{"id":10336,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/obras-paradas-na-igreja-de-s-francisco-em-braganca\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"obras-paradas-na-igreja-de-s-francisco-em-braganca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/obras-paradas-na-igreja-de-s-francisco-em-braganca\/","title":{"rendered":"Obras Paradas na Igreja de S. Francisco, em Bragan\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p>A remodela\u00e7\u00e3o e restauro iniciados em 1996 continuam sem conclus\u00e3o \u00e0 vista, ap\u00f3s quase tr\u00eas anos decorridos desde a paragem da interven\u00e7\u00e3o <!--more--> A igreja de S. Francisco em Bragan\u00e7a, situada junto ao Arquivo Distrital que outrora, em conjunto com a igreja, constituiu o antigo ermit\u00e9rio Franciscano, est\u00e1 a passar um momento dif\u00edcil da sua longa hist\u00f3ria.  Ap\u00f3s a suspens\u00e3o das obras da segunda fase da requalifica\u00e7\u00e3o e restauro, em 2002, os trabalhos correspondentes \u00e0 primeira fase da interven\u00e7\u00e3o, que inclu\u00edram o restauro de pinturas murais, correm risco de degrada\u00e7\u00e3o, dado n\u00e3o existirem, neste momento, condi\u00e7\u00f5es de manuten\u00e7\u00e3o, no interior da igreja fechada ao culto. Com d\u00e9bitos resultantes da primeira fase da interven\u00e7\u00e3o e de parte da segunda, a Ordem Franciscana Secular \u2013 Fraternidade de Bragan\u00e7a, propriet\u00e1ria da igreja e da designada casa do despacho, anexa, debate-se com problemas de financiamento, cuja resolu\u00e7\u00e3o se est\u00e1 a revelar muito dif\u00edcil. A par com estes problemas, existe ainda um processo judicial, accionado pela arquitecta, autora do projecto.  A primeira fase das obras, iniciada em 1996, incluiu a consolida\u00e7\u00e3o de estruturas, a instala\u00e7\u00e3o de rede de \u00e1gua e esgotos, instala\u00e7\u00e3o de aquecimento e instala\u00e7\u00e3o el\u00e9ctrica, o restauro da pintura mural e da talha, escava\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas, restauro de imagens, paramentos e telas. Esta primeira fase, cuja obra, com um custo total de cerca de 200 mil contos, ficou ao cargo da C\u00e2mara Municipal de Bragan\u00e7a, e foi comparticipada em 75 por cento, atrav\u00e9s do Interreg. Ao custo inicial da obra, adjudicada por cerca de 135 mil contos, somaram-se custos resultantes de trabalhos adicionais, e o custo do projecto. Para estes trabalhos adicionais, respeitantes, em parte, ao tratamento contra t\u00e9rmitas que estavam instaladas nas madeiras do im\u00f3vel, a Ordem Franciscana Secular conseguiu ainda um financiamento atrav\u00e9s da Secretaria de Estado da Cultura, que rondou os 20 mil contos. Mais tarde, segundo Jorge Nunes, presidente da C\u00e2mara Municipal de Bragan\u00e7a, j\u00e1 na fase final foram feitos trabalhos suplementares, na ordem dos 45 mil contos, \u201csem contrato\u201d. Como respons\u00e1vel pela obra, a C\u00e2mara Municipal teve de resolver o problema, \u201cmediante uma delibera\u00e7\u00e3o da Assembleia Municipal, que nos permitiu fazer um protocolo com a Ordem Secular Franciscana, mediante o qual disponibiliz\u00e1mos esse dinheiro para a Ordem pagar ao empreiteiro\u201d, refere Jorge Nunes.  A partir de 1997, a Ordem teve que contrair um empr\u00e9stimo banc\u00e1rio para pagar os 25 por cento, que era a parte do investimento n\u00e3o financiada pelo Interreg, e que, at\u00e9 essa altura, havia sido suportado pela C\u00e2mara Municipal de Bragan\u00e7a. Devido \u00e0s dificuldades financeiras da Ordem Mendicante, contraiu-se um empr\u00e9stimo banc\u00e1rio, suportado por hipoteca do referido templo. Ao que apur\u00e1mos essa hipoteca \u00e9 anterior a 1999, altura em que saiu uma lei que pro\u00edbe a hipoteca\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis relacionados com o culto religioso. Entretanto, em 1988, a execu\u00e7\u00e3o das obras da segunda fase urgiam, de maneira a que a igreja pudesse reabrir ao culto e aos visitantes, permitindo, desde modo, \u00e0 Ordem, retirar algum proveito financeiro do investimento realizado. Note-se ainda que, ao lado da Igreja, a casa do despacho foi, tamb\u00e9m, remodelada para instala\u00e7\u00e3o de um museu de arte sacra. A segunda fase, cujos trabalhos ainda se iniciaram, dizia respeito \u00e0 instala\u00e7\u00e3o de mobili\u00e1rio, arranjos exteriores, e outros trabalhos que era ainda necess\u00e1rio realizar, num total que