{"id":10175,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/os-75-anos-da-sociedade-missionaria-da-boa-nova\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"os-75-anos-da-sociedade-missionaria-da-boa-nova","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/os-75-anos-da-sociedade-missionaria-da-boa-nova\/","title":{"rendered":"Os 75 anos da Sociedade Mission\u00e1ria da Boa Nova"},"content":{"rendered":"<p>I. Ide\u00e1rio 1.1. \u00abEsta \u00e9 a hist\u00f3ria de (Aar\u00e3o e) Mois\u00e9s no dia em que falou YHWH a Mois\u00e9s no monte Sinai\u00bb (Nm 3,1). \u00ab1Mois\u00e9s estava a apascentar o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Madi\u00e3. Conduziu o rebanho para al\u00e9m do deserto, e chegou \u00e0 montanha de Deus, ao Horeb. 2O anjo de YHWH apareceu-lhe numa chama de fogo, do meio da sar\u00e7a. Ele olhou e viu, e eis que a sar\u00e7a ardia no fogo, e a sar\u00e7a n\u00e3o era devorada. 3Mois\u00e9s disse: \u201cVou desviar-me do caminho para ver esta vis\u00e3o grande: Por que raz\u00e3o n\u00e3o arde a sar\u00e7a?\u201d 4YHWH viu que ele se desviava do caminho para ver; e Deus chamou-o do meio da sar\u00e7a, e disse: \u201cMois\u00e9s! Mois\u00e9s!\u201d Ele disse: \u201cEis-me aqui!\u201d\u00bb (Ex 3,1-4). A hist\u00f3ria de Mois\u00e9s \u00e9 uma hist\u00f3ria como as outras, e n\u00e3o \u00e9 uma hist\u00f3ria como as outras. Conduzindo o rebanho, viu uma Vis\u00e3o grande, e, com o intuito de ver mais e melhor, saiu do seu caminho, deixou o seu rebanho. Com uns grandes olhos desejosos de ver e habitado por um grande Porqu\u00ea, Mois\u00e9s aparece como uma crian\u00e7a \u00e0 medida do Evangelho (Mc 10,13-16). Ouviu uma voz que o chamava, e respondeu de pronto: \u201cEis-me aqui!\u201d A hist\u00f3ria de Mois\u00e9s n\u00e3o come\u00e7a quando nasce, n\u00e3o descreve os seus projectos, n\u00e3o elenca os seus sucessos. A hist\u00f3ria de Mois\u00e9s \u00e9 a hist\u00f3ria de uma vis\u00e3o que o provoca e da Palavra de Deus que o convoca, e que ele ousa ver e a que ousa Responder.   1.2. O Deus b\u00edblico manifesta-se sempre atento e compassivo para com o seu povo e comprometido na liberta\u00e7\u00e3o de todas as escravid\u00f5es. \u00c9 quanto se pode ver neste texto paradigm\u00e1tico do Livro do \u00caxodo: \u00ab7YHWH disse: \u201cEu bem vi a opress\u00e3o do meu povo que est\u00e1 no Egipto, e Ouvi os seus gritos diante dos seus opressores; Conhe\u00e7o, na verdade, os seus sofrimentos. 8Desci a fim de o libertar da m\u00e3o dos eg\u00edpcios e de o fazer subir desta terra para uma terra boa e espa\u00e7osa, para uma terra que mana leite e mel&#8230;\u201d\u00bb (Ex 3,7-8).  O Deus b\u00edblico revela aqui a sua identidade, n\u00e3o afirmando-se e defendendo-se \u00e0 volta do seu \u201ceu\u201d, do seu \u201cc\u00e9u\u201d, resguardando-se dentro das portas douradas da sua eternidade, mas DESCENDO at\u00e9 \u00e0 alteridade do outro, de quem \u201cV\u00ea a opress\u00e3o\u201d, \u201cOuve os gritos\u201d, \u201cConhece os sofrimentos\u201d, tem em vista uma solu\u00e7\u00e3o ou resposta. Face aos gritos de Israel, qual ser\u00e1 a resposta de Deus? A resposta de Deus n\u00e3o ser\u00e1 alguma coisa, mas Algu\u00e9m. Ser\u00e1 Mois\u00e9s. Quando o seu povo grita, Deus responde sempre da mesma maneira. Responde com Mois\u00e9s., com os Profetas, e, finalmente, com Jesus Cristo.   