{"id":10896,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/homilia-do-bispo-de-viseu-na-missa-crismal\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"homilia-do-bispo-de-viseu-na-missa-crismal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-de-viseu-na-missa-crismal\/","title":{"rendered":"Homilia do Bispo de Viseu na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p>A Beleza do Sacerd\u00f3cio <!--more--> \tN\u00f3s Te damos gra\u00e7as, \u00f3 Pai, \u201cporque nos enviaste a consolar todos os que andam amargurados, a levar o \u00f3leo da alegria aos aflitos de Si\u00e3o\u201d(Is 61,2). N\u00f3s Te damos gra\u00e7as porque somos chamados \u201csacerdotes do Senhor\u201d, \u201cministros do nosso Deus\u201d. N\u00f3s Te damos gra\u00e7as porque nos ungiste com aquele \u00f3leo de alegria que derramaste em abund\u00e2ncia sobre Cristo, sumo e eterno sacerdote. \tCar\u00edssimos irm\u00e3os na gra\u00e7a do sacerd\u00f3cio ministerial, caros di\u00e1conos, seminaristas e demais fi\u00e9is em Cristo: Esta missa crismal, que j\u00e1 nos introduz na celebra\u00e7\u00e3o da P\u00e1scoa do Senhor, \u00e9 para todos n\u00f3s um sinal, esperado em cada ano, da nossa comunh\u00e3o ministerial e fraterna e da miss\u00e3o pastoral que partilho convosco. \tA Palavra de Deus que ouvimos sublinha as tarefas de consola\u00e7\u00e3o e de comunica\u00e7\u00e3o de alegria que s\u00e3o confiadas ao nosso minist\u00e9rio por Dom do Esp\u00edrito de Deus, Esp\u00edrito que est\u00e1 sobre n\u00f3s e que nos ungiu e consagrou com o \u00f3leo de alegria. \t A renova\u00e7\u00e3o das nossas promessa que vamos realizar reporta-nos \u00e0 un\u00e7\u00e3o recebida na ordena\u00e7\u00e3o. Os \u00f3leos que vamos benzer para toda a diocese ser\u00e3o s\u00edmbolo e sinal sacramental da ac\u00e7\u00e3o penetrante do Esp\u00edrito. Atrav\u00e9s destes \u00f3leos, gra\u00e7as ao nosso minist\u00e9rio, receber\u00e3o o vigor do alto os baptizados, confirma\u00e7\u00e3o na f\u00e9 os crismados, conforto, al\u00edvio e esperan\u00e7a os enfermos, paix\u00e3o apost\u00f3lica e santidade pastoral os pr\u00f3ximos novos presb\u00edteros. Como \u00e9 belo pensar que est\u00e3o presentes hoje na nossa ora\u00e7\u00e3o, enquanto benzemos os \u00f3leos, todos aqueles que s\u00e3o baptizados, crismados, ordenados presb\u00edteros, confortados com a un\u00e7\u00e3o dos enfermos. \tNeste momento, quero recordar e congratular os presb\u00edteros que este ano celebram o jubileu dos 50 anos da sua ordena\u00e7\u00e3o: &#8230; Recordo, em particular, os presb\u00edteros doentes ou idosos que n\u00e3o podem estar aqui presentes. Desejo ainda fazer mem\u00f3ria daqueles que partiram para a casa do Pai neste \u00faltimo ano: &#8230;  Penso tamb\u00e9m nos sacerdotes que, por diversas circunst\u00e2ncias n\u00e3o exercem mais o seu minist\u00e9rio. Rezo tamb\u00e9m por eles e convido-vos a record\u00e1-los na ora\u00e7\u00e3o para que, gra\u00e7as tamb\u00e9m \u00e0 dispensa regularmente obtida, mantenham vivo em si o compromisso da f\u00e9 crist\u00e3 e da comunh\u00e3o eclesial.  \tHoje, em Quinta feira Santa, queria convidar-vos a contemplar juntamente comigo a beleza do nosso sacerd\u00f3cio, na sua face humano-divina, que \u00e9 um reflexo da beleza de Deus em n\u00f3s. Neste tempo de certo desencanto e cansa\u00e7o que caracteriza a nossa cultura e afecta a todos, temos necessidade de redescobrir esta beleza, de reaprend\u00ea-la, de diz\u00ea-la ,de novo e de maneira nova, uns aos outros e ao mundo. Ela \u00e9 t\u00e3o bela como no primeira dia em que nos foi dada, porque Deus n\u00e3o envelhece. \u00c9 t\u00e3o bela