{"id":11308,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/joao-paulo-ii-tinha-uma-relacao-constante-com-os-jovens\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"joao-paulo-ii-tinha-uma-relacao-constante-com-os-jovens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/joao-paulo-ii-tinha-uma-relacao-constante-com-os-jovens\/","title":{"rendered":"Jo\u00e3o Paulo II tinha uma rela\u00e7\u00e3o constante com os jovens"},"content":{"rendered":"<p>Homilia do N\u00fancio Apost\u00f3lico na Igreja dos Jer\u00f3nimos <!--more--> \u00c9 com sentimentos de sincera como\u00e7\u00e3o que a Nunciatura Apost\u00f3lica, a Representa\u00e7\u00e3o Pontif\u00edcia da Santa S\u00e9 em Portugal, se associa hoje \u00e1 comunidade eclesial do Patriarcado de Lisboa para prestar homenagem ao Santo Padre o Papa Jo\u00e3o Paulo II, com esta celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica, e para agradecer ao Senhor pelo dom deste grande Pont\u00edfice, que durante tantos anos guiou a Igreja com exemplar dedica\u00e7\u00e3o e \u00abcomo verdadeiro modelo do rebanho\u00bb (1Pe 5,3), em benef\u00edcio de todos. Em nome do Patriarcado de Lisboa e da Nunciatura Apost\u00f3lica, sa\u00fado e agrade\u00e7o cordialmente a todos v\u00f3s aqui presentes, que amavelmente aceitastes o nosso convite para esta manifesta\u00e7\u00e3o de f\u00e9, em sinal de estima e de devo\u00e7\u00e3o \u2013 \u00e9 assim que o interpreto \u2013 pela pessoa do Romano Pont\u00edfice. Agrade\u00e7o ao Excelent\u00edssimo representante do Governo, Sr. Dr. Pedro Silva Pereira, Ministro da Presid\u00eancia; ao Excelent\u00edssimo representante do Minist\u00e9rio dos Neg\u00f3cios Estrangeiros, Sr. Dr. Ant\u00f3nio Braga, Secret\u00e1rio de Estado das Comunidades Portuguesas; ao Sr. Embaixador Rui Quartin Santos, Secret\u00e1rio\u2013Geral do Minist\u00e9rio dos Neg\u00f3cios Estrangeiros; ao representante do Patriarcado Ecum\u00e9nico Ortodoxo; \u00e0s distintas autoridades e altas personalidades presentes. Agrade\u00e7o aos Excelent\u00edssimos Embaixadores acreditados em Lisboa. Aos Ex.mos representantes das v\u00e1rias confiss\u00f5es religiosas. \u00c0s institui\u00e7\u00f5es diocesanas: o Cabido dos C\u00f3negos, o Conselho Presbiteral, as Vigararias e os P\u00e1rocos, os semin\u00e1rios. Aos irm\u00e3os no sacerd\u00f3cio, aos institutos religiosos masculinos e femininos, \u00e0s associa\u00e7\u00f5es e movimentos eclesiais e a todos os irm\u00e3os e irm\u00e3s em Cristo.  Diz-nos a B\u00edblia que\u00abo justo ter\u00e1 mem\u00f3ria eterna\u00bb (Sl 112,2).  Esta afirma\u00e7\u00e3o aplica-se bem ao Papa Jo\u00e3o Paulo II, que hoje recordamos, por tudo o que Ele foi, durante a Sua vida terrena, e por tudo o que Ele fez pela Igreja e pela humanidade com o Seu intenso e dedicado minist\u00e9rio. Garantindo que a mem\u00f3ria do justo ser\u00e1 eterna, a B\u00edblia diz-nos tamb\u00e9m, com as palavras de S. Paulo, que o justo vive da f\u00e9 (cf. Rom 1,17) e que praticar a justi\u00e7a significa pensar e agir conforme a vontade de Deus, fazendo e promovendo o que \u00e9 justo, o que pertence e \u00e9 devido aos outros, para que cada ser humano se possa sentir respeitado na sua dignidade e possa reflectir a imagem que \u00e9 do pr\u00f3prio Deus, Que o criou \u00e0 Sua semelhan\u00e7a. Por isso reconhecer\u00e1 ainda S. Pedro \u00abque Deus n\u00e3o faz acep\u00e7\u00e3o de pessoas mas que todo aquele que O teme e p\u00f5e em pr\u00e1tica a justi\u00e7a Lhe \u00e9 agrad\u00e1vel\u00bb (Act 10,34). O Papa Jo\u00e3o Paulo II foi um homem