{"id":13047,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/missao-faz-se-no-feminino\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"missao-faz-se-no-feminino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/missao-faz-se-no-feminino\/","title":{"rendered":"Miss\u00e3o faz-se no feminino"},"content":{"rendered":"<p>Em 2005, o Voluntariado Mission\u00e1rio continua a ter uma grande for\u00e7a vinda das mulheres <!--more--> Os Volunt\u00e1rio Mission\u00e1rios, que partem em 2005 em Miss\u00f5es de curta dura\u00e7\u00e3o, caracterizam-se por ser, na maioria, do sexo feminino. De 2004 para este ano, existem menos 12 rapazes e mais 17 raparigas, o que faz um total de 150 raparigas e 57 rapazes. Dados que confirmam a tend\u00eancia mostrada em estat\u00edsticas anteriores. Entre 1986 e 2004, do total de volunt\u00e1rios que partiram, 64% (1262) s\u00e3o mulheres e 36% (704) s\u00e3o homens. Este ano, a AASUL envia 11 raparigas e 1 rapaz. Mariana de Almeida, coordenadora do grupo da Universidade Lus\u00edada, esclarece-nos que \u201cao longo da forma\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 feita uma selec\u00e7\u00e3o tendo em conta o g\u00e9nero. Mas \u00e9 aferida a compatibilidade de feitios.\u201d O h\u00e1bito \u00e9 os volunt\u00e1rios serem distribu\u00eddos por ilhas e a\u00ed tenta-se encontrar um equil\u00edbrio, atrav\u00e9s da divis\u00e3o de rapazes por ilha. Contudo, como este ano s\u00f3 existe um rapaz e o n\u00famero de volunt\u00e1rios \u00e9 menor do que em anos anteriores, v\u00e3o todos para a mesma comunidade, na Ilha de S. Vicente, em Cabo Verde.  J\u00e1 \u201cas 17 raparigas e 5 rapazes da Equipa d\u2019\u00c1frica v\u00e3o ser distribu\u00eddos por cinco comunidades diferentes e estar\u00e1 um rapaz por grupo, na tentativa de equilibrar, pois d\u00e1 mais seguran\u00e7a nas desloca\u00e7\u00f5es\u201d, diz Duarte Nifo, coordenador deste grupo de jovens. Ainda acrescenta que \u201ca escolha teve em conta a capacidade de quem vai e n\u00e3o foi pensada em termos de g\u00e9nero.\u201d   <b>Entre as Mulheres<\/b> Diogo Albergaria, um dos jovens da Equipa d\u2019\u00c1frica que vai fazer Miss\u00e3o com um grupo de raparigas, diz que esse facto \u201c\u00e9 indiferente. Nas miss\u00f5es convivemos com os Padres, os Mission\u00e1rios e os pr\u00f3prios rapazes da comunidade. N\u00e3o \u00e9 a mesma coisa, mas n\u00e3o se trata de um problema\u201d. Adianta ainda que \u201cn\u00e3o sei se o Voluntariado Mission\u00e1rio \u00e9 mais sentido pelas raparigas, mas que h\u00e1 mais raparigas a faz\u00ea-lo \u00e9 uma realidade.\u201d A opini\u00e3o de Romeu Alecrim, do G.A.S. Porto, \u00e9 que \u201co Voluntariado Mission\u00e1rio n\u00e3o est\u00e1 particularmente vocacionado para que seja feito mais pelas raparigas. O ser-se rapaz \u00e9 uma mais-valia, porque neste locais de Miss\u00e3o d\u00e3o mais valor aos homens, talvez os oi\u00e7am mais facilmente do que \u00e0s mulheres\u201d. Quanto ao facto de ir com um n\u00famero maior de raparigas diz que \u201cn\u00e3o \u00e9 incomodativo. As raparigas s\u00e3o vistas como mais organizadas e isso \u00e9 um benef\u00edcio para o grupo\u201d.  Pelo G.A.S. Porto, partem 12 raparigas e 3 rapazes. In\u00eas Silva, respons\u00e1vel por este grupo, diz que \u201c\u00e9 habitual termos mais candidatos femininos do que masculinos, mas este ano a diferen\u00e7a \u00e9 bastante maior, o que se reflecte nos que v\u00e3o partir.\u201d Os 15 volunt\u00e1rios mission\u00e1rios ser\u00e3o divididos por duas comunidades em Mo\u00e7ambique. O equil\u00edbrio entre os g\u00e9neros foi ponderado, bem como as necessidades dos locais e as pessoas que s\u00e3o mais precisas.   <b>Quest\u00f5es de G\u00e9nero<\/b>  Os Leigos da Boa Nova contrariam estes dados com o envio de dois rapazes, mas n\u00e3o foi propositado. S\u00e9rgio Cabral, membro da Direc\u00e7\u00e3o do grupo, \u00e9 pela igualdade de sexos, at\u00e9 porque \u201cem Mo\u00e7ambique n\u00e3o se sente diferen\u00e7a entre ser uma rapaz ou uma rapariga. As pessoas s\u00e3o escolhidas consoante as suas potencialidades\u201d. O S\u00e9rgio \u00e9 um dos rapazes que parte por dois meses, mas, mais do que realizar uma Miss\u00e3o, vai avaliar os projectos que se est\u00e3o a desenvolver no terreno e colaborar nas actividades da comunidade. \u201cOs Leigos da Boa Nova n\u00e3o est\u00e3o a apostar nos projectos de curta dura\u00e7\u00e3o, pois s\u00e3o muito curtos e t\u00eam muitos custos\u201d, diz-nos.  A Funda\u00e7\u00e3o Champagnat tamb\u00e9m garante que \u201cn\u00e3o foi pensado. O voluntariado que se est\u00e1 a fazer poderia ser feito tanto por rapazes, como por raparigas. A escolha deveu-se, sobretudo, \u00e0 disponibilidade e \u00e0 capacidade do Volunt\u00e1rio\u201d, explica-nos Clara Soeiro, do Secretariado, e acrescenta que \u201cna decis\u00e3o de enviar o Filipe, professor de matem\u00e1tica, n\u00e3o esteve presente quest\u00f5es de seguran\u00e7a e de di\u00e1logo com a comunidade, pois ele est\u00e1 integrado na comunidade dos Irm\u00e3os Maristas, numa zona que n\u00e3o \u00e9 de perigo\u201d. Apesar da Miss\u00e3o ser feminina, isso n\u00e3o se deve a uma escolha das entidades ou grupos do Voluntariado Mission\u00e1rio, mas uma maior procura destas actividades por parte do sexo feminino.  <i>Departamento de Plataformas e Comunica\u00e7\u00e3o, Funda\u00e7\u00e3o Evangeliza\u00e7\u00e3o e Culturas<\/i> Para mais informa\u00e7\u00f5es,  visitar a p\u00e1gina www.fecongd.net  <B>Not\u00edcias relacionadas<\/B> <a href=\"noticia.asp?noticiaid=21266\">\u2022 Ver\u00e3o mission\u00e1rio: uma hist\u00f3ria de sucesso<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2005, o Voluntariado Mission\u00e1rio continua a ter uma grande for\u00e7a vinda das mulheres<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[101,123,187,252,261,262,329,330],"class_list":["post-13047","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-africa","tag-cabo-verde","tag-diocese-do-porto","tag-maristas","tag-missoes","tag-mocambique","tag-voluntariado","tag-voluntariado-missionario"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13047","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13047"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13047\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13047"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13047"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13047"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}