{"id":124557,"date":"2019-01-12T12:15:10","date_gmt":"2019-01-12T12:15:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=124557"},"modified":"2019-01-12T16:05:37","modified_gmt":"2019-01-12T16:05:37","slug":"madeira-estar-numa-ilha-e-uma-possibilidade-para-olhar-mais-longe-d-nuno-bras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/madeira-estar-numa-ilha-e-uma-possibilidade-para-olhar-mais-longe-d-nuno-bras\/","title":{"rendered":"Madeira: Estar numa ilha \u00e9 uma possibilidade para \u00abolhar mais longe\u00bb &#8211; D. Nuno Br\u00e1s"},"content":{"rendered":"<p><em>Em entrevista \u00e0 R\u00e1dio Renascen\u00e7a e \u00e0 Ag\u00eancia Ecclesia, o novo bispo da Diocese do Funchal diz que a nomea\u00e7\u00e3o do Papa \u00abfoi n\u00e3o foi\u00bb uma surpresa, refere a realidade social do arquip\u00e9lago e diz que deseja visitar o Porto Santo, que ainda n\u00e3o conhece<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_124466\" aria-describedby=\"caption-attachment-124466\" style=\"width: 1500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/nuno_bras2019_2.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-124466 size-full\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/nuno_bras2019_2.jpg\" alt=\"\" width=\"1500\" height=\"1000\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/nuno_bras2019_2.jpg 1500w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/nuno_bras2019_2-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/nuno_bras2019_2-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/nuno_bras2019_2-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/nuno_bras2019_2-1080x720.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-124466\" class=\"wp-caption-text\">Foto Ag\u00eancia ECCLESIA \/ MC<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Entrevista conduzida por \u00c2ngela Roque, da Renascen\u00e7a, e Jos\u00e9 Carlos Patr\u00edcio, da Ag\u00eancia ECCLESIA<\/em><\/p>\n<p><strong>Como \u00e9 que acolhe esta nomea\u00e7\u00e3o como bispo do Funchal?<\/strong><\/p>\n<p>Com temor e com confian\u00e7a. Com temor porque sei as minhas limita\u00e7\u00f5es, n\u00e3o vale a pena fingir que sou super-homem, que n\u00e3o sou, ou super-bispo, muito menos. Mas, com confian\u00e7a, porque foi o Papa Francisco quem me escolheu. Trata-se de confiar no Papa, de confiar sobretudo no senhor Jesus, e acreditar que ele n\u00e3o vai abandonar aqueles que escolhe, portanto \u00e9 com muita confian\u00e7a que vou para a Madeira.<\/p>\n<p><strong>Foi uma surpresa esta nomea\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Foi e n\u00e3o foi. N\u00e3o foi completa surpresa no sentido de que j\u00e1 v\u00e1rios amigos, v\u00e1rias pessoas vinham ter comigo e diziam que era poss\u00edvel que eu fosse para o Funchal, mas acaba sempre por ser depois um momento inesperado.<\/p>\n<p><strong>Um bispo jornalista, comunicador, como \u00e9 que espera conquistar os cora\u00e7\u00f5es das comunidades madeirenses?<\/strong><\/p>\n<p>Sendo pastor, e estando como pastor, como sucessor dos ap\u00f3stolos que est\u00e1, que anuncia o Evangelho, e que procura inserir-se naquilo que \u00e9 uma hist\u00f3ria de 500 anos. A diocese do Funchal celebrou h\u00e1 pouco tempo os 500 anos da sua exist\u00eancia, uma longa hist\u00f3ria de f\u00e9, portanto inserindo-me nesta hist\u00f3ria, respeitando-a certamente, e depois conhecendo as pessoas, estando com elas e anunciando o Evangelho com toda a ousadia e coragem. Quer dizer, se S. Paulo estivesse \u00e0 espera de conhecer Atenas ou Corinto nunca l\u00e1 teria ido, portanto eu vou assim tamb\u00e9m com esta ousadia.