{"id":11184,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/testamento-de-joao-paulo-ii\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"testamento-de-joao-paulo-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/testamento-de-joao-paulo-ii\/","title":{"rendered":"Testamento de Jo\u00e3o Paulo II"},"content":{"rendered":"<p>Texto em portugu\u00eas <!--more--> <b>Testamento de 06.03.1979 e sucessivos acrescentos<\/b>  <I>Totus Tuus ego sum<\/i> Em nome da Sant\u00edssima Trindade. Amen.  &#8220;Vigiai, pois, porque n\u00e3o sabeis em que dia vir\u00e1 o vosso Senhor&#8221; (cf. Mt 24,42) \u2013 estas palavras recordam-me o \u00faltimo chamamento, que acontecer\u00e1 no momento em que o Senhor quiser. Desejo segui-Lo e desejo que tudo aquilo que faz parte da minha vida terrena me prepare para este momento. N\u00e3o sei quando isso acontecer\u00e1, mas, como em tudo, tamb\u00e9m neste momento me coloco nas m\u00e3os da M\u00e3e do meu Mestre: <i>Totus Tuus<\/i>. Nas mesmas m\u00e3os maternas entrego tudo e Todos aqueles com os quais a minha vida e a minha voca\u00e7\u00e3o me ligou. Nessas m\u00e3os entrego, sobretudo, a Igreja e tamb\u00e9m a minha Na\u00e7\u00e3o e toda a humanidade. Agrade\u00e7o a todos. A todos pe\u00e7o perd\u00e3o. Pe\u00e7o tamb\u00e9m a ora\u00e7\u00e3o, para que a Miseric\u00f3rdia de Deus se mostre maior do que a minha fraqueza e indignidade. Durante os exerc\u00edcios espirituais reli o testamento do Santo Padre Paulo VI. Esta leitura impulsionou-me a escrever o presente testamento. N\u00e3o deixo atr\u00e1s de mim nenhuma propriedade da qual seja necess\u00e1rio dispor. Quanto \u00e0s coisas de uso quotidiano de que me sirvo, pe\u00e7o que sejam distribu\u00eddas como parecer oportuno. As notas pessoais sejam queimadas. Pe\u00e7o que dom Stanislaw, a quem agrade\u00e7o pela colabora\u00e7\u00e3o e pela ajuda t\u00e3o prolongada ao longo dos anos e t\u00e3o compreensiva, vele por isto. Todos os outros agradecimentos, em contrapartida, deixo-os no cora\u00e7\u00e3o diante do pr\u00f3prio Deus, pois \u00e9 dif\u00edcil exprimi-los.  No que diz respeito ao funeral, repito as mesmas disposi\u00e7\u00f5es que o Santo Padre Paulo VI deu (<b>numa nota \u00e0 margem<\/b>: a sepultura na terra, n\u00e3o num sarc\u00f3fago, 13.3.92). <i>&#8220;Apud Dominum misericordia et copiosa apud Eum redemptio&#8221;<\/i> Jo\u00e3o Paulo pp. II Roma, 06.03.1979  &#8220;Depois da morte pe\u00e7o Santas Missas e ora\u00e7\u00f5es&#8221;. 05.03.1990  [Folha sem data] &#8220;Exprimo a mais profunda confian\u00e7a de que, apesar de toda a minha fraqueza, o Senhor me conceder\u00e1 toda as gra\u00e7as necess\u00e1rias para enfrentar, segundo a Sua vontade, qualquer miss\u00e3o, prova e sofrimento que Ele queira pedir ao Seu servo, no decurso da vida. Tenho tamb\u00e9m confian\u00e7a de que Ele n\u00e3o permitir\u00e1 nunca que, atrav\u00e9s de qualquer atitude \u2013 palavras, obras ou omiss\u00f5es \u2013 possa trair as minhas obriga\u00e7\u00f5es nesta santa S\u00e9 Petrina.  24.02-01.03.1980 &#8220;Tamb\u00e9m durante estes exerc\u00edcios espirituais reflecti sobre a verdade do Sacerd\u00f3cio de Cristo na perspectiva da Passagem que para cada um de n\u00f3s \u00e9 o momento da pr\u00f3pria morte. A Ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo \u00e9 para n\u00f3s sinal eloquente (<b>acrescentado por cima<\/b>: decisivo) da despedida deste mundo \u2013 para nascer no outro, no mundo futuro.  