{"id":10590,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/cnis-defende-a-criacao-de-uma-plataforma-social-nacional\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"cnis-defende-a-criacao-de-uma-plataforma-social-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/cnis-defende-a-criacao-de-uma-plataforma-social-nacional\/","title":{"rendered":"CNIS defende a cria\u00e7\u00e3o de uma Plataforma Social nacional"},"content":{"rendered":"<p>Institui\u00e7\u00f5es de Solidariedade esperam mudan\u00e7as com o pr\u00f3ximo Governo <!--more--> A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional das Institui\u00e7\u00f5es de Solidariedade (CNIS) defende a constitui\u00e7\u00e3o de uma Plataforma Social nacional que possa ser reconhecida como parceiro no di\u00e1logo e concerta\u00e7\u00e3o social. A ideia foi avan\u00e7ada ap\u00f3s o col\u00f3quio \u201cA Economia Social\u201d, organizado na semana passada em Lisboa. Nesse encontro, a CNIS vincou que a economia social \u201ctem de estar presente na defini\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica europeia e nacional\u201d, mormente na aplica\u00e7\u00e3o da Estrat\u00e9gia de Lisboa e na pol\u00edtica de agenda social. A economia social foi apresentada como sendo \u201cum mecanismo intr\u00ednseco de desenvolvimento sustentado, baseado na solidariedade, igualdade e aceita\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios de um mercado social livre e regulado\u201d. O presidente da CNIS, Pe. Francisco Crespo, refere ao programa ECCLESIA que \u201cas Institui\u00e7\u00f5es de Solidariedade s\u00e3o aquelas que mostram ao pa\u00eds como \u00e9 que se faz economia social, conseguindo realizar muita ac\u00e7\u00e3o, por vezes com poucos meios\u201d. \u201cQueremos criar, cada vez mais, uma melhor qualidade, mas se n\u00e3o temos o m\u00ednimo indispens\u00e1vel para podermos sobreviver, n\u00e3o a poderemos manter\u201d, alerta. Considerando que o trabalho das Institui\u00e7\u00f5es de Solidariedade \u00e9 \u201cindispens\u00e1vel\u201d, o Pe. Crespo espera que o pr\u00f3ximo Governo perceba que o trabalho da CNIS \u201c\u00e9 v\u00e1lido e tem um carisma pr\u00f3prio, porque as pessoas confiam em n\u00f3s mais do que no pr\u00f3prio Estado\u201d. \u201cEu penso que o Minist\u00e9rio da Solidariedade Social est\u00e1 bem entregue a uma pessoa conhecedora dos problemas e tem uma liga\u00e7\u00e3o a um ministro que esteve muito bem no antigo governo socialista\u201d, destaca. As esperan\u00e7as para o futuro passam por um encontro no menor espa\u00e7o de tempo poss\u00edvel, \u201clevando j\u00e1 as nossas grandes preocupa\u00e7\u00f5es e aquilo que esperamos\u201d. \u201cEstamos muito cansados de andar a saltitar de pessoa para pessoa e da instabilidade que isso tem criado nas nossas Institui\u00e7\u00f5es\u201d, ressalta o presidente da CNIS. A falta de apoios e os atrasos causados pela mudan\u00e7a de governo est\u00e3o a preocupar as Institui\u00e7\u00f5es, como explica o Pe. Crespo. \u201cNuma reuni\u00e3o pr\u00e9via que tivemos, a \u00fanica coisa de que conseguimos falar foi o que j\u00e1 estava prometido no protocolo de 2004\u201d, alerta.  <b>Economia social e UE<\/b> Jos\u00e9 Leiri\u00e3o, representante da CNIS no Comit\u00e9 Econ\u00f3mico e Social Europeu, diz \u00e9 importante \u201couvir a opini\u00e3o da sociedade portuguesa\u201d num momento em que a UE est\u00e1 a redefinir pol\u00edticas e estrat\u00e9gias. Nesse sentido, lamenta que a quest\u00e3o da coes\u00e3o social \u201ctenha sido deixada cair\u201d. \u201cH\u00e1 uma estrat\u00e9gia que p\u00f5e o foco na economia e est\u00e1 a esquecer o cidad\u00e3o\u201d, acusa. Jos\u00e9 Costa Fernandes, presidente do Conselho Fiscal da CNIS, destaca a import\u00e2ncia das actividades de associa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o visam o lucro, como as IPSS, junto das comunidades que servem. \u201cO conceito de economia social em Portugal \u00e9 encarnado em Portugal pelas Institui\u00e7\u00f5es de Solidariedade Social\u201d, assegura. Este respons\u00e1vel lembra que o Estado se deve assumir como parceiro na concretiza\u00e7\u00e3o de objectivos sociais que tamb\u00e9m s\u00e3o seus. \u201cN\u00f3s n\u00e3o estamos a pedir ao Estado nada que ele n\u00e3o deva fazer, basta ver a Constitui\u00e7\u00e3o, que logo nos primeiros artigos define que \u00e9 tarefa do Estado promover a qualidade de vida dos cidad\u00e3os\u201d, esclarece Jos\u00e9 Costa Fernandes. \u201c\u00c9 perfeitamente natural que Estado e sociedade civil se organizem por forma a cooperar nas tarefas que s\u00e3o comuns\u201d, aponta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Institui\u00e7\u00f5es de Solidariedade esperam mudan\u00e7as com o pr\u00f3ximo Governo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[133,191,314],"class_list":["post-10590","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-cnis","tag-economia","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10590","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10590"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10590\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10590"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10590"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10590"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}