{"id":122852,"date":"2018-12-29T00:45:58","date_gmt":"2018-12-29T00:45:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=122852"},"modified":"2025-03-14T11:46:17","modified_gmt":"2025-03-14T11:46:17","slug":"especial-2018-em-revista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/especial-2018-em-revista\/","title":{"rendered":"Especial: 2018 em revista"},"content":{"rendered":"<p>Jornalistas abordam principais acontecimentos ligados \u00e0s \u00e1reas da Religi\u00e3o, Mobilidade, Pol\u00edtica, Justi\u00e7a, Europa, Ambiente e Desporto<!--more--><\/p>\n<p>2018 chega ao fim e com ele surge a an\u00e1lise dos principais acontecimentos destes 12 meses. A ECCLESIA foi ao encontro de jornalistas de v\u00e1rios meios de comunica\u00e7\u00e3o para tra\u00e7ar um retrato do ano, nas \u00e1reas da Religi\u00e3o, Mobilidade, Pol\u00edtica, Justi\u00e7a, Europa, Ambiente e Desporto.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/20181027_sinodo_jovens_3435.jpg\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Vaticano<\/strong><\/h3>\n<p>O esc\u00e2ndalo dos abusos sexuais cometidos por membros do clero marcou o ano do Papa Francisco, em particular nas suas viagens ao Chile e \u00e0 Irlanda. As acusa\u00e7\u00f5es do antigo n\u00fancio apost\u00f3lico em Washington, o arcebispo Carlo Maria Vigano, deram o mote a uma campanha a pedir a ren\u00fancia do pont\u00edfice, apoiado nesta circunst\u00e2ncia por confer\u00eancias episcopais de v\u00e1rios pa\u00edses, incluindo Portugal.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um desafio, mas creio que o Papa est\u00e1 \u00e0 altura deste desafio\u201d, refere \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA B\u00e1rbara Wong, jornalista do P\u00fablico, para quem Francisco est\u00e1 a ser o \u201cmotor\u201d de uma mudan\u00e7a \u201cnecess\u00e1ria, que atrai at\u00e9 quem est\u00e1 fora da Igreja Cat\u00f3lica e gera algumas resist\u00eancias no seu interior.<\/p>\n<p>O atual pont\u00edfice tem proposto uma Igreja de \u201cportas abertas\u201d para acolher \u201ctodas as pessoas que andam \u00e0 procura\u201d, assinala a jornalista.<\/p>\n<p>A assembleia do S\u00ednodo dos Bispos dedicada \u00e0s novas gera\u00e7\u00f5es (outubro de 2018) \u00e9 outro acontecimento em destaque, com uma mensagem de confian\u00e7a nos jovens.<\/p>\n<p>\u201cNa Comunica\u00e7\u00e3o Social, muitas vezes, s\u00e3o estas pessoas que acabam por ser mais ouvidas, do que propriamente os outros 90% que est\u00e3o ao lado do Papa e que acham que o que o Papa est\u00e1 a fazer \u00e9 muito importante, e que seguem o Papa\u201d.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/DOC.20180619.24377509.06822111.jpg\" \/><\/p>\n<p>\u201c2018 foi um ano bastante simb\u00f3lico, porque n\u00f3s vimos regressar alguns termos que se tinham conseguido limpar do discurso oficial, como, por exemplo, referir-nos a quem est\u00e1 em movimento, \u00e0 procura de um ref\u00fagio, como pessoas ilegais. O termo regressou at\u00e9 nalgumas institui\u00e7\u00f5es europeias\u201d.<\/p>\n<h4><strong>Migra\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h4>\n<p>Catarina Santos, jornalista do Observador, tem sido premiada pelo seu trabalho de acompanhamento da realidade dos refugiados. Em entrevista \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA, lamenta que 2018 tenha trazido uma Europa mais fechada, com o regresso \u201cem for\u00e7a\u201d de termos como \u201cilegais\u201d, para falar de quem deixou a sua terra em busca de uma vida melhor.