{"id":15821,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/outro-olhar-sobre-o-mundo\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"outro-olhar-sobre-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/outro-olhar-sobre-o-mundo\/","title":{"rendered":"Outro olhar sobre o mundo"},"content":{"rendered":"<p>A revista \u201cAl\u00e9m-Mar\u201d apresenta-se aos seus leitores como uma publica\u00e7\u00e3o que d\u00e1 voz e vez aos povos e igrejas dos pa\u00edses do Sul. Publicada 11 vezes por ano, desde 1956, fala da miss\u00e3o e dos mission\u00e1rios, aborda temas culturais, pol\u00edticos, sociais e econ\u00f3micos dos pa\u00edses pobres. Pr\u00e9mio de Jornalismo sobre Direitos Humanos, em 2001, a revista pretende ser um instrumento de interpreta\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o do mundo para melhor.  A presen\u00e7a de v\u00e1rios correspondentes em pa\u00edses de miss\u00e3o representa para o leitor uma importante fonte de informa\u00e7\u00e3o sobre o \u201cSul\u201d do mundo, com especial destaque para a \u00c1frica. A linha editorial d\u00e1 destaque a acontecimentos e realidades \u201cesquecidas\u201d pelos grandes meios de comunica\u00e7\u00e3o, muitas vezes porque os mission\u00e1rios s\u00e3o mesmo as \u00fanicas testemunhas. A cobertura jornal\u00edstica estende-se \u00e0s \u00e1reas da pol\u00edtica, cultura e economia, al\u00e9m da religi\u00e3o. Fundamental para se perceber o alcance e a implanta\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a cat\u00f3lica no mundo da miss\u00e3o, a \u201cAl\u00e9m-Mar\u201d oferece uma perspectiva isenta e comprometida do dia-a-dia de popula\u00e7\u00f5es muitas vezes esquecidas, os \u201csem-voz\u201d. As 50 p\u00e1ginas trazem at\u00e9 ao leitor testemunhos de vida ao servi\u00e7o do Evangelho, mas tamb\u00e9m as vozes mais autorizadas da sociedade civil. Nos seus 50 anos de vida, a \u201cAl\u00e9m-Mar\u201d passou por momentos delicados, sobretudo em Novembro de 1964, quando o regime de Salazar decidiu suspender a publica\u00e7\u00e3o por causa de um artigo sobre o Congresso Euca-r\u00edstico de Bombaim e por uma posi\u00e7\u00e3o em favor da visita do Papa Paulo VI \u00e0 \u00cdndia. Apenas em 8 de Maio de 1965 p\u00f4de a \u201cAl\u00e9m-Mar\u201d reaparecer e continuar a sua publica\u00e7\u00e3o, desta feita obrigada \u00e0 censura pr\u00e9via. Desde o long\u00ednquo ano de 1956, com uma primeira tiragem de 2 mil exemplares, aos 23 mil e 500 exemplares que hoje se publicam, a \u201cAl\u00e9m-Mar\u201d imp\u00f4s-se na Igreja e na sociedade portuguesa como revista de refer\u00eancia, abra\u00e7ando os temas da miss\u00e3o crist\u00e3 no mundo de hoje, os problemas da transforma\u00e7\u00e3o social e as causas dos pa\u00edses pobres do Sul do mundo, integrando a informa\u00e7\u00e3o com a forma\u00e7\u00e3o e a proposta dos valores da mundivid\u00eancia crist\u00e3.  <b>On-line<\/b> Ao celebrar os 50 anos de vida a revista \u00abAl\u00e9m-Mar\u00bb mudou de cara na edi\u00e7\u00e3o impressa e na Internet. A p\u00e1gina on-line da revista mission\u00e1ria dos Combonianos aparece agora de \u00abcara lavada\u00bb com uma apresenta\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica cativante, de f\u00e1cil navega\u00e7\u00e3o, e nela podem ser consultadas na \u00edntegra as rubricas fixas da revista, com actualiza\u00e7\u00e3o mensal. J\u00e1 os conte\u00fados de destaque na edi\u00e7\u00e3o impressa, como reportagens alargadas e tema de capa, t\u00eam acesso reservado aos assinantes da revista, a quem \u00e9 atribu\u00eddo um nome de utilizador e uma palavra-chave de acesso. A assinatura da revista pode tamb\u00e9m ser feita atrav\u00e9s deste s\u00edtio, atrav\u00e9s de um formul\u00e1rio pr\u00f3prio para o efeito, no qual \u00e9 poss\u00edvel seleccionar diversas op\u00e7\u00f5es de assinatura com varia\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o, ou pedir apenas um exemplar para conhecer a publica\u00e7\u00e3o mensal. Em www.alem-mar.org \u00e9 poss\u00edvel aceder, tamb\u00e9m, a uma loja electr\u00f3nica para aquisi\u00e7\u00e3o de novidades editoriais e outras publica\u00e7\u00f5es da Editorial Al\u00e9m-Mar.  Para facilitar o acesso por palavra-chave, um motor de pesquisa inserido nesta p\u00e1gina percorre todos os textos j\u00e1 publicados e inseridos na base dados da vers\u00e3o electr\u00f3nica, e mostra-lhe o que procura. Numa sec\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria de liga\u00e7\u00f5es (Links) podemos aceder a outras revistas combonianas publicadas nos v\u00e1rios Continentes. O F\u00f3rum dos leitores apresenta a opini\u00e3o dos que se confrontam com a publica\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria, descobrindo tem\u00e1ticas e novas abordagens. A coluna da esquerda permite aceder \u00e0s \u201cactualidades\u201d e a espa\u00e7os de \u201cgente solid\u00e1ria\u201d e \u201cjovens em miss\u00e3o\u201d.  No link \u201cem foco\u201d descobre-se o grande tema de cada m\u00eas, que passa por assuntos t\u00e3o diversos como a desertifica\u00e7\u00e3o, ao tr\u00e1fico de pessoas ou os direitos humanos. Em \u201cpovos do mundo\u201d \u00e9 poss\u00edvel ficar a conhecer hist\u00f3rias e tradi\u00e7\u00f5es de gentes que, h\u00e1 s\u00e9culos, vivem al\u00e9m-mar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A revista \u201cAl\u00e9m-Mar\u201d apresenta-se aos seus leitores como uma publica\u00e7\u00e3o que d\u00e1 voz e vez aos povos e igrejas dos pa\u00edses do Sul. Publicada 11 vezes por ano, desde 1956, fala da miss\u00e3o e dos mission\u00e1rios, aborda temas culturais, pol\u00edticos, sociais e econ\u00f3micos dos pa\u00edses pobres. Pr\u00e9mio de Jornalismo sobre Direitos Humanos, em 2001, a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[101,136,189,191],"class_list":["post-15821","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-dossier","tag-africa","tag-combonianos","tag-direitos-humanos","tag-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15821","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15821"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15821\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15821"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15821"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15821"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}