Quando:
15 Julho, 2021@17:30_15 Agosto, 2021@18:30
2021-07-15T17:30:00+01:00
2021-08-15T18:30:00+01:00

Lisboa, 14 jul 2021 (Ecclesia) – O Ciclo da Graça vai inaugurar a sua primeira exposição esta quinta-feira, no Convento da Graça, intitulada “Lugar Comum”.

“A exposição é subordinada à temática das Familiaridades, na qual o espaço do Convento é pensado como ex-líbris da arquitetura Barroca e testemunho da História da cidade de Lisboa que resistiu ao terramoto de 1755”, indica um comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

Patente ao público entre os dias 14 de julho e 15 de agosto, a exposição reúne obras de quatro jovens artistas plásticos, Mafalda d’Oliveira Martins, Ma Rosário Costa Pinto, Mário Linhares e Xavier B. Tourais, que criaram peças “propositadamente para esta exibição”, nomeadamente “esculturas, desenhos, instalações, vídeo e fotografias de arquivo”.

De acordo com o comunicado, a obra de Ma Rosário Costa Pinto conduz ` “memória dos que noutros tempos habitaram o espaço do Convento da Graça”, Xavier B. Tourais convida “ao encontro com o outro e o próprio”, as obras de Mário Linhares e Mafalda d’Oliveira Martins, convidam “à contemplação”, através de um “caminho livre, íntimo e acompanhado”.

“A exposição integra o Ciclo da Graça, um conjunto de exposições e atividades da associação cultural POUSIO – Arte e Cultura, que tem como objetivo dinamizar, envolver e despertar novas formas de pensar a cultura e a arte”, acrescenta o comunicado.

Com uma programação que se vai prolongar até maio de 2022, com tividades desde a “música, teatro ao ar livre, ateliers de artistas, think-tanks com pensadores e agentes culturais e a publicação de projetos de investigação”, os fundos dos eventos e das obras vendidas “reverterão para a reabilitação da Igreja do Convento da Graça”.

“A POUSIO – Arte e Cultura é uma associação que surgiu para dar resposta à necessidade da criação de novos contextos de produção artística. Liga produtores culturais nacionais – artistas, curadores, museólogos e investigadores – a comunidades social ou culturalmente isoladas de Portugal”, conclui o comunicado.

PR

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