{"id":100734,"date":"2018-03-28T16:30:03","date_gmt":"2018-03-28T15:30:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=100734"},"modified":"2025-03-14T15:42:13","modified_gmt":"2025-03-14T15:42:13","slug":"quaresma-no-mundo-dos-ramos-a-ressurreicao-na-terra-santa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/quaresma-no-mundo-dos-ramos-a-ressurreicao-na-terra-santa\/","title":{"rendered":"Quaresma no mundo: Dos Ramos \u00e0 Ressurrei\u00e7\u00e3o na Terra Santa"},"content":{"rendered":"<p><em>A Terra Santa tem um movimento diferente por estes dias. O padre Johnny Freire \u00e9 Silencioso Oper\u00e1rio da Cruz e viveu l\u00e1 durante sete anos. \u00c0 ECCLESIA falou da \u201cTerra do Santo\u201d, como gosta de lhe chamar, de se sentir parte de uma minoria religiosa e da mensagem principal que aquelas ruas guardam h\u00e1 2000 anos.<\/em><!--more--><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/JohnnyFreire4.jpg\" \/><\/p>\n<p>F\u00e1tima, 28 mar 2018 (Ecclesia) &#8211; \u00a0O padre Johhny Freire recordou, em declara\u00e7\u00f5es \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA, a forma como foi sentindo os dias que comp\u00f5em a semana santa, vividos na Terra Santa.<\/p>\n<p>\u201cUma experi\u00eancia de semana santa ali \u00e9 diferente, porque os lugares falam, as pedras falas, as ru\u00ednas falam mas tamb\u00e9m vivemos num contexto em que os crist\u00e3os s\u00e3o uma minoria e os cat\u00f3licos de rito romano, ou como chamam l\u00e1 \u2018latinos\u2019, ainda s\u00e3o outra minoria\u201d, explica o padre Johnny Freire.<\/p>\n<p>Ali vive-se a P\u00e1scoa em datas diferentes, \u201ccomo \u00e9 o caso dos Ortodoxos, depois h\u00e1 a P\u00e1scoa dos Hebreus, mais pr\u00f3xima da nossa do rito latino\u201d.<\/p>\n<p>\u201cPara mim foi a grande experi\u00eancia de viver a f\u00e9, mais sair do contexto onde a f\u00e9 cat\u00f3lica \u00e9 maioria e parece que dita as regras, para um mundo onde a semana santa para n\u00f3s \u00e9 importante mas para o meio envolvente n\u00e3o\u201d, conta.<\/p>\n<p>Segundo o padre Johnny Freire est\u00e3o presentes na Terra Santa crist\u00e3os de onze ritos diferentes, \u201conde o Deus, o Cristo \u00e9 o mesmo mas celebra-se de forma diferente\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA diferen\u00e7a primeira que mais me impressiona \u00e9 a l\u00edngua, por exemplo o rito maronita celebrava a ora\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica em aramaico, que seria a l\u00edngua de Jesus, mas ouvia-se celebra\u00e7\u00f5es em arm\u00e9nio, grego, \u00e1rabe, isso impressiona. Outra quest\u00e3o vis\u00edvel \u00e9 o uso do incenso que usam muito mais do que os latinos de rito romano.<\/p>\n<p>O canto impressiona tamb\u00e9m e a participa\u00e7\u00e3o mais passiva dos fi\u00e9is onde os padres cantam tudo e falo aqui do santo sepulcro, onde participei\u201d, afirmou.<\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-100734-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/som1_johnny_pedras.mp3?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/som1_johnny_pedras.mp3\">https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/som1_johnny_pedras.mp3<\/a><\/audio>\n<p><strong>\u201cH\u00e1 muitos ru\u00eddos, h\u00e1 um tempo em que a cidade toda se mexe, na prociss\u00e3o do domingo de Ramos, prociss\u00e3o da Igreja de Betfag\u00e9, no Monte das Oliveiras, at\u00e9 a Igreja Santa Ana, na cidade velha. E tudo se mexe ao n\u00edvel de seguran\u00e7a, s\u00e3o sempre cerca de 10 a 20 mil pessoas, naquelas ruas estreitas, impressiona. Depois v\u00e3o todas as autoridades eclesi\u00e1sticas que se juntam at\u00e9 \u00e0 chamada cidade velha. Mas depois tudo o resto passa despercebido.\u201d<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/TERRA_SANTA_-_0322_-_Cerimonia.jpg\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<h3>O Tr\u00edduo Pascal<\/h3>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_41173\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/3g2eysIsUWo?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Semana Santa come\u00e7a com o Canto da Paix\u00e3o dos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, em diferentes espa\u00e7os.<\/p>\n<p>\u201cInicia-se o canto da paix\u00e3o de Mateus, na Bas\u00edlica da Agonia, na segunda-feira; na ter\u00e7a-feira acontece a leitura de Marcos na Igreja da Flagela\u00e7\u00e3o e na quarta-feira o canto da paix\u00e3o de, na Igreja do Santo Sepulcro\u201d, conta o religioso.<\/p>\n<p>Uma das curiosidades que o padre Johnny Freire destaca \u00e9 a celebra\u00e7\u00e3o de quinta-feira santa onde, na Terra Santa, as celebra\u00e7\u00f5es come\u00e7am de manh\u00e3 e todas em conjunto.<\/p>\n<p>\u201cA particularidade \u00e9 que no Santo Sepulcro na quinta-feira santa de manh\u00e3 se celebra a missa crismal e a ceia do Senhor\u201d, conta.<\/p>\n<p><audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-100734-2\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/p.johnny2_som2_sofrimento.mp3?