{"id":15823,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/causas-e-profecia\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"causas-e-profecia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/causas-e-profecia\/","title":{"rendered":"Causas e profecia"},"content":{"rendered":"<p>Ler \u00abAl\u00e9m-Mar\u00bb \u00e9 participar na Miss\u00e3o e saber mais sobre a outra metade do Mundo <!--more--> A revista Al\u00e9m-Mar nasceu em Janeiro de 1956. O primeiro n\u00famero era pequeno \u2013 em formato e em p\u00e1ginas \u2013, despretensioso, modesto at\u00e9. Uma revista dos Combonianos e sobre os Combonianos.  Entretanto, cresceu em formato e n\u00famero de p\u00e1ginas. Manteve, como \u00e9 \u00f3bvio, a perspectiva, que foi evoluindo em conson\u00e2ncia com os tempos e as aceleradas mudan\u00e7as que se foram registando. No editorial de Maio de 1965, l\u00ea-se. \u00abComo \u00f3rg\u00e3o de express\u00e3o mission\u00e1ria, no desejo \u00fanico de melhor servir Cristo e a Igreja, quer tomar um lugar bem determinado no \u201cDi\u00e1logo\u201d entre a Igreja e o Mundo\u00bb. Na altura colocava-se a t\u00f3nica no compromisso com a \u00c1frica, que orientou a vida e a ac\u00e7\u00e3o de S. Daniel Comboni. Mas n\u00e3o se ficou por aqui. Os Mission\u00e1rios Combonianos, inicialmente nascidos para a \u00c1frica Central, foram alargando o horizonte de evangeliza\u00e7\u00e3o a outras partes do continente africano, das Am\u00e9ricas e, finalmente, \u00e0 \u00c1sia, com uma presen\u00e7a nas Filipinas, Macau e Taiwan. A Al\u00e9m-Mar acompanhou a abertura do instituto \u00e0 geografia universal e tamb\u00e9m aos \u00abnovos \u00e2mbitos da miss\u00e3o\u00bb \u2013 definidos pelo Papa Jo\u00e3o Paulo II na enc\u00edclica mission\u00e1ria \u00abRedemptoris Missio\u00bb \u2013, pr\u00f3prios de um mundo marcado por fen\u00f3menos sociais novos (grandes metr\u00f3poles, uma juventude que enfrenta in\u00fameros desafios, intensos fluxos migrat\u00f3rios, crescentes manchas de pobreza) e novas \u00e1reas de interven\u00e7\u00e3o cultural e social: comunica\u00e7\u00e3o social, empenhamento pela paz, desenvolvimento e liberta\u00e7\u00e3o dos povos, promo\u00e7\u00e3o da mulher e da crian\u00e7a, ecologia, cultura, pol\u00edtica, rela\u00e7\u00f5es internacionais e economia. Sempre \u00abdirigindo a aten\u00e7\u00e3o para sul e oriente\u00bb, acompanhando a vis\u00e3o mission\u00e1ria do Papa que veio do Leste. Aos 50 anos, a Al\u00e9m-Mar n\u00e3o se quer aposentar nem viver \u00e0 sombra do nome feito. Antes, continua a renovar-se como revista de causas e de profecia, no aprofundamento da perspectiva mission\u00e1ria sobre as realidades da globaliza\u00e7\u00e3o e da Igreja. Sente-se obrigada pelo mandato mission\u00e1rio que exerce a dar a voz e a vez aos povos e \u00e0s quest\u00f5es que n\u00e3o \u00abcabem\u00bb na comunica\u00e7\u00e3o social institucionalizada, ao mesmo tempo que se define como instrumento privilegiado de anima\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria da Igreja, em Portugal e nos pa\u00edses de express\u00e3o portuguesa onde \u00e9 lida. Para tal, empenhou-se na renova\u00e7\u00e3o do seu projecto gr\u00e1fico e da sua edi\u00e7\u00e3o electr\u00f3nica (www.alem-mar.org), na profissionaliza\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o da redac\u00e7\u00e3o e na cobertura que faz dos acontecimentos e temas. Pretende tamb\u00e9m aprofundar a colabora\u00e7\u00e3o em rede com outros t\u00edtulos combonianos publicados na Europa, Am\u00e9ricas, \u00c1frica e \u00c1sia para alargar o seu \u00e2mbito atrav\u00e9s de um jornalismo de proximidade em que os povos do Sul sejam tamb\u00e9m os autores das pr\u00f3prias hist\u00f3rias, a voz que narra os factos e as situa\u00e7\u00f5es, protagoniza os debates que escapam \u00e0 aten\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dia estabelecidos porque considerados irrelevantes ou por colidirem com os interesses de grupos econ\u00f3micos, culturais ou pol\u00edticos que os sustentam.  Por outro lado, como revista prof\u00e9tica, Al\u00e9m-Mar n\u00e3o pode limitar-se a denunciar as situa\u00e7\u00f5es de pecado dos dias de hoje. Tem que anunciar os sinais de gra\u00e7a que surgem por todo o mundo e que, como todas as sementes, s\u00e3o ind\u00edcios modestos da potencialidade tremenda do Reino de Deus a despontar no cora\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria. A Al\u00e9m-Mar continuar\u00e1 a dar a conhecer aos leitores os problemas mundiais (sociais, eclesiais, econ\u00f3micos e pol\u00edticos), especialmente os dos pa\u00edses menos desenvolvidos, a informar sobre o trabalho dos mission\u00e1rios portugueses espalhados pelo mundo e a alimentar a sua voca\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, universalista e solid\u00e1ria. Para os leitores de al\u00e9m-fronteiras, \u00e9 um ve\u00edculo de not\u00edcias e iniciativas desenvolvidas em Portugal, fomentando a preserva\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento da l\u00edngua e da cultura portuguesas no seu encontro com outras culturas. Deste modo, a revista \u00e9 tamb\u00e9m um elo com todos os mission\u00e1rios, emigrantes e comunidades portuguesas e um instrumento de coopera\u00e7\u00e3o e aproxima\u00e7\u00e3o entre Portugal, os pa\u00edses lus\u00f3fonos e o resto do mundo.  <i>Jos\u00e9 Vieira, Director da \u00abAl\u00e9m-Mar\u00bb<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ler \u00abAl\u00e9m-Mar\u00bb \u00e9 participar na Miss\u00e3o e saber mais sobre a outra metade do Mundo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[101,104,136,154,191,203,237],"class_list":["post-15823","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-dossier","tag-africa","tag-america","tag-combonianos","tag-crianca","tag-economia","tag-europa","tag-joao-paulo-ii"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15823","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15823"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15823\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15823"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15823"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15823"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}