Li, pois, as anota\u00e7\u00f5es do meu testamento do \u00faltimo ano, escrito tamb\u00e9m durante os exerc\u00edcios espirituais \u2013 e comparei-os com o testamento do meu grande Predecessor e Pai Paulo VI, com aquele sublime testemunho sobre a morte de um crist\u00e3o e de um papa \u2013 e renovei em mim a consci\u00eancia das quest\u00f5es \u00e0s quais se refere a anota\u00e7\u00e3o de 6.III. 1979 preparada por mim (de uma maneira muito provis\u00f3ria). Hoje desejo acrescentar apenas isto, que cada um deve ter presente a perspectiva da morte. E deve estar pronto a apresentar-se diante do Senhor e do Juiz \u2013 e ao mesmo tempo Redentor e Pai. Eu tamb\u00e9m tomo isto em considera\u00e7\u00e3o continuamente, confiando esse momento decisivo \u00e0 M\u00e3e de Cristo e da Igreja \u2013 \u00e0 M\u00e3e da minha esperan\u00e7a.  Os tempos em que vivemos, s\u00e3o indizivelmente dif\u00edceis e inquietos. Dif\u00edcil e duro tornou-se tamb\u00e9m o caminho da Igreja, uma prova caracter\u00edstica destes tempos \u2013 tanto para os Fi\u00e9is, como para os Pastores. Em alguns Pa\u00edses (como, por exemplo, naquele sobre o qual li durante os exerc\u00edcios espirituais), a Igreja encontra-se num per\u00edodo de persegui\u00e7\u00e3o tal que n\u00e3o \u00e9 inferior \u00e0 dos primeiros s\u00e9culos, ou antes, at\u00e9 os supera pelo grau de crueldade e de \u00f3dio. <i>Sanguis martyrum &#8211; semen christianorum<\/i>. E al\u00e9m disto \u2013 tantas pessoas desaparecem inocentemente, tamb\u00e9m neste Pa\u00eds em que vivemos&#8230; Uma vez mais desejo confiar-me totalmente \u00e0 gra\u00e7a do Senhor. Ele mesmo decidir\u00e1 quando e como devo terminar a minha vida terrena e o minist\u00e9rio pastoral. Na vida e na morte <i>Totus Tuus<\/i>, atrav\u00e9s da Imaculada. Aceitando desde agora esta morte, espero que Cristo me d\u00ea a gra\u00e7a para a \u00faltima passagem, quer dizer, a (minha) P\u00e1scoa. Espero tamb\u00e9m que a torne \u00fatil para a causa mais importante que procuro servir: a salva\u00e7\u00e3o dos homens, a salvaguarda da fam\u00edlia humana, e nela de todas as na\u00e7\u00f5es e povos (entre eles refiro-me tamb\u00e9m em particular \u00e0 minha P\u00e1tria terrena), \u00fatil para as pessoas que de modo particular me confiou, para a quest\u00e3o da Igreja, para a gl\u00f3ria do pr\u00f3prio Deus.  N\u00e3o desejo acrescentar nada ao que escrevi h\u00e1 um ano \u2013 apenas exprimir esta prontid\u00e3o e ao mesmo tempo confian\u00e7a, para as quais de novo me dispuseram os presentes exerc\u00edcios espirituais. Jo\u00e3o Paulo II <i>Totus Tuus ego sum<\/i>  05.03.1982 <i>Totus Tuus ego sum<\/i> No decurso dos exerc\u00edcios espirituais deste ano, li (mais vezes) o texto do testamento de 6.III.1979. Apesar de ainda o considerar provis\u00f3rio (n\u00e3o definitivo), deixo-o na forma em que est\u00e1. N\u00e3o mudo (por agora) nada, e tamb\u00e9m nada acrescento, no que se refere \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es nele contidas. O atentado contra a minha vida a 13.V.1981 confirmou, de alguma maneira, a exactid\u00e3o das palavras escritas no per\u00edodo dos exerc\u00edcios espirituais de 1980 (24.II-1.III). Sinto ainda mais profundamente que me encontro totalmente nas M\u00e3os de Deus \u2013 e encontro-me totalmente \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do meu Senhor, confiando-me a Ele atrav\u00e9s da Sua Imaculada M\u00e3e (<i>Totus Tuus<\/i>). Jo\u00e3o Paulo pp. II   05.03.1982 Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00faltima frase do meu testamento de 6.III 1979 (\u201csobre o lugar, o lugar do funeral, decida o Col\u00e9gio Cardinal\u00edcio e os Compatriotas\u201d) \u2013 esclare\u00e7o o que tenho em mente: o metropolita de Crac\u00f3via ou o Conselho Geral do Episcopado da Pol\u00f3nia \u2013 ao Col\u00e9gio Cardinal\u00edcio pe\u00e7o que satisfa\u00e7a, na medida do poss\u00edvel, as eventuais peti\u00e7\u00f5es dos acima indicados.   