justo, no sentido b\u00edblico, pois viveu integral e coerentemente a Sua f\u00e9 em Deus e o Seu amor ao pr\u00f3ximo, manifestado no servi\u00e7o quotidiano \u00e0 Igreja, sob a protec\u00e7\u00e3o constante de Nossa Senhora a Quem carinhosa e significativamente chama, no Seu testamento, \u00aba M\u00e3e do meu Mestre\u00bb. Era bem conhecida a filial e terna devo\u00e7\u00e3o do Papa a Nossa Senhora tendo-Lhe dedicado a Sua pr\u00f3pria pessoa e o Seu pontificado. No Seu bras\u00e3o pontif\u00edcio, no \u00e2ngulo formado por uma grande cruz, quis que fosse colocada a letra M de Maria e, por baixo, a frase, t\u00e3o eloquente, \u00abtotus tuus\u00bb, que quer dizer: \u00abSou todo Teu, Maria!\u00bb. Profundamente convencido de que foi Nossa Senhora de F\u00e1tima Quem Lhe salvou a vida no terr\u00edvel atentado de 13 de Maio de 1981, tendo vindo ao Seu Santu\u00e1rio um ano depois, confessou publicamente aos peregrinos a\u00ed reunidos: \u00abVim como v\u00f3s, de ter\u00e7o na m\u00e3o,  com o nome de  Maria nos l\u00e1bios e o c\u00e2ntico da miseric\u00f3rdia de Deus nas coisas grandes\u00bb. Desde ent\u00e3o, uma rela\u00e7\u00e3o especial, direi mesmo privilegiada, ligou o Papa Jo\u00e3o Paulo II e F\u00e1tima, o Vaticano e Portugal. E assim, quando chega ao termo da Sua viagem terrena, o Papa Jo\u00e3o Paulo II deixa, a 2 de Abril, este mundo, num primeiro s\u00e1bado, o dia que a devo\u00e7\u00e3o de F\u00e1tima dedica expressamente a Nossa Senhora.  Distinta assembleia e car\u00edssimos irm\u00e3os em Cristo. Nos dias que passaram fic\u00e1mos surpreendidos pela universal, direi mesmo, irreprim\u00edvel emo\u00e7\u00e3o que o doloroso desaparecimento do Romano Pont\u00edfice suscitou e pelo coro un\u00e2nime de estima e de respeito que Lhe foram tributados. Vimos todos nesta grandiosa manifesta\u00e7\u00e3o de solidariedade uma demonstra\u00e7\u00e3o de reconhecimento e de gratid\u00e3o por Ele ter sido, no cumprimento da Sua miss\u00e3o, um Pastor da Igreja fiel a Deus e aberto e dispon\u00edvel a todos, com uma grande sensibilidade pelos problemas que afligem a humanidade. Algu\u00e9m sublinhou que o Papa Jo\u00e3o Paulo II n\u00e3o esperou que fossem os outros a ir ter com Ele, mas foi Ele mesmo a ir ter com os outros, por todo o lado e pessoalmente, com as Suas constantes viagens pelo mundo, que lhe permitiram dirigir-Se a todos os homens, sem qualquer distin\u00e7\u00e3o, usando a linguagem do amor e falando ao cora\u00e7\u00e3o e com o cora\u00e7\u00e3o. \u00abCada viagem do Papa \u2013 disse Ele mesmo \u2013 \u00e9 uma aut\u00eantica peregrina\u00e7\u00e3o ao santu\u00e1rio vivente do Povo de  Deus. Nesta perspectiva, o Papa viaja apoiado, como Pedro, pela ora\u00e7\u00e3o de toda a Igreja, para anunciar o Evangelho, para confirmar os irm\u00e3os na f\u00e9, para consolar a Igreja, para encontrar o homem\u00bb (Ao Col\u00e9gio Cardinal\u00edcio e \u00e0 C\u00faria Romana, 26.6.1980). Tamb\u00e9m para a paz, problema e preocupa\u00e7\u00e3o constante e tenaz do Seu pontificado, Se voltou e fez apelo directo ao homem, porque a paz \u00e9 um fruto do amor que procede do profundo do homem. Por isso, a paz no mundo depende da paz que est\u00e1 dentro de cada homem que n\u00e3o a pode construir se antes n\u00e3o estabelecer a ordem dentro de si pr\u00f3prio. \u00abN\u00e3o existe paz \u2013 escreveu \u2013 sem um amor apaixonado pela paz. N\u00e3o existe paz sem vontade ind\u00f3mita para alcan\u00e7ar a paz. A paz \u00e9 uma edifica\u00e7\u00e3o aberta a todos\u00bb (27.10.1986); por isso, \u00abcada homem e cada mulher, seja qual for o seu papel na sociedade, pode e deve assumir efectivamente a pr\u00f3pria parte de responsabilidade na constru\u00e7\u00e3o de uma verdadeira paz\u00bb (17\u00ba Dia Mundial da paz, 8.12.2004).        