{"id":139077,"date":"2019-06-04T16:56:29","date_gmt":"2019-06-04T15:56:29","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=139077"},"modified":"2019-06-06T15:30:09","modified_gmt":"2019-06-06T14:30:09","slug":"portugal-nuncio-apostolico-condecorado-pelo-chefe-do-estado-maior-general-das-forcas-armadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/portugal-nuncio-apostolico-condecorado-pelo-chefe-do-estado-maior-general-das-forcas-armadas\/","title":{"rendered":"Portugal: N\u00fancio apost\u00f3lico condecorado pelo Chefe do Estado-Maior General das For\u00e7as Armadas"},"content":{"rendered":"<p><em>D. Rino Passigato recebeu hoje a Medalha de S\u00e3o Jorge pelo seu \u00abextraordin\u00e1rio desempenho\u00ab na liga\u00e7\u00e3o da Igreja Cat\u00f3lica a este setor<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_139080\" aria-describedby=\"caption-attachment-139080\" style=\"width: 390px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-139080\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao2-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao2-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao2-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao2-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao2-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao2.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-139080\" class=\"wp-caption-text\">Foto: D. Rino Passigato recebeu a Cruz de S\u00e3o Jorge das m\u00e3os do Chefe do Estado-Maior General das For\u00e7as Armadas, almirante Ant\u00f3nio Silva Ribeiro, EMGFA<\/figcaption><\/figure>\n<p>Lisboa, 04 jun 2019 (Ecclesia) \u2013 O n\u00fancio apost\u00f3lico (representante diplom\u00e1tico) da Santa S\u00e9 em Portugal foi hoje condecorado pelo Chefe do Estado-Maior General das For\u00e7as Armadas com a Cruz de S\u00e3o Jorge, pelo seu \u201cextraordin\u00e1rio desempenho\u201d na liga\u00e7\u00e3o da Igreja Cat\u00f3lica com este setor.<\/p>\n<p>Em entrevista \u00e0 Ag\u00eancia ECCESIA e \u00e0 Renascen\u00e7a, o Chefe do Estado-Maior General das For\u00e7as Armadas, almirante Ant\u00f3nio Silva Ribeiro, lembrou o contributo \u201cabsolutamente decisivo\u201d que D. Rino Passigato teve \u201cna estrutura\u00e7\u00e3o do Ordinariato Castrense\u201d, mais conhecido como a Diocese das For\u00e7as Armadas e de Seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Um organismo que tem como miss\u00e3o auxiliar espiritualmente as For\u00e7as Armadas Portuguesas nos seus mais variados ramos \u2013 Ex\u00e9rcito, Marinha, For\u00e7a A\u00e9rea, Guarda Nacional Republicana e Pol\u00edcia de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n<p>\u201cD. Rino Passigato teve um papel muito interventivo na fixa\u00e7\u00e3o de um clero pr\u00f3prio, na nomea\u00e7\u00e3o dos dois bispos (que assumiram o Ordinariato) D. Manuel Linda e agora D. Rui Val\u00e9rio, mas al\u00e9m disso a sua interven\u00e7\u00e3o foi muito mais abrangente\u201d, frisou o almirante Ant\u00f3nio Silva Ribeiro.<\/p>\n<p>Aquele respons\u00e1vel aproveitou o momento para reconhecer a import\u00e2ncia do trabalho que a Igreja Cat\u00f3lica, por interm\u00e9dio da Diocese das For\u00e7as Armadas e de Seguran\u00e7a, dos seus respons\u00e1veis e capel\u00e3es, desempenha junto de todos os militares, e que vai \u201cmuito mais al\u00e9m do que as celebra\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cS\u00e3o um exemplo em termos das atitudes \u00e9ticas e morais, est\u00e3o sempre dispon\u00edveis para apoiar a fam\u00edlia militar. E esta postura dos senhores capel\u00e3es \u00e9 muito importante nas For\u00e7as Armadas, sobretudo num tempo como o que vivemos, em que os nossos militares est\u00e3o sujeitos a desafios extraordin\u00e1rios\u201d, sublinhou o Chefe do Estado-Maior General das For\u00e7as Armadas.<\/p>\n<p>D. Rino Passigato, que se prepara para deixar no in\u00edcio do m\u00eas de julho as fun\u00e7\u00f5es de n\u00fancio apost\u00f3lico (representante diplom\u00e1tico) da Santa S\u00e9 em Portugal, foi condecorado com o grau mais alto da Medalha de S\u00e3o Jorge, de 1.\u00ba classe.<\/p>\n<p>Trata-se de uma &#8220;medalha privativa do Chefe do Estado-Maior General das For\u00e7as Armadas&#8221; que \u201cse destina a galardoar militares e civis, nacionais ou estrangeiros, que no \u00e2mbito t\u00e9cnico-profissional revelem elevada compet\u00eancia, extraordin\u00e1rio desempenho e relevantes qualidades pessoais, contribuindo significativamente para a efici\u00eancia, prest\u00edgio e cumprimento da miss\u00e3o do Estado-Maior General\u201d.<\/p>\n<p>Na hora de receber o galard\u00e3o, D. Rino Passigato deixou um agradecimento especial a todos quantos trabalham nas For\u00e7as Armadas Portuguesas, e enalteceu a compet\u00eancia e o empenho que esses homens e mulheres colocaram tamb\u00e9m durante as visitas papais que aconteceram no pa\u00eds, durante os cerca de 10 anos em que aqui serviu como n\u00fancio apost\u00f3lico da Santa S\u00e9.