{"id":13208,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/se-de-castelo-branco-como-nova\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"se-de-castelo-branco-como-nova","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/se-de-castelo-branco-como-nova\/","title":{"rendered":"S\u00e9 de Castelo Branco como nova"},"content":{"rendered":"<p>A S\u00e9 est\u00e1 como nova. Desde Maio passado que se notam os melhoramentos. A inaugura\u00e7\u00e3o aconteceu agora, tendo as diversas entidades envolvidas na opera\u00e7\u00e3o elogiado o restauro. A recupera\u00e7\u00e3o quer interior quer exterior do edif\u00edcio da S\u00e9 de Castelo Branco foi efectuada recentemente, tendo a inaugura\u00e7\u00e3o desses trabalhos de conserva\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o ocorrido na passada quinta-feira, dia 21.  Esta interven\u00e7\u00e3o teve como base um protocolo entre a C\u00e2mara de Castelo Branco, o Instituto Portugu\u00eas do Patrim\u00f3nio Arquitect\u00f3nico (Ippar) &#8211; que supervisionou todos os trabalhos &#8211; e a F\u00e1brica da Igreja de S. Miguel da S\u00e9. Devolver ao templo a dignidade que j\u00e1 deteve anteriormente foi a meta tra\u00e7ada por todas as partes envolvidas nesta opera\u00e7\u00e3o, o que foi conseguido, de acordo com as palavras proferidas pelos respons\u00e1veis das mesmas na passada quinta-feira. Para o padre Martinho Mendon\u00e7a, P\u00e1roco da S\u00e9, \u201cfoi fundamental o papel desempenhado por todos os anteriores p\u00e1rocos\u201d, que sempre se bateram pela necessidade destas obras. Elogiando o trabalho de parceria com as entidades que as suportaram, destacou a import\u00e2ncia da interven\u00e7\u00e3o efectuada, tendo em conta \u201co bem-estar dos cidad\u00e3os e a defesa dos valores\u201d que lhe est\u00e1 inerente. \u201cA S\u00e9 estava mesmo necessitada de uma requalifica\u00e7\u00e3o integral, s\u00f3 que a f\u00e1brica da igreja n\u00e3o tinha os meios dispon\u00edveis para avan\u00e7ar sozinha neste projecto, pelo que com a participa\u00e7\u00e3o do Ippar e da C\u00e2mara, em estreita colabora\u00e7\u00e3o com a Diocese e a Par\u00f3quia, conseguimos chegar a bom porto\u201d, disse. Apesar de a inaugura\u00e7\u00e3o apenas ter tido lugar na passada semana, o certo \u00e9 que aquele espa\u00e7o de culto j\u00e1 est\u00e1 a ser utilizado desde Maio deste ano, precisamente um ano e meio depois de as obras se terem iniciado (Novembro de 2003). Para resolu\u00e7\u00e3o futura, que se espera breve, ficou a Capela do Sant\u00edssimo, por n\u00e3o fazer parte do projecto inicial. Martinho Mendon\u00e7a explicou isso mesmo a uma plateia de mais de uma centena de pessoas que n\u00e3o quis faltar ao evento, esclarecendo que \u201co projecto de candidatura para que essa interven\u00e7\u00e3o seja efectuada j\u00e1 est\u00e1 a ser elaborado, pelo que no pr\u00f3ximo ano a Capela do Sant\u00edssimo come\u00e7a a ser intervencionada\u201d. Mor\u00e3o lembra Santa Maria O presidente da C\u00e2mara de Castelo Branco demonstrou a sua satisfa\u00e7\u00e3o pela feliz conclus\u00e3o destes trabalhos e nas palavras que proferiu fez quest\u00e3o de lembrar que \u201ch\u00e1 quatro anos tamb\u00e9m tivemos um papel relevante noutro importante benef\u00edcio para a comunidade cat\u00f3lica albicastrense &#8211; a conclus\u00e3o das obras da Casa de Santa Maria\u201d. Sobre a S\u00e9, o edil recorda \u201cos muitos anos em que se falou de que esta catedral precisava de obras\u2026 desde a primeira hora que tom\u00e1mos conhecimento deste assunto que nos preocup\u00e1mos com a sua resolu\u00e7\u00e3o e diligenci\u00e1mos no sentido de que os poderes p\u00fablicos n\u00e3o s\u00f3 se interessassem pela sua requalifica\u00e7\u00e3o como se mostrassem dispon\u00edveis para a financiar\u201d. Assim, os custos desta interven\u00e7\u00e3o, avaliada em 1,5 milh\u00f5es de euros, foram suportados em partes iguais pela autarquia e pelo Ippar. \u201cTemos de saber encontrar os parceiros ideais para ajudarmos a nossas comunidades e, sendo assim, desta feita n\u00e3o foi preciso andar a realizar pedit\u00f3rios para levarmos por diante os nossos objectivos\u2026 n\u00e3o era justo que isso acontecesse, as pessoas j\u00e1 andam com dificuldades\u201d, explica o autarca. Tamb\u00e9m o presidente do Ippar e o representante do Bispo da Diocese (c\u00f3nego L\u00facio Alves) alinharam pelo mesmo diapas\u00e3o. O primeiro sublinhando que \u201co patrim\u00f3nio arquitect\u00f3nico tamb\u00e9m ganha mais valor quando se encontra ao servi\u00e7o das pessoas\u201d e o segundo aludindo ao tempo em que ali foi p\u00e1roco &#8211; \u201clembro-me de que havia telas rasgadas e por isso hoje sinto-me muito feliz\u201d &#8211; para acrescentar que \u201ca Igreja, por promover as pessoas e a cidadania, \u00e9 merecedora deste reconhecimento e desta obra\u201d. Para o c\u00f3nego L\u00facio Alves, a Igreja tem acompanhado o crescimento desta cidade ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas e por isso a sua presen\u00e7a f\u00edsica infraestrutural \u00e9 hoje uma realidade nos diversos bairros (S. Jos\u00e9 Oper\u00e1rio, Santiago, Nossa Senhora de F\u00e1tima e Nossa Senhora do Valongo). Ficou o desafio: \u201cAs quintas das Violetas e da Carapalha est\u00e3o a necessitar que se olhe para elas tamb\u00e9m neste aspecto\u201d.  <i>Jos\u00e9 J\u00falio Cruz, jornal Reconquista<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A S\u00e9 est\u00e1 como nova. Desde Maio passado que se notam os melhoramentos. A inaugura\u00e7\u00e3o aconteceu agora, tendo as diversas entidades envolvidas na opera\u00e7\u00e3o elogiado o restauro. A recupera\u00e7\u00e3o quer interior quer exterior do edif\u00edcio da S\u00e9 de Castelo Branco foi efectuada recentemente, tendo a inaugura\u00e7\u00e3o desses trabalhos de conserva\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o ocorrido na passada [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[187,207,285],"class_list":["post-13208","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-diocese-do-porto","tag-fatima","tag-patrimonio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13208","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13208"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13208\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13208"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13208"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13208"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}