{"id":152615,"date":"2019-10-30T10:31:31","date_gmt":"2019-10-30T10:31:31","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=152615"},"modified":"2025-03-14T14:49:10","modified_gmt":"2025-03-14T14:49:10","slug":"cabo-verde-um-pais-de-esperancas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/cabo-verde-um-pais-de-esperancas\/","title":{"rendered":"Cabo Verde: Um pa\u00eds de esperan\u00e7as"},"content":{"rendered":"<p><i>Est\u00e1 em curso um ano escolar \u00abhist\u00f3rico\u00bb nas escolas do arquip\u00e9lago: h\u00e1 uma\u00a0disciplina nova no pa\u00eds, onde o desafio do turismo e da reorganiza\u00e7\u00e3o do trabalho \u00e9 condi\u00e7\u00e3o para a melhoria das condi\u00e7\u00f5es de vida dos cabo-verdianos.<\/i><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><em>A reportagem da Ag\u00eancia ECCLESIA na Ilha de Santiago, divulgada no encerramento do M\u00eas Mission\u00e1rio Extraordin\u00e1rio, passou pelo terror do Tarrafal e conheceu um rosto que d\u00e1 esperan\u00e7a aos cabo-verdianos h\u00e1 65 anos: o padre Campos.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/PadreCampos.jpg\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A Hist\u00f3ria come\u00e7a no dia 4 de outubro de 1954. Foi nesse dia que o padre Campos chegou a Cabo Verde. \u00c9 um mission\u00e1rio espiritano e, desde que o barco o levou, durante nove dias, para as Ilhas do meio do Atl\u00e2ntico, nunca mais quis deixar os cabo-verdianos. Aos 92 anos, sente-se bem a tratar da gente que o ensinou a andar de mota, para quem celebra sem precisar de usar \u00f3culos e a quem atende em confiss\u00e3o, muitas dezenas por dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">O Padre Campos diz que a seca \u00e9 uma praga. Ano ap\u00f3s ano sem chuva, s\u00e3o cada vez menos os alimentos, o feij\u00e3o e o milho. Uma calamidade para os humanos e tamb\u00e9m para os animais. Sem \u00e1gua nem ervas, \u201co gado morre de p\u00e9\u201d, como recorda o padre Campos.<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_43183\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LfBICADWSjo?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Tarrafal_0796.jpg\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O padre Campos come\u00e7ou por ser mission\u00e1rio no Tarrafal. Conviveu com presos pol\u00edticos, celebrou na pris\u00e3o, conheceu o ambiente deste desterro.<\/p>\n<p>A 19 de outubro de 1936, 150 homens partiram para a col\u00f3nia pris\u00e3o do Tarrafal&#8230; S\u00e3o os primeiros a ser deportados para trabalhos for\u00e7ados por tempo indeterminado, n\u00e3o por terem sido condenados num qualquer julgamento, mas porque defendiam a liberdade, afirmavam-se contr\u00e1rios ao antigo regime<\/p>\n<p>N\u00e3o era um campo de exterm\u00ednio, mas de morte lenta, num clima quente, ambiente \u00e1rido, onde as condi\u00e7\u00f5es de vida se ditavam por alimenta\u00e7\u00e3o escassa e trabalhos for\u00e7ados.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Tarrafal_0813.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Tarrafal_0841.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Tarrafal_0794.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Tarrafal_0748.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Tarrafal_0792.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Tarrafal_0800.jpg\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Este campo funcionou entre 1936 e 1974. Numa primeira fase foi destino dos presos pol\u00edticos que partiam de Portugal; depois, a partir de 1961, chegavam a estas celas defensores da liberdade e da independ\u00eancia das ex-col\u00f3nias portuguesas.<\/p>\n<p><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Tarrafal_0779.jpg\" \/><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Praia_0073.jpg\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 1956, Am\u00edlcar Cabral iniciou o processo para a independ\u00eancia de Cabo Verde ao criar o Partido Africano para a Independ\u00eancia da Guin\u00e9 e Cabo Verde (PAIGC).