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma coisa que \u00e9 importante, que \u00e9 o facto de eu conhecer uma boa parte do presbit\u00e9rio do Funchal, porque ou foram meus colegas ou foram meus disc\u00edpulos, a quem ensinei teologia, e com quem estive nos tempos de semin\u00e1rio. Penso que isso que ser\u00e1 importante tamb\u00e9m para uma maneira de estar e para poder estar com algum \u00e0 vontade de quem conhece, n\u00e3o a diocese no seu todo, mas grande parte do clero madeirense.<\/p>\n<p><strong>Uma das formas de comunicar a que nos habituou nos \u00faltimos anos s\u00e3o as suas cr\u00f3nicas. Ainda recentemente lan\u00e7ou o livro &#8220;Cenas de Deus&#8221;, que re\u00fane algumas delas. Como bispo do Funchal tamb\u00e9m pretende comunicar dessa forma?<\/strong><\/p>\n<p>Escrever estas cr\u00f3nicas tornou-se um v\u00edcio. Mesmo em f\u00e9rias dou por mim a pensar em temas, em modos de abordar assuntos, tornou-se um v\u00edcio. Vamos ver se o v\u00edcio se mant\u00e9m. Terei de fazer uma an\u00e1lise cuidada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0quilo que \u00e9 a realidade da Diocese, em rela\u00e7\u00e3o aos meios de comunica\u00e7\u00e3o de que a diocese disp\u00f5e, em rela\u00e7\u00e3o aos meios de comunica\u00e7\u00e3o onde o bispo poder\u00e1 entrar eventualmente. Quer dizer, n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio que estas cr\u00f3nicas sejam no \u00f3rg\u00e3o da diocese. N\u00e3o sei, vamos ver. Mas, sendo um h\u00e1bito agrad\u00e1vel este de escrever, de olhar para a realidade e de escrever sobre ela, talvez sim. Vamos ver o que \u00e9 que a prud\u00eancia e o discernimento dizem quando eu l\u00e1 chegar.<\/p>\n<p><strong>Como \u00e9 que encara esta particularidade de ir ser um bispo numa ilha? O que \u00e9 que isso tamb\u00e9m significa para si?<\/strong><\/p>\n<p>Significa que h\u00e1 horizontes. Creio que \u00e9 importante vermos o mar n\u00e3o como uma realidade que separa, mas com uma realidade que une, e neste sentido vou de uma diocese que confina com a diocese do Funchal. Muitas vezes ao longo de toda a minha vida, daqui da diocese de Lisboa olhei o horizonte naquela dire\u00e7\u00e3o, agora trata-se de olhar o horizonte para outras dire\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m para esta daqui do continente, claro, mas para todas as outras dire\u00e7\u00f5es. Portanto, neste sentido n\u00e3o me parece que o facto de ser uma ilha seja um sin\u00f3nimo de claustrofobia, antes pelo contr\u00e1rio, \u00e9 sin\u00f3nimo de poder olhar mais longe, e nesse aspeto a Madeira, por aquilo que conhe\u00e7o dela, tem muitas e boas perspetivas, muitos e bons miradouros para se ver o horizonte, e isso marca necessariamente tamb\u00e9m a vida das pessoas. Portanto, este olhar mais longe, sobretudo olhar mais para Deus.<\/p>\n<p><strong>Olhando para alguns aspetos na Madeira, como a entrada dos emigrantes e lusodescendentes vindos da Venezuela, ou para a situa\u00e7\u00e3o de desemprego, que \u00e9 o mais elevado no pa\u00eds, como \u00e9 que v\u00ea estes desafios sociais?