Lisboa, 29 set 2020 (Ecclesia) – A Fundação AIS desafia os portugueses, durante o mês de outubro, a rezarem o terço pelos cristãos perseguidos que estão no centro da missão desta instituição.

O fundador da Ajuda à Igreja que Sofre (FAIS), Padre Werenfried van Straaten, realça que os cristãos perseguidos são “a elite da Igreja”, lê-se numa nota enviada à Agência ECCLESIA.

Por sua vez, Catarina Martins de Bettencourt, diretora do secretariado português da FAIS em Portugal, realça que esta jornada de oração surge num mês “tão especial para a história da Fundação AIS no nosso país”, visto que a FAIS celebra 25 anos de presença, a 13 de outubro, em Portugal.

“Onde quer que esteja, no carro, a caminho do trabalho ou da escola, em casa, reze o Terço connosco”, acrescenta Catarina Martins.

Esta é a segunda vez, este ano, que a Fundação AIS convida os portugueses para se mobilizarem em oração por uma causa.

Em abril e maio, a fundação pontifícia uniu-se à Paróquia de São Tiago de Almada, rezando pelo fim da pandemia do coronavírus.

Agora, é a própria Fundação AIS a lançar um desafio semelhante a todos os portugueses: “Rezar pela Paz no mundo e pelos cristãos perseguidos”.

O convite aos portugueses para esta corrente de oração é uma forma de chamar também a atenção para a realidade tantas vezes ainda ignorada dos cristãos perseguidos, da ausência de liberdade religiosa em muitos países e da necessidade de as comunidades cristãs manifestarem a sua solidariedade junto dos que mais sofrem, sublinha.

Além desta corrente ininterrupta de oração, a Fundação AIS vai mobilizar também as crianças em Portugal e em todo o mundo para rezarem pela paz no próximo dia 18 de outubro.

Essa iniciativa, denominada “1 Milhão de Crianças Rezam o Terço pela Paz”, será levada a cabo a nível internacional pelos diversos secretariados da Fundação AIS, mas terá, no entanto, o seu epicentro em Portugal com a adesão do Santuário de Fátima em cuja Capelinha das Aparições as crianças irão rezar cumprindo o desejo expresso por Nossa Senhora aos três Pastorinhos.

A Rede Mundial de Oração do Papa e o Apostolado Mundial de Fátima são outras entidades que já manifestaram o seu apoio e colaboração.

LFS

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