Calendário

Set
6
Dom
Açores: Ordenação de seis padres na Diocese de Angra
Set 6 todo o dia

Foto DR – Ordenação de seis diáconos na Diocese de Angra

Angra, Açores, 15 Jun 2020 (ECCLESIA) – A Igreja de São José, em Ponta Delgada (Ilha de São Miguel – Açores) vai acolher, dia 06 de setembro, a ordenação de seis novos padres para a diocese de Angra.

A ordenação dos seis diáconos da Diocese de Angra, agendada para 28 de junho, foi “adiada na sequência das restrições impostas pela pandemia”, realça o site da Diocese de Angra.

Esta será uma das celebrações “mais aguardadas do ano até pelo número de seminaristas envolvidos” porque desde o ano jubilar de 2000 que na diocese “não se ordenavam tantos sacerdotes em simultâneo”, lê-se.

A ordenação vai ser presidida pelo Bispo de Angra, D. João Lavrador, que desde que chegou à diocese, em 2015, já ordenou seis novos padres na diocese.

Os futuros novos sacerdotes são alunos do sexto ano do Seminário Episcopal de Angra e são todos naturais de São Miguel: dois da ouvidoria de Ponta Delgada – Igor Oliveira (São Roque) e Aurélio Sousa (Sete Cidades) -, dois da ouvidoria das Capelas – Pedro Carvalho e João Farias (Santa Bárbara) -, um da ouvidoria da Povoação – Sandro Costa (Furnas) – e outro da Ribeira Grande, Nuno Pacheco de Sousa (Ribeirinha).

LFS

Out
2
Sex
Angra: Igreja dos Açores em caminhada sinodal até outubro
Out 2 todo o dia

Angra, Açores, 19 Mai 2020 (ECCLESIA) – O arquipélago dos Açores precisa de uma Igreja mais “inculturada, horizontal e inclusiva” que adote uma “pastoral de missão” centrada no Evangelho, afirma o documento síntese elaborado pela Comissão Diocesana de Coordenação da Caminhada Sinodal.

O instrumento de trabalho que vai ser analisado e discutido na assembleia diocesana que se realiza de 02 a 05 de outubro em São Miguel, reunindo 55 elementos dos conselhos presbiteral e pastoral diocesano, o que acontece pela primeira vez na diocese insular, terá em conta esta síntese, garantiu ao site Igreja Açores o cónego Hélder Fonseca Mendes, coordenador da referida comissão que integra leigos, presbíteros e religiosos.

O novo ano pastoral aguarda diretrizes da assembleia pré-sinodal e pela primeira vez a diocese faz coincidir abertura do novo ano pastoral com a abertura do novo ano litúrgico, o que acontecerá no domingo de Cristo-Rei, em 22 de novembro, realça.

O roteiro que os conselheiros vão discutir assenta em cinco grandes temas: “Uma Igreja que seja evangelizadora, centrada em Jesus Cristo; uma Igreja missionária, uma Igreja em diálogo com o mundo, comunitária e participativa e uma Igreja integradora dando sempre preferência aos mais pobres, sobretudo neste tempo de pandemia” refere o coordenador desta Caminhada Sinodal que a diocese iniciou em outubro do ano passado e que só conhecerá os passos seguintes depois de outubro deste ano, quando forem aprovados pela assembleia pré-sinodal.

Este roteiro com os pontos-chave de análise vai ser discutido a 22 de maio ao nível da Comissão de Coordenação da Caminhada Sinodal, num “dia também simbólico para a diocese já que se trata do dia da festa litúrgica do seu padroeiro, o beato João Batista Machado”.

O documento síntese constata que a “realidade social e cultural da igreja nos Açores mudou” e o “crescente laicismo acabou por se infiltrar” nas famílias e na sociedade.

As pessoas “sentem pouco a presença da Igreja no seu dia-a-dia” e a “diocese no seu todo, as paróquias e os organismos da Igreja, são distantes e inacessíveis”.

Embora presente no mundo dos Açores a Igreja “não tem quantitativa e qualitativamente uma presença de influência” nas ilhas, revelando “dificuldade em ter uma leitura real dos problemas atuais e muito mais em fazer uma leitura crente da atualidade”.

O documento assinala, ainda, que a Igreja “esta desacreditada” e tem uma “linguagem do passado”. “Existe uma minoria de cristãos comprometidos”, que desenvolvem “uma pastoral de manutenção” e a prática dominical “é constituída por gente de idade avançada”.

