Coimbra, 01 Jun 2020 (ECCLESIA) – O Bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, escreveu uma mensagem para o Dia da Igreja Diocesana que se celebra a 07 de junho e pede a cada comunidade que na celebração pense “muito seriamente nos seus pobres”.

Na sua mensagem, datada de 21 de maio, D. Virgílio Antunes solicita também às comunidades que promovam “ações de solidariedade humana, espiritual e material em seu favor, pois a caridade é o distintivo da fé”.

“Que ninguém seja esquecido particularmente neste tempo de crise económica” porque “este é o tempo de olhar para os pobres, este é o tempo da caridade”, refere o documento enviado à Agência ECCLESIA.

Devido à pandemia, este ano a celebração será “ao nível da unidade pastoral, da forma possível e considerada localmente mais adequada”, escreveu o Bispo de Coimbra.

Os párocos juntamente com a equipa de animação pastoral e o conselho pastoral vão encontrar “as formas melhores para ajudar todos os fiéis a sentirem-se membros do Corpo de Cristo e a aprofundarem a fé na comunhão” que os une enquanto Igreja Diocesana.

As pessoas estão a braços “com muitas mudanças” que se operaram na vida quotidiana e que “afetaram de modo especial as famílias, com as crianças, os idosos e os doentes mais afastados das suas rotinas habituais bem como das manifestações de afeto diretas e físicas”.

O Bispo de Coimbra espera “que a ninguém esteja a faltar o carinho e a consolação expressos, porém, de outras formas”.

Aguarda-se “com paciência, responsabilidade e amor, o regresso à normalidade plena”, sem se por “em causa as medidas de segurança que têm vindo a ser veiculadas pelas autoridades públicas e pela Igreja”, escreveu D. Virgílio Antunes.

A Diocese de Coimbra está a terminar a execução de um plano pastoral de três anos, intitulado «Aproximai-vos do Senhor», ao longo dos quais “houve muita coisa boa e muitos progressos” na vida da Igreja Diocesana.

“Brevemente o Secretariado da Coordenação Pastoral” vai propor “um caminho sinodal de avaliação do triénio que termina e a indicação de novos caminhos para a elaboração do plano pastoral para os próximos anos”, acrescenta o Bispo de Coimbra.

LFS

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