{"id":10351,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/caritas-iniciou-peditorio-nacional\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"caritas-iniciou-peditorio-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/caritas-iniciou-peditorio-nacional\/","title":{"rendered":"C\u00e1ritas iniciou pedit\u00f3rio nacional"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" border=\"1\" src=\"\/pub\/1\/img\/cartaz_caritas.jpg\" align=\"left\">A C\u00e1ritas Portuguesa iniciou hoje o seu pedit\u00f3rio anual para apoiar pessoas carenciadas, que decorrer\u00e1 em todo o pa\u00eds at\u00e9 dia 27 de Fevereiro. Todos os anos, na 2\u00aa semana da Quaresma, esta institui\u00e7\u00e3o realiza a n\u00edvel nacional, uma ac\u00e7\u00e3o de sensibiliza\u00e7\u00e3o para a solidariedade e partilha de bens. S\u00e3o v\u00e1rios os servi\u00e7os de apoio a crian\u00e7as e jovens, a idosos, a portadores de HIV e a pessoas sem-abrigo, a pessoas e fam\u00edlias em situa\u00e7\u00e3o de car\u00eancia social e econ\u00f3mica. No pedit\u00f3rio de 2004, a C\u00e1ritas recolheu 230 mil Euros, menos 9.000 Euros que no anterior. De acordo com o presidente da institui\u00e7\u00e3o, Eug\u00e9nio Fonseca, os donativos para pedit\u00f3rios nacionais diminu\u00edram nos \u00faltimos anos, devido \u00e0 dificuldade em conseguir volunt\u00e1rios que fa\u00e7am a recolha e n\u00e3o \u00e0 falta de generosidade dos portugueses. No dia C\u00e1ritas, 27 de Fevereiro, e por decis\u00e3o dos bispos, o pedit\u00f3rio das missas tamb\u00e9m reverte para este servi\u00e7o da Igreja. A mensagem do presidente da Comiss\u00e3o Episcopal da Ac\u00e7\u00e3o Social e Caritativa, D. Jos\u00e9 Alves, bispo de Portalegre-Castelo Branco, procura sensibilizar a popula\u00e7\u00e3o para os valores da partilha e da solidariedade. \u201cNos \u00faltimos tempos, a Caritas tem adquirido grande visibilidade social, merc\u00ea das frequentes interven\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e da not\u00f3ria mobiliza\u00e7\u00e3o da sociedade civil, para acorrer a repetidas situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia, tanto a n\u00edvel do nosso pa\u00eds como a n\u00edvel internacional. Caritas tem sido uma palavra repetida frequentemente pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o social, ao referirem as campanhas de angaria\u00e7\u00e3o de fundos a favor de Timor, de Mo\u00e7ambique, de Angola, das v\u00edtimas dos inc\u00eandios florestais em Portugal e das v\u00edtimas do tsunami no sudeste asi\u00e1tico\u201d, recorda \u201c\u00c9 pela partilha dos bens que se reduzem as desigualdades, se gera a comunh\u00e3o e se constr\u00f3i a justi\u00e7a social\u201d, acrescenta. <B>Not\u00edcias relacionadas<\/B> <a href=\"noticia.asp?noticiaid=16121\">\u2022 \u00abPartilha o p\u00e3o constr\u00f3i a justi\u00e7a\u00bb<\/a>  <b>Hist\u00f3ria da institui\u00e7\u00e3o<\/b>  A C\u00e1ritas Portuguesa \u00e9 a federa\u00e7\u00e3o nacional das 20 C\u00e1ritas Diocesanas distribu\u00eddas pelo territ\u00f3rio continental e regi\u00f5es aut\u00f3nomas dos A\u00e7ores e da Madeira. Em conjunto, regem-se pela doutrina social da Igreja e orientam a sua ac\u00e7\u00e3o de acordo com os imperativos da solidariedade, dando resposta \u00e0s situa\u00e7\u00f5es mais graves de pobreza, exclus\u00e3o social e situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia em resultado de cat\u00e1strofes naturais ou calamidade p\u00fablica. A C\u00e1ritas tem como objectivos a assist\u00eancia em situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia ou depend\u00eancia, a promo\u00e7\u00e3o da autonomia e do desenvolvimento integral de cada ser humano e a transforma\u00e7\u00e3o nos dom\u00ednios sociais e ambientais de acordo com os valores da \u00e9tica crist\u00e3.  