{"id":156068,"date":"2019-12-04T11:38:03","date_gmt":"2019-12-04T11:38:03","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=156068"},"modified":"2019-12-10T15:24:10","modified_gmt":"2019-12-10T15:24:10","slug":"a-cruz-escondida-79","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/a-cruz-escondida-79\/","title":{"rendered":"A cruz escondida"},"content":{"rendered":"<p><em>A Hist\u00f3ria do livro que mudou a vida de uma rapariga cubana<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/diana_cuba_fais.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-156070 size-medium\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/diana_cuba_fais-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/diana_cuba_fais-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/diana_cuba_fais-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/diana_cuba_fais-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/diana_cuba_fais-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/diana_cuba_fais-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/diana_cuba_fais-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/diana_cuba_fais.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a>O segredo de Diana<\/h3>\n<p>Cuba vive tempos dif\u00edceis. Com a economia estrangulada e um regime pol\u00edtico fechado, h\u00e1 cada vez mais jovens que desejam emigrar pois sentem que n\u00e3o conseguem realizar os seus sonhos na ilha de Fidel. Mas nem todos s\u00e3o assim. Diana tem 26 anos e, apesar de todas as dificuldades, sorri. \u00c9 catequista. Sabe como ela aprendeu a rezar? Esse \u00e9 o [grande] segredo de Diana\u2026<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/youtu.be\/oTjuuuKo2_M\">Diana Calderon<\/a> \u00e9 estomatologista. Vive no munic\u00edpio de Santa Isabel mas quando se apresenta costuma dizer que pertence \u00e0 par\u00f3quia de Santo Ant\u00f3nio. Diana fala com a alegria t\u00edpica dos cubanos, enchendo as palavras de sorrisos, gesticulando. Parece quase uma adolescente, apesar de j\u00e1 ter 26 anos. Embora os cartazes publicit\u00e1rios falem de Cuba como um para\u00edso nas Cara\u00edbas, com praias de areia clara, comida apetitosa e gente simp\u00e1tica, a realidade \u00e9 bem diferente. \u201cA vida aqui n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil\u201d, diz Diana, resumindo tudo a uma simples frase. Por\u00e9m, apesar das dificuldades, h\u00e1 quem n\u00e3o desista. Diana, por exemplo, decidiu oferecer parte do seu tempo a ensinar catequese \u00e0s crian\u00e7as da sua par\u00f3quia. Desde os 16 anos que \u00e9 catequista. \u201cQuando me apercebi do que a Igreja havia feito por mim, decidi ensinar o Evangelho \u00e0s crian\u00e7as e jovens\u201d, diz, abrindo as m\u00e3os como se quisesse abra\u00e7ar todas as crian\u00e7as da ilha. A hist\u00f3ria de Diana cruza-se com a da Funda\u00e7\u00e3o AIS. Quando era ainda menina recebeu um pequeno livro de capa encarnada que iria mudar a sua vida para sempre. O livro, a \u201cB\u00edblia para as Crian\u00e7as\u201d, editado pela Funda\u00e7\u00e3o AIS, continua em sua casa, continua na estante, mas est\u00e1 bem gasto. Foi lido e relido vezes sem conta. \u201cCresci a ler a \u2018B\u00edblia para as Crian\u00e7as\u2019 da Ajuda \u00e0 Igreja que Sofre. Trouxe-me o mais importante das nossas vidas \u2013 a f\u00e9!\u201d. Mesmo agora, j\u00e1 adulta, quase a chegar aos trinta anos, \u00e9 ainda a esse livro que recorre vezes sem conta pois sabe que ali est\u00e1 guardado um verdadeiro tesouro. Diana nasceu numa fam\u00edlia cat\u00f3lica e isso ajudou-a a perceber que tinha de fazer alguma coisa pelos outros, que tinha de partilhar o tesouro que um dia lhe ofereceram.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>As crian\u00e7as<\/strong><\/h3>\n<p>Pertencer \u00e0 Igreja abriu-lhe as portas do mundo. A par\u00f3quia de Santo Ant\u00f3nio tem cerca de 20 mil pessoas espalhadas por 15 lugares. S\u00e3o pequenas aldeias dentro de uma aldeia. Mas ela aprendeu a ver mais longe. Ser catequista deu-lhe \u201cuma vis\u00e3o diferente acerca dos desafios e dificuldades no pa\u00eds\u201d. E nem a desconfian\u00e7a do regime face \u00e0 Igreja a demoveu. Mas n\u00e3o foi f\u00e1cil. \u201cN\u00e3o foi f\u00e1cil porque no passado viver abertamente a nossa f\u00e9 Cat\u00f3lica podia resultar na perda de emprego, comida, fam\u00edlia ou casa.\u201d No entanto, as dificuldades e at\u00e9 o medo alimentaram ainda mais a sua vontade. E Diana nunca mais parou. \u201cEm todo o mundo h\u00e1 muitos homens e mulheres como eu, que querem cumprir a sua miss\u00e3o sob condi\u00e7\u00f5es muito dif\u00edceis, e tamb\u00e9m necessitam da vossa ajuda.\u201d Diana Calderon agradece \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o AIS ter-lhe dado <a href=\"https:\/\/giftsoffaith.acninternational.org\/pt\/ofereca-uma-biblia-a-uma-crianca-em-cuba\/\">um livro que acabaria por mudar a sua vida<\/a>. Num pa\u00eds onde as dificuldades econ\u00f3micas persistem, onde o regime procura ainda controlar a vida das pessoas, h\u00e1 quem n\u00e3o tenha medo do futuro. \u00c9 o caso de Diana. Ela sabe, no seu \u00edntimo, que as suas crian\u00e7as podem ser a chave da mudan\u00e7a. \u201cQuando elas regressam \u00e0s suas casas, aben\u00e7oam a comida e falam aos pais sobre Cristo.\u201d Parece pouco? Pode ser imenso. Um dia, gra\u00e7as \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o AIS, ofereceram um livrinho de capa encarnada a Diana. Ela guarda esse livro como um tesouro. Foi l\u00e1, nas suas p\u00e1ginas, que aprendeu a rezar, que se comoveu com Jesus, que decidiu que iria entregar a sua vida tamb\u00e9m \u00e0 Igreja. \u00c9 por isso que se tornou catequista. Para n\u00e3o guardar o tesouro da f\u00e9 s\u00f3 para si. Esse \u00e9 o segredo de Diana!<\/p>\n<p><em>Paulo Aido | <a href=\"www.fundacao-ais.pt\">www.fundacao-ais.pt<\/a><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_24206\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oTjuuuKo2_M?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Hist\u00f3ria do livro que mudou a vida de uma rapariga cubana<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":95189,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[75],"tags":[],"class_list":["post-156068","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao-rubricas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/156068","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=156068"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/156068\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/95189"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=156068"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=156068"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=156068"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}