{"id":122322,"date":"2018-12-23T08:00:40","date_gmt":"2018-12-23T08:00:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=122322"},"modified":"2025-03-14T16:40:07","modified_gmt":"2025-03-14T16:40:07","slug":"narrativas-de-natal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/narrativas-de-natal\/","title":{"rendered":"Narrativas de Natal"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00e3o muitos os textos que falam do Natal: no sentido literal ou figurado, de diferentes formas se assinala este tempo.<br \/>\nCrentes e n\u00e3o crentes olham para o nascimento de Jesus como um poema, um acontecimento hist\u00f3rico ou um desafio a ser vivido ao longo de todo o ano. Fomos em busca desses relatos, t\u00e3o diferentes como o percurso das pessoas com quem falamos: a jornalista Paula Moura Pinheiro, o professor Frederico Louren\u00e7o, presidente da Comiss\u00e3o Nacional de Promo\u00e7\u00e3o dos Direitos e Prote\u00e7\u00e3o das Crian\u00e7as e Jovens Ros\u00e1rio Farmhouse, o padre Jo\u00e3o Louren\u00e7o, o escritor Pedro Vieira, e a jornalista Alberta Marques Fernandes.<!--more--><\/p>\n<p><strong>O Natal n\u00e3o \u00e9 ornamento<\/strong><em><br \/>\n&#8220;O Natal n\u00e3o \u00e9 ornamento: \u00e9 fermento<br \/>\n\u00c9 um impulso divino que irrompe pelo interior da hist\u00f3ria<br \/>\nUma expectativa de semente lan\u00e7ada<br \/>\nUm alvoro\u00e7o que nos acorda<br \/>\npara a dic\u00e7\u00e3o surpreendente que Deus faz<br \/>\nda nossa humanidade<\/em><\/p>\n<p><em>O Natal n\u00e3o \u00e9 ornamento: \u00e9 fermento<br \/>\nDentro de n\u00f3s recria, amplia, expande<br \/>\nO Natal n\u00e3o se confunde com o tr\u00e1fico sonolento dos s\u00edmbolos<br \/>\nnem se deixa aprisionar ao consumismo sonoro de ocasi\u00e3o<br \/>\nA simplicidade que nos prop\u00f5e<br \/>\nn\u00e3o \u00e9 o simplismo \u00e1gil das frases-feitas<br \/>\nOs gestos que melhor o desenham<br \/>\nn\u00e3o s\u00e3o os da coreografia previs\u00edvel das conven\u00e7\u00f5es<\/em><\/p>\n<p><em>O Natal n\u00e3o \u00e9 ornamento: \u00e9 movimento<br \/>\nTeremos sempre de caminhar para o encontrar!<br \/>\nEntre a noite e o dia<br \/>\nEntre a tarefa e o dom<br \/>\nEntre o nosso conhecimento e o nosso desejo<br \/>\nEntre a palavra e o sil\u00eancio que buscamos<\/p>\n<p>Uma estrela nos guiar\u00e1<br \/>\nO Natal n\u00e3o \u00e9 ornamento&#8221;<\/em><\/p>\n<p><em>Pe. Jos\u00e9 Tolentino Mendon\u00e7a<\/em><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_11202\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/mBSdmi9GTXo?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Excerto do cap\u00edtulo final do livro \u00abAs vinhas da ira\u00bb, de John Steinbeck<\/strong><\/p>\n<p>\u00abA m\u00e3e foi ao canto e debru\u00e7ou-se sobre o homem, a olh\u00e1-lo. Devia ter uns 50 anos. Possu\u00eda um rosto barbudo e descarnado, e os olhos, muito abertos, fixavam o nada. O rapas veio postar-se ao lado da m\u00e3e.<\/p>\n<p>&#8211; Ele \u00e9 teu pai? \u2013 perguntou ela.<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 sim. Ele dizia que n\u00e3o tinha fome, ou que j\u00e1 tinha comido. Dava-me a comida toda. Agora, est\u00e1 t\u00e3o fraco que nem se pode mexer.<\/p>\n<p>A chuva amainava outra vez e tamborilava brandamente no teto do celeiro. O homem escanzelado moveu os l\u00e1bios. A m\u00e3e ajoelhou-se ao lado dele e encostou o ouvido \u00e1 boca do homem, cujos l\u00e1bios se tornaram a mover.