Os padres jornalistas João Aguiar Campos e Manuel Vilas Boas foram convidados  para propor as meditações, este ano

Lisboa, 13 abr 2019 (Ecclesia) – A Basílica dos Congregados, na Arquidiocese de Braga, vai juntar dois padres ligados à comunicação social para meditarem sobre ‘As 7 Últimas Palavras de Cristo na Cruz’, entre as 21h00 e as 22h30 deste domingo, dia 14.

O reitor da Basílica dos Congregados afirmou que as Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz são “medidas pesadas”, como “todas as últimas palavras”, e convidou o padre João Aguiar Campos para fazer as meditações, que “aceitou desde a primeira hora”.

“É um momento para nos colocarmos diante da cruz, nas palavras que vão ao encontro da nossa vida, talvez algumas questões que colocamos e que, com a música, com uma leitura cuidada e reflexão muito bem preparada, vai ao encontro do coração e à mente”, disse o padre Paulo Terroso, em declarações à Agência ECCLESIA.

Ao padre João Aguiar Campos, antigo diretor do Secretariado Nacional das Comunicações Sociais da Igreja Católica e ex-presidente do Conselho de Administração da Rádio Renascença, junta-se outro jornalista, o padre Manuel Vilas Boas, que fará a leitura das meditações.

O padre Paulo Terroso assinala que juntaram “dois homens da rádio, dois padres do Minho, um de Barcelos e outro do Gerês”, adiantando que o momento musical vai ser da responsabilidade do Quarteto Verazin.

Segundo reitor da Basílica dos Congregados, esta é uma iniciativa para “crentes e não crentes”, uma oportunidade para os participantes se encontrarem com a própria vida.

A composição de ‘As sete últimas palavras de Cristo na cruz’ é da responsabilidade do compositor austríaco Joseph Haydn, para as celebrações da Sexta-Feira Santa da cidade de Cádis, em Espanha, em 1786″.

A meditação realiza-se no domingo, dia 14, Domingo de Ramos, que marca o início da Semana Santa.

O reitor da Basílica dos Congregados destaca que este lugar de culto também é conhecido por ser um espaço onde as pessoas se podem confessar: “Mensalmente cerca de 1500 confissões, nesta altura da Quaresma chegamos quase às cinco mil”.

De outras iniciativas que marcam a pastoral da basílica, o padre Paulo Terroso realçou a Missa dominical das 12h00 por ter interpretação em Língua Gestual Portuguesa, bem como, em “todos os dias Santos e de Guarda”.

PR/CB

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