{"id":13856,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/os-pobres-nao-podem-esperar\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"os-pobres-nao-podem-esperar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/os-pobres-nao-podem-esperar\/","title":{"rendered":"Os pobres n\u00e3o podem esperar"},"content":{"rendered":"<p>Homilia de D. Ant\u00f3nio Francisco dos Santos, Bispo Auxiliar de Braga, na Eucaristia de 13 de Setembro da Peregrina\u00e7\u00e3o Internacional Anivers\u00e1ria <!--more--> Ressoa ainda no meu cora\u00e7\u00e3o e no espa\u00e7o deste recinto sagrado a palavra do Papa Paulo VI, em 13 de Maio de 1967, na primeira vez que vim a F\u00e1tima. Recordo, tamb\u00e9m, a presen\u00e7a serena, discreta e aben\u00e7oada da Irm\u00e3 L\u00facia, nesse dia em que tamb\u00e9m ela pela primeira vez depois de ter ingressado no Carmelo, participava nas Celebra\u00e7\u00f5es do dia 13 de Maio. Celebr\u00e1vamos ent\u00e3o o Cinquenten\u00e1rio das Apari\u00e7\u00f5es de Nossa Senhora. Viv\u00edamos nesse momento o entusiasmo e o fasc\u00ednio renovador do Conc\u00edlio Ecum\u00e9nico Vaticano II, que Jo\u00e3o XXIII convocara e que Paulo VI conclu\u00edra. Quase quarenta anos depois, neste ano em que Deus chamou a Si a Irm\u00e3 L\u00facia, eu quero evocar a palavra e a mem\u00f3ria de Paulo VI e de Jo\u00e3o Paulo II que como peregrinos de F\u00e1tima nos afirmaram e ensinaram este v\u00ednculo indel\u00e9vel e sagrado de F\u00e1tima ao Santo Padre e \u00e0 Igreja e esta sintonia permanente e fundante entre a Mensagem de F\u00e1tima e o Evangelho, entre quanto aqui se vive, celebra e reza e a urg\u00eancia imperativa de uma nova evangeliza\u00e7\u00e3o. , \u00c9, por isso que tem sentido recordar o que nos diz L\u00facia desse primeiro 13 de Setembro de 1917: \u00abAo aproximar-se a hora, l\u00e1 fui diz L\u00facia, com a Jacinta e o Francisco, entre numerosas pessoas que a custo nos deixavam andar. As estradas estavam apinhadas de gente &#8230; Numerosas pessoas:.. conseguindo romper por entre a multid\u00e3o que \u00e0 nossa volta se apinhava, vinham prostrar-se, de joelhos, diante de n\u00f3s, pedindo-nos que apresent\u00e1ssemos a Nossa Senhora as suas necessidades.\u00bb (Mem\u00f3rias da Ir. L\u00facia, Vol. 1, p. 172). _ As estradas ,do mundo e da vida continuaram sempre \u00abapinhadas de gente\u00bb. \u00abN\u00e3o v\u00eas tanta gente na estrada, tantos caminhos e campos -cheios de gente a chorar com fome, e n\u00e3o t\u00eam nada que comer?\u00bb, dizia Jacinta a L\u00facia na Loca Cabe\u00e7o, enquanto rezavam as ora\u00e7\u00f5es que o Anjo lhes ensinara. (Mem\u00f3rias da Ir. L\u00facia, p. 112). A vossa presen\u00e7a aqui diz-me que as estradas apinhadas de gente conduzem, hoje, ao Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, como ao longo deste ver\u00e3o nos reuniram em tantos outros santu\u00e1rios. Venho de uma Diocese em que os santu\u00e1rios marianos, e tantos eles s\u00e3o, nos falam com carinho e devo\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a da M\u00e3e de Deus. S\u00e3o verdadeiramente casa onde a M\u00e3e de Deus habita e n\u00f3s seus filhos nos reunimos com tanta alegria e t\u00e3o grande f\u00e9. Cada vez mais os santu\u00e1rios ocupam maior centralidade na viv\u00eancia da f\u00e9, na valoriza\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito orante e contemplativo, na forma\u00e7\u00e3o religiosa dos crentes, na leitura atenta da Palavra de Deus, na celebra\u00e7\u00e3o dos sacramentos, particularmente da reconcilia\u00e7\u00e3o e da eucaristia, no crescimento do esp\u00edrito comunit\u00e1rio, na consolida\u00e7\u00e3o da unidade e comunh\u00e3o da Igreja, no acolhimento e discernimento das voca\u00e7\u00f5es, nos encontros de movimentos e grupos apost\u00f3licos, na partilha gratuita e no servi\u00e7o generoso da caridade aos mais pobres e neste acordar em cada um de n\u00f3s do esp\u00edrito de peregrinos \u00e0 procura de Deus e dos seus dons, permitindo-nos estabelecer com Ele um di\u00e1logo mais denso e prolongado. A este di\u00e1logo chamamos ora\u00e7\u00e3o, que tem no ter\u00e7o do ros\u00e1rio, com os seus mist\u00e9rios da alegria, da luz, da dor e da gl\u00f3ria, uma das express\u00f5es mais belas e mais nossas.  