<\/p>\n<p>&#8211; Bem \u2013 disse a m\u00e3e. \u2013 Esteja sossegado. Tudo se arranja. \u00c9 s\u00f3 esperar que eu tire a roupa molhada \u00e0 minha filha.<\/p>\n<p>A m\u00e3e voltou para junto de m\u00e3e voltou para junto de Rosa de Sharon.<\/p>\n<p>&#8211; Trata de te despir anda!<\/p>\n<p>Estendeu o cobertor, fazendo dele uma cortina, para a esconder dos olhos dos outros. E, quando Rosasharn ficou nua, a m\u00e3e enrolou-a no cobertor.<\/p>\n<p>O pequeno estava agora de novo ao lado da m\u00e3e, explicando:<\/p>\n<p>&#8211; Eu n\u00e3o sabia de nada. Ele dizia sempre que j\u00e1 tinha comido ou ent\u00e3o que n\u00e3o tinha fome. A noite passada, quebrei a vidra\u00e7a de uma janela e roubei um p\u00e3o. Obriguei-o a comer, mas ele vomitou tudo e ficou ainda mais fraco. Devia comer sopa ou beber leite. A senhora tem algum dinheiro para comprar leite?<\/p>\n<p>A m\u00e3e respondeu:<\/p>\n<p>&#8211; Chiu! N\u00e3o te apoquentes. Tudo se h\u00e1-de arranjar.<\/p>\n<p>De repente, o pequeno deu um grito:<\/p>\n<p>&#8211; Est\u00e1 a morrer! Est\u00e1 a morrer, a s\u00e9rio! Ele vai morrer de fome. Vai, vai!<\/p>\n<p>&#8211; Chiu! \u2013 fez a m\u00e3e.<\/p>\n<p>Lan\u00e7ou um olhar ao pai e ao tio John, que estavam parados, diante do doente, sem saber o que haviam de fazer. Olhou para Rosa de Sharon, bem enrolada no cobertor. Os seu olhos fugiram dos da filha e tornaram a encontra-los. E as duas mulheres liam tudo nas respetivas almas. A respira\u00e7\u00e3o da rapariga tornara-se curta e agitada.<\/p>\n<p>&#8211; Sim \u2013 disse.<\/p>\n<p>A m\u00e3e sorriu.<\/p>\n<p>&#8211; Eu sabia. Eu sabia que tu eras capaz de o fazer. \u2013 Olhou para as m\u00e3os apertadas uma na outra, descansando no rega\u00e7o.<\/p>\n<p>Rosa de Sharon disse baixinho:<\/p>\n<p>&#8211; Voc\u00eas s\u00e3o capazes de sair todos?<\/p>\n<p>A chuva batia ao de leve no telhado.<\/p>\n<p>A m\u00e3e inclinou-se para a filha e, com a palma da m\u00e3o, afastou as madeixas revoltas que lhe caiam para a testa e deu-lhe um beijo. A m\u00e3e ergueu-se rapidamente:<\/p>\n<p>&#8211; Vamos, minha gente, v\u00e3o para o alpendre das ferramentas \u2013 gritou ela. \u2013 V\u00e3o-se embora, andem!<\/p>\n<p>P\u00f4-los fora da porta. Por fim, levando o rapazito pela m\u00e3o, saiu tamb\u00e9m, fechando a porta, que chiou atr\u00e1s de si.<\/p>\n<p>Por um momento, Rosa de Sharon permaneceu im\u00f3vel no celeiro ressoante de murm\u00farios. Depois, ergueu-se pesadamente, enrolando-se mais no cobertor. Devagar, dirigiu-se ao canto escuro e quedou-se a olhar o rosto devastado do desconhecido, de olhos arregalados e cheios de temor. Ent\u00e3o, vagarosamente, deitou-se ao lado dele. O homem abanou a cabe\u00e7a de um lado para o outro. Rosa de Sharon afastou um dos lados do cobertor, deixando o seio a descoberto.<\/p>\n<p>&#8211; Tem de ser \u2013 disse, aproximando-se mais dele, e puxando-lhe a cabe\u00e7a para si. \u2013 Ora v\u00e1! Ent\u00e3o!<\/p>\n<p>Apoiou-lhe a cabe\u00e7a com a m\u00e3o, e os dedos afagaram-lhe suavemente os cabelos. Ergueu os olhos e deixou-os errar pelo barrac\u00e3o, enquanto os l\u00e1bios se lhe arqueavam num misterioso sorriso\u2026\u00bb<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_82289\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/WQMcfqyuoa4?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00abO que \u00e9 o Natal?\u00bb, de Max Bolliger<\/strong><\/p>\n<p>\u00ab\u00c1ssia n\u00e3o conhece o Natal.