como no dia em que vos levantastes do gesto da prostra\u00e7\u00e3o, porque Deus n\u00e3o se arrepende dos seus dons. Que beleza \u00e9 esta? Donde nos vem? Como se exprime e espelha, em concreto, no nosso minist\u00e9rio e na nossa vida? \tTrata-se, antes de mais, da beleza do sacerd\u00f3cio de Cristo que transparece na beleza do seu rosto de Filho de Deus feito homem: &#8211; na beleza \u00edntima da sua Palavra de Gra\u00e7a, que \u00e9 o an\u00fancio da Boa Nova de liberta\u00e7\u00e3o e salva\u00e7\u00e3o da parte de Deus aos homens; &#8211; no rosto do Pastor belo que conhece as ovelhas pelo nome, que d\u00e1 a vida por elas para que tenham vida em abund\u00e2ncia; &#8211; no rosto desfigurado do Crucificado, revela\u00e7\u00e3o total do cora\u00e7\u00e3o divino que ama com o seu amor de miseric\u00f3rdia e a sua ternura fiel. \u00c9 a beleza do Amor que excede toda a intelig\u00eancia e todo o conhecimento, todo o c\u00e1lculo e toda a medida; &#8211; no rosto resplandecente do Ressuscitado mais forte que a morte, Testemunha fiel que nos ama agora e sempre, que vem derramar sobre n\u00f3s a gra\u00e7a e a paz, a vida e a salva\u00e7\u00e3o.  \tA Beleza do sacerd\u00f3cio de Cristo que abrange toda a sua vida e miss\u00e3o, \u00e9 a Beleza do Amor que salva! Este mist\u00e9rio de Beleza \u00e9 comunicado \u00e0 humanidade, de modo singular e sacramental, na \u00faltima ceia na qual tem origem a eucaristia como memorial da P\u00e1scoa de Cristo, banquete de comunh\u00e3o e penhor da futura gl\u00f3ria. Estes tr\u00eas aspectos da celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica s\u00e3o como tr\u00eas janelas que se abrem sobre a beleza do sacerd\u00f3cio daqueles a quem o Senhor confiou o minist\u00e9rio de a presidir em seu nome (in persona Christi).   \tA beleza do minist\u00e9rio da consola\u00e7\u00e3o da P\u00e1scoa redentora de Cristo  \tNa \u00faltima ceia come\u00e7ou para o mundo uma presen\u00e7a nova de Cristo, uma presen\u00e7a que se realiza, ininterruptamente, em toda a parte onde \u00e9 celebrada a eucaristia e um sacerdote empresta a sua pessoa, as suas m\u00e3os e a sua voz repetido as palavras santas, amorosas e comoventes da institui\u00e7\u00e3o: \u201cIsto \u00e9 o meu corpo entregue por v\u00f3s\u201d, \u201cEste \u00e9 o c\u00e1lice do meu sangue derramado por v\u00f3s\u201d. \u00c9 a presen\u00e7a de Cristo ressuscitado na totalidade da sua pessoa e na plenitude do mist\u00e9rio de amor entregue at\u00e9 \u00e0 cruz, at\u00e9 ao extremo: o Deus connosco, Deus para n\u00f3s e Deus por n\u00f3s. Eis a beleza do Amor redentor de Cristo e da reden\u00e7\u00e3o da beleza da humanidade desfigurada pelo pecado, oferecida na eucaristia. \t\u00c9 para n\u00f3s uma alegria e uma beleza e, ao mesmo tempo, uma fonte de responsabilidade o estar t\u00e3o intimamente vinculados a este mist\u00e9rio. Hoje queremos tomar consci\u00eancia disso com o cora\u00e7\u00e3o cheio de assombro, de deslumbramento e de gratid\u00e3o! \tAqui, neste amor redentor de Cristo, o sacerdote recebe e alimenta, continuamente, o amor pastoral com que \u00e9 enviado ao servi\u00e7o do Evangelho a favor dos homens, no minist\u00e9rio da Palavra da salva\u00e7\u00e3o, dos sacramentos da ternura de Deus e da rela\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima, t\u00e3o belamente expresso em termos existenciais no texto de Isa\u00edas: \u201canunciar a Boa Nova aos infelizes, curar as chagas dos cora\u00e7\u00f5es despeda\u00e7ados, consolar todos os amargurados, levar alento aos aflitos de Si\u00e3o, dar uma coroa em vez de cinza, o \u00f3leo da alegria em vez dum traje de luto, um canto de louvor em lugar de um cora\u00e7\u00e3o abatido\u201d. \t\u00c9 o minist\u00e9rio da consola\u00e7\u00e3o da mente, do cora\u00e7\u00e3o e da vida hoje mais necess\u00e1rio que nunca neste mal estar de civiliza\u00e7\u00e3o, para uma humanidade nova, livre e pura que viva a gra\u00e7a, o perd\u00e3o, a serenidade, a alegria e a paz  no Esp\u00edrito Santo. Que miss\u00e3o mais bela pode existir?   \tA beleza do minist\u00e9rio da comunh\u00e3o e da fraternidade  \tNa eucaristia, Cristo entrega-se por n\u00f3s e a n\u00f3s para realizar a comunh\u00e3o viva connosco e fazer da Igreja um Corpo de comunh\u00e3o. Como Cristo-Cabe\u00e7a faz a unidade dos membros, assim o sacerd\u00f3cio ministerial se oferece como minist\u00e9rio de unidade, de comunh\u00e3o. \u00c9 chamado a servir esta beleza de Cristo eucar\u00edstico que une os cora\u00e7\u00f5es de quantos o comungam, a oferec\u00ea-la como Boa Nova ao nosso mundo que aparece tantas vezes como uma multid\u00e3o de solid\u00f5es. O padre \u00e9 por isso um tecedor dos fios de comunh\u00e3o fraterna com o trabalho quotidiano, paciente e perseverante, de acolhimento, de escuta, de di\u00e1logo, de corresponsabilidade e at\u00e9 de correc\u00e7\u00e3o fraterna. na comunidade. \tA beleza deste servi\u00e7o joga-se, de modo particular, nas rela\u00e7\u00f5es humanas. \u00c9 importante compreender o caminho das pessoas e fazer compreender a cada pessoa que o seu caminho n\u00e3o \u00e9 in\u00fatil, banal e doloroso, mas tamb\u00e9m santificante, que ela \u00e9 amada e objecto de aten\u00e7\u00e3o. Na profundidade, na sinceridade e na autenticidade das rela\u00e7\u00f5es humanas e fraternas joga-se a beleza da vida da comunidade. Quem tem um campo de rela\u00e7\u00f5es t\u00e3o ricas e belas como um padre: com crian\u00e7as, adolescentes, jovens, adultos, idosos, doentes etc. Nesta miss\u00e3o, o sacerdote testemunha que o Cristo que anuncia e torna presente n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 verdadeiro e justo, mas tamb\u00e9m belo, capaz de dar beleza \u00e0 vida de cada um e de unir a todos na beleza de Deus e da comunh\u00e3o fraterna.   \tA beleza do minist\u00e9rio da esperan\u00e7a  A comunh\u00e3o no mist\u00e9rio eucar\u00edstico n\u00e3o se esgota em si mesma, no tempo presente. Tem uma dimens\u00e3o de futuro: aponta, desde j\u00e1, para a Beleza da comunh\u00e3o eterna e plena em Deus. Por isso, a eucaristia \u00e9 p\u00e3o de vida eterna, alimento dos peregrinos a caminho da p\u00e1tria definitiva, sacramento da esperan\u00e7a em Deus que n\u00e3o engana, que nos sustenta no meio das dificuldades e prova\u00e7\u00f5es, nos abre caminhos novos de renova\u00e7\u00e3o e n\u00e3o nos deixa prisioneiros da resigna\u00e7\u00e3o, da indiferen\u00e7a e do des\u00e2nimo. Esta experi\u00eancia eucar\u00edstica leva  os sacerdotes, em virtude do seu minist\u00e9rio de presid\u00eancia, a serem sentinelas da Beleza do futuro absoluto, anunciadores da esperan\u00e7a teologal, sendo companheiros de caminho dos homens e capazes de levar com eles o peso do viver quotidiano e do quotidiano morrer. A esperan\u00e7a no \u201cDeus sempre maior\u201d \u00e9 uma gra\u00e7a imensa e um servi\u00e7o inestim\u00e1vel aos outros.  \u00c9 belo ser padre hoje! O Dom do sacerd\u00f3cio n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 para a Igreja, mas tamb\u00e9m para a humanidade. \u00c9 um raio da beleza de Deus no mundo! \u00c0 semelhan\u00e7a de Cristo, o Pastor belo, o padre cuida da beleza espiritual da humanidade. Como homem do Evangelho, apela ao que h\u00e1 de mais belo e positivo no cora\u00e7\u00e3o de cada ser humano, levando Cristo e semeando a sua Palavra nas grandes metr\u00f3poles ou nas aldeias mais rec\u00f4nditas. O servi\u00e7o mais precioso a prestar a cada homem \u00e9 fazer-lhe descobrir a dignidade \u00fanica e \u00edmpar de filho de Deus, ajud\u00e1-lo a compreender o valor da sua vida que \u00e9 sem pre\u00e7o e que ela pode ser revestida de gra\u00e7a, de beleza divina e como \u00e9 infinita a miseric\u00f3rdia de Deus por cada um!   Tende f\u00e9 no Sacerd\u00f3cio e na Eucaristia  Do mais \u00edntimo do cora\u00e7\u00e3o digo-vos, car\u00edssimos padres e di\u00e1conos: tende f\u00e9 no sacerd\u00f3cio, no vosso sacerd\u00f3cio. \u00c9 participa\u00e7\u00e3o no sacerd\u00f3cio eterno e santo de Cristo que \u00e9 o mesmo ontem, hoje e sempre, porque \u00e9 o Ressuscitado; \u00e9 participa\u00e7\u00e3o, desde h\u00e1 dois mil\u00e9nios, na sua caridade pastoral, naquele seu amor forte e misericordioso que pode curar a nossa sociedade das infidelidades, das indiferen\u00e7as, da idolatria, da viol\u00eancia. O nosso tempo \u00e9 atravessado por grandes transforma\u00e7\u00f5es culturais e por preocupantes problemas e tens\u00f5es de ordem espiritual, moral e social. \u00c9 necess\u00e1rio que os padres saibam oferecer, com o exemplo e a palavra, horizontes luminosos de sentido e motivos convincentes de esperan\u00e7a. Podem faz\u00ea-lo porque a nossa certeza \u00e9 fundada sobre a rocha da Palavra de Deus e sobre o poder salv\u00edfico da Eucaristia.  Hoje, mais do que nunca, h\u00e1 necessidade de padres que testemunhem a beleza da f\u00e9, que se fa\u00e7am companheiros de viagem dos seus contempor\u00e2neos, sem possuir as pessoas, mas ajudando-as a crescer na maturidade da f\u00e9 e na verdadeira liberdade. H\u00e1 necessidade de padres que consolem e confortem, mas que ao mesmo tempo, inquietem as consci\u00eancias propondo com coragem e sabedoria os valores do evangelho, sobretudo aos jovens; h\u00e1 necessidade de padres que, morando no cora\u00e7\u00e3o de Cristo cheio de amor e compaix\u00e3o, saibam partilhar as dores e os sofrimentos da gente libertando-a do medo e abrindo-se a horizontes de serenidade e de paz. H\u00e1 necessidade de padres que acreditam no amor forte de Deus pela humanidade e o querem anunciar com alegria e esperan\u00e7a!  Para concluir, quero dizer a todos v\u00f3s o meu testemunho de sincera estima e de viva e profunda gratid\u00e3o. Em nome do Senhor, agrade\u00e7o-vos por tudo o que fazeis, mas sobretudo por aquilo que sois. Obrigado pelo vosso testemunho! Obrigado pela vossa amizade, pela colabora\u00e7\u00e3o e fadiga do vosso minist\u00e9rio. Abra\u00e7o-vos a todos e a cada um com grande afecto.  \u201c\u00d3 Cristo do Cen\u00e1culo, do Calv\u00e1rio e da Ressurrei\u00e7\u00e3o! Acolhe-nos a todos n\u00f3s que somos os sacerdotes do ano do Senhor de 2005 e com o mist\u00e9rio desta Quinta-Feira Santa santifica-nos de novo, embeleza-nos com a tua santidade! \u00c1men!\u201d. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Beleza do Sacerd\u00f3cio<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[154,184,275,294],"class_list":["post-10896","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-crianca","tag-diocese-de-viseu","tag-pascoa","tag-sacramentos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10896","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10896"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10896\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10896"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10896"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10896"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}