{"id":10868,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/mil-motivos-para-estarmos-juntos\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"mil-motivos-para-estarmos-juntos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mil-motivos-para-estarmos-juntos\/","title":{"rendered":"Mil Motivos para estarmos Juntos"},"content":{"rendered":"<p>Carlos Liz, T\u00e9cnico de Estudos de Mercado e de Opini\u00e3o <!--more--> Mil n\u00fameros do seman\u00e1rio \u201cAg\u00eancia Ecclesia\u201d significam outras tantas vezes em que a Igreja se encontrou a si mesma, em que milhares de crist\u00e3os ficaram a saber o que outros milhares andaram a fazer, que projectos tinham, que pensavam da vida, como estavam a viver a sua F\u00e9. \u00c9 este o grande contributo da Ag\u00eancia, em particular da sua publica\u00e7\u00e3o escrita em papel. Decididamente, a Ecclesia n\u00e3o trata de assuntos da Igreja, ela \u00e9 e faz Igreja. Uma Igreja feita de uma imensa pluralidade de experi\u00eancias, que, no entanto, se sente nunca caber totalmente nas p\u00e1ginas em papel ou Web da Ag\u00eancia. Ao longo do tempo, vamo-nos apercebendo de como o Seman\u00e1rio da Ecclesia torna realidade tr\u00eas dimens\u00f5es essenciais da vida de uma comunidade crist\u00e3, que como tal sabe acolher os seus membros e entre eles quer gerar comunh\u00e3o: &#8211; a dimens\u00e3o da Perten\u00e7a, esta possibilidade de nos reconhecermos nas hist\u00f3rias que nos s\u00e3o trazidas, este conforto de nos sabermos parte da Igreja  &#8211; a dimens\u00e3o da Descoberta, a frequente surpresa pela riqueza de acontecimentos relatados, este sabor estimulante da peregrina\u00e7\u00e3o na terra &#8211; a dimens\u00e3o da Inspira\u00e7\u00e3o, a capacidade de sermos motivados para fazer como muitos dos homens e mulheres, cuja din\u00e2mica de santidade nos \u00e9 transmitida O significado mais sentido da continuada presen\u00e7a semanal da Ecclesia, \u00e9 o da Confian\u00e7a. Aprendemos a confiar em quem faz o seman\u00e1rio, compreendemos o valor da Continuidade, da seguran\u00e7a de nunca haver interrup\u00e7\u00f5es, n\u00e3o duvidamos da possibilidade de renova\u00e7\u00e3o de conte\u00fados e da sua relev\u00e2ncia. Uma Confian\u00e7a, que gostamos de imaginar, tem reciprocidade. Intu\u00edmos como a Equipa da Ecclesia trabalha a pensar que deste lado h\u00e1 uns tantos milhares muito atentos, de facto habituados ao ritmo semanal do fluxo de not\u00edcias e coment\u00e1rios, dispon\u00edveis para agradecer todo o trabalho de edi\u00e7\u00e3o da Vida da Igreja. E imaginamos que quem faz o seman\u00e1rio se move a partir de uma combina\u00e7\u00e3o bem sucedida de atributos, em constante esfor\u00e7o de apuramento de processos: &#8211; os atributos da compet\u00eancia profissional, de um jornalismo que se tem revelado assumidamente moderno, de linguagem aberta e com saud\u00e1vel objectividade, sem ced\u00eancias despropositadamente reverenciais ou de simplifica\u00e7\u00e3o da cr\u00edtica &#8211; os atributos de uma F\u00e9 vivificada, s\u00f3 poss\u00edvel a partir da manifesta vontade de estar virada para fora, de olhar sem discrimina\u00e7\u00f5es e sem medo para tudo o que no mundo possa parecer sinal da constru\u00e7\u00e3o do projecto de Deus Os \u00faltimos anos do seman\u00e1rio t\u00eam permitido amadurecer uma f\u00f3rmula plena de fecundidade, como se comprova pelo efeito multiplicador dos seus conte\u00fados nos media de todo o Pa\u00eds. Uma f\u00f3rmula de fluxo informativo muito actualizado, com o valor \u00fanico da inteligibilidade, permitido pelo tipo de organiza\u00e7\u00e3o editorial. Mas tamb\u00e9m uma f\u00f3rmula, que sabe incluir a profundidade, a po\u00e9tica e a dimens\u00e3o prof\u00e9tica do Reflexo, desde sempre assinado por Ant\u00f3nio Rego. \u00c9 tamb\u00e9m por aqui, que passa o indisfar\u00e7\u00e1vel prazer do contacto semanal com a Ecclesia, assinalando o lugar da reflex\u00e3o, como um lugar da sensibilidade das coisas pr\u00f3ximas, como um lugar de encontro entre a vida da cidade e o seu horizonte de sagrado. \u00c9 por tudo isto que importa celebrar, entusiasticamente, estes primeiros mil n\u00fameros do seman\u00e1rio. Precisamente a mesma raz\u00e3o, que nos leva a olhar para o futuro com aquele olhar t\u00e3o nosso, de crist\u00e3os exuberantes de Esperan\u00e7a. E assim, convictos da import\u00e2ncia do que est\u00e1 feito e de que estamos no meio de uma din\u00e2mica ascendente, n\u00e3o conseguimos evitar uma ou outra interroga\u00e7\u00e3o: &#8211; como seria se consegu\u00edssemos incluir algumas imagens na edi\u00e7\u00e3o escrita, sabendo como as imagens s\u00e3o constituintes naturais e estruturantes da comunica\u00e7\u00e3o do nosso s\u00e9culo? &#8211; como seria se houvessem outras condi\u00e7\u00f5es, para levar mais longe o trabalho de aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0s experi\u00eancias relatadas, se houvesse outro n\u00famero de reportagens in loco, proporcionadoras de outra cor para o discurso? Bem sabemos todos como \u00e9 f\u00e1cil e doce fazer perguntas, como elas podem correr ligeiras pela imagina\u00e7\u00e3o bem intencionada de quem as formula. Por isso nos contemos. Mas tamb\u00e9m sabemos como h\u00e1 momentos mais ou menos favor\u00e1veis, justific\u00e1veis para a sua formula\u00e7\u00e3o. E este, ao mil\u00e9simo n\u00famero do seman\u00e1rio Ag\u00eancia Ecclesia, tem tudo para ser um desses momentos. Al\u00e9m do mais temos o Paulo Rocha e a sua equipa \u2013 breve e valorosa. E sobretudo, empenhada em ir mais longe, confiante em si pr\u00f3pria, criadora de redes de informa\u00e7\u00e3o e conhecimento de elevado potencial. Ao servi\u00e7o de n\u00f3s todos e da Igreja, que teimamos em construir continuamente.  Carlos Liz, T\u00e9cnico de Estudos de Mercado e de Opini\u00e3o <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carlos Liz, T\u00e9cnico de Estudos de Mercado e de Opini\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-10868","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-dossier"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10868","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10868"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10868\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10868"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10868"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10868"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}