01.03.1985 Al\u00e9m disso \u2013 no que diz respeito \u00e0 express\u00e3o \u201cCol\u00e9gio Cardinal\u00edcio e os Compatriotas\u201d: o \u201cCol\u00e9gio Cardinal\u00edcio\u201d n\u00e3o tem nenhuma obriga\u00e7\u00e3o de consultar os \u201cCompatriotas\u201d sobre esta quest\u00e3o; no entanto, pode faz\u00ea-lo, se por algum motivo o considerar justo. JPII.   Exerc\u00edcios espirituais do ano jubilar de 2000 (12-18.III)  [Para o testamento]  1. Quando no dia 16 de Outubro de 1978 o Conclave dos Cardeais escolheu Jo\u00e3o Paulo II, o Primaz da Pol\u00f3nia, Card. Stefan Wyszynki disse-me: \u201cA tarefa do novo papa ser\u00e1 a de conduzir a Igreja ao novo mil\u00e9nio\u201d. N\u00e3o sei se repito exactamente a frase, mas pelo menos era esse o sentido daquilo que ent\u00e3o ouvi. Disse-o o Homem que passou \u00e0 Hist\u00f3ria como Primaz do Mil\u00e9nio. Um grande Primaz. Fui testemunha da sua miss\u00e3o, da sua total confian\u00e7a. Das Suas lutas: da Sua vit\u00f3ria. \u201cA vit\u00f3ria, quando chegar, ser\u00e1 uma vit\u00f3ria atrav\u00e9s de Maria\u201d \u2013 estas palavras do seu Predecessor, o Card. August Hlond, costumavam ser repetidas pelo Primaz do Mil\u00e9nio. Deste modo fui, de alguma maneira, preparado para a tarefa que, no dia 16 de Outubro de 1978, se apresentou diante de mim. No momento em que escrevo estas palavras, o Ano Jubilar de 2000 \u00e9 j\u00e1 uma realidade de facto. Na noite de 24 de Dezembro de 1999 foi aberta a simb\u00f3lica Porta do Grande Jubileu na Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, e em seguida a de S\u00e3o Jo\u00e3o de Latr\u00e3o, depois a de Santa Maria Maior \u2013 no primeiro dia do ano, e no dia 19 de Janeiro a Porta da Bas\u00edlica de S\u00e3o Paulo fora de muros. Este \u00faltimo acto, dado o seu car\u00e1cter ecum\u00e9nico, ficou impresso na mem\u00f3ria de modo muito particular.  2. \u00c0 medida em que o Ano Jubilar de 2000 vai avan\u00e7ando, dia a dia fecha-se atr\u00e1s de n\u00f3s o s\u00e9culo vinte e abre-se o s\u00e9culo vinte e um. Segundo os des\u00edgnios da Provid\u00eancia foi-me concedido viver no dif\u00edcil s\u00e9culo que est\u00e1 a terminar, e agora no ano em que a minha vida alcan\u00e7a os oitenta anos (&#8220;octogesima adveniens&#8221;), \u00e9 necess\u00e1rio perguntar-se se n\u00e3o ser\u00e1 o tempo de repetir com o b\u00edblico Sime\u00e3o <i>Nunc dimittis<\/i>. No dia 13 de Maio de 1981, o dia do atentado contra o Papa durante a audi\u00eancia geral na Pra\u00e7a de S\u00e3o Pedro, a Divina Provid\u00eancia salvou-me da morte de modo milagroso. Aquele que \u00e9 o \u00fanico Senhor da vida e da morte, Ele mesmo me prolongou a vida, de certo modo deu-ma de novo. Desde este momento a minha vida pertence-lhe ainda mais a Ele. Espero que Ele me ajude a reconhecer at\u00e9 quando devo continuar este servi\u00e7o, ao qual me chamou no dia 16 de Outubro de 1978. Pe\u00e7o-lhe que me chame quando quiser. \u201cNa vida e na morte pertencemos ao Senhor&#8230; somos do Senhor (cf. Rm 14,8). Espero tamb\u00e9m que at\u00e9 que me seja dado cumprir o servi\u00e7o Petrino na Igreja, a Miseric\u00f3rdia de Deus queira emprestar-me as for\u00e7as necess\u00e1rias para este servi\u00e7o. 3. Como em cada ano durante os exerc\u00edcios espirituais, li o meu testamento de 6.III.1979. Continuo a manter as disposi\u00e7\u00f5es nele contidas. Aquilo que ent\u00e3o, e tamb\u00e9m durante os sucessivos exerc\u00edcios espirituais foi acrescentado, constitui um reflexo da dif\u00edcil e dura situa\u00e7\u00e3o geral, que marcou os anos oitenta. Desde o outono do ano 1989 esta situa\u00e7\u00e3o mudou. O \u00faltimo dec\u00e9nio do s\u00e9culo passado esteve livre das tens\u00f5es precedentes; isto n\u00e3o significa que n\u00e3o tenha trazido consigo novos problemas e dificuldades. De modo particular, seja louvada a Divina Provid\u00eancia por isto, porque o per\u00edodo da chamada \u201cguerra fria\u201d terminou sem o violento conflito nuclear, cujo perigo pesava sobre o mundo no per\u00edodo precedente.  