<\/p>\n<p>\u201cA visita de Bento XVI em maio de 2010, que foi verdadeiramente um grande \u00eaxito, e que o pr\u00f3prio Papa em\u00e9rito recorda com muita gratid\u00e3o, e a \u00faltima visita, mais breve, uma peregrina\u00e7\u00e3o, que o Papa Francisco quis faz na ocasi\u00e3o do Centen\u00e1rio das Apari\u00e7\u00f5es de Nossa Senhora na Cova da Iria em F\u00e1tima\u201d, recordou.<\/p>\n<p>Sobre a distin\u00e7\u00e3o da Cruz de S\u00e3o Jorge, D. Rino Passigato referiu que \u201cvai us\u00e1-la com muito orgulho\u201d, tamb\u00e9m como recorda\u00e7\u00e3o da sua passagem por Portugal e da \u201cproximidade\u201d que, enquanto \u201crepresentante da Santa S\u00e9\u201d, sempre teve com \u201ctodas as hierarquias das For\u00e7as Armadas e de Seguran\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>Quanto ao contributo prestado para a rela\u00e7\u00e3o entre as For\u00e7as Armadas e de Seguran\u00e7a e a Igreja Cat\u00f3lica, o n\u00fancio apost\u00f3lico recordou todo o caminho que envolveu a nomea\u00e7\u00e3o de um bispo para o Ordinariato Castrense, e que foi concretizado no meio de algumas resist\u00eancias.<\/p>\n<figure id=\"attachment_139082\" aria-describedby=\"caption-attachment-139082\" style=\"width: 390px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao4.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-139082 size-medium\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao4-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao4-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao4-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao4-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao4-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/d.rino_condecoracao4.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-139082\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Cerim\u00f3nia em honra do n\u00fancio apost\u00f3lico contou com a presen\u00e7a do cardeal-patriarca de Lisboa, EMGFA<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cMais do que alguns pol\u00edticos eram \u00e0s vezes alguns conselheiros legais que n\u00e3o entendiam como a figura do bispo castrense se enquadrava com o novo ordenamento de um capel\u00e3o-chefe ou de um capel\u00e3o-maior\u201d, lembra D. Rino Passigato, que vincou a mensagem que sempre manifestou nesses momentos.<\/p>\n<p>\u201cNuma diocese n\u00e3o pode faltar um bispo, n\u00e3o h\u00e1 Igreja sem bispo. Esta foi a minha convic\u00e7\u00e3o, ponto de partida da a\u00e7\u00e3o da Santa S\u00e9 para querer manter e fortalecer o Ordinariato Castrense em Portugal e assim conseguimos\u201d, explicitou.<\/p>\n<p>Em 2013 a Santa S\u00e9 nomeou como primeiro bispo das For\u00e7as Armadas e de Seguran\u00e7a em Portugal D. Manuel Linda, e mais recentemente, em dezembro de 2018, o cargo foi assumido por D. Rui Val\u00e9rio.<\/p>\n<p>\u201cCinco meses passaram desde a nomea\u00e7\u00e3o de D. Manuel Linda, e o reconhecimento da parte das institui\u00e7\u00f5es, mas funcionou. E para demonstrar que funcionou agora, com a nomea\u00e7\u00e3o de D. Rui Val\u00e9rio, nem esperaram que fosse ordenado bispo para o reconhecer imediatamente. Foi uma grande alegria para mim\u201d, completou D. Rino Passigato.<\/p>\n<p>A designa\u00e7\u00e3o \u2018Ordinariato Castrense\u2019 surgiu em Portugal em 1986, com a Constitui\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica \u2018Spirituali Militum Curae\u2019; entre 1966 e 2000 este setor pastoral estava a cargo do patriarca de Lisboa.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s do decreto n.\u00ba 387\/87, de 17 de mar\u00e7o de 2001, Jo\u00e3o Paulo II decidiu anuir ao pedido formulado pela Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa, separando o m\u00fanus do Ordinariato Castrense de Portugal do de patriarca de Lisboa.<\/p>\n<p>O Servi\u00e7o de Assist\u00eancia Religiosa das For\u00e7as Armadas e das For\u00e7as de Seguran\u00e7a foi regulamentado em 2009, na sequ\u00eancia da Concordata assinada entre Portugal e a Santa S\u00e9 em 2004, sendo constitu\u00eddo pela Capelania Mor e pelos centros de assist\u00eancia religiosa da Armada, do Ex\u00e9rcito, da For\u00e7a A\u00e9rea, da Guarda Nacional Republicana e da Pol\u00edcia de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n<p>A Capelania Mor \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o de natureza inter-religiosa integrado no Servi\u00e7o de Assist\u00eancia Religiosa das For\u00e7as Armadas e das For\u00e7as de Seguran\u00e7a, que assegura\u201d o regular funcionamento da assist\u00eancia\u201d e compreende na sua composi\u00e7\u00e3o um capel\u00e3o-chefe, por cada confiss\u00e3o professada, que coordena a respetiva assist\u00eancia religiosa.<\/p>\n<p><em>JCP<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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