Vila Real, 26 nov 2020 (Ecclesia) – A Comissão Episcopal Vocações e Ministérios ( CEVM), da Conferência Episcopal Portuguesa, vai promover a Jornada Nacional do Diaconado Permanente, no contexto dos “quarenta anos das primeiras ordenações de diáconos permanentes” em Portugal, dia de 1 de dezembro.

“O diaconado permanente é uma realidade importante na Igreja em Portugal, com incidência e percursos diversificados nas várias dioceses”, explica o presidente da CEVM, num comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

D. António Augusto Azevedo contextualiza que “quando se assinalam quarenta anos das primeiras ordenações de diáconos permanentes no nosso país, na sequência da restauração deste ministério operada pelo Concílio Vaticano II”, a Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios (CEVM) vai promover a Jornada Nacional do Diaconado Permanente,entre as das 10h30 às 12h00, do dia 1 de dezembro, “devido à pandemia por via telemática”, através da plataforma Zoom.

No encontro vai ser apresentado o livro ‘Os diáconos na Igreja’, “uma importante obra de compilação de fontes e documentos”, editada pelo Secretariado Nacional de Liturgia, da Igreja Católica em Portugal, e vão ser também apresentadas as “linhas base para um futuro documento de reflexão sobre o diaconado permanente”.

Segundo o programa, ‘Os Diáconos na Igreja, Fontes e documentos’ vai ser apresentado pelo presidente da Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade, D. José Cordeiro (bispo de Bragança-Miranda), e o documento ‘O Diácono Permanente, Ministro do Serviço e da Proximidade’ por D. Nuno Almeida, vogal da CEVM e bispo auxiliar de Braga.

A Comissão Episcopal Vocações e Ministérios convida os diáconos permanentes e os responsáveis do diaconado nas várias dioceses a participar na jornada online que “visa evocar o caminho realizada e abrir horizontes para o futuro deste ministério na vida da Igreja” e para participar é necessária a inscrição até à véspera do encontro, no próximo dia 1 de dezembro.

O ministério do diácono permanente, na Igreja Católica, está particularmente destinado às atividades caritativas, a anunciar a Bíblia e a exercer funções litúrgicas, bem como assistir o bispo e o padre nas missas, administrar o Batismo, presidir a casamentos e exéquias, entre outras funções.

No caso dos candidatos ao diaconado permanente, esta é uma missão para toda a vida, a que podem aceder homens, incluindo os casados, com mais de 35 anos.

O Motu Proprio ‘Sacrum Diaconatus Ordinem’ (18 de junho de 1967), do Papa Paulo VI, a carta apostólica com a qual se promulgava a restauração do diaconado permanente na Igreja Latina, segundo decisão tomada no Concílio Vaticano II.

CB

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