4. Estando no limiar do terceiro mil\u00e9nio &#8220;in medio Ecclesiae&#8221;, desejo ainda mais uma vez exprimir a gratid\u00e3o ao Esp\u00edrito Santo pelo grande dom do Conc\u00edlio Vaticano II, ao qual junto com toda a Igreja \u2013 e sobretudo com todo o episcopado \u2013 me sinto devedor. Estou convencido de que ainda por muito tempo ser\u00e1 dado \u00e0s novas gera\u00e7\u00f5es descobrir as riquezas que este Conc\u00edlio do s\u00e9culo XX nos deixou. Como bispo que participou no acontecimento conciliar do primeiro ao \u00faltimo dia, desejo confiar este grande patrim\u00f3nio a todos aqueles que s\u00e3o e ser\u00e3o chamados a concretiz\u00e1-lo no futuro. Da minha parte agrade\u00e7o ao eterno Pastor que me permitiu servir esta grand\u00edssima causa no decorrer de todos os anos do meu pontificado.  &#8220;In medio Ecclesiae&#8221;&#8230; desde os primeiros anos do servi\u00e7o episcopal \u2013 sublinho que gra\u00e7as ao Conc\u00edlio \u2013 foi-me permitido experimentar a fraterna comunh\u00e3o do Episcopado. Como sacerdote da Arquidiocese de Crac\u00f3via tinha experimentado o que era a comunh\u00e3o fraterna do presbit\u00e9rio \u2013 o Conc\u00edlio abriu uma nova dimens\u00e3o desta experi\u00eancia.  5. Quantas pessoas deveria aqui elencar! Provavelmente o Senhor Deus chamou a Si a maioria delas \u2013 quanto aos que ainda se encontram neste mundo, as palavras deste testamento recordam-nas a todos e em todos os lugares, onde quer que se encontrem. No decurso dos mais de vinte anos em que venho exercendo o servi\u00e7o Petrino &#8220;in medio Ecclesiae&#8221; experimentei a ben\u00e9vola e ainda mais fecunda colabora\u00e7\u00e3o de tantos Cardeais, Arcebispos e Bispos, tantos sacerdotes, tantas pessoas consagradas \u2013 Irm\u00e3os e Irm\u00e3s \u2013 enfim de tantas pessoas leigas, no ambiente da C\u00faria, no Vicariato da Diocese de Roma, bem como fora destes ambientes. Como n\u00e3o abra\u00e7ar com grata mem\u00f3ria todos os Episcopados do mundo, com os quais me encontrei em sucessivas visitas &#8220;ad limina Apostolorum&#8221;! Como n\u00e3o recordar tamb\u00e9m tantos Irm\u00e3os crist\u00e3os \u2013 n\u00e3o cat\u00f3licos! E o rabino de Roma e os numerosos representantes das religi\u00f5es n\u00e3o crist\u00e3s! E a tantos representantes do mundo da cultura, da ci\u00eancia, da pol\u00edtica, dos meios de comunica\u00e7\u00e3o social! 6. \u00c0 medida que se aproxima o limite da minha vida terrena, regresso com a mem\u00f3ria ao in\u00edcio, aos meus Pais, ao Irm\u00e3o e \u00e0 Irm\u00e3 (que n\u00e3o conheci, porque morreu antes do meu nascimento), \u00e0 par\u00f3quia de Wadowice, onde fui baptizado, \u00e0quela cidade do meu amor, \u00e0s pessoas do meu tempo, companheiras e companheiros da escola prim\u00e1ria, do liceu, da universidade, at\u00e9 aos tempos da ocupa\u00e7\u00e3o, quando trabalhei como oper\u00e1rio, e em seguida \u00e0 par\u00f3quia de Niegowie, \u00e0 de S\u00e3o Floriano de Crac\u00f3via, \u00e0 pastoral universit\u00e1ria, ao ambiente&#8230; a todos os ambientes&#8230; a Crac\u00f3via e a Roma&#8230; \u00e0s pessoas que, de modo especial, me foram confiadas pelo Senhor.  A todos quero dizer apenas uma coisa: \u201cDeus vos recompense\u201d. &#8220;<i>In manus Tuas, Domine, commendo spiritum meum<\/i>&#8220;. A.D.  17.III.2000 <i>Tradu\u00e7\u00e3o: Ag\u00eancia ECCLESIA\/Secretariado geral da CEP<\/i>    <b>Tradu\u00e7\u00e3o italiana publicada pelo Vaticano<\/b> <i>Totus Tuus ego sum<\/i> Nel Nome della Santissima Trinit\u00e0. Amen.   &#8220;Vegliate, perch\u00e8 non sapete in quale giorno il Signore vostro verr\u00e0&#8221; (cf. Mt 24, 42) &#8211; queste parole mi ricordano l&#8217;ultima chiamata, che avverr\u00e0 nel momento in cui il Signore vorr\u00e0. Desidero seguirLo e desidero che tutto ci\u00f2 che fa parte della mia vita terrena mi prepari a questo momento. Non so quando esso verr\u00e0, ma come tutto, anche questo momento depongo nelle mani della Madre del mio Maestro: Totus Tuus. Nelle stesse mani materne lascio tutto e Tutti coloro con i quali mi ha collegato la mia vita e la mia vocazione. In queste Mani lascio soprattutto la Chiesa, e anche la mia Nazione e tutta l&#8217;umanit\u00e0. Ringrazio tutti. A tutti chiedo perdono. Chiedo anche la preghiera, affinch\u00e8 la Misericordia di Dio si mostri pi\u00f9 grande della mia debolezza e indegnit\u00e0. Durante gli esercizi spirituali ho riletto il testamento del Santo Padre Paolo VI. Questa lettura mi ha spinto a scrivere il presente testamento. Non lascio dietro di me alcuna propriet\u00e0 di cui sia necessario disporre. Quanto alle cose di uso quotidiano che mi servivano, chiedo di distribuirle come apparir\u00e0 opportuno. Gli appunti personali siano bruciati. Chiedo che su questo vigili don Stanislao, che ringrazio per la collaborazione e l&#8217;aiuto cos\u00ec prolungato negli anni e cos\u00ec comprensivo. Tutti gli altri ringraziamenti invece, li lascio nel cuore davanti a Dio stesso, perch\u00e8 \u00e8 difficile esprimerli. Per quanto riguarda il funerale, ripeto le stesse disposizioni, che ha dato il Santo Padre Paolo VI. (qui nota al margine: il sepolcro nella terra, non in un sarcofago, 13.3.92). <I>&#8220;Apud Dominum misericordia  et copiosa apud Eum redemptio&#8221;<\/i> Giovanni Paolo pp. II  Roma, 06.03.1979  &#8220;Dopo la morte chiedo Sante Messe e preghiere&#8221;. 05.103.1990  [Foglio senza data] &#8220;Esprimo la pi\u00f9 profonda fiducia che, malgrado tutta la mia debolezza, il Signore mi conceder\u00e0 ogni grazia necessaria per affrontare secondo la Sua volont\u00e0 qualsiasi compito, prova e sofferenza che vorr\u00e0 richiedere dal Suo servo, nel corso della vita. Ho anche fiducia che non permetter\u00e0 mai che, mediante qualche mio atteggiamento: parole, opere o omissioni, possa tradire i miei obblighi in questa santa Sede Petrina.  24.02-01.03.1980 &#8220;Anche durante questi esercizi spirituali ho riflettuto sulla verit\u00e0 del Sacerdozio di Cristo nella prospettiva di quel Transito che per ognuno di noi \u00e8 il momento della propria morte. Del congedo da questo mondo &#8211; per nascere all&#8217;altro, al mondo futuro, segno eloquente (aggiunto sopra: decisivo) \u00e8 per noi la Risurrezione di Cristo. Ho letto dunque la registrazione del mio testamento dell&#8217;ultimo anno, fatta anch&#8217;essa durante gli esercizi spirituali &#8211; l&#8217;ho paragonata con il testamento del mio grande Predecessore e Padre Paolo VI, con quella sublime testimonianza sulla morte di un cristiano e di un papa &#8211; e ho rinnovato in me la coscienza delle questioni, alle quali si riferisce la registrazione del 6.III. 1979 preparata da me (in modo piuttosto provvisorio). Oggi desidero aggiungere ad essa solo questo, che ognuno deve tener presente la prospettiva della morte. E deve esser pronto a presentarsi davanti al Signore e al Giudice &#8211; e contemporaneamente Redentore e Padre. Allora anche io prendo in considerazione questo continuamente, affidando quel momento decisivo alla Madre di Cristo e della Chiesa &#8211; alla Madre della