LFS

Out
3
Sáb
Angra: Igreja dos Açores em caminhada sinodal até outubro
Out 3 todo o dia

Angra, Açores, 19 Mai 2020 (ECCLESIA) – O arquipélago dos Açores precisa de uma Igreja mais “inculturada, horizontal e inclusiva” que adote uma “pastoral de missão” centrada no Evangelho, afirma o documento síntese elaborado pela Comissão Diocesana de Coordenação da Caminhada Sinodal.

O instrumento de trabalho que vai ser analisado e discutido na assembleia diocesana que se realiza de 02 a 05 de outubro em São Miguel, reunindo 55 elementos dos conselhos presbiteral e pastoral diocesano, o que acontece pela primeira vez na diocese insular, terá em conta esta síntese, garantiu ao site Igreja Açores o cónego Hélder Fonseca Mendes, coordenador da referida comissão que integra leigos, presbíteros e religiosos.

O novo ano pastoral aguarda diretrizes da assembleia pré-sinodal e pela primeira vez a diocese faz coincidir abertura do novo ano pastoral com a abertura do novo ano litúrgico, o que acontecerá no domingo de Cristo-Rei, em 22 de novembro, realça.

O roteiro que os conselheiros vão discutir assenta em cinco grandes temas: “Uma Igreja que seja evangelizadora, centrada em Jesus Cristo; uma Igreja missionária, uma Igreja em diálogo com o mundo, comunitária e participativa e uma Igreja integradora dando sempre preferência aos mais pobres, sobretudo neste tempo de pandemia” refere o coordenador desta Caminhada Sinodal que a diocese iniciou em outubro do ano passado e que só conhecerá os passos seguintes depois de outubro deste ano, quando forem aprovados pela assembleia pré-sinodal.

Este roteiro com os pontos-chave de análise vai ser discutido a 22 de maio ao nível da Comissão de Coordenação da Caminhada Sinodal, num “dia também simbólico para a diocese já que se trata do dia da festa litúrgica do seu padroeiro, o beato João Batista Machado”.

O documento síntese constata que a “realidade social e cultural da igreja nos Açores mudou” e o “crescente laicismo acabou por se infiltrar” nas famílias e na sociedade.

As pessoas “sentem pouco a presença da Igreja no seu dia-a-dia” e a “diocese no seu todo, as paróquias e os organismos da Igreja, são distantes e inacessíveis”.

Embora presente no mundo dos Açores a Igreja “não tem quantitativa e qualitativamente uma presença de influência” nas ilhas, revelando “dificuldade em ter uma leitura real dos problemas atuais e muito mais em fazer uma leitura crente da atualidade”.

O documento assinala, ainda, que a Igreja “esta desacreditada” e tem uma “linguagem do passado”. “Existe uma minoria de cristãos comprometidos”, que desenvolvem “uma pastoral de manutenção” e a prática dominical “é constituída por gente de idade avançada”.

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Out
4
Dom
Angra: Igreja dos Açores em caminhada sinodal até outubro
Out 4 todo o dia

Angra, Açores, 19 Mai 2020 (ECCLESIA) – O arquipélago dos Açores precisa de uma Igreja mais “inculturada, horizontal e inclusiva” que adote uma “pastoral de missão” centrada no Evangelho, afirma o documento síntese elaborado pela Comissão Diocesana de Coordenação da Caminhada Sinodal.

O instrumento de trabalho que vai ser analisado e discutido na assembleia diocesana que se realiza de 02 a 05 de outubro em São Miguel, reunindo 55 elementos dos conselhos presbiteral e pastoral diocesano, o que acontece pela primeira vez na diocese insular, terá em conta esta síntese, garantiu ao site Igreja Açores o cónego Hélder Fonseca Mendes, coordenador da referida comissão que integra leigos, presbíteros e religiosos.

O novo ano pastoral aguarda diretrizes da assembleia pré-sinodal e pela primeira vez a diocese faz coincidir abertura do novo ano pastoral com a abertura do novo ano litúrgico, o que acontecerá no domingo de Cristo-Rei, em 22 de novembro, realça.