seria superior a 150 mil contos. Nesta fase, s\u00f3 os arranjos exteriores, deveriam custar cerca de 50 mil contos. A empreitada foi adjudicada em Novembro de 2001, por 150 mil contos. Metade deste or\u00e7amento seria suportado pelo Minist\u00e9rio da Cultura e fundos europeus, atrav\u00e9s da Comiss\u00e3o de Coordena\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o Norte e do Instituto Portugu\u00eas do Patrim\u00f3nio Arquitect\u00f3nico (IPPAR). No entanto, em Agosto de 2002, a obra foi suspensa pelo IPPAR. Segundo M\u00e1rio Carneiro, t\u00e9cnico deste instituto, ligado ao processo, a suspens\u00e3o da obra ficou a dever-se \u00e0 retirada do termo de responsabilidade, por parte da arquitecta F\u00e1tima Fernandes, respons\u00e1vel pelo projecto. Esta suspens\u00e3o implicou que o financiamento aprovado para a recupera\u00e7\u00e3o da igreja n\u00e3o fosse gasto e, portanto, tenha deixado de estar dispon\u00edvel. Segundo M\u00e1rio Carneiro, na altura da aprova\u00e7\u00e3o, em 2001, est\u00e1vamos no in\u00edcio da execu\u00e7\u00e3o do III Quadro Comunit\u00e1rio de Apoio, e portanto, o financiamento era mais f\u00e1cil. Neste momento, e dados os constrangimentos financeiros do pa\u00eds, \u201cseria muito complicado arranjar o dinheiro\u201d. M\u00e1rio Carneiro adianta que, \u201cmesmo a haver um entendimento entre a Ordem e a arquitecta, seria muito complicada a aprova\u00e7\u00e3o de um financiamento\u201d. Contactada, F\u00e1tima Fernandes, explica que retirou o termo de responsabilidade exigido legalmente, no \u00e2mbito do financiamento aprovado, porque \u201ca Ordem Franciscana quis alterar as regras, e as condi\u00e7\u00f5es para executar os trabalhos desapareceram\u201d. A arquitecta acrescenta que n\u00e3o considera os projectos imut\u00e1veis, \u201cmas tem de haver o m\u00ednimo de qualidade\u201d, e um projecto global \u201cn\u00e3o se pode compadecer de dar respostas imediatas\u201d. Para F\u00e1tima Fernandes, o projecto deveria continuar a executar-se, tal como foi aprovado, ou ent\u00e3o a Ordem deveria \u201cpedir as altera\u00e7\u00f5es, de forma clara, se houver motivos, por quest\u00f5es econ\u00f3micas\u201d. Segundo fonte ligada ao processo, o desentendimento com a arquitecta ter\u00e1 resultado da comunica\u00e7\u00e3o da rescis\u00e3o do contrato de fiscaliza\u00e7\u00e3o, que custaria cerca de 4500 contos, feita pelo dono da obra. A fiscaliza\u00e7\u00e3o passaria a ser feita por uma equipa disponibilizada gratuitamente pela C\u00e2mara Municipal de Bragan\u00e7a. A arquitecta ter\u00e1 entendido que esta comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o seria s\u00f3 respeitante \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o, mas englobaria a direc\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica de execu\u00e7\u00e3o da obra e poria em causa a autoria do projecto. Jorge Nunes explica que fez uma sugest\u00e3o, dadas as dificuldades que a Obra apresentava no momento. \u201cSugeri-lhes que contratassem um engenheiro, para avaliar todo o processo, porque n\u00e3o era recomend\u00e1vel \u00e0 C\u00e2mara Municipal meter um engenheiro da autarquia numa situa\u00e7\u00e3o daquelas. N\u00e3o sei os resultados dessa situa\u00e7\u00e3o\u201d, disse.  Entretanto, e com todos estes incidentes, e dado o facto de a Ordem Franciscana n\u00e3o ter modo de financiar a continua\u00e7\u00e3o dos trabalhos, a igreja e o museu aguardam, em clausura, melhores dias. As d\u00edvidas, contra\u00eddas com o empreiteiro, institui\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito, particulares e outras institui\u00e7\u00f5es, resultantes dos trabalhos executados, alguns dos quais remontam \u00e0 primeira fase, rondam algumas centenas de milhares de euros. Dispon\u00edvel para ajudar, dentro das limita\u00e7\u00f5es financeiras da autarquia, o presidente da C\u00e2mara Municipal de Bragan\u00e7a refere que a \u201csegunda fase n\u00e3o contou com a colabora\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara Municipal, porque n\u00e3o foi solicitada\u201d. Por outro lado, \u201cn\u00e3o temos uma verba espec\u00edfica para ir ao encontro de necessidades que neste momento a Ordem tenha, o que n\u00e3o quer dizer que a C\u00e2mara n\u00e3o se disponha a fazer aquilo que fez j\u00e1 uns tempos, o que \u00e9 preciso \u00e9 conhecer a extens\u00e3o do problema e das necessidades\u201d.  <i>Riqueza incalcul\u00e1vel<\/i> Neste momento a Irmandade est\u00e1 a envidar esfor\u00e7os para resolver o processo, cuja resolu\u00e7\u00e3o poderia passar pela angaria\u00e7\u00e3o de fundos substanciais, por aplica\u00e7\u00e3o da Lei do Mecenato, que lhe foi conferida pelo Minist\u00e9rio da Cultura, e ainda pela aplica\u00e7\u00e3o de capitais p\u00fablicos ou privados. No entanto, at\u00e9 ao momento, n\u00e3o foi poss\u00edvel encontrar uma solu\u00e7\u00e3o. Note-se que a igreja de S. Francisco \u00e9, n\u00e3o s\u00f3 uma das maiores igrejas de Bragan\u00e7a, como tamb\u00e9m apresenta um dos mais ricos patrim\u00f3nios de arte sacra, quer ao n\u00edvel de pe\u00e7as individuais, quer ao n\u00edvel de pinturas murais, desconhecidas da quase totalidade dos bragan\u00e7anos. A funda\u00e7\u00e3o do Ermit\u00e9rio de S. Francisco, em Bragan\u00e7a, remonta naquele lugar ao S\u00e9culo XIII, e \u00e9 atribu\u00edda, segundo tradi\u00e7\u00e3o n\u00e3o confirmada por fontes hist\u00f3ricas, ao patriarca da Ordem, o pr\u00f3prio S. Francisco de Assis. Desde a \u00e9poca medieval, as altera\u00e7\u00f5es e obras na igreja t\u00eam-se sucedido, dando lugar a uma sobreposi\u00e7\u00e3o de \u00e9pocas, que tornam dif\u00edcil averiguar de que \u00e9poca em particular \u00e9 cada peda\u00e7o da antiga igreja. A pintura mural, por exemplo, que at\u00e9 esta \u00faltima interven\u00e7\u00e3o esteve tapada com reboco de uma \u00e9poca posterior, aguarda ainda uma data\u00e7\u00e3o certa. Al\u00e9m da pintura, do esp\u00f3lio da igreja fazem parte pe\u00e7as \u00fanicas, entre as quais um \u201cCristo Alado\u201d, que \u00e9 um raro exemplar em todo o mundo. Todo este esp\u00f3lio, que poderia enriquecer o museu que, por sua vez, poderia enriquecer toda a zona hist\u00f3rica da cidade, corre riscos, talvez dif\u00edceis de calcular. Entretanto, tamb\u00e9m a envolvente superior do Arquivo Distrital, em frente \u00e0 igreja, encontra-se num estado que n\u00e3o condiz com todo o arranjo geral daquele espa\u00e7o, e que causa interroga\u00e7\u00e3o aos visitantes.  <i>Igreja no &#8220;Guia das Capelas&#8221;<\/i> Situa-se do lado norte do castelo, ao lado da Rua de S\u00e3o Francisco. A tradi\u00e7\u00e3o oral atribui a S\u00e3o Francisco de Assis a funda\u00e7\u00e3o. Os vest\u00edgios arqueol\u00f3gicos e o testamento de D. Afonso III, permitem-nos dizer que se trata de uma estrutura medieval, do s\u00e9culo XIII (1271). Diz-se que a fam\u00edlia Morais ofereceu terreno onde existia j\u00e1 uma capela a Santa Catarina, para se erigir o convento. O Dr. Pascoal de Frias, abade de Carrazedo, deixou tamb\u00e9m aos Franciscanos a sua biblioteca e outros benef\u00edcios em produtos agr\u00edcolas. D. Maria I criou no Convento de S\u00e3o Francisco de Bragan\u00e7a uma aula de Filosofia. Em 1834 foi vendido em hasta p\u00fablica. De Convento passou a Hospital Militar, a Asilo e Arquivo Distrital. A Ordem Terceira Franciscana est\u00e1 a proceder ao restauro da Igreja. Descobriram-se, atr\u00e1s da cali\u00e7a, preciosos frescos medievais. O da parte interior da abside tem mais de 200 m2 e outros, de menor dimens\u00e3o, est\u00e3o polvilhados pelo templo. O Convento ficava na rota dos peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela, salientando-se, dentre os mais not\u00e1veis, a Rainha Santa Isabel.  Hor\u00e1rio de servi\u00e7o religioso: encerrado para obras. cf Guia das Igrejas e Capelas de Bragan\u00e7a &#8211; Diocese de Bragan\u00e7a Miranda   <i>Ana Preto, Mensageiro de Bragan\u00e7a<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A remodela\u00e7\u00e3o e restauro iniciados em 1996 continuam sem conclus\u00e3o \u00e0 vista, ap\u00f3s quase tr\u00eas anos decorridos desde a paragem da interven\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[119,168,172,206,207,213,285,299],"class_list":["post-10336","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-arte-sacra","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-braga","tag-familia","tag-fatima","tag-franciscanos","tag-patrimonio","tag-santiago-de-compostela"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10336","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10336"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10336\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10336"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10336"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10336"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}