1.3. Mas tamb\u00e9m hoje, quando o seu povo grita, Deus continua a responder da mesma maneira, chamando os disc\u00edpulos de Jesus Cristo e toda a sua Igreja para socorrer e libertar os seus filhos. \u00c9 neste \u201cponto de vida\u201d que se situam tamb\u00e9m os mission\u00e1rios que devem sempre, como Mois\u00e9s, saber desviar-se do seu caminho, para Ver, Ouvir e Responder  melhor \u00e0 Palavra que os convoca e os provoca. A Sociedade Mission\u00e1ria da Boa Nova entrou num desafio assim h\u00e1 75 anos. Muitos companheiros nossos deram a vida por se terem desviado do caminho para Ver, Ouvir e Responder  melhor. Que o Senhor da messe nos mantenha atentos, compassivos, comprometidos e fi\u00e9is.  Dados hist\u00f3ricos  1.4. No dia 3 de Outubro de 2004 entr\u00e1mos, em termos de cronologia, no 75.\u00ba ano de vida da nossa Sociedade Mission\u00e1ria, que vamos completar no pr\u00f3ximo dia 3 de Outubro de 2005. Na verdade, a nossa Sociedade Mission\u00e1ria, ent\u00e3o com o nome de Sociedade Portuguesa para as Miss\u00f5es Cat\u00f3licas, foi fundada em 3 de Outubro de 1930 mediante carta da Santa S\u00e9 a nomear o Senhor D. Jo\u00e3o Evangelista de Lima Vidal, Arcebispo de Vila Real, como Superior Geral da erigenda Sociedade Portuguesa para as Miss\u00f5es Cat\u00f3licas, e a conferir-lhe indica\u00e7\u00f5es para o desempenho do cargo, de acordo com as Constitui\u00e7\u00f5es ent\u00e3o aprovadas ad experimentum pela Santa S\u00e9. Foi assim que, tamb\u00e9m por indica\u00e7\u00e3o da Santa S\u00e9, foram postos como fundamento da nova Sociedade os Col\u00e9gios das Miss\u00f5es que j\u00e1 ent\u00e3o existiam em Tomar, Cucuj\u00e3es e Cernache do Bonjardim. D. Jo\u00e3o Evangelista de Lima Vidal, continuando como Bispo de Vila Real, disp\u00f4s-se tamb\u00e9m, com determina\u00e7\u00e3o e zelo exemplares, a aceitar o novo cargo, vindo residir, tamb\u00e9m por indica\u00e7\u00e3o da Santa S\u00e9, no Col\u00e9gio das Miss\u00f5es de Cucuj\u00e3es. No seguimento destes prop\u00f3sitos e trabalhos e dos seus bons frutos, a Sociedade Portuguesa para as Miss\u00f5es Cat\u00f3licas oi erecta em Instituto Clerical de Direito Pontif\u00edcio no dia 24 de Outubro de 1932, mediante a Carta Aut\u00f3grafa Suavi Sane, de Sua Santidade o Papa Pio XI. Dois dias depois, em 26 de Outubro de 1932, acontece o in\u00edcio real desta Sociedade Mission\u00e1ria, com o Juramento, segundo as Constitui\u00e7\u00f5es, dos seus cinco primeiros membros.  Dinamismo mission\u00e1rio  1.5. A nossa Sociedade Mission\u00e1ria nasceu, portanto, do dinamismo mission\u00e1rio das Igrejas Diocesanas que estavam em Portugal e que de h\u00e1 muito se organizavam e preparavam para a ac\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria, mormente nos Col\u00e9gios acima referidos, e da solicitude do Papa Pio XI, que em 3 de Outubro de 1930 a dotou com as primeiras Constitui\u00e7\u00f5es e nomeou o seu primeiro Superior Geral. A nossa Sociedade Mission\u00e1ria nasce assim firmemente ancorada no dinamismo mission\u00e1rio da Igreja portuguesa e na provid\u00eancia da Santa S\u00e9. Deu logo os primeiros passos e os primeiros frutos. Em 13 de Junho de 1940, na Carta Apost\u00f3lica Saeculo Exeunte Octavo, o Papa Pio XII, saudando a na\u00e7\u00e3o portuguesa nos oitocentos anos da sua hist\u00f3ria e dirigindo-se aos Senhores Bispos de Portugal, p\u00f4de afirmar: \u00abTendes no meio de v\u00f3s, e sem d\u00favida o apreciais condignamente, um monumento insigne da solicitude que merece a esta S\u00e9 Apost\u00f3lica a educa\u00e7\u00e3o das voca\u00e7\u00f5es mission\u00e1rias, e \u00e9 a Sociedade Portuguesa para as Miss\u00f5es Cat\u00f3licas Ultramarinas, fundada pela provid\u00eancia e energia do Nosso imortal Predecessor Pio XI, de v. m., a qual \u00e9 para n\u00f3s igualmente objecto de especiais cuidados e esperan\u00e7as\u00bb. E pouco depois, acrescenta: \u00abAos Directores dos Col\u00e9gios da mencionada Sociedade Mission\u00e1ria, como