Dirigindo-se ao homem, de todas as classes e condi\u00e7\u00f5es sociais, falou sempre da sua dignidade e da sua liberdade; fez sentir que at\u00e9 o mais pequeno dos seres humanos \u00e9 importante e merece aten\u00e7\u00e3o e respeito em virtude da sua pr\u00f3pria identidade humana; n\u00e3o se cansou de insistir no valor e na defesa da pessoa humana \u00abpor aquilo que \u00e9 e n\u00e3o por aquilo que tem\u00bb; proclamou incansavelmente que a pessoa humana h\u00e1-de ser o centro de toda a ordem civil e social e de todo o sistema de desenvolvimento t\u00e9cnico e econ\u00f3mico; instilou coragem, esperan\u00e7a, f\u00e9 e f\u00ea-lo com a \u00fanica for\u00e7a de que dispunha: a do Evangelho, a de Jesus Cristo, para Quem reivindicou sempre, em todas as circunst\u00e2ncias, o direito de cidadania, quando exortou, desde o in\u00edcio do Seu Pontificado: \u00abN\u00e3o tenhais medo de acolher Cristo e de aceitar o Seu poder!\u00bb. Pediu tamb\u00e9m, na mesma conjuntura: \u00abAjudai o Papa e todos os que querem servir Cristo e, com o poder de Cristo, servir o homem e a humanidade inteira!\u00bb. Servir Cristo e, com Ele, servir o homem, foi esta a miss\u00e3o que caracterizou o Seu pontificado; uma miss\u00e3o de que Se sentiu investido e que levou a termo com responsabilidade consciente, mesmo nos per\u00edodos de grande sofrimento e de ang\u00fastia que marcaram a Sua vida. Servir o homem \u00abna plena verdade da sua exist\u00eancia, do seu ser pessoal e ao mesmo tempo do seu ser comunit\u00e1rio e social\u00bb (Redemptor Hominis). E para servir o homem n\u00e3o Se cansou de proclamar, com coragem e persist\u00eancia, que Cristo \u00e9 a chave, o centro e o fim de toda a hist\u00f3ria humana e que n\u00f3s, os crist\u00e3os, somos chamados a operar, a amar e a conduzir-nos conforme nos ensina o Evangelho, mesmo no meio das dificuldades que a sociedade em que vivemos apresenta, na qual o homem nem sempre consegue atingir as suas aspira\u00e7\u00f5es. E neste Seu interesse pelo homem, o Papa teve sempre uma particular prefer\u00eancia pelos jovens, por constitu\u00edrem eles o futuro e a esperan\u00e7a da Igreja e da sociedade. Sabemos que o Papa, em raz\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade que vinham piorando, nos \u00faltimos tempos cancelou todos os compromissos das Suas viagens, excepto um: o do Dia Mundial da Juventude, em Col\u00f3nia, no pr\u00f3ximo m\u00eas de Agosto. Renunciou a tudo, menos \u00e0quela viagem porque estava marcada com os jovens, com os quais manteve uma rela\u00e7\u00e3o constante desde que era apenas padre. Logo que foi difundida a not\u00edcia do agravamento da Sua sa\u00fade, em finais de Mar\u00e7o, adolescentes e jovens de todos os pa\u00edses e de todas as classes sociais mostraram o desejo de se porem a caminho para se reunirem \u00e0 volta de um homem que, n\u00e3o obstante moribundo, O tinham como se fosse da sua terra segundo o cora\u00e7\u00e3o. E durante mais de uma semana, os acampamentos nocturnos na Pra\u00e7a de S. Pedro, o clima de dolorosa espera, as ora\u00e7\u00f5es fervorosas e os cantares de esperan\u00e7a foram o sinal claro de uma rela\u00e7\u00e3o de simpatia, de confian\u00e7a e de amizade que se haviam estabelecido entre eles e o idoso Pont\u00edfice. Mas o Papa n\u00e3o lhes prop\u00f4s nunca um cristianismo