mia speranza. I tempi, nei quali viviamo, sono indicibilmente difficili e inquieti. Difficile e tesa \u00e8 diventata anche la via della Chiesa, prova caratteristica di questi tempi &#8211; tanto per i Fedeli, quanto per i Pastori. In alcuni Paesi (come p.e. in quello di cui ho letto durante gli esercizi spirituali), la Chiesa si trova in un periodo di persecuzione tale, da non essere inferiore a quelle dei primi secoli, anzi li supera per il grado della spietatezza e dell&#8217;odio. Sanguis martyrum &#8211; semen christianorum. E oltre questo &#8211; tante persone scompaiono innocentemente, anche in questo Paese in cui viviamo&#8230; Desidero ancora una volta totalmente affidarmi alla grazia del Signore. Egli stesso decider\u00e0 quando e come devo finire la mia vita terrena e il ministero pastorale. Nella vita e nella morte Totus Tuus mediante l&#8217;Immacolata. Accettando gi\u00e0 ora questa morte, spero che il Cristo mi dia la grazia per l&#8217;ultimo passaggio, cio\u00e8 la [mia] Pasqua. Spero anche che la renda utile anche per questa pi\u00f9 importante causa alla quale cerco di servire: la salvezza degli uomini, la salvaguardia della famiglia umana, e in essa di tutte le nazioni e dei popoli (tra essi mi rivolgo anche in modo particolare alla mia Patria terrena), utile per le persone che in modo particolare mi ha affidato, per la questione della Chiesa, per la gloria dello stesso Dio. Non desidero aggiungere niente a quello che ho scritto un anno fa &#8211; solo esprimere questa prontezza e contemporaneamente questa fiducia, alla quale i presenti esercizi spirituali di nuovo mi hanno disposto&#8221;. Dopo la firma segue &#8220;Totus Tuus ego sum&#8221;. Giovanni Paolo II  05.03.1982 <i>Totus Tuus ego sum<\/i> &#8220;Nel corso degli esercizi spirituali di quest&#8217;anno ho letto (pi\u00f9 volte) il testo del testamento del 6.III.1979. Malgrado che tuttora lo consideri come provvisorio (non definitivo), lo lascio nella forma nella quale esiste. Non cambio (per ora) niente, e neppure aggiungo, per quanto riguarda le disposizioni in esso contenute.     L&#8217;attentato alla mia vita il 13.V.1981 in qualche modo ha confermato l&#8217;esattezza delle parole scritte nel periodo degli esercizi spirituali del 1980 (24.II &#8211; 1.III)  Tanto pi\u00f9 profondamente sento che mi trovo totalmente nelle Mani di Dio &#8211; e resto continuamente a disposizione del mio Signore, affidandomi a Lui nella Sua Immacolata Madre (Totus Tuus)&#8221;. Giovanni Paolo pp. II   05.03.1982 &#8220;In connessione con l&#8217;ultima frase del mio testamento del 6.III 1979 (: &#8220;Sul luogo \/il luogo cio\u00e8 del funerale\/ decida il Collegio Cardinalizio e i Connazionali&#8221;) &#8211; chiarisco che ho in mente: il metropolita di Cracovia o il Consiglio Generale dell&#8217;Episcopato della Polonia &#8211; al Collegio Cardinalizio chiedo intanto di soddisfare in quanto possibile le eventuali domande dei su elencati&#8221;.  01.03.1982 &#8220;Ancora &#8211; per quanto riguarda l&#8217;espressione &#8220;Collegio Cardinalizio e i Connazionali&#8221;: il &#8220;Collegio Cardinalizio&#8221; non ha nessun obbligo di interpellare su questo argomento &#8220;i Connazionali&#8221;; pu\u00f2 tuttavia farlo, se per qualche motivo lo riterr\u00e0 giusto&#8221;.  JPII.  