<\/p>\n<p>O surgimento de Governos populistas levou a situa\u00e7\u00f5es como as que envolveram o navio Aquarius e a dificuldade de encontrar um porto seguro, a caravana que ruma aos EUA ou a recusa de v\u00e1rios pa\u00edses em assinar o Pacto Global por migra\u00e7\u00f5es seguras, em Marraquexe,<\/p>\n<p>\u201cEstamos a chegar aqui a um ponto de absurdo, mas em que o absurdo est\u00e1 a ganhar eco, parece-me assustador\u201d, sustenta a entrevistada.<\/p>\n<p>Outra forma de mobilidade \u00e9 o Turismo, que precisa de \u201cregula\u00e7\u00e3o\u201d para que tudo funcione e se evitem \u201cchoques\u201d com a popula\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n<p>\u201cAs pessoas n\u00e3o v\u00e3o parar de se mover e v\u00e3o mover-se cada vez mais\u201d<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/1turismo_alentejo.jpg\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/parlamentodad.jpg\" \/><\/p>\n<h3>Pol\u00edtica<\/h3>\n<p>Eunice Louren\u00e7o, jornalista da Renascen\u00e7a, diz que o ano viveu entre as pol\u00e9micas de 2017 \u2013 Tancos e os inc\u00eandios \u2013 e a perspetiva de um ano eleitoral em 2019. Desfeitas as d\u00favidas sobre a \u201cdurabilidade\u201d do executivo socialista, em minoria no Parlamento, o ano eleitoral vai colocar em causa o \u201cdiscurso de sucesso\u201d de Ant\u00f3nio Costa<\/p>\n<p>\u201cO Executivo acaba este ano com muitas greves, com muita contesta\u00e7\u00e3o corporativa\u201d, observa, evocando ainda a quest\u00e3o do conflito com os bombeiros, \u201csem se perceber muito bem como \u00e9 que isto se vai solucionar\u201d.<\/p>\n<p>\u201c2018 foi ainda muito marcado por dois casos de 2017: por um lado, o caso de Tancos, que continua a ser esse enigma de Estado, por resolver, apesar das insist\u00eancias do presidente da Rep\u00fablica; e o caso dos inc\u00eandios\u201d.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/doc2018011823551561aq8p63511317b5f1.jpg\" \/><\/p>\n<p>\u201cA justi\u00e7a est\u00e1 cada vez mais no centro das preocupa\u00e7\u00f5es da sociedade, no centro do mediatismo\u201d<\/p>\n<h4><strong>Justi\u00e7a<\/strong><\/h4>\n<p>No ano em que a Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica disse \u201cadeus\u201d a Joana Marques Vidal, \u201ccorrup\u00e7\u00e3o\u201d foi a palavra-chave a v\u00e1rios n\u00edveis, desde a opera\u00e7\u00e3o LEX a casos que atingem clubes de futebol ou a personalidades pol\u00edticas.<\/p>\n<p>\u201cFoi um ano muito rico, se assim podemos dizer, em casos medi\u00e1ticos\u201d, refere In\u00eas Pereira, jornalista da TVI.<\/p>\n<p>A especialista falou num refor\u00e7o da confian\u00e7a no sistema judicial, com a sociedade a poder testemunhar a \u201ccoragem\u201d que a Justi\u00e7a tem para ir a todas as \u00e1reas.<\/p>\n<p>\u201cNingu\u00e9m \u00e9 impune\u201d, observa.<\/p>\n<p>Para a jornalista, \u201ca justi\u00e7a sempre funcionou, est\u00e1 \u00e9 mais medi\u00e1tica\u201d.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/doc2018091024783402070105451827cf8a.jpg\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Europa<\/h3>\n<p>A n\u00edvel europeu, o ano ficou marcado pelo \u201cBrexit\u201d \u2013 uma sa\u00edda que parece um labirinto sem sa\u00edda e que para o jornalista Leon\u00eddio Ferreira, do Di\u00e1rio de Not\u00edcias, representa um \u201calerta\u201d para eventuais desistentes, no futuro, mas deixa \u201criscos\u201d de crise econ\u00f3mica no presente.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 uma sa\u00edda qualquer, primeiro que tudo, porque \u00e9 a primeira vez que um pa\u00eds sa\u00ed da Uni\u00e3o Europeia, o que significa que aquele projeto de constru\u00e7\u00e3o de unidade europeia, a que tantos pa\u00edses aderiram, incluindo Portugal, e que era uma promessa de desenvolvimento \u2013 e tem sido \u2013 tem uma desist\u00eancia\u201d, real\u00e7a.