_=2\" \/><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/p.johnny2_som2_sofrimento.mp3\">https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/p.johnny2_som2_sofrimento.mp3<\/a><\/audio><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u201cH\u00e1 um significado diferente (de viver a semana santa ali) pelo peso da Hist\u00f3ria e da simbologia dos lugares, foi ali que aconteceu, mais cent\u00edmetro menos cent\u00edmetro, como costumo dizer, foi ali. Infelizmente n\u00e3o se pode celebrar missa no Cen\u00e1culo onde se recorda a institui\u00e7\u00e3o da eucaristia ma, naquele dia, os Franciscanos fazem peregrina\u00e7\u00e3o \u00e0 tarde ao cen\u00e1culo e depois visitam os irm\u00e3os crist\u00e3os de outros ritos que est\u00e3o no atual Monte Si\u00e3o. Levam os cumprimentos e \u00e9 bonito\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O padre Johnny Freire \u00e9 Silencioso Oper\u00e1rio da Cruz, uma Associa\u00e7\u00e3o internacional privada de fi\u00e9is, onde descobriu a sua verdadeira voca\u00e7\u00e3o depois de ter sido seminarista diocesano de Aveiro. O carisma desta associa\u00e7\u00e3o \u00e9 estar com pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-100743 size-full\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/JohnnyFreire1.jpg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"600\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/JohnnyFreire1.jpg 900w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/JohnnyFreire1-300x200.jpg 300w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/JohnnyFreire1-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/p>\n<p>\u201cDeus que se doa completamente e doa-se a si mesmo, como Silencioso Oper\u00e1rio da Cruz trata-se de um momento forte e de sil\u00eancio. Os momentos importantes n\u00e3o se vivem na festa, na \u201calgazarra\u201d, mas no sil\u00eancio, \u00e9 importante quando entra dentro de mim e se torna importante, tentar-me configurar-me com Jesus, fazer como Ele faz\u201d, afirma.<\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-100734-3\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/johnny_som3_defic.mp3?_=3\" \/><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/johnny_som3_defic.mp3\">https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/johnny_som3_defic.mp3<\/a><\/audio>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/cruz.jpg\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td>As celebra\u00e7\u00f5es na Sexta-feira Santa t\u00eam in\u00edcio no Santo Sepulcro com a celebra\u00e7\u00e3o da Paix\u00e3o de Cristo, segue-se a Via-Sacra com os frades franciscanos. \u00c0 tarde, o Of\u00edcio Divino e \u00e0 noite, a prociss\u00e3o f\u00fanebre.<\/p>\n<p>Como Silencioso Oper\u00e1rio da Cruz lida diariamente com pessoas com defici\u00eancia e em sofrimento, assim viver \u201cno sil\u00eancio\u201d a sexta-feira santa atinge um significado diferente, onde se v\u00ea \u201cum Deus que n\u00e3o se poupou, deu o pr\u00f3prio Filho e n\u00e3o desistiu da Humanidade\u201d.<\/p>\n<p>\u201cOlho para a cruz como o Mist\u00e9rio do Amor que, aparentemente, se deixa crucificar mas que volta mais forte e ressuscitado\u201d, destaca de olhar profundo.<\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-100734-4\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/johnny5_som4_cruz_.mp3?_=4\" \/><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/johnny5_som4_cruz_.mp3\">https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/johnny5_som4_cruz_.mp3<\/a><\/audio>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Ritmos e marcas de quem passou estes dias que antecedem a P\u00e1scoa na Terra Santa durante alguns anos, onde tudo aconteceu, paix\u00e3o morte e ressurrei\u00e7\u00e3o h\u00e1 2 mil anos.<\/p>\n<p>No S\u00e1bado Santo \u00e9 realizada a Vig\u00edlia Pascal ao Santo Sepulcro, seguida por uma prociss\u00e3o e a celebra\u00e7\u00e3o das V\u00e9speras. No Domingo de P\u00e1scoa, \u00e9 celebrada nas primeiras horas da manh\u00e3 a Missa pontifical e a prociss\u00e3o.<\/p>\n<p>Olhando a aurora do domingo da Ressurrei\u00e7\u00e3o o padre Johnny Freire, agora a viver na casa da Associa\u00e7\u00e3o, em F\u00e1tima, partilha que todos somos convidados a viver o mist\u00e9rio pascal: crucifica\u00e7\u00e3o, morte e ressurrei\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u201cS\u00f3 assim podemos ser mais para n\u00f3s mesmo, mais para os outros e mais para Deus\u201d, conclui.<\/p>\n<p><em>SN<\/em><\/p>\n<p><strong>\u201cA cruz diz-me o Mist\u00e9rio do Amor e convida-me ao desejo de ver o Ressuscitado. \u00c9 tamb\u00e9m nas pessoas com defici\u00eancia que vejo Cristo crucificado e ressuscitado, na medida em que se abrem ao Amor e ao querer ser amados, a querer bem aos outros \u201d.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Terra Santa tem um movimento diferente por estes dias. 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