Exerc\u00edcios do ano jubilar de 2000 12-18.03.2000 [Para o testamento] &#8220;Quando nel giorno 16 ottobre 1978 il conclave dei cardinali scelse Giovanni Paolo II, &#8211; vi si legge &#8211; il Primate della Polonia Card. Stefan Wyszynski mi disse: &#8220;Il compito del nuovo papa sar\u00e0 di introdurre la Chiesa nel Terzo Millennio&#8221;. Non so se ripeto esattamente la frase, ma almeno tale era il senso di ci\u00f2 che allora sentii. Lo disse l&#8217;Uomo che \u00e8 passato alla storia come Primate del Millennio. Un grande Primate. Sono stato testimone della sua missione, del Suo totale affidamento. Delle Sue lotte: della Sua vittoria. &#8220;La vittoria, quando avverr\u00e0, sar\u00e0 una vittoria mediante Maria&#8221; &#8211; queste parole del suo Predecessore, il card. August Hlond, soleva ripetere il Primate del Millennio. In questo modo sono stato in qualche maniera preparato al compito che il giorno 16 ottobre 1978 si \u00e8 presentato davanti a me. Nel momento in cui scrivo queste parole, l&#8217;Anno giubilare del 2000 \u00e8 gi\u00e0 una realt\u00e0 in atto. La notte del 24 dicembre 1999 \u00e8 stata aperta la simbolica Porta del Grande Giubileo nella Basilica di San Pietro, in seguito quella di San Giovanni in Laterano, poi di Santa Maria Maggiore &#8211; a capodanno, e il giorno 19 gennaio la Porta della Basilica di San Paolo &#8220;fuori le mura&#8221;. Quest&#8217;ultimo avvenimento, per via del suo carattere ecumenico, \u00e8 restato impresso nella memoria in modo particolare. 2. A misura che l&#8217;Anno Giubilare 2000 va avanti, di giorno in giorno si chiude dietro di noi il secolo ventesimo e si apre il secolo ventunesimo. Secondo i disegni della Provvidenza mi \u00e8 stato dato di vivere nel difficile secolo che se ne sta andando nel passato, e ora nell&#8217;anno in cui l&#8217;et\u00e0 della mia vita giunge agli anni ottanta (&#8220;octogesima adveniens&#8221;), bisogna domandarsi se non sia il tempo di ripetere con il biblico Simeone &#8220;Nunc dimittis&#8221;. Nel giorno del 13 maggio 1981, il giorno dell&#8217;attentato al Papa durante l&#8217;udienza generale in Piazza San Pietro, la Divina Provvidenza mi ha salvato in modo miracoloso dalla morte. Colui che \u00e8 unico Signore della vita e della morte Lui stesso mi ha prolungato questa vita, in un certo modo me l&#8217;ha donata di nuovo. Da questo momento essa ancora di pi\u00f9 appartiene a Lui. Spero che Egli mi aiuter\u00e0 a riconoscere fino a quando devo continuare questo servizio, al quale mi ha chiamato nel giorno 16 ottobre 1978. Gli chiedo di volermi richiamare quando Egli stesso vorr\u00e0. &#8220;Nella vita e nella morte apparteniamo al Signore&#8230; siamo del Signore&#8221; (cf. Rm 14, 8). Spero anche che fino a quando mi sar\u00e0 donato di compiere il servizio Petrino nella Chiesa, la Misericordia di Dio voglia prestarmi le forze necessarie per questo servizio. 3. Come ogni anno durante gli esercizi spirituali ho letto il mio testamento del 6.III.1979. Continuo a mantenere le disposizioni contenute in esso. Quello che allora, e anche durante i successivi esercizi spirituali \u00e8 stato aggiunto costituisce un riflesso della difficile e tesa situazione generale, che ha marcato gli anni ottanta. Dall&#8217;autunno dell&#8217;anno 1989 questa situazione \u00e8 cambiata. L&#8217;ultimo decennio del secolo passato \u00e8 stato libero dalle precedenti tensioni; ci\u00f2 non significa che non abbia portato con s\u00e8 nuovi problemi e difficolt\u00e0. In modo particolare sia lode alla Provvidenza Divina per questo, che il periodo della cos\u00ec detta &#8220;guerra fredda&#8221; \u00e8 finito senza il violento conflitto nucleare, di cui pesava sul mondo il pericolo nel periodo precedente. 