<\/p>\n<p>A 19 de Dezembro de 1974 foi assinado um acordo entre o PAIGC e Portugal e iniciou fun\u00e7\u00f5es um \u00a0governo de transi\u00e7\u00e3o em Cabo Verde, que preparou as elei\u00e7\u00f5es para uma Assembleia Nacional Popular.<\/p>\n<p>A 5 de julho de 1975 foi proclamada a \u00a0independ\u00eancia da Rep\u00fablica de Cabo Verde.<\/p>\n<p>Em 1991 foi instalada a democracia parlamentar no pa\u00eds, ap\u00f3s as primeiras elei\u00e7\u00f5es multipartirias.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Praia2_0162.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A independ\u00eancia inaugurou uma nova era nas rela\u00e7\u00f5es entre a Igreja Cat\u00f3lica e o Estado Cabo-verdiano, com um passo decisivo dado no dia 10 de junho de 2013: foi assinada a Concordata entre a Santa S\u00e9 e o Estado de Cabo Verde, regulando as rela\u00e7\u00f5es entre os dois estados e a presen\u00e7a da Igreja Cat\u00f3lica nas dioceses cabo-verdianas, nos diferentes setores da sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Na Lei de Liberdade Religiosa de Cabo Verde, de 16 de maio de 2014, indica-se que as \u201cescolas e comunidades e organiza\u00e7\u00f5es religiosas reconhecidas\u201d podem requerer o ensino da respetiva Educa\u00e7\u00e3o Moral e Religiosa, de forma \u201copcional e n\u00e3o alternativa\u201d.<\/p>\n<p>As duas dioceses de Cabo Verde, Mindelo e Santiago, iniciam no ano letivo de 2019\/2020, em 13 escolas dos v\u00e1rios distritos, a disciplina de EMRC no 1\u00ba, 5\u00ba e 9\u00ba ano, para al\u00e9m de a continuar a oferecer nas sete escolas cat\u00f3licas do pa\u00eds.<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_15165\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4epE_KA105E?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p>A Comiss\u00e3o para a Implementa\u00e7\u00e3o da Disciplina de Educa\u00e7\u00e3o Moral e Religiosa Cat\u00f3lica em Cabo Verde reuniu o primeiro grupo de professores da disciplina para um encontro de forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/EMRC_0272.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/EMRC_0304.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/EMRC_0676.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/EMRC_0176.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/EMRC_0663.jpg\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Secretariado Nacional da Educa\u00e7\u00e3o Crist\u00e3, da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa, colaborou com a forma\u00e7\u00e3o para professores de EMRC em Cabo Verde, durante uma semana.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/EMRC_0517.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/EMRC_0657.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/Cabo-verdiano.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/EMRC_0669.jpg\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os desafios que emergem do crescimento do turismo;<\/p>\n<p>A urg\u00eancia de reorganizar o trabalho;<\/p>\n<p>A consci\u00eancia de assumir novos \u00edndices de produtividade;<\/p>\n<p>E sobretudo&#8230;<\/p>\n<p>Os rostos otimistas dos cabo-verdianos,<br \/>\napesar das fragilidades do pa\u00eds,<\/p>\n<p>A alegria do quotidiano,<br \/>\ndiante da aridez das paisagens,<\/p>\n<p>Os horizontes largos,<br \/>\nmesmo que o percurso da sua hist\u00f3ria seja recente,<\/p>\n<p>faz de <strong>Cabo Verde um pa\u00eds cheio de esperan\u00e7as&#8230;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Um pa\u00eds que parece &#8220;estar de esperan\u00e7as!&#8221;\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Reportagem e edi\u00e7\u00e3o: Paulo Rocha<br \/>\nFotografias: Paulo Rocha e S\u00e9rgio Martins<\/p>\n<p>Reportagem com o apoio do<br \/>\nSecretariado Nacional da Educa\u00e7\u00e3o Crist\u00e3<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Est\u00e1 em curso um ano escolar \u00abhist\u00f3rico\u00bb nas escolas do arquip\u00e9lago: h\u00e1 uma disciplina nova no pa\u00eds, onde o desafio do turismo e da 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