<\/p>\n<p>\u00c1ssia veio de outro pa\u00eds onde se celebram festas muito diferentes.<\/p>\n<p>Natal!<\/p>\n<p>Feliz Natal!<\/p>\n<p>\u00c1ssia l\u00ea estas palavras por toda a parte.<\/p>\n<p>As ruas est\u00e3o enfeitadas de mil e uma cores!<\/p>\n<p>Grupos corais entoam lindos c\u00e2nticos de Natal.<\/p>\n<p>As lojas prop\u00f5em:<\/p>\n<p>Bolos de Natal,<\/p>\n<p>Postais de Natal,<\/p>\n<p>Velas de Natal,<\/p>\n<p>Decora\u00e7\u00f5es de Natal,<\/p>\n<p>Peru de Natal\u2026<\/p>\n<p>\u00c0 entrada dos grandes hipermercados ergue-se uma floresta de pinheiros de Natal.<\/p>\n<p>As montras oferecem mil coisas.<\/p>\n<p>\u201cSer\u00e1 que as pessoas precisam disto tudo?\u201d, interroga-se a menina, deslumbrada.<\/p>\n<p>Mas o mais extraordin\u00e1rio s\u00e3o os anjos que flutuam no ar.<\/p>\n<p>E \u00c1ssia pergunta-se como \u00e9 que eles se tinham pendurado no c\u00e9u.<\/p>\n<p>Os cabelos de \u00c1ssia s\u00e3o encaracolados e a pele \u00e9 castanho-avermelhada.<\/p>\n<p>Um dia, ouvira os vizinhos dizer:<\/p>\n<p>\u2014 Quem \u00e9 esta rapariga estrangeira? Onde vive? Donde veio?<\/p>\n<p>\u00c1ssia tinha vindo de um pa\u00eds em guerra onde as pessoas passavam fome e eram perseguidas. \u00c1ssia era uma refugiada.<\/p>\n<p>No primeiro dia de Dezembro, os alunos descobriram, em cima da secret\u00e1ria da professora, um arranjo com quatro velas entre pinhas douradas.<\/p>\n<p>\u2014 Oh! que lindo! Vamos celebrar o Advento! \u2014 exclamaram as crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Advento! Outra palavra que \u00c1ssia nunca tinha ouvido.<\/p>\n<p>\u201cDeve ter alguma rela\u00e7\u00e3o com o Natal\u201d, pensa.<\/p>\n<p>Quando a professora acende a primeira vela, \u00c1ssia enche se de coragem e pergunta:<\/p>\n<p>\u2014 Natal, mas o que \u00e9 o Natal?<\/p>\n<p>\u2014 Sim! O que \u00e9 o Natal?! \u2014 repete a professora um pouco surpreendida.<\/p>\n<p>As crian\u00e7as desatam a rir. Todos sabem o que \u00e9 o Natal!<\/p>\n<p>Os alunos falam todos ao mesmo tempo:<\/p>\n<p>\u2014 Natal \u00e9 quando decoramos a casa.<\/p>\n<p>\u2014 Natal \u00e9 quando pintamos estrelas nas janelas.<\/p>\n<p>\u2014 \u00c9 quando a minha m\u00e3e faz bolos.<\/p>\n<p>\u2014 \u00c9 quando escrevo uma carta ao Pai Natal!<\/p>\n<p>\u2014 Quando o Pai Natal p\u00f5e presentes junto do pinheirinho.<\/p>\n<p>\u2014 Quando vamos ao mar.<\/p>\n<p>\u2014 Quando eu tenho uma bicicleta nova.<\/p>\n<p>\u2014 Quando recebo uma boneca grande.<\/p>\n<p>\u2014 Quando a minha av\u00f3 me d\u00e1 dinheiro.<\/p>\n<p>\u2014 Quando os meus av\u00f3s nos v\u00eam visitar.<\/p>\n<p>\u2014 Quando embrulho as prendas.<\/p>\n<p>\u2014 Quando enfeito com o meu pai o pinheiro.<\/p>\n<p>Os meninos contam tudo o que fazem no Natal.<\/p>\n<p>Mas \u00c1ssia continua a n\u00e3o perceber o que \u00e9 o Natal.<\/p>\n<p>\u2014 \u00c9 altura de vos contar uma hist\u00f3ria muito antiga. A hist\u00f3ria do nascimento de Jesus. A hist\u00f3ria da noite de Natal \u2014 diz a professora.<\/p>\n<p>Maria e Jos\u00e9 \u00e0 procura de uma estalagem.<\/p>\n<p>O dono do albergue que os mandou embora, sem compaix\u00e3o. A chegada dos pastores, o aparecimento dos anjos.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas Reis Magos guiados pela estrela at\u00e9 Bel\u00e9m e, entre eles, Belchior, o rei de pele escura, como \u00c1ssia.<\/p>\n<p>\u00c1ssia ouve com toda a aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u2014 E \u2014 continua a professora \u2014, quando representarmos esta hist\u00f3ria, um de v\u00f3s ter\u00e1 de fazer o papel de Belchior.