2 &#8211; Nos caminhos humanos das nossas vidas e das nossas procuras crentes continuamos a cruzar estas estradas apinhadas de gente com fome de p\u00e3o, com fome de esperan\u00e7a, com fome da Eucaristia.  Outrora o povo de Israel encontrara em Judite, de que nos fala a primeira leitura, a mulher aben\u00e7oada que salvou o povo da humilha\u00e7\u00e3o e da destrui\u00e7\u00e3o e Ozias bendiz o Senhor porque atrav\u00e9s desta mulher Ele libertou o Seu povo. \u00c9 esta mais uma imagem a anunciar a liberta\u00e7\u00e3o definitiva que nos vem de Maria, a M\u00e3e de Jesus, Aquela que \u00e9 proclamada feliz \u00abporque acreditou\u00bb, \u00abfeliz porque ouve a Palavra de Deus e a p\u00f5e em pr\u00e1tica\u00bb. Como \u00e9 necess\u00e1rio, irm\u00e3os peregrinos, que resplande\u00e7a, tamb\u00e9m hoje no horizonte duma sociedade marcada pelo relativismo e de um mundo \u00e0 procura de futuro, de luz e de paz o grande sinal da Virgem-M\u00e3e! \u00abo brilho e a for\u00e7a desse sinal, hoje del5ende de n\u00f3s, depende da maneira como acolhemos a Palavra de Deus e como vivemos a Eucaristia, e as traduzimos nos gestos do nosso dia-a-dia\u00bb. (Congresso Eucar\u00edstico Nacional, 1996, p. 37). Todos sabemos que n\u00e3o basta escutar a Palavra de Deus, mas sabemos tamb\u00e9m, que \u00e9 fundamental nunca deixar de escutar a Palavra de Deus. Precisamos de uma Igreja que escute, de uma Igreja confidente. \u00abA adora\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um luxo, \u00e9 uma prioridade\u00bb, dizia Bento XVI na ora\u00e7\u00e3o do Angelus, do dia 4 de Setembro passado. Maria corporiza esta Igreja confidente, esta Igreja que escuta e que cria e promove uma atmosfera e uma cultura de sil\u00eancio e de contempla\u00e7\u00e3o. A\u00ed a Palavra de Deus fermenta, leveda e faz-se vida na nossa vida, oferecendo densidade interior \u00e0s palavras que dizemos e \u00e0s ac\u00e7\u00f5es que realizamos. Habituou-nos este Santu\u00e1rio a descobrirmos que as pessoas, as fam\u00edlias e as comunidades crist\u00e3s atrav\u00e9s de Maria se aproximam aqui mais de Deus, de Seu Filho e da Igreja e como Maria aqui acolhem favoravelmente a Palavra e comungam o P\u00e3o repartido para um mundo novo. Em ano da Eucaristia ganha ainda mais sentido centrarmos esta peregrina\u00e7\u00e3o na Eucaristia e dizermos com o fasc\u00ednio da adora\u00e7\u00e3o e com o encanto da contempla\u00e7\u00e3o dos disc\u00edpulos de Ema\u00fas: \u00abFica connosco, Senhor\u00bb. &#8211; Fica connosco Senhor para que o nosso cora\u00e7\u00e3o perceba a presen\u00e7a e a beleza do rosto do Filho de Deus que se faz nosso irm\u00e3o e nosso companheiro de jornada; &#8211; Fica connosco, Senhor para que compreendamos que a Eucaristia \u00e9 sempre a \u00abhora de Jesus\u00bb e o centro da nossa vida, transformando para cada um de n\u00f3s e para o mundo a morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo numa alian\u00e7a de amor, celebrada no Seu Corpo por n\u00f3s entregue e no Seu Sangue por n\u00f3s derramado. 4 &#8211; Na Jornada Mundial da Juventude, em Col\u00f3nia na Alemanha, o Santo Padre Bento XVI lembrava aos jovens que &#8220;quando terminamos uma peregrina\u00e7\u00e3o come\u00e7a para nos um novo caminho, como aconteceu com os reis magos que quando viram Jesus voltaram a suas terras por outro caminho&#8221;, ou como aconteceu com os disc\u00edpulos de Ema\u00fas que quando reconheceram Jesus pela frac\u00e7\u00e3o do p\u00e3o voltaram a Jerusal\u00e9m, agora com entusiasmo redobrado e com os medos vencidos, porque tamb\u00e9m eles n\u00e3o podiam calar o que viram e ouviram.  