Interv\u00e9m na implementa\u00e7\u00e3o de programas de apoio materno-infantil, infanto-juvenil, terceira idade, mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica bem como na luta contra a exclus\u00e3o social, em especial no apoio \u00e0s minorias \u00e9tnicas, comunidades de imigrantes e suas fam\u00edlias, toxicodependentes, seropositivos e alco\u00f3licos. A C\u00e1ritas Portuguesa foi criada logo ap\u00f3s a II Guerra Mundial e teve como primeira actividade o acolhimento de crian\u00e7as refugiadas. A resposta aos problemas sociais de maior gravidade foi imediatamente definida como uma das suas principais voca\u00e7\u00f5es. Os primeiros estatutos datam de 1956. At\u00e9 ao presente a institui\u00e7\u00e3o conta tr\u00eas fases distintas: \u2022 1\u00aa Fase: desde a funda\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e0 primeira revis\u00e3o dos estatutos (1975). Entre os anos 50 e 70 a actividade da C\u00e1ritas centrou-se na distribui\u00e7\u00e3o de g\u00e9neros alimentares, doados pelos EUA no \u00e2mbito do Plano Marshall, e na promo\u00e7\u00e3o do acolhimento de crian\u00e7as vindas do centro da Europa durante a Guerra Fria; \u2022  2\u00aa Fase: desde 1975 at\u00e9 \u00e0 segunda revis\u00e3o estatut\u00e1ria, em 2000. Implementa\u00e7\u00e3o da promo\u00e7\u00e3o social atrav\u00e9s do apoio \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de postos de trabalho; cria\u00e7\u00e3o e funcionamento de equipamentos sociais; forma\u00e7\u00e3o de agentes; e prepara\u00e7\u00e3o para a actua\u00e7\u00e3o estrutural nos dom\u00ednios do desenvolvimento local e interven\u00e7\u00e3o junto de centros de decis\u00e3o pol\u00edtica;  \u2022 3\u00aa Fase: Com a revis\u00e3o estatut\u00e1ria de 2000 abre-se uma nova etapa na vida da C\u00e1ritas, assente na consolida\u00e7\u00e3o da autonomia das C\u00e1ritas Diocesanas e na promo\u00e7\u00e3o da clarifica\u00e7\u00e3o e actualiza\u00e7\u00e3o dos objectivos da C\u00e1ritas no contexto da Igreja e da sociedade portuguesa. Em termos institucionais ocorreram quatro evolu\u00e7\u00f5es significativas: \u2022 Descentraliza\u00e7\u00e3o das diocesanas mediante a cria\u00e7\u00e3o das respectivas C\u00e1ritas com personalidade pr\u00f3pria; \u2022 Cria\u00e7\u00e3o de grupos de ac\u00e7\u00e3o social nas par\u00f3quias; \u2022 Transforma\u00e7\u00e3o da C\u00e1ritas Portuguesa numa federa\u00e7\u00e3o de C\u00e1ritas Diocesanas; \u2022 Integra\u00e7\u00e3o explicita na Pastoral Social da Igreja. Recentemente a C\u00e1ritas Portuguesa assumiu a estrutura de ONGD (Organiza\u00e7\u00e3o N\u00e3o Governamental de Desenvolvimento), membro da Plataforma Portuguesa das ONGD, reconhecida e registada junto do IPAD (Instituto Portugu\u00eas de Apoio ao Desenvolvimento). \u00c9 tamb\u00e9m membro da C\u00e1ritas Internationalis, confedera\u00e7\u00e3o das 162 organiza\u00e7\u00f5es cat\u00f3licas de ajuda ao desenvolvimento e de servi\u00e7o social a operarem em 201 pa\u00edses em todo o mundo, e da C\u00e1ritas Europa, onde est\u00e3o congregadas as C\u00e1ritas nacionais dos pa\u00edses europeus.  <i>Fonte: www.caritas.pt<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A C\u00e1ritas Portuguesa iniciou hoje o seu pedit\u00f3rio anual para apoiar pessoas carenciadas, que decorrer\u00e1 em todo o pa\u00eds at\u00e9 dia 27 de Fevereiro. 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