<\/strong><\/p>\n<p>Com preocupa\u00e7\u00e3o, como \u00e9 \u00f3bvio, e com responsabilidade, no sentido de que n\u00f3s crist\u00e3os n\u00e3o podemos nunca ignorar tudo aquilo que est\u00e1 \u00e0 nossa volta, n\u00e3o vivemos fora do mundo, bem pelo contr\u00e1rio, vivemos nele, mergulhados nele. De uma forma muito particular a situa\u00e7\u00e3o da Venezuela necessariamente preocupa. Creio que que ser\u00e1 importante, antes de mais nada, acolher aqueles, madeirenses ou n\u00e3o, que vindos da Venezuela est\u00e3o a viver na Madeira. Portanto, em primeiro lugar \u00e9 necess\u00e1rio acolher aqueles que necessitarem da nossa ajuda. Depois ser\u00e1 importante tamb\u00e9m desenvolver a coopera\u00e7\u00e3o com a C\u00e1ritas da Venezuela, enquanto institui\u00e7\u00e3o cred\u00edvel para apoio \u00e0s popula\u00e7\u00f5es madeirenses, e n\u00e3o s\u00f3, que est\u00e3o a viver momentos de muita dificuldade. Portanto eu diria: acolher por um lado, e por outro lado ajudar com aquilo que est\u00e1 dispon\u00edvel, como bens materiais, mas enfim, a todos os n\u00edveis.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 experi\u00eancias que j\u00e1 tenha tido na Madeira que gostasse de partilhar?<\/strong><\/p>\n<p>Para al\u00e9m daquilo que \u00e0s vezes \u00e9 a afli\u00e7\u00e3o que \u00e9 aterrar no aeroporto do Funchal, por causa dos ventos, recordo v\u00e1rias missas novas, em que eu como padre do Semin\u00e1rio acompanhei os novos sacerdotes do Funchal, e isso guardo no cora\u00e7\u00e3o. E guardo no cora\u00e7\u00e3o o modo como as pessoas me acolhiam, como uma pessoa de l\u00e1, as v\u00e1rias comunidades, as fam\u00edlias dos sacerdotes, dos seminaristas.<\/p>\n<p>Tenho muita pena de nunca ter ido ao Porto Santo, portanto numa destas primeiras semanas irei certamente visitar aquela comunidade, porque nunca l\u00e1 fui. De resto, desde o mar at\u00e9 \u00e0 comida, mas sobretudo este acolhimento e a f\u00e9 das comunidades madeirenses, isso marca. E as fam\u00edlias tamb\u00e9m, perceber fam\u00edlias crist\u00e3s que cuidam dos seus filhos, eventualmente at\u00e9 numa situa\u00e7\u00e3o de maior pobreza que aquilo que \u00e9 costume, mas que cuidam dos seus filhos e que transmitem a f\u00e9 aos filhos e isso parece-me uma realidade muito bonita, uma riqueza que n\u00e3o podemos desperdi\u00e7ar.<\/p>\n<p><strong>Neste momento em que \u00e9 conhecida a sua nomea\u00e7\u00e3o para o Funchal, quer deixar alguma mensagem \u00e0 diocese de Lisboa?<\/strong><\/p>\n<p>A Diocese de Lisboa ser\u00e1 sempre a minha diocese do cora\u00e7\u00e3o. Claro que agora sou madeirense, mas n\u00e3o posso deixar de olhar para a Diocese de Lisboa com muita gratid\u00e3o. Ser\u00e1 sempre a m\u00e3e que me gerou para a f\u00e9, para o sacerd\u00f3cio e depois tamb\u00e9m para o episcopado e, portanto, tenho uma gratid\u00e3o muito, muito grande, sabendo que levo Lisboa no cora\u00e7\u00e3o. Enfim, quando tiver saudades hei de ouvir um fado da Am\u00e1lia Rodrigues para matar essas saudades e hei de c\u00e1 vir, de vez em quando, e tenho a certeza que me sentirei sempre em casa em Lisboa. Embora o meu cora\u00e7\u00e3o, desde o momento em que soube da nomea\u00e7\u00e3o, o meu cora\u00e7\u00e3o j\u00e1 fa\u00e7a parte da Madeira.<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_91894\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Wbq-B2rJZ9g?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em entrevista \u00e0 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