tamb\u00e9m aos Superiores das outras Corpora\u00e7\u00f5es religiosas, queremos abrir o Nosso cora\u00e7\u00e3o, para que vejam bem as Nossas preocupa\u00e7\u00f5es apost\u00f3licas e quanto desejamos que as voca\u00e7\u00f5es mission\u00e1rias sejam devidamente cultivadas e solidamente formadas\u00bb.  1.6. Desde o princ\u00edpio, a Sociedade Mission\u00e1ria assenta os seus fundamentos na missionariedade ad gentes da Igreja portuguesa e na diocesaneidade dos seus membros, diferenciando-se aqui dos Institutos de Vida Consagrada. Foi assim no princ\u00edpio. \u00c9 assim ainda hoje, em que sentimos a alegria de vermos cada vez mais sacerdotes diocesanos e leigos a quererem calcorrear connosco os caminhos da miss\u00e3o. Por tudo damos gra\u00e7as a Deus. Os ventos sempre novos do Esp\u00edrito foram guiando os nossos caminhos, orientando os nossos passos, primeiro para Mo\u00e7ambique (1937), depois para o Brasil e Angola (1970), mais tarde para a Z\u00e2mbia (1980) e para o Jap\u00e3o (1998). Em toda a parte nos temos dedicado e queremos continuar a dedicar-nos cada vez mais e melhor ao an\u00fancio do Evangelho, ao Di\u00e1logo com outros povos e culturas e ao Relato das maravilhas de Deus.  1.7. Depois de termos dedicado os dois anos anteriores \u00e0 escuta, viv\u00eancia e prega\u00e7\u00e3o do Evangelho e \u00e0 pr\u00e1tica da vida apost\u00f3lica como uma necessidade, com os lemas \u201cO Evangelho faz a diferen\u00e7a\u201d e \u201cAi de mim se n\u00e3o evangelizar!\u201d, entr\u00e1mos neste ano das bodas de diamante da nossa Sociedade Mission\u00e1ria com o lema \u201c75 anos em miss\u00e3o com Ele\u201d. Queremos que este lema seja verdade na nossa vida. Certamente o foi sendo na vida dos companheiros que nos precederam, e que, com o seu testemunho, por vezes at\u00e9 ao sangue, sabiam que n\u00e3o estavam sozinhos, sabiam em quem tinham confiado, sabiam a quem seguiam no caminho. \u201c75 anos em miss\u00e3o com Ele\u201d \u00e9, portanto, uma constata\u00e7\u00e3o e uma heran\u00e7a, mas pretende ser tamb\u00e9m um programa, um desafio, uma provoca\u00e7\u00e3o para n\u00f3s, Hoje.   Para os tempos de hoje  1.8. Tendo sempre diante de n\u00f3s essa nuvem de testemunhas, hoje \u00e9 a nossa vez de correr com os olhos fixos n\u2019Ele (cf. Hb 12,1-2). Bagagem essencial para o caminho: \u00ab3O amor e a fidelidade n\u00e3o te abandonem: ata-os ao teu pesco\u00e7o, escreve-os na t\u00e1bua do teu cora\u00e7\u00e3o, 4e encontrar\u00e1s gra\u00e7a e bondade aos olhos de Deus e dos homens. 5Segura-te no Senhor com todo o teu cora\u00e7\u00e3o; n\u00e3o te apoies na tua intelig\u00eancia. 6Reconhece-O em todos os teus caminhos, e Ele endireitar\u00e1 as tuas veredas\u00bb (Pr 3,3-6).  1.9. Recomendou a IX AG que dedic\u00e1ssemos este ano jubilar \u00e0 renova\u00e7\u00e3o do nosso \u201cesp\u00edrito eucar\u00edstico\u201d. De resto, tamb\u00e9m o Papa convocou a Igreja para o \u00abAno da Eucaristia\u00bb entre Outubro de 2004 e Outubro de 2005, entregou \u00e0 Igreja a Carta Apost\u00f3lica Mane Nobiscum Domine (7 de Outubro 2004), e deu \u00e0 sua Mensagem para o 78.\u00ba Dia Mission\u00e1rio Mundial (24 de Outubro de 2004) o t\u00edtulo significativo de \u201cEucaristia e Miss\u00e3o\u201d.  1.10. Reunimo-nos \u00e0 volta da Eucaristia para vermos melhor o rosto d\u2019Ele e dos irm\u00e3os, e para sentirmos e discernirmos melhor os caminhos da miss\u00e3o, de que n\u00e3o somos donos. A miss\u00e3o \u00e9 d\u2019Ele. N\u00f3s somos chamados a estar com Ele. Nunca, por\u00e9m, \u00e0 frente d\u2019Ele. Ele \u00e9 que \u00e9 o Mestre. N\u00f3s devemos segui-l\u2019O como disc\u00edpulos fi\u00e9is. Segui-l\u2019O. Mas