<\/p>\n<p>Outras quest\u00f5es, como a dos refugiados, mostraram uma Uni\u00e3o Europeia com \u201cpouca unidade entre si\u201d.<\/p>\n<p>\u201c2018 mostrou mais uma vez que \u00e9 melhor um projeto europeu, um projeto que garantiu a paz desde que a acabou a II Guerra Mundial, um projeto que d\u00e1 liberdade de circula\u00e7\u00e3o, que traz a possibilidade de iniciativas t\u00e3o bonitas como o Erasmus. \u00c9 algo que vale a pena preservar\u201d.<\/p>\n<p><strong>Leon\u00eddio Ferreira<\/strong><\/p>\n<p>Jornalista &#8211; Di\u00e1rio de Not\u00edcias<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/ambiente_portugal.jpg\" \/>pb_row]<\/p>\n<h3>Ambiente<\/h3>\n<p>Carla Castelo, jornalista da SIC, recorda o \u201cgrave epis\u00f3dio de polui\u00e7\u00e3o no Tejo\u201d, no in\u00edcio de 2018, como exemplo da nova aten\u00e7\u00e3o que as quest\u00f5es ambientais merecem: \u201cFoi um acontecimento exposto por um cidad\u00e3o an\u00f3nimo, que se preocupa com o Rio, e pede explica\u00e7\u00f5es. Esse lado parece-me interessante\u201d.<\/p>\n<p>Por outro lado, acrescenta, \u201c\u00e9 um daqueles casos recorrentes, infelizmente, neste caso com uma visibilidade bastante grande, acaba por n\u00e3o ter respostas quase nenhumas\u201d, sem arguidos constitu\u00eddos ou sequer se houve crime.<\/p>\n<p>Outro tema em destaque foi a contesta\u00e7\u00e3o ao chamado \u201cfuro de Aljezur\u201d, a luta da popula\u00e7\u00e3o do Alentejo e do Algarve contra a prospe\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo.<\/p>\n<blockquote><p>A n\u00edvel internacional, aconteceram uma s\u00e9rie de \u201cfen\u00f3menos extremos\u201d, como os inc\u00eandios na Gr\u00e9cia e na Calif\u00f3rnia (EUA), com muitos mortos, a que os especialistas chamam o \u201cnovo normal\u201d, com as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, originando \u201csecas muito mais prolongadas e intensas\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p>Carla Castelo adverte ainda para o surgimento de lideran\u00e7as pol\u00edticas que \u201ccontradizem o conhecimento cient\u00edfico\u201d, na \u00e1rea do Ambiente, \u201cpor ignor\u00e2ncia ou, mais provavelmente, por m\u00e1-f\u00e9\u201d.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/doc2018071024496070tribunalbarreiro_cs16607132f8.jpg\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Desporto<\/h3>\n<p>A n\u00edvel desportivo, 2018 foi um ano marcado por v\u00e1rios epis\u00f3dios negativos, como admite Rui Miguel Tovar, jornalista do \u2018i\u2019. As manchetes foram muitas vezes feitas pelos aspetos mais negros do futebol portugu\u00eas, \u201cos emails, os \u00e1rbitros, as apostas&#8221; ou a viol\u00eancia.<\/p>\n<p>A invas\u00e3o da Academia leonina \u00e9 mesmo vista como \u201co epis\u00f3dio mais negro da hist\u00f3ria do Sporting e um dos mais negros do futebol portugu\u00eas\u201d.<\/p>\n<p>Rui Miguel Tovar prefere, no entanto, valorizar mais o que se passa \u201cdentro de campo\u201d, elogiando o t\u00edtulo do Futebol Clube do Porto, \u201cum campe\u00e3o surpresa\u201d, bem como a vit\u00f3ria do Desportivo das Aves na final da Ta\u00e7a de Portugal.<\/p>\n<p>O especialista sublinha ainda o impacto da carreira de Miguel Oliveira, vice-campe\u00e3o mundial de Moto2, para despertar o interesse da popula\u00e7\u00e3o noutras modalidades.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise ao ano de 2018 pode ser acompanhada na emiss\u00e3o do programa 70&#215;7 deste domingo, pelas 17h40, na RTP2.<\/p>\n<p><em>HM\/OC<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jornalistas abordam principais acontecimentos ligados \u00e0s \u00e1reas da Religi\u00e3o, Mobilidade, Pol\u00edtica, Justi\u00e7a, Europa, Ambiente e 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