O roteiro que os conselheiros vão discutir assenta em cinco grandes temas: “Uma Igreja que seja evangelizadora, centrada em Jesus Cristo; uma Igreja missionária, uma Igreja em diálogo com o mundo, comunitária e participativa e uma Igreja integradora dando sempre preferência aos mais pobres, sobretudo neste tempo de pandemia” refere o coordenador desta Caminhada Sinodal que a diocese iniciou em outubro do ano passado e que só conhecerá os passos seguintes depois de outubro deste ano, quando forem aprovados pela assembleia pré-sinodal.

Este roteiro com os pontos-chave de análise vai ser discutido a 22 de maio ao nível da Comissão de Coordenação da Caminhada Sinodal, num “dia também simbólico para a diocese já que se trata do dia da festa litúrgica do seu padroeiro, o beato João Batista Machado”.

O documento síntese constata que a “realidade social e cultural da igreja nos Açores mudou” e o “crescente laicismo acabou por se infiltrar” nas famílias e na sociedade.

As pessoas “sentem pouco a presença da Igreja no seu dia-a-dia” e a “diocese no seu todo, as paróquias e os organismos da Igreja, são distantes e inacessíveis”.

Embora presente no mundo dos Açores a Igreja “não tem quantitativa e qualitativamente uma presença de influência” nas ilhas, revelando “dificuldade em ter uma leitura real dos problemas atuais e muito mais em fazer uma leitura crente da atualidade”.

O documento assinala, ainda, que a Igreja “esta desacreditada” e tem uma “linguagem do passado”. “Existe uma minoria de cristãos comprometidos”, que desenvolvem “uma pastoral de manutenção” e a prática dominical “é constituída por gente de idade avançada”.

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Out
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Seg
Angra: Igreja dos Açores em caminhada sinodal até outubro
Out 5 todo o dia

Angra, Açores, 19 Mai 2020 (ECCLESIA) – O arquipélago dos Açores precisa de uma Igreja mais “inculturada, horizontal e inclusiva” que adote uma “pastoral de missão” centrada no Evangelho, afirma o documento síntese elaborado pela Comissão Diocesana de Coordenação da Caminhada Sinodal.

O instrumento de trabalho que vai ser analisado e discutido na assembleia diocesana que se realiza de 02 a 05 de outubro em São Miguel, reunindo 55 elementos dos conselhos presbiteral e pastoral diocesano, o que acontece pela primeira vez na diocese insular, terá em conta esta síntese, garantiu ao site Igreja Açores o cónego Hélder Fonseca Mendes, coordenador da referida comissão que integra leigos, presbíteros e religiosos.

O novo ano pastoral aguarda diretrizes da assembleia pré-sinodal e pela primeira vez a diocese faz coincidir abertura do novo ano pastoral com a abertura do novo ano litúrgico, o que acontecerá no domingo de Cristo-Rei, em 22 de novembro, realça.

O roteiro que os conselheiros vão discutir assenta em cinco grandes temas: “Uma Igreja que seja evangelizadora, centrada em Jesus Cristo; uma Igreja missionária, uma Igreja em diálogo com o mundo, comunitária e participativa e uma Igreja integradora dando sempre preferência aos mais pobres, sobretudo neste tempo de pandemia” refere o coordenador desta Caminhada Sinodal que a diocese iniciou em outubro do ano passado e que só conhecerá os passos seguintes depois de outubro deste ano, quando forem aprovados pela assembleia pré-sinodal.

Este roteiro com os pontos-chave de análise vai ser discutido a 22 de maio ao nível da Comissão de Coordenação da Caminhada Sinodal, num “dia também simbólico para a diocese já que se trata do dia da festa litúrgica do seu padroeiro, o beato João Batista Machado”.

O documento síntese constata que a “realidade social e cultural da igreja nos Açores mudou” e o “crescente laicismo acabou por se infiltrar” nas famílias e na sociedade.

As pessoas “sentem pouco a presença da Igreja no seu dia-a-dia” e a “diocese no seu todo, as paróquias e os organismos da Igreja, são distantes e inacessíveis”.

Embora presente no mundo dos Açores a Igreja “não tem quantitativa e qualitativamente uma presença de influência” nas ilhas, revelando “dificuldade em ter uma leitura real dos problemas atuais e muito mais em fazer uma leitura crente da atualidade”.

O documento assinala, ainda, que a Igreja “esta desacreditada” e tem uma “linguagem do passado”. “Existe uma minoria de cristãos comprometidos”, que desenvolvem “uma pastoral de manutenção” e a prática dominical “é constituída por gente de idade avançada”.

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