4. Stando sulla soglia del terzo millennio &#8220;in medio Ecclesiae&#8221;, desidero ancora una volta esprimere gratitudine allo Spirito Santo per il grande dono del Concilio Vaticano II, al quale insieme con l&#8217;intera Chiesa &#8211; e soprattutto con l&#8217;intero episcopato &#8211; mi sento debitore. Sono convinto che ancora a lungo sar\u00e0 dato alle nuove generazioni di attingere alle ricchezze che questo Concilio del XX secolo ci ha elargito. Come vescovo che ha partecipato all&#8217;evento conciliare dal primo all&#8217;ultimo giorno, desidero affidare questo grande patrimonio a tutti coloro che sono e saranno in futuro chiamati a realizzarlo. Per parte mia ringrazio l&#8217;eterno Pastore che mi ha permesso di servire questa grandissima causa nel corso di tutti gli anni del mio pontificato. &#8220;In medio Ecclesiae&#8221;&#8230; dai primi anni del servizio vescovile &#8211; appunto grazie al Concilio &#8211; mi \u00e8 stato dato di sperimentare la fraterna comunione dell&#8217;Episcopato. Come sacerdote dell&#8217;Arcidiocesi di Cracovia avevo sperimentato che cosa fosse la fraterna comunione del presbiterio &#8211; il Concilio ha aperto una nuova dimensione di questa esperienza. 5. Quante persone dovrei qui elencare! Probabilmente il Signore Dio ha chiamato a S\u00e8 la maggioranza di esse &#8211; quanto a coloro che ancora si trovano da questa parte, le parole di questo testamento li ricordino, tutti e dappertutto, dovunque si trovino. Nel corso di pi\u00f9 di vent&#8217;anni da cui svolgo il servizio Petrino &#8220;in medio Ecclesiae&#8221; ho sperimentato la benevola e quanto mai feconda collaborazione di tanti Cardinali, Arcivescovi e Vescovi, tanti sacerdoti, tante persone consacrate &#8211; Fratelli e Sorelle &#8211; infine di tantissime persone laiche, nell&#8217;ambiente curiale, nel Vicariato della Diocesi di Roma, nonch\u00e8 fuori di questi ambienti. Come non abbracciare con grata memoria tutti gli Episcopati nel mondo, con i quali mi sono incontrato nel succedersi delle visite &#8220;ad limina Apostolorum&#8221;! Come non ricordare anche tanti Fratelli cristiani &#8211; non cattolici! E il rabbino di Roma e cos\u00ec numerosi rappresentanti delle religioni non cristiane! E quanti rappresentanti del mondo della cultura, della scienza, della politica, dei mezzi di comunicazione sociale! 6. A misura che si avvicina il limite della mia vita terrena ritorno con la memoria all&#8217;inizio, ai miei Genitori, al Fratello e alla Sorella (che non ho conosciuto, perch\u00e8 mor\u00ec prima della mia nascita), alla parrocchia di Wadowice, dove sono stato battezzato, a quella citt\u00e0 del mio amore, ai coetanei, compagne e compagni della scuola elementare, del ginnasio, dell&#8217;universit\u00e0, fino ai tempi dell&#8217;occupazione, quando lavorai come operaio, e in seguito alla parrocchia di Niegowic, a quella cracoviana di S. Floriano, alla pastorale degli accademici, all&#8217;ambiente&#8230; a tutti gli ambienti&#8230; a Cracovia e a Roma&#8230; alle persone che in modo speciale mi sono state affidate dal Signore. A tutti voglio dire uno sola cosa: &#8220;Dio vi ricompensi&#8221; <i>&#8220;In manus Tuas, Domine, commendo spiritum meum&#8221;<\/i>  A.D. 17.III.2000<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto em portugu\u00eas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[144,145,168,182,206,237,261,275,283,285,297],"class_list":["post-11184","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-concilio-vaticano-ii","tag-conclave","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-viana-do-castelo","tag-familia","tag-joao-paulo-ii","tag-missoes","tag-pascoa","tag-pastoral-universitaria","tag-patrimonio","tag-santa-se"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11184","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11184"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11184\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11184"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11184"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11184"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}