Queridos peregrinos: Desta peregrina\u00e7\u00e3o levemos connosco e em n\u00f3s a luz da Palavra de Deus, a paz de um cora\u00e7\u00e3o reconciliado, o alimento do Corpo de Cristo e o olhar terno da M\u00e3e de Deus e nossa M\u00e3e. Tamb\u00e9m connosco vai o Jesus escondido de que falava Francisco, com tanto enlevo. A salva\u00e7\u00e3o \u00e9 um dom mas \u00e9 tamb\u00e9m uma miss\u00e3o. A eucaristia impele-nos para a miss\u00e3o. A partir da Eucaristia somos sempre convocados para a miss\u00e3o, dando prioridade ao essencial que consiste em dar gl\u00f3ria a Deus e amar os nossos irm\u00e3os como a n\u00f3s mesmos. Os pobres n\u00e3o podem esperar. \u00c9 urgente viver esta dimens\u00e3o de Eucaristia que nos convida ao exerc\u00edcio concreto e constante da caridade fraterna e da solidariedade humana, oferecendo no cora\u00e7\u00e3o de cada um de n\u00f3s lugar para as bem-aventuran\u00e7as do Evangelho. Cada vez que amarmos os nossos irm\u00e3os e estendermos as m\u00e3os aos pobres, eles aben\u00e7oar-nos-\u00e3o com Esp\u00edrito de Deus. Comungar o Corpo de Cristo, P\u00e3o da Vida implica esta F\u00e9 generosa e solid\u00e1ria, aberta \u00e0 partilha do p\u00e3o e dos bens com os que n\u00e3o t\u00eam. \u00c9 este o tema desta peregrina\u00e7\u00e3o anivers\u00e1ria e \u00e9 nisto que se exprime e afirma a identidade dos crentes e a especificidade dos crist\u00e3os. A nossa miss\u00e3o convida-nos no momento hist\u00f3rico presente a transformarmos com paci\u00eancia e perseveran\u00e7a a nossa terra num povo reconciliado, justo e fraterno e um mundo a bra\u00e7os com a aus\u00eancia, o vazio ou a nostalgia de Deus numa humanidade recriada e redimida onde haja lugar para Deus, tempo e espa\u00e7o para a ora\u00e7\u00e3o e se abram caminhos de santidade, de virtude e de bem. Onde a vida seja um direito sagrado, inalien\u00e1vel, defendido e respeitado desde a sua concep\u00e7\u00e3o. \u00abEm F\u00e1tima foi lan\u00e7ado um apelo \u00e0 seriedade da vida e da , hist\u00f3ria\u00bb escrevia o Cardeal Ratzinger, hoje Papa Bento XVI em 1983.  5 &#8211; Na origem e g\u00e9nese da vida est\u00e3o sempre as nossas m\u00e3es e os nossos pais. Foram eles quem primeiro e melhor nos falou de Deus. \u00c9 deles que agora com particular ternura queremos falar a Jesus, por Maria, Sua e nossa M\u00e3e. No ber\u00e7o da vida e da voca\u00e7\u00e3o est\u00e3o sempre as nossas fam\u00edlias. Que elas sejam santu\u00e1rio de vida, comunidades de amor aben\u00e7oado por Deus e igrejas dom\u00e9sticas, onde germinem e cres\u00e7am voca\u00e7\u00f5es para a vida sacerdotal, religiosa, mission\u00e1ria e para \u00e1vida consagrada no mundo. Na educa\u00e7\u00e3o da nossa vida est\u00e3o as nossas escolas. Nesta semana de in\u00edcio oficial e de abertura solene do novo ano lectivo consagremos a Nossa Senhora as nossas escolas para que eduquem e ensinem, com valor e qualidade, assumindo a matriz cultural crist\u00e3 que oferece ao saber a adquirir o necess\u00e1rio e imprescind\u00edvel complemento da sabedoria dos dons do Esp\u00edrito. S\u00f3 esta sabedoria e discernimento que nos vem de Deus a Sua ajuda e a Sua b\u00ean\u00e7\u00e3o sustentar\u00e3o projectos educativos consolidados. No itiner\u00e1rio do despertar religioso, do crescimento da F\u00e9 e da forma\u00e7\u00e3o crist\u00e3 est\u00e3o sempre os nossos sacerdotes, os nossos catequistas, os movimentos e associa\u00e7\u00f5es apost\u00f3licas, as nossas par\u00f3quias e as nossas comunidades crist\u00e3s. Que neste relan\u00e7ar de um novo ano pastoral nunca lhes falte a alegria da fidelidade e entusiasmo da miss\u00e3o. Que Nossa Senhora de F\u00e1tima e os bem-aventurados Francisco e Jacinta a todos atendam, aben\u00e7oem e protejam. Amen.  D. Ant\u00f3nio Francisco dos Santos, Bispo Auxiliar de Braga <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia de D. 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