facilitado nem um Evangelho acomodado \u00e0s pressupostas exig\u00eancias da modernidade e muito menos um Cristo de dimens\u00f5es puramente humanas. Anunciou-lhes o Evangelho em toda a sua integridade e radicalidade e prop\u00f4s-lhes um sistema de valores em tudo contr\u00e1rio \u00e0quilo que o mundo oferece hoje. Falou do respeito pela vida, da moral sexual, da castidade pr\u00e9-matrimonial, da rejei\u00e7\u00e3o de estilos de vida e de modelos de comportamento que est\u00e3o em contraste com a moral cat\u00f3lica. E em vez de rejeitarem esta pedagogia exigente de rigor, os jovens acorreram em massa e espontaneamente a cada encontro e, ultimamente, a manifestar o seu apoio e o seu amor ao Papa que se apagava. E foram para os jovens, recolhidos na Pra\u00e7a de S. Pedro e nas circunvizinhan\u00e7as, as \u00faltimas palavras do Papa moribundo, proferidas com dificuldade em voz d\u00e9bil e fatigada: \u00abfui ter convosco; viestes ter comigo e por isso agrade\u00e7o-vos\u00bb. Fa\u00e7o-me eco desta \u00faltima delicada sauda\u00e7\u00e3o do Santo Padre, em fim de vida, para agradecer de modo particular aos car\u00edssimos jovens de Lisboa que, aceitando o convite que me permiti fazer-lhes, aqui est\u00e3o entre n\u00f3s para participarem nesta celebra\u00e7\u00e3o. A v\u00f3s, jovens aqui presentes e a todos os jovens de Portugal por v\u00f3s representados, digo: o Papa Jo\u00e3o Paulo II n\u00e3o morreu mas vive com Cristo, que Se proclama \u201ca ressurrei\u00e7\u00e3o e a vida\u201d; sentimo-lo do Evangelho. O Papa continua a estar convosco, mas precisa de v\u00f3s para Se fazer notar; precisa da vossa vida, orientada para os ideais que vos ensinou. Continuai a ouvi-Lo e a segui-Lo \u00abtodos ao mesmo tempo no caminho de Cristo! Todos ao mesmo tempo no caminho do amor\u00bb, como Ele mesmo vos pediu num dos Seus encontros convosco, quando vos garantiu tamb\u00e9m: \u00abEu estou convosco! Sempre!\u00bb (30.3.1985). Distinta assembleia e car\u00edssimos irm\u00e3os em Cristo. Com o Seu exemplo, o Papa diz-nos que a f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 uma simples e abstracta ades\u00e3o a Deus e que n\u00e3o pode sequer reduzir-se a cumprir somente actos de culto, mas deve reflectir-se no nosso comportamento e nas nossas rela\u00e7\u00f5es com os outros, fazendo que ela seja fermento evang\u00e9lico, suscept\u00edvel de levedar a massa humana para que esta se torne verdadeiramente justa e fraterna. Olhando a vida de Jo\u00e3o Paulo II, v\u00eam-nos \u00e0 mente as palavras do profeta Miqueias, que nos dizem que o Senhor nos pede \u00abnada menos do que praticar a justi\u00e7a, amar os irm\u00e3os e andar com humildade diante de Deus\u00bb (Miq 6,8). <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia do N\u00fancio Apost\u00f3lico na Igreja dos Jer\u00f3nimos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[164,165,172,207,237,297,314,316],"class_list":["post-11308","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-dia-mundial-da-juventude","tag-dia-mundial-da-paz","tag-diocese-de-braga","tag-fatima","tag-joao-paulo-ii","tag-santa-se","tag-solidariedade","tag-terco"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11308","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11308"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11308\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11308"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11308"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11308"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}