tamb\u00e9m n\u00e3o podemos ficar demasiado para tr\u00e1s. Correr\u00edamos o risco de O perder de vista. E, perdendo-O de vista, como poderemos ainda segui-l\u2019O? Como poderemos ainda estar com Ele? A Eucaristia \u00e9 ainda a grande escola em que nos podemos sentar quotidianamente com Ele. A Eucaristia n\u00e3o \u00e9, como pensa uma parte significativa do nosso mundo de hoje, uma celebra\u00e7\u00e3o que serve para assinalar ocasi\u00f5es extraordin\u00e1rias, como o nascimento, o casamento, a morte, ou uma qualquer importante efem\u00e9ride. A Eucaristia ensina-nos que na nossa vida nada pode ser banal, que cada simples momento tem de ser extraordin\u00e1rio.  1.11. Fica connosco, Senhor, neste ano de gra\u00e7a. Fica connosco. Preside-nos e precede-nos sempre. E que n\u00f3s estejamos l\u00e1 sempre atr\u00e1s de Ti, perto de Ti. Contigo.   II. Programa\u00e7\u00e3o Geral Com o intuito de celebrarmos condignamente os nossos 75 anos de vida mission\u00e1ria ad gentes, de nos empenharmos cada vez mais e melhor no an\u00fancio do Evangelho experimentado como uma necessidade, e para partilharmos esta necessidade com as nossas Igrejas Diocesanas e com os nossos amigos e cooperadores, vamos realizar alguns eventos, abertos a todos os que nos queiram dar a honra e a alegria da sua presen\u00e7a.  2.1. Lema \u201c75 anos em miss\u00e3o com Ele\u201d.  2.2. Principais Eventos  &#8211; 3 de Outubro de 2004: I Encontro de Confraterniza\u00e7\u00e3o dos Familiares dos Membros da Sociedade Mission\u00e1ria da Boa Nova, no Semin\u00e1rio de Cucuj\u00e3es, j\u00e1 realizado com elevada participa\u00e7\u00e3o.  &#8211; 12 de Fevereiro de 2005: Peregrina\u00e7\u00e3o ao Santu\u00e1rio do Sameiro (Braga), das 11h00 \u00e0s 16h00. &#8211; 14-18 de Mar\u00e7o de 2005: Peregrina\u00e7\u00e3o a Roma, incluindo um breve encontro de sauda\u00e7\u00e3o com o Papa (dia 16). &#8211; Abril de 2005: Abertura de uma Exposi\u00e7\u00e3o Mission\u00e1ria, a organizar em Cucuj\u00e3es, e que, no todo ou em parte, percorrer\u00e1 outros espa\u00e7os importantes, como Valadares e Cernache do Bonjardim, e esteja patente, sempre que poss\u00edvel, em alguns dos principais eventos deste ano jubilar. &#8211; 8 de Maio de 2005: Festa Mission\u00e1ria em Cucuj\u00e3es. &#8211; 18-19 de Junho de 2005: Peregrina\u00e7\u00e3o Mission\u00e1ria dos Mission\u00e1rios da Boa Nova ao Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, a que se digna presidir Sua Emin\u00eancia o Senhor Cardeal Crescenzio Sepe, Prefeito da Congrega\u00e7\u00e3o para a Evangeliza\u00e7\u00e3o dos Povos. &#8211; 8-11 de Setembro de 2005: Congresso sobre a Miss\u00e3o, subordinado ao tema: \u201cDeus no s\u00e9culo XXI e o futuro do Cristianismo nos 75 anos da SMBN\u201d (Valadares). &#8211; 8-23 de Setembro: I Encontro de jovens sacerdotes da Sociedade Mission\u00e1ria da Boa Nova.  &#8211; Levaremos a efeito tamb\u00e9m, em data que oportunamente comunicaremos, uma sess\u00e3o de cultura mission\u00e1ria em Lisboa. &#8211; Em Outubro de 2005, em dia que ser\u00e1 oportunamente comunicado, encerraremos as comemora\u00e7\u00f5es no Semin\u00e1rio de Cernache do Bonjardim, que guarda peda\u00e7os da mais rica hist\u00f3ria mission\u00e1ria de Portugal.  ANT\u00d3NIO COUTO \u00b7Superior Geral dos Mission\u00e1rios da Boa Nova <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>I. Ide\u00e1rio 1.1. \u00abEsta \u00e9 a hist\u00f3ria de (Aar\u00e3o e) Mois\u00e9s no dia em que falou YHWH a Mois\u00e9s no monte Sinai\u00bb (Nm 3,1). \u00ab1Mois\u00e9s estava a apascentar o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Madi\u00e3. 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