalegre. Chegou a Castelo Branco em Outubro desse mesmo ano, quando dirigia este seman\u00e1rio o c\u00f3nego Anacleto Martins. Desde logo foi redactor deste jornal, nomeadamente entre 1967 e 1969. Foi ele quem criou a sec\u00e7\u00e3o \u201cIdeias e Factos\u201d, tendo-a inaugurado com um escrito seu. Nessa altura era uma sec\u00e7\u00e3o muito temida pelos censores do antigo regime. Ainda hoje a sec\u00e7\u00e3o existe no Reconquista, na \u00faltima p\u00e1gina, sendo um espa\u00e7o deste seman\u00e1rio onde os seus directores trazem a lume quest\u00f5es da actualidade nacional e internacional. Devido \u00e0 sua escrita directa e sem rodeios &#8211; na qual era acompanhada pelos seus companheiros da altura &#8211; passou por um momento que agora lembra com boa disposi\u00e7\u00e3o: \u201cEm 1969 fomos todos (ele e os padres Jo\u00e3o Chami\u00e7o, Jo\u00e3o Farinha e Tarc\u00edsio Alves) postos fora do jornal pelo Bispo de ent\u00e3o\u201d. Entendia-se nessa \u00e9poca que os referidos redactores estariam a conduzir o Reconquista demasiado para fora da sacristia e a levar o jornal para a pra\u00e7a p\u00fablica. Hoje o epis\u00f3dio n\u00e3o passa disso mesmo, face ao percurso que o seman\u00e1rio fez de ent\u00e3o para c\u00e1. Actualmente, Agostinho Gon\u00e7alves Dias \u00e9 o P\u00e1roco de S. Jos\u00e9 Oper\u00e1rio (Bairro Cansado), par\u00f3quia que dirige desde 17 de Setembro de 1990. Na sua apresenta\u00e7\u00e3o aos funcion\u00e1rios da casa lembrou a d\u00e9cada de sessenta do s\u00e9culo passado quando \u201cos censores mandavam quase tudo para tr\u00e1s e era dif\u00edcil fazer o jornal como deve ser\u201d, insistindo no facto de \u201cj\u00e1 nessa altura termos tentado sempre tirar o jornal da sacristia, porque sent\u00edamos que era esse o caminho a seguir\u2026 o Padre Cabral conseguiu mais tarde faz\u00ea-lo e colocou o jornal na pra\u00e7a e deu-lhe um impulso muito consider\u00e1vel, mesmo ao n\u00edvel da maquinaria\u201d. Neste sentido, \u00e9 com naturalidade que assume a Direc\u00e7\u00e3o do jornal. Tanto mais que j\u00e1 substitu\u00eda o ex-director Alfredo Serra Magalh\u00e3es nas suas aus\u00eancias. \u201cEstamos aqui como uma fam\u00edlia, como um grupo de amigos para continuar a obra\u201d, disse, acrescentando que \u201co Monsenhor Magalh\u00e3es fez-me o favor de ser meu amigo e muitas vezes lia-me os textos que escrevia antes de os publicar para reflectir sobre os mesmos\u2026 ele at\u00e9 me dizia que quando eu me reformasse tinha de o ir ajudar a dirigir o jornal, ningu\u00e9m diria que agora o vinha substituir\u201d. Na mesma ocasi\u00e3o frisou que \u201co Reconquista fez sempre parte da minha vida desde a tenra inf\u00e2ncia em Juncal do Campo e por isso com muita naturalidade que entro aqui, contando com todos os funcion\u00e1rios, colaboradores e correspondentes para seguir em frente, porque a nossa raz\u00e3o de ser s\u00e3o os nossos leitores e anunciantes\u2026 \u00e9 a eles que temos de servir e ajudar\u201d. Agostinho Gon\u00e7alves Dias \u00e9 um homem identificado com a realidade do Reconquista, conhece a casa a fundo h\u00e1 muitos anos e j\u00e1 demonstrou que est\u00e1 disposto a manter o rumo: \u201cSomos um jornal crist\u00e3o, n\u00e3o apenas porque pertencemos \u00e0 Igreja, mas porque tratamos os problemas \u00e0 luz do Evangelho e \u00e9 assim que vamos continuar\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Agostinho Gon\u00e7alves Dias \u00e9 o novo Director do Reconquista. A sua hist\u00f3ria mistura- se com a do jornal em diversas ocasi\u00f5es e, nesse sentido, \u00e9 um homem da casa que assume o leme deste seman\u00e1rio de inspira\u00e7\u00e3o crist\u00e3. Agostinho Gon\u00e7alves Dias \u00e9, desde a edi\u00e7\u00e3o desta semana, o novo Director do seman\u00e1rio Reconquista. 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