<\/p>\n<p>De repente, faz-se sil\u00eancio.<\/p>\n<p>O rapaz que est\u00e1 ao lado de \u00c1ssia acaricia suavemente a cabe\u00e7a da menina.<\/p>\n<p>\u00c1ssia sorri e murmura:<\/p>\n<p>\u2014 Agora j\u00e1 sei. Natal, \u00e9 quando eu sou feliz!\u00bb<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_31277\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/DW71AxsI6rg?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Evangelho de Lucas 2, 13-14<br \/>\n<\/strong><em>\u00abE de s\u00fabito surgiu, juntamente com o anjo, uma multid\u00e3o do ex\u00e9rcito celeste, louvando a Deus e dizendo:<\/em><\/p>\n<p><em>\u00abGl\u00f3ria nas alturas a Deus!<br \/>\nE, sobre a terra, paz<br \/>\nentre as pessoas de boa vontade.\u00bb<\/em><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_69071\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BAU6KTILhro?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_46240\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/KXp6kOiF4Xg?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1 Carta S\u00e3o Paulo aos Cor\u00edntios<br \/>\n<\/strong><em>\u00abAinda que eu falasse as l\u00ednguas dos homens e dos anjos, se n\u00e3o tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o c\u00edmbalo que retine.<br \/>\nE ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mist\u00e9rios e toda a ci\u00eancia, e ainda que tivesse toda f\u00e9 de maneira tal que transportasse os montes, se n\u00e3o tivesse amor, nada seria. <\/em><\/p>\n<p><em>E ainda que distribu\u00edsse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se n\u00e3o tivesse amor, nada disso me aproveitaria.<br \/>\nO amor \u00e9 benigno; o amor n\u00e3o \u00e9 invejoso; o amor n\u00e3o se vangloria, n\u00e3o busca os seus pr\u00f3prios interesses, n\u00e3o suspeita mal; n\u00e3o se regozija com a injusti\u00e7a, tudo cr\u00ea, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba.<\/em><\/p>\n<p><em>Agora vemos por espelho, por enigma, mas quando vier o que \u00e9 perfeito veremos face a face; agora conhe\u00e7o em parte, mas ent\u00e3o conhecerei plenamente.<\/em><\/p>\n<p><em>F\u00e9, esperan\u00e7a e amor: dos tr\u00eas o maior \u00e9 o amor.\u00bb<\/em><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_48047\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/fYwzKNW_nTw?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o muitos os textos que falam do Natal: no sentido literal ou figurado, de diferentes formas se assinala este tempo. Crentes e n\u00e3o crentes olham para o nascimento de Jesus como um poema, um acontecimento hist\u00f3rico ou um desafio a ser vivido ao longo de todo o ano. <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":122112,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[267],"class_list":["post-122322","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nacional","tag-natal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/122322","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=122322"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/122322\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/122112"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=122322"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=122322"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=122322"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}